revelação cósmica temporada 20, Richard Doty

S20E01 Raça alienígena trantaloides e os Ebens da nave de Roswell

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A 20.ª temporada da série “Revelação Cósmica” apresenta Richard Doty  com informações nunca antes divulgadas

Richard Doty é um novo denunciante que se apresenta para partilhar a sua experiência pessoal a trabalhar na Área 51 e na base da Força Aérea de Kirtland.
É um agente especial aposentado que trabalhou dentro do Gabinete de Investigações Especiais da Força Aérea (AFOSI) que foi designado para investigar os contactos de ET.
Na nossa introdução à sua carreira, ele dá a Emery Smith um vislumbre dentro do processo de investigação e de como isso o levou a trabalhar em locais classificados como a Área 51.
Ele partilha uma das suas experiências com uma estranha criatura extraterrestre que escapou do Sítio Papoose 5 perto do Lago Groom.
Além disso, revela o que aprendemos com os EBENs que se despenharam em Roswell, relativamente ao uso de viagens no tempo, dispositivos de comunicação e armas de feixe de energia dirigida (DEW).

S20E01 Agente de Investigações Especiais: Richard Doty (Revelação Cósmica ~ Richard Doty)
S20E01 Special Investigations Agent: Richard Doty (Cosmic Disclosure)

revelação cósmica temporada 20 episódio 1

REVELAÇÃO CÓSMICA – POR DENTRO DO PROGRAMA ESPACIAL SECRETO

Agente de Investigações Especiais: Richard Doty

Hoje, em “Revelação Cósmica”, recebemos Richard Doty, um agente especial aposentado que atuou no Escritório de Investigações Especiais da Força Aérea e teve envolvido direto com OVNIs e conteúdo relacionado a ETs. Bem-vindo, Richard.

Richard Doty e Emery Smith

 

 

 

 

 

 

Obrigado.

Em primeiro lugar, como você se envolveu com esses projetos que envolviam ETs e OVNIs?

Eu investiguei um incidente na Base Aérea de Kirtland enquanto eu era um oficial de contra-espionagem do OSI. E isso envolveu um homem chamado Paul Bennewitz, o que ele fez e o que reuniu sobre OVNIs e contatos com ETs.
E fui instruído sobre um programa especial. E esse programa especial conduziu minha carreira como um agente do OSI.

E me fale sobre… Nos anos 80, você esteve designado na Área 51, correto?

Sim.

E o que acontecia lá?

Eu realizava missões temporárias na Área 51. Na época, era chamada de Centro de Avaliação de Testes da Força Aérea, Destacamento 3.
Havia três anexos diferentes, o Lago Groom era um deles, e o mais sigiloso. Eu era um oficial de contra-inteligência da base. Havia outros quatro agentes do OSI designados lá. E cada agente tinha um trabalho compartimentado para fazer dentro da Área 51.

Qual era o seu trabalho, sua posição lá?

A minha era salvaguardar projetos especiais, projetos especiais que envolviam ETs, não apenas criaturas extraterrestres, mas tecnologia extraterrestre.

Você mantinha isso apenas na Força Aérea? Você escondia isso dos políticos? Você escondia isso das outras agências governamentais? Ou elas estavam meio que envolvidas com isso?

Estávamos trabalhando em alguns projetos que envolviam a CIA, DIA e, principalmente, DARPA. Mas guardamos segredos dos políticos do governo.

Bem, o que você pode nos dizer sobre alguns dos ETs ou dos seres extraterrestres com os quais você teve contato?

Havia um projeto chamado Amber Sun [Sol mbar], Projeto Amber Sun. Era um projeto altamente confidencial que lidava com o exame e a pesquisa de extraterrestres que o governo capturou ou encontrou no deserto, ou em locais de quedas. E tive envolvimento com esse projeto.

Você também fazia parte das equipes de recuperação?

Eu estive em uma equipe de recuperação. Mas, na verdade, não exatamente uma equipe de recuperação, era mais uma… Uma das criaturas escapou do complexo no Lago Papoose. Era chamado de Site 5, Papoose Site 5. Chamavam de Alpha Site.
Eles mantinham as criaturas lá. Havia várias criaturas lá. Nunca fui informado sobre o número exato de criaturas. Mas eu tive envolvimento com aquela que escapou. Estive em uma equipe de busca para tentar encontrar essa criatura que escapou.

Que tipo de criatura era? Sabe como era ou de onde veio?

Sei que veio de algum lugar a 10 anos-luz de distância da Terra. Fui informado sobre essa parte. Foi-me mostrado uma foto da criatura. E era uma criatura de aparência horrível. Ela tinha uma cabeça muito grande. Tinha um corpo que parecia um louva-a-deus.

S14E07 Civilizações Secretas do Nosso Sistema Solar (Revelação Cósmica)

São esses os trantaloides de que você fala?

trantaloides

 

 

 

 

 

 

Sim, trantaloides. E essa criatura não tinha dentes. Ela tinha uma boca. Tinha duas fendas como nariz e dois buracos como orelhas. E tinha glândulas semelhantes a guelras na face, por onde sugava o ar, o nosso ar, para que pudesse respirar o ar da Terra.
Mas a coisa mais incrível sobre essa criatura era que não exigia comida. Ela fabricava o próprio alimento dentro do corpo. Ela tinha dois sacos em cada um dos quadris.

trantaloides – o seu corpo produz a sua própria comida

 

 

 

 

 

 

E produzia, por meio de órgãos internos, nódulos do tamanho de bolas de golfe. E eles ficavam dentro dos sacos. Quando a criatura precisava se alimentar, ela pegava uma dessas bolas nutritivas e colocava na boca.
Era o único alimento de que essas criaturas precisavam. Ela bebia água, mas não havia outro alimento que ela comesse.

Eu tive algumas experiências com seres assim. E chamamos isso de quimogênese. E vida a partir de produtos químicos que eles próprios produzem. Eles não precisam ter comida como nós temos para extrair minerais e vitaminas dela. É muito interessante.

Sim, era exatamente isso, descobriram mais tarde. E essa criatura também tinha as articulações invertidas. Os joelhos ficavam atrás das pernas. Ela se movia de várias maneiras diferentes. Ela também tinha uma capa estranha que ficava enfiada atrás da cabeça.
E quando ficava com medo, ou quando queria se esconder, ela puxava essa capa sobre o corpo, cobrindo totalmente o corpo com essa capa.

É uma vestimenta separada do corpo? Ou faz parte do corpo?

Não, faz parte do corpo. Era um apêndice do corpo que ficava enrolado atrás da cabeça. Não tenho certeza de como funcionava. Mas quando ficava com medo ou agitada, ela o puxava sobre a cabeça e cobria seu corpo. A criatura tinha mãos parecidas com garras.

trantaloide – escondido

 

 

 

 

 

Que cor ela tinha?

A cor era cinza escuro. Tinha olhos grandes, com várias pálpebras diferentes. A textura do corpo podia mudar. No inverno ou frio, o corpo endurecia, a pele, a textura da pele, eu diria, ela endurecia. No verão, ficava mais mole.

Era como um exoesqueleto que vemos em besouros comuns?

Não tenho certeza se… Não, acho que o esqueleto era interno.

E a pele era dura? Ou parecia palpável?

Não, era uma pele dura, uma pele muito dura.

E como eram os pés?

Pés parecidos com garras, com uma membrana… Tinha três garras. Mas havia membranas entre cada garra.

Qual era a altura desse ser?

Cerca de 1,80 m.

E quanto acha que pesava?

Provavelmente pesava uns 90 kg. Era muito denso.

Muito denso.

Muito denso.

E os olhos?

Os olhos eram grandes. Olhos muito grandes. Ele tinha uma pupila grande e várias pálpebras. Acho que havia seis pálpebras diferentes que ele podia utilizar nos olhos.

S11E07 ETs Colegas de Trabalho (Emery Smith)

Você o viu andar, correr ou pular?

Eu vi o correr. Eu não o vi andar. Eles o capturaram cerca de 130 km ao norte do Lago Groom, em uma área chamada Silver Bow, Nevada, perto da Estrada Reveille Mill. Foi detido, ironicamente, por um adjunto do xerife do condado de Nye e um guarda florestal de Nevada.
Um civil também esteve envolvido na captura. Na verdade, ele prendeu a criatura com uma armadilha para animais. Não tenho certeza se foi com uma armadilha para ursos ou algum tipo de armadilha para animais.
E eles o seguraram até a equipe de busca e os policiais militares chegarem lá para o levarem sob custódia.

Rick, estive em algumas dessas instalações, não essas das quais fala. A segurança nelas é incrível. Quer dizer, uma pulga não pode sair de lá. Como ele saiu de lá?

Ele manipulou o sistema de segurança. De alguma forma, ele desligou a eletricidade. Não sei se eles entenderam tudo o que ocorreu na época. Tenho certeza que agora sim. E ele conseguiu se rastejar por uma brecha.
Ele tinha um transmissor de rádio que não conseguia desligar. E acho que, vendo isso, os especialistas disseram que ele não sabia que aquilo era um transmissor de rádio, mesmo que ele pudesse manipular eletricidade.
Ele saiu de lá por um respiradouro. Ele conseguiu sair. E ele se foi por uns bons, provavelmente, 40 minutos, 45 minutos, creio que foi relatado, antes que percebessem que ele havia fugido. Então, imediatamente, começaram a procurar.
A polícia militar e a equipe de pesquisa, a equipe de pesquisa do Projeto Amber Sun, eles tinham uma equipe especial, com equipamentos especiais, para rastrear essas coisas. Mas ele não era hostil. Havia outros lá que eram tão hostis que eram mantidos em diferentes tipos de…

Meios de contenção, sim.

Sim, contenção, e, se tentassem sair, eles seriam eletrocutados ou mortos de alguma forma. Ele não estava. Porque ele cooperou muito. A única coisa que soube sobre isso é que ele não se comunicava ou não conseguia se comunicar conosco. Ele simplesmente não se comunicava.
Ele se recusava ou… Quer dizer, eles tentaram. Imagine que, de 1967 até os anos 80, eles tentaram por anos se comunicar com essa criatura. Mas eles não conseguiam se comunicar com ele. Ele simplesmente não queria ou não conseguiam falar com ele.

Certo. Mas havia um civil no local quando isso aconteceu. O que aconteceu com ele?

O nome dele era Gus Wainwright. Gus era um caçador. Ele era um guia de caça. Ele morava nas montanhas da região de Kawich, em Nevada, perto de Warm Springs. Ele havia trabalhado nas minas por anos.
Ele procurava animais para caçar, e eu acredito que ele queria caçar alces, quando ele viu a criatura. E ele estava sozinho. Ele rastreou a criatura sozinho durante quase um dia, talvez um pouco mais de um dia. Ele disse que foram 36 horas seguidas.
Mas acho que, mais tarde, descobrimos que foi um pouco menos do que isso. E ele montou armadilhas para pegá-la. Ele não sabia o que era. Ele não tinha ideia do que essa criatura era.
Ele pensou que era um animal mutante por causa dos testes nucleares que ocorriam na Área de Testes de Nevada. Ele estava convencido de que devia ser algum tipo de criatura mutante. Mas foi ele quem a capturou. E quando ele a capturou, ele tirou fotos. Ele tirou uma foto.
E ele chamou duas outras pessoas. Porque ele ia tentar levar essa coisa para algum lugar e talvez vendê-la. Mas, enquanto isso, um adjunto do xerife do condado de Nye apareceu. Eles foram notificados pela base que um militar fugiu e estava desaparecido.

Claro.

Um desertor.

Certo.

Por conta disso, o xerife do condado de Nye, e eu acredito que um patrulheiro rodoviário de Nevada, estavam sondando a área. O adjunto do xerife do condado de Nye tinha o sobrenome Watson. E ele, é claro, já morreu. Mas ele apareceu. E ele olhou para a criatura.
E ele tirou uma foto da criatura. E ele nos perguntou: “Onde pegaram essa coisa?” “De onde ela veio?” Gus disse: “Não sei, eu a vi correndo por aqui.” “Então, eu a prendi.” Ele disse que estava coberta por uma capa. E Gus disse: “Acho que nunca vi nada assim antes.”
Então, o xerife chamou o guarda florestal, imaginando que o guarda florestal saberia o que era, algum tipo de criatura. Bem, o guarda florestal chegou lá, olhou e disse: “Não tenho ideia do que é isso.” Então, quando os militares apareceram…
Os xerifes do condado de Nye chamaram os militares. Os militares chegaram lá e o levaram sob custódia. O militar interrogou o adjunto do xerife… O adjunto do xerife entregou prontamente o filme dele. Era uma câmera de 35 milímetros.
Ele entregou a câmera. Gus estava um pouco mais relutante em entregar. Gus era um civil. E a polícia militar não tinha jurisdição sobre ele. Mas o adjunto do xerife do condado de Nye convenceu Gus que era melhor ele entregar.
Porque os agentes federais viriam e o levariam, de uma forma ou de outra. Ele entregou. Mas ele não entregou tudo. Ele ficou com uma. E essa foto ficou na parede do Warm Springs Bar and Grill, até o dia em que o bar fechou no início de… Provavelmente foi em meados dos anos 80. Mas Gus contou essa história várias vezes. Ele contou para o pessoal da televisão. Ele participou de alguns especiais. Acho que George Knapp o entrevistou uma vez. Mas ele tinha uma história em que ninguém acreditava.
Porque a foto que ele colocou na parede do Warm Springs Bar and Grill, outra pessoa a pegou. E ele nunca conseguiu reavê-la. E, é claro, Gus acabou morrendo. E é isso.

É provável que ele não tivesse cópias na época.

Ele não tinha cópias na época.

Certo.

Então, essa era a história de Gus Wainwright. Ele foi um dos envolvidos. E eu entrevistei Gus no Warm Springs Bar e Grill. E eu o entrevistei para algo totalmente diferente, outra coisa que ocorreu na área, uma suposta abdução alienígena. Mas…

O que achou do caráter dele? Ele parecia honesto?

Ele era uma pessoa muito extrovertida e honesta, uma pessoa muito articulada. Você podia acreditar nele até certo ponto. O que ele fazia era lhe contar uma história. Então, ele a exagerava além da crença.
Ele nos disse que a criatura tinha duas armas de raio. E a criatura não tinha nenhuma arma de raio. Ele disse: “Ele atirava raios em mim. E eu tive que me esquivar.
Foi como se eu tivesse voltado para a Coreia.” Porque ele era um veterano da Guerra da Coreia. Mas nada disso aconteceu. A criatura não tinha nada disso. Algumas pessoas não acreditaram nele por causa disso.

Claro.

Então, muitas pessoas apenas o ouviram, escutaram a história de Gus e a desprezaram. E a ironia dessa criatura era que, se atirasse ou matasse essa criatura, ela iria se deteriorar imediatamente.
E gases perigosos seriam exalados do corpo dela, e isso mataria um humano. Então, o que tinham que fazer, se a matassem, eles teriam que embalsamá-la imediatamente com algum tipo de processo de neutralização, que eles tinham.
Mas essa criatura em particular, eles conseguiram capturá-la viva. Eu vi. Eu os vi capturá-la. Eles a colocaram em uma rede. A criatura não lutou contra isso. Não era hostil.

Estava ferida ou sangrava?

Não, não foi ferida em nenhum momento.

Ela simplesmente foi pega em uma armadilha?

Ela foi pega em uma armadilha. Ela fez sons horríveis, sons estridentes. Aparentemente, estava com medo ou sentia dor de alguma coisa que o xerife do condado e o guarda florestal fizeram.
Mas, quando chegamos lá, a criatura foi totalmente cooperativa, o que me surpreendeu muito. Fiquei surpreso ao olhar para essa criatura. E eu estava a uns 3 metros de distância dela.
Ela, ou ele, nunca tentou fazer nada. Não sei se era fêmea ou macho. Mas nunca tentou escapar. Quando percebeu que foi capturada, o que ela fez foi cobrir a cabeça com a capa, tentando se esconder, ou era o que faziam quando ficavam com medo.

Então, Rick, de onde veio o ET, em primeiro lugar? Era um fugitivo da base?

Era um fugitivo da base. A criatura foi capturada em um acidente que ocorreu perto de Fallen, Nevada, em 1967. Então, tiveram aquela criatura por muito tempo. Na verdade, havia três criaturas que estavam no local da queda. Uma morreu na queda.
E foi quando perceberam, quando chegaram lá e encontraram uma nave, que essa coisa expôs a equipe de resgate a produtos químicos tóxicos, que mataram parte da equipe de recuperação. Então, tiveram que descobrir como neutralizá-la.
A segunda foi capturada, levada de volta com a terceira. A segunda escapou. Mas isso não foi durante meu turno. Não tenho certeza de quando essa escapou. Ela foi baleada e morta perto da mesma área em que a primeira… em que a última estava.
E, novamente, uma das… Na verdade, se pesquisar, um guarda florestal de Nevada morreu naquela área. Disseram que ele morreu de exposição, mas, na verdade, ele morreu por entrar em contato com essa criatura e os produtos químicos tóxicos que estavam sendo expostos por o corpo dela estar em deterioração.
A terceira é essa da qual falo hoje. Foi mantida em um local perto do Lago Papoose, que ficava a sudoeste do Lago Groom. Lago Papoose, o leito do lago seco. É provável que tenha ouvido falar sobre o Lago Papoose de Bob Lazar, o complexo S2.
Mas, um pouco a noroeste do complexo S2, ficava o Site Alpha. Eles o chamam de Site Alpha. Era uma instalação subterrânea fechada que abrigava esses ETs capturados.

Sabe da nave em que ele veio? Você a viu ou eles lhe informaram que tipo de nave era?

Sim, a nave era grande. Tinha cerca de 14 metros de diâmetro. Tinha trens de pouso ou suportes que desciam onde pousava. Mas, obviamente, as fotos que vi foram de quando ela caiu.
A parte frontal foi danificada durante a queda. E vi as fotos do local da queda. Na verdade, nunca vi a nave em si. Ela tinha aberturas semelhantes a janelas, pequenas aberturas em torno da separação entre o topo e a parte de baixo da nave.

Em forma de disco?

Em forma de disco, oval, se a visse lá. Não tinha uma forma redonda convencional, como um disco. Tinha um formato oval que se alongava atrás. Em certo momento, determinaram que a nave era muito tóxica.
Estava emitindo algum tipo de radiação. Talvez fosse um tipo de material tóxico que não entendemos, que estava matando pessoas. Então, o que fizeram foi transportar a nave para um local ao norte de Warm Springs, Nevada.
Eles cavaram um grande buraco. Eles enterraram a nave. E acho que fizeram uma detonação nuclear de cerca de 100 quilotons para destruir a nave. Se pesquisar, pode ler sobre isso. Na verdade, pode ir ao local.

Você ainda pode ver a cratera.

Exatamente. O DOE tem uma instalação lá que ainda mantém e protege.

Não tem uma placa lá?

Há uma placa lá informando que foi uma exploração sísmica.

local da explosão da nave dos trantaloides

 

 

 

 

 

 

A detonação foi para uma pesquisa experimental sísmica. E aconteceu, creio eu, em janeiro de 1968. É um ótimo encobrimento. Foi cerca de oito meses ou sete meses depois que a nave caiu.

E por que essas naves caem nessas áreas? E o que estamos fazendo com esses extraterrestres?

Bem, a única explicação que eu conheço é a da queda da nave em Roswell, em 1947. Havia duas naves alienígenas, operadas pelos Ebens, voando pelo Novo México. Houve uma tempestade de raios.
E, de alguma forma, a tempestade de raios afetou o sistema de navegação e as duas naves colidiram, uma pousando em Corona, no Novo México, ao norte de Roswell, e uma pousando perto de Magdalena ou Horse Mesa.
Eles encontraram o primeiro local da queda, é claro, alguns dias depois que caiu. O segundo local da queda ficava em uma área muito remota. E não foi encontrado por dois anos.
O alienígena que estava vivo, ou Eben 1, como o chamamos, na queda de 1947 em Corona, ele nos explicou em detalhes como a nave caiu. Mas não posso falar sobre nenhuma das outras naves, ou como elas caíram, porque eu nunca soube como ou por que elas caíram.

E que tipo de raça era? Que aparência tinham?

Os Ebens eram cinzas. Eles são cinzas e pequenos, entre 90 cm e 1,20 m de altura, olhos grandes e cinzentos, como os que vê na TV agora. Esses eram os Ebens.

Ebens – greys – Serpo

 

 

 

 

 

 

E eles são a raça que veio do planeta Serpo, que acho que falaremos mais tarde.

Você se comunicou com esses seres? Ou você foi informado sobre as comunicações e talvez os vídeos e áudios dessas investigações?

Não. Certamente, eu não era vivo em 1947. Mas nós conseguimos. Conseguimos nos comunicar com Eben 1. E fizemos isso ao, de alguma forma, plantarem algum tipo de caixa sonora ou um manipulador de voz na garganta dele. E ele conseguiu aprender inglês.
Mas precisa entender que, segundo nós e Eben 1, eles estavam 5 mil anos à nossa frente em tecnologia. Portanto, foi fácil para ele entender nossa linguagem. É muito difícil para nós entendermos sua linguagem, mas ele conseguiu se comunicar.
Alguém foi atribuído para ajudá-lo. Um oficial da Força Aérea o ajudou durante os cinco anos em que ele esteve aqui, porque Eben 1 morreu em 1952. Mas, durante esse tempo, ele forneceu muitas informações para a inteligência dos EUA.

Eles o trataram bem? Ele tinha o próprio quarto? Como eles sabiam com o que alimentá-lo? Quais foram os detalhes que você ouviu?

Bem, eu li o relatório. Eu vi um filme dele falando em um ambiente descontraído. Era muito difícil entender o que ele dizia. Mas ele foi muito bem tratado. Ele morava em um local especial em Los Alamos. Ele recebia comida, não tenho certeza de que tipo de comida.
Conheço uma pessoa em particular que tinha conhecimento disso e escreveu uma história sobre Eben 1, e ele disse que ele gostava de sorvete de morango. Mas não sei que outra comida, mas, obviamente, conseguimos fornecer algum tipo de alimento, porque ele viveu cinco anos.
Não sei por que ele morreu depois de cinco anos. Mas, durante esses cinco anos, ele nos contou de onde veio. Ele nos mostrou onde ficava seu planeta. Ele nos mostrou as diferentes desigualdades entre diferentes partes do espaço.
Ele explicou por que a física na Terra não era a mesma que a física em seu planeta. Ele explicou muitas coisas que nos ajudaram.

Então, ele foi muito cooperativo?

Muito cooperativo.

Algum desses seres desses veículos acidentados foram encontrados com algum tipo de tecnologia ou armas com eles?

Bem, os Ebens sim. A queda em 1947… Não a primeira nave, não aquela da qual conseguimos capturar Eben 1. Não conseguimos encontrar nenhuma arma nela, ou as pessoas que as estavam procurando. Mas eles encontraram um dispositivo de energia que poderia alimentar quase tudo.
E no segundo local, em 1949, onde alguns fazendeiros a encontraram no meio do nada, eles encontraram duas armas lá. E eram armas de pulso. Elas disparavam um pulso. Não entendemos isso. E não acho que conseguimos realmente entender até meados dos anos 80.
Na verdade, essa arma… Na verdade, havia duas delas, uma maior e uma menor, que estavam sendo testadas na Área 51. Eu não percebi na época que realizam testes secretos em outra área da Área 51, na verdade, ao norte, perto de Tonopah, na Área de Testes de Tonopah.
E estavam atirando contra uma montanha. E ela vaporizava qualquer coisa. Ela penetrava uns 12 metros.

S17E01 Entrando na Área 51 (Revelação Cósmica)

Parecia uma arma? Você viu uma foto dela?

Sim, eu vi. E eu vi o pulso.

Eles conseguiam direcionar o padrão de onda dela?

Aparentemente, sim, mas nunca estive perto o suficiente para dizer se conseguiam fazer isso, nem nunca li qualquer tipo de literatura técnica sobre ela. Apenas a vi em operação. E perguntei à pessoa. “O que diabos é essa coisa?”
Ele disse: “Bem, essa é uma das nossas armas de pesquisa que pegamos dos visitantes.” Essa pessoa com quem falei sempre os chamava de visitantes. “E estamos fazendo experimentos com ela.”
E eu disse: “Bem, como funciona?” Ele disse: “Eles apenas puxam o gatilho.” Mas havia um nível de intensidade. Eles conseguiam reduzir…

Focalizar o feixe.

Focalizar o feixe.

Certo.

Eu só vi disparar uma vez. E foi para o lado de uma montanha. E a chamavam de Montanha Urania, que fica na área de testes. E penetrou uns 15 metros, porque fomos lá depois e vimos.
Era um buraco perfeito que, como eu disse, penetrava uns 15 metros. Pensei: “Meu Deus, essa coisa é impressionante.”

Você acha que temos essa tecnologia hoje?

Acho que sim. Acho que obtivemos tantas tecnologias diferentes dos extraterrestres ao longo dos anos que, neste momento, nossa tecnologia avançou a ponto de estarmos começando a entendê-la.

Certo.

Foi-me dito há muito tempo, por um cientista muito astuto no Texas, que capturamos essas coisas ao longo de anos. Nunca pudemos entendê-las, como o dispositivo do Eben, o dispositivo de energia.
Íamos até Los Alamos e as trazíamos, ou onde estivesse guardada, e fazíamos experiências com elas. E estávamos em um ponto da nossa tecnologia em que podíamos entender ou não. E as guardávamos por mais alguns anos.
Nós as trazíamos de volta. Agora, estamos no ponto em que, quando trazemos essas coisas de volta, estamos começando a entendê-las.

Então, realizavam muita engenharia reversa alienígena?

Muita engenharia reversa alienígena.

Que corporações estavam encarregadas disso?

Bem, a EG&G era a principal empreiteira no Lago Groom. Mas tínhamos o Centro de Avaliação de Testes da Força Aérea. Tínhamos Tectronics, E-Systems, Laboratórios Los Alamos, Laboratório Livermore, Laboratórios Sandia.
Sandia era, provavelmente, o principal terceirizado em entender o sistema de propulsão, especialmente o que achávamos ser um sistema de propulsão radioativa, ou um sistema de propulsão nuclear.

Alguma outra coisa na Área 51, que pode mencionar, o impactou muito?

Algo que me impactou muito foi a quantidade de ETs que tivemos.

Quantos?

Bem, eu não sabia o número exato, mas eu sabia que foram mais de cinco. Disseram-me por volta de 12 a 15. E de onde eles vieram. Quer dizer, eu nunca li nada sobre de onde vieram, mas alguns deles vieram de áreas próximas ao nosso planeta, como me foi dito.
Acho que essa é uma das coisas incríveis. Outra coisa incrível é que estávamos fazendo coisas.
Estávamos avançando nossa tecnologia tão rápido que um cientista de Sandia me disse que havia tantas coisas que estávamos descobrindo sobre tecnologia alienígena que tivemos que colocar na prateleira, porque simplesmente não conseguíamos entender.
E uma das coisas que ele me contou foi sobre viagem no tempo, e como eles a manipulavam, e como eles, os alienígenas, conseguiam fazer isso. Ainda não tínhamos chegado perto. E isso foi em meados dos anos 80. Mas acho que agora, em 2020, podemos estar lá.

S12E01 Viagem no Tempo e Realidades Mutáveis (Revelação Cósmica)

Onde estamos agora?

Bem, naquela época, durante os anos 80, sabíamos que eles podiam viajar no tempo. Eben 1 nos disse que podíamos viajar no tempo. E ele, de alguma forma, mostrou aos cientistas, no final dos anos 40 e início dos anos 50, como eles faziam isso. Nunca entendemos.
E havia algumas coisas de que precisávamos. Precisávamos manipular o continuum espaço-tempo. Eles podiam fazer isso de uma maneira simples. Eles tentaram nos explicar, mas não entendemos. Mas, nos anos 80, quando eu estava na Área 51, um dos projetos em que trabalhei…
Eu era um oficial de contra-inteligência. Eu era o oficial principal. Era um projeto em que fazíamos experimentos com viagem no tempo. E tentamos… E era um cientista dos Laboratórios Sandia, que ainda está vivo hoje, que estava encarregado desse programa.
E ainda é confidencial. E eu poderia dar o nome do projeto, mas tenho medo de fazer isso agora. Mas ainda é confidencial. Trabalhei nele por um bom tempo. E observei os experimentos que eles fizeram.
Eles construíram uma enorme instalação subterrânea na Área de Testes de Nevada, com ímãs elétricos. E atiravam coisas, lasers e outras coisas entre eles. E eles conseguiram fazer…

– Desaparecer.
– Sim, ocorriam explosões.

E haveria um instante, apenas um instante, em que o continuum do tempo se abria. E tiraram fotos disso com câmeras de alta velocidade. E podiam ver coisas no futuro. Não conseguiam manter aberto por tempo suficiente para colocar alguém lá dentro, naquela época, em 1985.
Mas dispararam lasers de alta energia entre isso, e se abria. E eu vi as fotos. Eram como uma fração de segundo. Mas se abriria. E podia ver coisas naquilo, como se você estivesse olhando para o futuro. Se era o futuro ou o passado, não tenho certeza. Mas eles fizeram isso.
E o que descobriram… Havia muitos programas periféricos que descobriram coisas. Um deles eram os sistemas de armas de energia. Se disparassem uma arma de energia com grande velocidade e com muito volume de energia, eles conseguiam vaporizar o continuum do tempo.
E qualquer coisa nele seria totalmente vaporizada. Não sobraria um átomo. E eles fizeram isso. Eles pegaram um tanque, um velho tanque M-61, e o colocam em uma plataforma. E eles dispararam. Eles ativaram os ímãs. Eles dispararam o feixe de laser.
E o tanque M-61 foi totalmente vaporizado. Não restou um único átomo dele. E desenvolvemos isso em um sistema de armas, ou estávamos desenvolvendo um sistema de armas. Tenho certeza de que estão tentando aperfeiçoar isso.

Armas de feixe de energia direcionado?

Armas de feixe de energia direcionado, sim. E conseguiram isso dos alienígenas.

Certo, então estamos falando sobre viagem no tempo. Um vídeo foi divulgado recentemente, o vídeo da nave parecida com um Tic-Tac. Eles dizem que, talvez, sejamos nós do futuro. O que acha?

Unidentified ~ a série Ufológica do ano (2019)

Não sei nada sobre isso. Não tenho certeza se era do futuro ou não. Mas, no início dos anos 80, fazíamos experiências com drones. E fazíamos experiências com eles na Base Aérea de Kirtland.
Fazíamos voos com drones. E faziam isso ao lançarem uma aeronave, uma aeronave EC-135. Então, lançavam o drone. Eles o lançavam, sim.

Lançavam.

E o controlavam de dentro da aeronave. E conseguiam fazer o drone fazer coisas que não acreditaria que poderiam fazer no início dos anos 80. E voltando para o sujeito chamado Paul Bennewitz. Paul Bennewitz filmou essas coisas.
E pensava que aqueles pequenos drones eram OVNIs. Mas, na verdade, eram drones. Era um programa experimental. Era altamente confidencial naquela época.

O que esses drones faziam de tão incrível?

Eles paravam no ar. Eram lançados e paravam. Não havia ninguém, nenhum piloto dentro deles. Eles paravam no ar. E tinham pequenos sistemas de propulsão ou algo que o deixava flutuar ou pairar no ar. Não tenho certeza de como faziam isso. Mas podiam parar.
Eram lançados e paravam. Desciam e subiam, e eram lançados de novo. Não sei como o sistema de propulsão ou a aerodinâmica funcionava, porque nunca foi informado sobre essa parte, mas nós os vimos.
Nós os vimos muitas vezes em operação. Então, por fim, mudaram tudo para a Base Aérea de Indian Springs, em Nevada.

Os drones militares de hoje parecem aviões. Como esses drones pareciam?

Eles pareciam tambores de 200 litros. Eles pareciam exatamente com tambores de 200 litros. Como funcionavam, como operavam, não sei. Mas eu os vi. Eu os vi parando no ar.
E isso me fascinou, tentando descobrir: como poderia parar no ar? Como algo poderia voar e então parar? Evidentemente, um avião não poderia fazer isso, porque a aceleração mataria o piloto. Mas eles não tinham piloto. Tudo estava sendo controlado pela aeronave.

Com certeza, eles têm seus próprios… Essas naves anti-gravíticas têm sua própria densidade de energia ao redor delas. Elas estão, basicamente, dentro da própria atmosfera.

Exatamente, essa é uma boa maneira de explicar.

Essa é a maneira simples de explicar.

Essa é uma maneira simples de explicar. Sim, elas criam o próprio campo gravitacional. Então, o campo gravitacional de fora não as afeta de forma alguma.

Exatamente, sim.

Que impacto essas experiências tiveram em você?

Bem, ao longo dos anos, consegui aceitá-las. Algumas coisas ainda me incomodam. Eu penso a respeito. Penso sobre algumas das coisas que aconteceram. Algumas das coisas que estamos fazendo no Lago Groom, em Tonopah e na Área de Testes de Nevada, acho que podem estar prejudicando o meio ambiente.

Com certeza.

E disparamos coisas para o alto, como armas de feixe de energia, que estão polarizando a atmosfera. E o que acontece quando essas moléculas de polarização na atmosfera voltam para a Terra? Ninguém está estudando isso lá.
E isso era algo que nos preocupava nos anos 80, e sei que, provavelmente, ainda estão preocupados com isso. Se os ambientalistas soubessem de tudo o que ocorria na Área de Testes e Treinamento de Nellis, incluindo Tonopah e Lago Groom, provavelmente haveria manifestações no portão.

Com toda certeza. Acho que a EPA não tem permissão para entrar nessas áreas.

Não, eu não acho que a EPA, ou a OSHA…

Lá vale tudo.

Com certeza.

Vale tudo.

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Author: Krystal

colaborador

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