revelação cósmica temporada 16

S16E07 Dentro de uma Nave Alienígena

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..Eu acredito também, através da minha experiência de estar nessas naves e quando estão ativadas, que elas têm seu próprio campo gravitacional em volta delas, o que significa que elas estão em seu próprio espaço. Então, quando entra nelas, agora está no espaço delas. E poderia ser tão grande quanto o Empire State Building lá dentro, mas, olhando do lado de fora, tem o tamanho de uma bola de boliche…

S16E07 Dentro de uma Nave Alienígena (Revelação Cósmica ~ Clifford Stone)
S16E07 Inside Alien Craft (Cosmic Disclosure)

Assista ao episódio clicando no link abaixo, usando o browser chrome:
https://drive.google.com/open?id=1IakDFRHgnimLzt0FKzaNNTB0zofIiOYB

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Episódio com legendas em português do Brasil (para quem não deseja assistir ao vídeo):

REVELAÇÃO CÓSMICA – POR DENTRO DO PROGRAMA ESPACIAL SECRETO

revelação cósmica temporada 16 episódio 7

Dentro de uma Nave Alienígena

Hoje, em “Revelação Cósmica”, recebemos o sargento Clifford Stone, ex-militar que teve envolvimento com extraterrestres. Sargento Stone, seja bem-vindo ao programa de hoje.

Obrigado, senhor. Mais uma vez, é um grande prazer estar aqui.

Na sua experiência, você já foi exposto ao interior de uma nave extraterrestre?

Houve momentos em que tive que entrar na nave.

Como era?

Era assustador. Você nunca sabia o que esperar. Nunca houve dois eventos idênticos. E você nunca sabia o que procurar. Eu teria que entrar e, de vez em quando, aquele que eu sempre chamava de coronel, me pedia para fazer coisas. Eu não era um mecânico. Eu não tinha conhecimento técnico de nada. E algo que quero deixar claro desde o início, é que, em cada caso, todas as naves em que entramos… Nos filmes de ficção científica, parece que nunca faziam faxina em casa. Elas eram clinicamente limpas, como se você estivesse em uma sala de cirurgia. Elas não tinham teias de aranha,
coisas desse tipo. Acontece que, quando você entra nela, é como se entrasse em outra realidade. Certa vez, havia uma nave de 10 m de diâmetro do lado de fora. Isso foi em 1986, acredito. Entramos nela, e houve vários casos como esse, mas nunca deixa de surpreender você. Ela tinha 10 m de diâmetro do lado de fora. E você fica impressionado quando entra, pois pensa: ”Algo não está certo aqui. Porque parece muito maior por dentro. Como isso é possível? Tem apenas 10 m de diâmetro
do lado de fora. Não poderia ser maior que isso. E não poderia ser maior do que isso por dentro. Mas quando você entra… Posso explicar agora, mas é difícil para as pessoas entenderem. Foi difícil para eu entender quando soube pela primeira vez. Olhando pelo lado de fora, tinha cerca de 3,5m de altura. No entanto, lá estava. Talvez tivesse, não sei, cerca de 15 m de altura dentro. E eu pensava: ”Como isso é possível?” Então, fazíamos a medição. O interessante é que não se via luzes, mas estava perfeitamente claro por dentro, nem claro demais, nem escuro demais. Não havia problemas para ver. E lá estava. Lembre-se, estávamos trabalhando nela. Eu tenho que enfatizar isso, tinha 10 m de diâmetro. Mas havia escadas, que davam para vários níveis, talvez três. Eu vou dizer três. Pode ter sido mais, mas pelo menos três níveis. Havia pequenas passarelas. E havia compartimentos para pessoas ou entidades… Desculpe-me, eu os considero pessoas, com direitos próprios. Elas entravam lá. Eu não sei se eram alojamentos, ou para o que realmente serviam. Mas serviam a um propósito. Havia salas a bordo da nave.

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Havia algum tipo de ”cabine”, cadeira ou algo assim?

Havia um compartimento de controle, onde era óbvio que tinham… Pelo que me lembro, havia um painel de controle. Havia dois assentos na frente. Havia um assento atrás. No fundo, onde ficava a entrada de cada lado, havia um assento lá. Os painéis de controle eram únicos, pois não tinham como um manche de caça. Era como… e sei disso agora… mas a impressão, na época, era que estavam controlando, com os instrumentos que tinham, apenas colocando as mãos sobre eles e as movendo. E poderiam controlar a nave dessa maneira. Além disso, eles poderiam programar a nave para ficar no piloto automático, com certos movimentos da mão. E também havia um sistema de evasão para que não se chocassem com outra nave. Eles chegariam bem perto das nossas aeronaves, mas pouco antes de haver uma colisão, eles interromperiam imediatamente antes do contato com a aeronave. Havia outras salas que pareciam ter coisas dentro. Trabalhavam com componentes eletrônicos, ou algo assim. Não faço ideia do que eram. Mas havia áreas que pareciam alojamentos, porque tinham catres, coisas desse tipo. E estou chamando erradamente de catres, porque…

Apenas para termos uma ideia geral.

Como em um submarino, é a melhor maneira de dizer. E também havia áreas, creio, para trocarem os vários tipos de roupas que tinham que usar para realizar certas funções. Eles tinham tudo isso lá. E era de se esperar que houvesse latas de lixo. um lugar para colocarem lixo. lixo no chão, não havia nada disso. Quero dizer, era tudo tão clinicamente… É difícil de descrever.

Que tipo de roupa? Como era?

Bem, tinham cores diferentes, como branco, amarelo, vermelho.

Eram de duas, três, dez peças?

Todas pareciam uma peça.

E como as vestiam?

Pareciam de tamanho único. Essa foi a ideia que tive.

Certo. Uma coisa fascinante que aprendi com você, é que mencionou uma unidade de propulsão.

Não dessa nave, porque não precisei entrar. Entramos em uma nave que tinha uma pequena… O motor, a unidade de propulsão era como uma caixa de fósforos, tão pequena quanto uma caixa de fósforos. Eu me virei para aquele que eu sempre chamava de coronel, e disse: ”Isso não pode ser uma unidade de propulsão. Deve ser um componente. Como fazer uma nave tão grande e veloz assim funcionar com essa coisinha?” E era retangular.

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E isso foi antes de você perceber que o tamanho não importava nesse campo da ciência?

Com certeza.

Eu acredito também, através da minha experiência de estar nessas naves e quando estão ativadas, que elas têm seu próprio campo gravitacional em volta delas, o que significa que elas estão em seu próprio espaço. Então, quando entra nelas, agora está no espaço delas. E poderia ser tão grande quanto o Empire State Building lá dentro, mas, olhando do lado de fora, tem o tamanho de uma bola de boliche.

Com certeza. E hesito em trazer isso à tona, mas é um ponto-chave. E não sou um cientista. Não consigo explicar. Mas, muitas vezes, pode haver uma nave que, para nós, talvez fosse um pouco maior que isso. Mas ainda assim, você e eu poderíamos entrar nela e ter muito espaço dentro. O ambiente dentro da nave é multidimensional. Mas está tudo interconectado. E não sei como explicar isso. É difícil descrever isso. É difícil colocar em palavras. Nesse caso, sou leigo. Eu sei o que vi. Eu posso tentar colocar em palavras para articular o que eu vi, mas é difícil fazer isso.

Havia outras pessoas com você quando entrou lá?

Com certeza.

Quantos membros havia na sua equipe?

Na minha equipe, tínhamos, talvez, de 15 a 20 pessoas em cada uma das equipes de NBC. Mas você pode aproveitar os recursos da instalação militar mais próxima, o que fazíamos com bastante frequência, porque nossa equipe era especificamente instruída para fazer certas coisas, cada membro da nossa equipe. Usávamos outros recursos para termos, talvez, outros veículos e motoristas para transportar algumas das coisas que queríamos, parte dos destroços, e, às vezes, até mesmo a nave inteira, mas também para protegerem o perímetro do local onde o objeto estava. Porque não queríamos que as pessoas chegassem e fizesse perguntas sobre por que estávamos lá e o que estávamos fazendo.

Você viu alguma língua a bordo?

Vi coisas, mas não estavam em inglês ou nada assim. O melhor que posso dizer é que pareciam hieróglifos. E esse pode nem ser o termo apropriado. Eram símbolos. Mas eu sabia, desde o começo, que era como nós escrevendo em inglês, que era a língua deles. E eles sabiam ler. E estavam explicando certas coisas na língua deles, para seu povo. E eles tinham até o que você consideraria mesas. O que eu pensava que fossem instrumentos de escrita, e não se pareciam em nada com canetas, eram instrumentos de escrita. Uma coisinha, se a pegasse e levasse para perto de onde estavam as mesas, começaria a criar linhas onde quer que você a movesse, e você nem a tocava. Aquilo não fazia sentido. Não havia nada entre minha mão e o que eu chamava de mesa. Mas fazia aquilo. E era tudo por causa de um pequeno recipiente ao lado, quando o tocava e colocava a mão sobre ele. E, claro, tiveram que mostrar como se fazia isso. ”O que acha disso, Stoney?” ”Ei, isso é legal.” ”Gostaria de saber se posso conseguir um para o meu quarto.” Mas não entendíamos nada daquilo. Mas não era permanente. Pegamos algo parecido com um pergaminho, que pensamos que fosse o papel que eles usavam. Quando pegamos isso e colocamos em cima, foram feitas linhas nele. Dava para escrever algo naquilo, mesmo sem uma caneta na mão, apenas passando a mão por seja o que fosse aquilo. Mas poderíamos imaginar que pudessem ter tocado. E eles poderiam escrever na própria língua deles.

Sargento, quando você entrou nessa nave, você experimentou alguma anomalia física?

Experimentei algumas coisas em certos momentos. Por exemplo, quando passava de um ponto mais baixo para um ponto mais alto, sentia uma pressão nos ouvidos. Sentia-se uma forte pressão sobre você, às vezes. Experimentava isso quando passava de um compartimento para outro. E como eu explico isso? Eu não sei.

Cada compartimento é interdimensional.

Com certeza. E, também, criava sua própria atmosfera. E, às vezes, poderia sentir que esteve na nave por apenas alguns minutos, mas, quando saía, descobria que uma ou duas horas se passaram. E não sei como explicar isso. Alguém da equipe sabia do que se tratava? Tenho certeza de que aquele que eu sempre chamada de coronel e seus associados sabiam, mas não acharam necessário explicar isso para nós. Eles apenas nos diziam: ”Estão lidando com uma realidade diferente. É tudo o que precisam saber. Era isso. E vocês experimentavam realidades diferentes, entravam em realidades diferentes.” Então, aconteceram algumas coisas. Não há como explicar isso. Pelo menos eu não consigo explicar.

Eles descobriram de onde veio essa nave?

Tenho certeza que sim. E, provavelmente, eles sabiam mesmo antes de chegarmos lá. Mas se você não precisava saber, eles não lhe informavam. E lembre-se que era um objeto discoide. Quando fomos interrogados e estávamos prontos para partir… Porque sempre éramos interrogados. Na maioria das vezes, você recebia um resumo, mas era interrogado. E jamais lhe informavam: ”Isso é uma nave extraterrestre que veio de algum lugar, da galáxia X, Y ou Z.” Nunca nos informavam isso. ”Era uma nave experimental do Projeto 1794, quando tentávamos construir os primeiros discos voadores. Aperfeiçoamos ao ponto de termos um objeto, uma nave discoide, mas ainda não está totalmente aperfeiçoada. Então, houve um pequeno acidente e precisamos recuperá-la. E é para isso que vocês estão aqui. Temos essa história de fachada eficaz. Se as pessoas souberem que vocês estão aqui nessa área e envolvidos com isso, é isso que precisam dizer a elas.” Também precisávamos coordenar com a polícia local, se houvesse alguma na área. Também precisávamos ter muito cuidado com a mídia, porque houve momentos em que tentaram divulgar para a mídia,e quiseram saber o que estava acontecendo. A única vez que ficou fora de controle, e causa problemas até hoje, foi em 9 de dezembro de 1965, em Kecksburg, Pensilvânia.

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O que aconteceu?

Uma nave caiu lá. Tentamos dizer que foi um satélite soviético. Isso dividiu a cidade. Alguns diziam que nada aconteceu, que foi um satélite soviético, e outros diziam que
foram ao local, que viram, que era uma espaçonave. Quando eles a levaram
pelo portão dos fundos da Base Aérea de Lockbourne, eu estava lá. Eu estava com meu irmão, na época, que servia na Força Aérea lá. Aquele que sempre chamei de capitão Brown me chamou e disse: ”Quero te mostrar uma coisa.” Tenho certeza que, naquela época, ele pensava que era um satélite soviético. E ele voltou lá para tentar me convencer de que muitas pessoas se confundiram. ”Lemos que foi um OVNI, mas, na verdade, não passa de um satélite soviético.” Bem, nós voltamos lá. Ele estacionou ao lado da cerca da pista de voo. Eles a trouxeram pelo portão dos fundos e a levaram para o hangar dos aviões de reconhecimento RB-47, porque era o hangar mais seguro da base. Eles levaram para lá, fecharam a porta, e eu tive que ficar no carro. O policial me viu lá, mas não me disse nada. Ele sabia que o capitão dirigiu o carro até lá. Era um veículo de membros da Força Aérea dos EUA. E eles andavam por lá. E lembro que estava frio naquela noite. Não havia neve, mas era uma noite muito fria. Se bem me lembro, havia luar naquela noite. E ele conversou com outro policial que se aproximou. E eles conversavam: ”O que acha que é tudo isso?” Porque essas pessoas não deveriam estar lá, andando pelo perímetro do portão naquele momento. Eles disseram: ”Os oficiais trouxeram algo para cá, e estão curiosos a respeito. É tudo o que sabemos.” E enquanto estavam lá… Ficamos lá por cerca de meia hora. Então eles abriram o hangar. Dois carros de serviço saíram no lugar dos jipes armados. E o veículo de 18 rodas agora
era um transporte comercial, do tipo sem capô na frente. Era preciso levantar tudo
para chegar ao motor. E seguiriam para Wright-Patterson. Então, a pessoa que eu sempre chamava de capitão Brown saiu, e ele estava branco como papel. Ele foi na direção do veículo que estava saindo, e eles pararam o caminhão bem rápido. Porque, imediatamente, começamos a ouvir um zumbido. E um brilho azulado apareceu por baixo da lona.

Minha nossa…

E pessoas de trajes brancos, como cientistas, corriam de um lado para outro, enquanto isso acontecia. Eu sei que você sabe como
os militares se preocupam. Eles estavam com medo. É a melhor maneira
de descrever. Mas eles acabaram indo para Wright-Patterson. Esse era o destino deles. Eu sei que, quando chegaram lá, provavelmente havia repórteres esperando ver os jipes armados acompanhando um reboque militar. Então, os repórteres
que estavam lá jamais souberam quando eles levaram essa coisa para a base. Mas perguntei ao capitão, quando ele saiu. Eu disse: ”Aquilo era um satélite russo?” E ele disse assim: ”Não, não, aquilo não era um satélite russo. Vamos esquecer isso
por enquanto, tudo bem?” E nunca mais falamos sobre isso.

Mas é uma boa confirmação. Porque, se não fosse algo importante, ele apenas diria. Você teve envolvimento com outra nave. Eu gostaria que você falasse sobre isso.

Na verdade, tive envolvimento com várias naves. Havia outra que o interior
e o exterior eram proporcionais. E essa nave tinha
cerca de 15 metros. Mas algo único sobre ela, é que parecia haver uma
fenda entre a parede, e havia uma luz brilhante
lá dentro. Queríamos saber o que
era aquela luz brilhante. Então, peguei um
clipe de papel, dobrei e tentei enfiar lá para ver se eu podia afastar
e ver a luz brilhante, ou pelo menos sentir se havia algo lá, mas eu só alcançava espaço vazio. Mas, quando eu liguei, isso fez a abertura se alargar um pouco. Então a nave começou
a vibrar, assim. O cara à minha direita disse:
”O que acontece depois?” E em uma maneira militar
de falar, eu disse: ”Não tenho a menor ideia.” A vibração parou. Então sugeriram que parássemos de procurar aquela luz.

Quem o instruiu a ir atrás dessa luz?

A mesma pessoa que eu sempre chamei de coronel. Ele estava sempre… Como posso dizer? Ele estava sempre ao meu lado
durante essas investigações. Eu recebia ordens
específicas dele. Ninguém mais estava em posição
de me dizer qualquer coisa. E tudo o que eu fizesse deveria ser relatado
diretamente a ele. A maioria das outras pessoas, pelo que eu sabia, não tinha qualquer conhecimento de que os OVNIs eram extraterrestres. Mas todos sabiam que
não era uma nave terrestre. E sempre subestimavam isso
e tentavam convencer a todos de que era uma nave terrestre. E a maioria das pessoas,
quando foi embora, não quis falar sobre isso.

Como era o interior da nave em comparação às outras?

Nesse caso, havia uma cabine na parte de cima da nave. E, novamente, havia três assentos. Havia dois na frente e um atrás. Tenho certeza de que era
de onde controlavam a nave. Havia salas, mas não uma
grande área de carga. E, como eu disse, essa era
uma nave muito menor, mesmo por dentro. Não havia diferença no
tamanho de dentro e de fora.

Havia controles nos três assentos que você viu dentro da nave? Qual era o tamanho deles? Eram para seres pequenos ou grandes?

Os assentos nessa nave eram muito menores, para entidades pequenas, mas, ao mesmo tempo, os assentos eram confortáveis. Eram assentos que
se quisesse ficar aquecido, você ficaria aquecido, se quisesse mais fresco,
ficaria mais fresco. Eles não tinham isso. Eles pareciam assentos
de metal puro, mas, mesmo assim, eles não faziam você se sentir como se estivesse sentado em metal. E, nos assentos da frente,
havia um painel de controle. E havia um painel de controle
na parte de trás da nave. E não sei quem era o piloto e o que os outros dois
deveriam ficar fazendo, mas todos os três estavam ligados à operação da nave.

Quais eram as cores da nave, por dentro e por fora?

Por dentro e por fora, era um cinza metálico. Apenas isso. Os painéis tinham cores diferentes, os mostradores e tudo isso. Alguns dos painéis eram instrumentos de controle, vou dizer assim.

Qual era o tamanho desses painéis de controle?

Talvez fossem desse tamanho, na frente de cada um dos assentos.

Tinham cerca de 1 metro.

Entre 1 m e 1,2 m, algo assim.

O que é o Evento?

Havia algo sendo exibido?

Havia mostradores. E alguns deles eram como os mostradores que eu falei antes, que pareciam bidimensionais, e alguns eram tridimensionais em algumas das naves. Nessa nave, havia os dois tipos. Havia mostradores tridimensionais e bidimensionais. Havia também
interruptores pretos.

– Como uma chave seletora?

Sim. E não sei do que se tratava. No centro, entre os dois painéis, havia uma tela grande. E tenho quase certeza de que era para observarem o chão. Você podia ver fora da cabine. Mas essa tela grande poderia ser para observar o chão ou algo assim. Tenho certeza de que tinham uma configuração que era semelhante
a tirar fotografias, mas segundo a tecnologia e a perspectiva deles. E estava operacional quando embarcamos na nave. Por que estava lá? Estava intacta, mas não havia entidades, nem corpos.

Qual era o formato da nave?

Essa nave tinha um formato ovoide, porque era larga na frente e curvada atrás.

Quais eram as dimensões?

Bem, essa nave tinha aproximadamente 10 m de comprimento e uns 4 m de altura.

Que outros formatos de naves você viu no passado?

Vi uma nave em forma de charuto. Não tive o privilégio de entrar nela. Tive que ficar do lado de fora. Havia uma abertura, e pessoas entravam e saíam. Realizavam testes específicos. Havia outra nave que parecia ser… não sei como dizer… mas era uma nave achatada.

E você notou algo em particular em todas essas naves, algo em comum entre elas?

Não que eu me lembre. Devo dizer que a cor cinza militar era semelhante em todas elas. Elas nunca tinham cores espetaculares, coisas desse tipo. As luzes que elas tinham não eram como as luzes que temos em nossas aeronaves. Elas não precisavam de luzes. As luzes serviam ao propósito de ajudar no modo de propulsão delas. E não posso explicar isso, pois também me pergunto: Por que, às vezes, elas têm luzes azuis, vermelhas e azuis, e, outras vezes, apenas luzes brancas? E a maneira como o coronel
explicou para mim, foi: ”Bem, acho que posso lhe dizer
que as luzes nada têm a ver com deixar que outras naves, que poderiam estar por perto, saberem que estão lá, mas tem a ver com o sistema de propulsão.” Não entendo nada disso, mas foi o que
me disseram na época.

As naves têm alguns dos mesmos símbolos?

Bem, quando os vi, tive que usar o termo hieróglifos, porque não conheço
outro termo, e eles variam de nave para nave. Não me lembro de haver dois idênticos. Mas o ponto principal a lembrar é que, mesmo vendo algumas, só tive envolvimento com um total de 12 delas. E dessas 12 com que tive envolvimento, não vi todas as quedas que ocorreram. Pode ter havido naves das mesmas culturas, que caíram em outros locais e as pessoas viram, mas meu contato com as
naves foi dessa maneira.

De todas as naves que você investigou, havia alguma forma de vida a bordo?

Havia formas de vida em duas que tive envolvimento. Aquela em Indiantown Gap, Pensilvânia. Eu não fui a bordo dessa nave, mas vi a entidade com metade do corpo para fora da abertura lateral da nave,
embaixo da cabine. Eu sei que havia pelo menos três corpos naquela nave. A outra nave tinha uma figura chinesa. E, nesse caso,
a entidade foi ferida. E havia apenas uma,
o que é difícil de explicar, pois tenho todos os motivos para acreditar que, quando eles foram até aquela nave, tentavam pegar todos
do seu povo, porque foram lá para tentar resgatar seu povo. Então, deixar um para trás, foi meio estranho. Mas prestamos os primeiros socorros. E eles a transportaram. Essa foi a primeira coisa que eles fizeram quando chegamos no local do ocorrido. Esse acidente foi em Wyoming.

E essa foi a única vez que você
viu seres que estavam mortos, ou eles já tinham sido retirados da nave antes de você chegar lá?

Quanto a ter ligação com um local de queda, prestei ajuda em Fort Belvoir, Virgínia. Eu não sabia que tipo de nave tinham. Eu nem sei como eles
se apoderaram dela.

Quem era responsável por remover os corpos dos seres antes que sua equipe chegasse ao local?

Bem, muitas vezes, talvez não tivesse sido nós que removemos os corpos, ou os sobreviventes que não estavam feridos. Como eu disse, eles enviavam um sinal de socorro. E, muitas vezes, o próprio povo deles apareceria primeiro antes mesmo de chegarmos lá. E deveríamos parar e entrar
em modo de espera, se o povo deles estivesse lá
os resgatando. Não deveríamos abordá-los. Não faço ideia do
porquê era assim. Talvez pudéssemos ter
oferecido assistência. Mas isso não fazia parte dos planos. Normalmente, duas equipes apareceriam. Haveria a equipe A, que era a primeira a chegar nas primeiras duas horas. E haveria a equipe B, que tinha que chegar dentro de quatro horas. Havia uma equipe A e B que chegava antes de nós? Não sei, pois eu nunca fui designado. A única vez que fui designado foi para Indiantown Gap, Pensilvânia.

Em algum momento, um piloto foi necessário para tirar a nave? Ou eles sempre erguiam a nave e a levavam de caminhão?

Nunca transportamos uma por voo. Posso falar algo interessante sobre todas essas conversas de que fizemos a engenharia reversa de um disco voador, e nós os pilotamos. Bem, não foi aquele que eu sempre chamava de coronel. Foi uma pessoa mais velha. E tenho certeza que ele era um cientista. E eu diria que era um cientista civil, porque ele não falava como militar. Certa vez, ele disse: ”Podemos fazer um piloto colocar uma dessas coisas no ar e voar por um tempo. O problema que teríamos seria fazê-lo pousar inteiro.” Então, acho que não. Mas fizemos engenharia reversa de uma nave específica, semelhante a algumas dessas naves, mas com uma tecnologia muito diferente da original. Estamos voando com ela? Eu diria que sim, fizemos isso.

O Segredo Cósmico, legendado em português

E como pode dizer a diferença entre um veículo de reprodução alienígena e um veículo extraterrestre real?

Os ETs têm certas funções em suas naves que as nossas não têm. E uma coisa que talvez não tenhamos é a cabine, ou o compartimento dos pilotos, com sua própria atmosfera. A razão pela qual afirmo isso, é que elas podem dar voltas e realizar manobras que matariam um piloto em uma aeronave comum. Passamos por situações com algumas das nossas aeronaves, em condições de combate, que certas manobras fizeram alguns dos pilotos desmaiarem, normalmente apenas por alguns segundos, mas sabemos que isso aconteceu. Com a nave da qual falo, isso não acontece. Se o piloto desmaiasse por apenas alguns segundos na nave da qual falo, perderíamos o piloto e a nave.

Com seu próprio campo gravitacional, acredito que possam atingir velocidades ilimitadas, porque não se está mais neste ambiente tridimensional, você criaria uma ionosfera ao seu redor. Assim, na nave, todos podem ir a 1.000 km/h, virar à direita, e não sabem ou sentem nada, porque é como se mal estivessem nesta dimensão.

Sim, porque estão em seu próprio mundo, por causa dessa atmosfera. E eles não sentem as forças G que estão sendo exercidas. E também precisa entender que há algo de especial na nave. Porque quando a nave faz essas rotações em alta velocidade, duas coisas acontecem: primeiro, elas deveriam deslocar o ar ao redor, que passaria pela nave, seria comprimido e faria um estrondo sônico atrás da nave. Mas isso não acontece. Não sei por quê. Não há explicação para isso. Além disso, quando uma nave voa tão rápido assim, ela gera muito calor. No entanto, a aeronave não se desintegra em voo. E não estamos falando de cerca de 3 mil km/h. Estamos falando de velocidades de quase 10 mil km/h na atmosfera.

Qual foi sua experiência pessoal com tudo isso?

Em suma, houve mais confirmação que não estamos sozinhos no Universo. O que me deixou muito preocupado foi que descobrimos que eles não eram hostis, e que se aprendêssemos algo com a tecnologia avançada deles, deveria ser para avançarmos a nossa tecnologia para explorarmos outros lugares no cosmos. Eu já sabia que éramos um mundo em quarentena, porque se continuarmos a ser beligerantes, eles não vão nos deixar sair para o espaço.

Sargento Stone, obrigado por participar do programa. Este é ”Revelação Cósmica”,
e eu sou Emery Smith. Até a próxima.

REVELAÇÃO CÓSMICA – POR DENTRO DO PROGRAMA ESPACIAL SECRETO

Próximo episódio:

S16E08 Telepatia Extraterrestre

 

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