A Lei do Uno - livro 1

A LEI DO UNO – sessão 13 – Universo – Densidades

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13.5 Você poderia me dizer sobre a primeira e mais antiga coisa sabida sobre a criação? RA: A primeira coisa sabida sobre a criação é o infinito. O infinito é a criação.
13.6 Deste infinito então deve ter vindo o que nós experimentamos como criação. Qual foi o próximo passo ou o próximo desenvolvimento? RA: O infinito se tornou consciente. Este foi o próximo passo.
13.7 Depois disto, o que aconteceu? RA: A consciência levou o foco do infinito à energia infinita. Vocês têm chamado isto por vários complexos de sons vibracionais, o mais comum a seus ouvidos seria “Logos” ou “Amor”. O Criador é o foco do infinito como um princípio desperto ou consciente chamado por nós tão aproximadamente quanto podemos criar entendimento/ aprendizado na sua linguagem, infinidade inteligente.
13.8 Você poderia declarar o próximo passo? RA: O próximo passo está ainda, nesta ligação de espaço/tempo na sua ilusão, alcançando a sua progressão como você pode perceber na sua ilusão. O próximo passo é uma reação infinita ao princípio criativo seguindo a Lei do Uno numa de suas distorções primordiais, o livre arbítrio. Então, muitas, muitas dimensões, infinitas em número, são possíveis. A energia se move da infinidade inteligente devido primeiramente ao transbordamento de energia criativa randomizada, isto então cria padrões que, em estilo holográfico, aparecem como a criação inteira, sem importar qual direção ou energia é explorada. Estes padrões de energia começam então a regularizar os seus próprios, digamos, ritmos e campos de energia locais, assim criando dimensões e universos.
13.9 Então você poderia-me dizer como a galáxia e este sistema planetário foram formados? RA: Você deve imaginar um grande salto de pensamento nesta questão, pois na última questão, o físico, como você o chama, os universos ainda não haviam nascido. As energias se moviam em padrões progressivamente mais inteligentes até que a individualização de várias energias emanando do princípio criativo da infinidade inteligente se tornou tamanha que se tornou cocriadora. Então, a assim chamada matéria física começou. O conceito de luz é instrumental para se compreender este grande salto de pensamento, já que esta distorção vibracional da infinidade é o tijolo de construção daquilo que é conhecido como matéria, a luz, sendo inteligente e cheia de energia, assim sendo a primeira distorção da infinidade inteligente que foi chamada pelo princípio criativo.
Esta luz de amor era feita, nas suas ocorrências, de certas características, entre elas o todo infinito paradoxalmente descrito pela linha reta, como você a chamaria. Este paradoxo é responsável pela forma das várias entidades da ilusão física que você chama de sistemas solares, galáxias, e planetas, todos se revolvendo e tendendo no sentido lenticular.
13.12 Você poderia me dizer como a infinidade inteligente se tornou? RA: A infinidade inteligente discerniu um conceito. Este conceito foi discernido devido ao livre arbítrio da perceção. Este conceito era a finitude. Este foi o primeiro e primordial paradoxo ou distorção da Lei do Uno. Assim, a una infinidade inteligente investiu a si mesma numa exploração da diversidade. Devido às infinitas possibilidades da infinidade inteligente, não existe fim para a diversidade. A exploração, dessa maneira, é livre para continuar infinitamente num eterno presente.
13.13 A galáxia, na qual nós estamos, foi criada pela inteligência infinita ou foi criada por uma porção da inteligência infinita individualizada? RA: A galáxia e todas as outras coisas materiais, das quais você tem perceção, são produtos de porções individualizadas da infinidade inteligente. Com o início de cada exploração, ela, por sua vez, achou o seu foco e se tornou cocriadora. Usando a infinidade inteligente, cada porção criou um universo, permitindo que os ritmos da livre escolha fluam, jogando com o espectro infinito de possibilidades, cada porção individualizada canalizou o amor/luz no que você poderia chamar de energia inteligente, dessa maneira criando as assim chamadas leis naturais de cada universo em particular.
Cada universo, por sua vez, individualizado num foco se tornando, por sua vez, cocriador e permitindo mais diversidade, criando assim mais energias inteligentes regularizando ou fazendo com que as leis naturais apareçam nos padrões vibracionais do que você poderia chamar de um sistema solar. Então, cada sistema solar tem o seu próprio, digamos, sistema de coordenadas locais de leis naturais ilusórias. Deve ser entendido que qualquer porção, não importando o quão pequena, de qualquer densidade ou padrão ilusório, contém, como numa imagem holográfica, o Uno Criador, que é o infinito. Assim, tudo começa e termina em mistério.
13.15 Primeiramente, então, como o, digamos, sistema planetário, no qual nós estamos agora, evoluiu – ele foi inteiramente criado de uma vez ou primeiro o nosso sol foi criado? RA: O processo é do maior, na sua ilusão, para o menor. Dessa maneira, o cocriador, individualizando a galáxia, criou padrões de energia que então se focaram em inúmeros focos de mais percepção consciente da infinidade inteligente. Então, o sistema solar, no qual vocês experimentam habitação, é de padrões, ritmos, e, das assim chamadas leis naturais próprias, que são únicas a ele. Entretanto, a progressão é da galáxia espiralando energia para o sol, espiralando energia para o planeta, espiralando energia para as circunstâncias experimentais de energia espiralante, que iniciaram a primeira densidade de perceção ou consciência de entidades planetárias.
13.16 Você poderia falar sobre a primeira densidade de entidades planetárias? RA: Cada passo recapitula a infinidade inteligente na sua descoberta da percepção. Num ambiente planetário, tudo começa no que você chamaria de caos, energia não-direcionada e aleatória na sua infinidade. Lentamente, forma-se um foco de autoperceção. Então, o Logos se move. A luz vem para formar a escuridão, de acordo com os padrões e ritmos vibratórios do cocriador, assim construindo um certo tipo de experiência. Isto se inicia com a primeira densidade, que é a densidade da consciência, a vida mineral e aquática sobre o planeta, aprendendo, com o fogo e o vento, a perceção do ser. Esta é a primeira densidade.
13.17 A primeira densidade, então, progride para maior perceção? RA: A energia espiralante, que é a característica do que você chama “luz”, se move numa linha reta espiral, dessa maneira dando às espirais um inevitável vetor para cima, para um estado do ser mais compreensivo com relação à infinidade inteligente. Assim, o estado do ser em primeira dimensão se esforça na direção das lições da segunda densidade, de um tipo de perceção que inclui crescimento, em vez da dissolução ou mudança aleatória.
13.18 Você poderia definir o que quer dizer com crescimento? RA: Imagine, se você desejar, a diferença entre a vida de primeira vibração mineral ou aquática e os seres de segunda densidade mais inferiores, que começam a se mover interiormente e sobre os seus próprios seres. Este movimento é a característica da segunda densidade, o esforço pela luz e pelo crescimento.
13.19 Por esforço pela luz o que você quer dizer? RA: Um exemplo muito simplista do crescimento de segunda densidade, que busca a luz, é aquele da folha que se esforça para crescer em direção à fonte de luz.
13.20 Existe alguma diferença física entre a primeira e a segunda densidades? Por exemplo, se eu pudesse ver um planeta de segunda densidade e um planeta de primeira densidade lado a lado, em minha presente condição, eu poderia ver ambos eles? Ambos seriam visíveis? RA: Isto está correto. Todo o octavo das suas densidades seriam claramente visíveis se a quarta até à sétima não tivessem deliberadamente escolhido não serem visíveis.
13.21 Então como a segunda densidade progride para a terceira? RA: A segunda densidade se esforça para alcançar a terceira densidade, que é a densidade da autoconsciência ou autoperceção. O esforço acontece através das formas superiores de segunda densidade, que são investidas por seres de terceira densidade com uma identidade, ao ponto em que eles se tornam complexos mente/corpo autoconscientes, assim se tornando complexos mente/corpo/espírito e entrando na terceira densidade, a primeira densidade da consciência do espírito.
13.22 Qual o nível de densidade do nosso planeta Terra, neste momento? RA: A esfera, sobre a qual vocês vivem, é de terceira densidade no seu estado do ser de complexos mente/ corpo/ espírito. Ela está agora num continuum de espaço/tempo de quarta densidade. Isto está causando, de certa forma, uma colheita difícil.
13.23 Como um planeta de terceira densidade se torna de quarta densidade? RA: A quarta densidade é, como nós já falamos, tão regular na sua aproximação quanto o bater de um relógio sobre a hora. O espaço/tempo do seu sistema solar possibilitou que esta esfera planetária se espiralasse no espaço/tempo de uma configuração vibracional diferente. Isto torna a esfera planetária apta a ser moldada por estas novas distorções. Entretanto, as formas-pensamento das suas pessoas, durante este período de transição, são tais que os complexos mente/ corpo/ espírito de ambos indivíduos e sociedades estão espalhados ao longo do espectro, em vez de se tornarem capazes de perceber a agulha, digamos, e apontar o compasso numa direção.
Assim, a entrada na vibração do amor, algumas vezes chamada pelas suas pessoas de vibração do entendimento, não é efetiva com o complexo social presente. Então, a colheita será tal que muitos repetirão o ciclo da terceira densidade. As energias dos seus Andarilhos, os seus professores e os seus adeptos, neste momento, estão todas focadas em aumentar a colheita. Porém, existem poucos a serem colhidos.

29 de Janeiro de 1981
nota: a expressão Self refere-se ao Eu (pessoa), que nem sempre foi traduzido nos livros.

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sessão 14 – Pirâmides – Colheita – Densidades
resumo do livro “A lei do Uno” e os 5 livros em .pdf

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