A Lei do Uno - livro 3

A Lei do Uno ~ sessão 70 ~ Andarilhos

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sessão 70

9 de setembro, 1981

70.5 QUESTIONADOR: Eu tenho uma pequena questão extra que eu quero jogar neste momento. A hipnose regressiva de um indivíduo, para revelar a ele memórias de encarnações prévias, é um serviço ou um desserviço para ele?
RA: Eu sou Ra. Nós examinamos sua questão e achamos que você deve aplicar a resposta a seu futuro. Isto nos faz ficar preocupados com a primeira distorção. Entretanto, a questão é também geral e contém uma oportunidade para nós expressarmos um ponto significativo. Portanto, nós falaremos.
Existe uma amplitude infinita de possibilidades de serviço/desserviço na situação da hipnose de regressão de tempo, como vocês nomeiam este meio de auxílio da memória. Ela não tem nada a ver com o hipnotista. Ela tem a ver apenas com o uso que a entidade assim hipnotizada faz da informação dessa forma coletada. Se o hipnotista deseja servir e se tal serviço é realizado apenas diante de uma solicitação sincera, o hipnotista está tentando se dispor ao serviço.

70.6 Na última sessão, Ra declarou que “o caminho do retorno a partir do tempo/espaço negativo de sexta densidade revolve, primeiramente, em torno da relutância do eu superior ao entrar em tempo/espaço negativo.” Você poderia explicar a posição do eu superior com relação ao tempo/espaço positivo e negativo e porque ele é tão relutante ao entrar tempo/espaço negativo, que é necessário para o complexo mente/corpo/espírito encarnar em espaço/tempo negativo, para encontrar seu caminho de retorno?
RA: Brevemente, você respondeu sua própria questão. Por favor questione mais por informação mais precisa.

70.7 Porque o eu superior é relutante ao entrar em tempo/espaço negativo?
RA: O eu superior é relutante ao permitir que seu complexo mente/corpo/espírito entre tempo/espaço negativo pela mesma razão básica que uma entidade de seu complexo societário seria relutante ao entrar em uma prisão.

70.8 O que eu estou tentando entender aqui é mais sobre o eu superior e seu relacionamento com o complexo mente/corpo/espírito. O eu superior tem um complexo mente/corpo/espírito de sexta densidade que é uma unidade separada do complexo mente/corpo/espírito que é, neste caso, deslocado para tempo/espaço negativo?
RA: Isto está correto. O eu superior é a entidade do meio da sexta densidade que, se virando para trás, oferece este serviço a seu self.

70.9 Eu acho que tenho um conceito errôneo do complexo mente/corpo/espírito, por exemplo, que eu represento aqui nesta densidade e meu eu superior. O conceito provavelmente vem do meu conceito de espaço e tempo. Eu tentarei colocar isso em ordem. A forma que eu vejo isso agora é que eu estou existindo em duas localidades diferentes, aqui e no meio da sexta densidade, simultaneamente. Isto está correto?
RA: Eu sou Ra. Você está existindo em todos os níveis simultaneamente. É especificamente correto que seu eu superior é você no meio da sexta densidade e, na sua forma de medir o que você conhece como tempo, seu eu superior é o seu self, em seu futuro.

Cura KRYSTAL dos 21 dias dos Elohim Arcanjo Miguel & Krystallah

70.10 Estou correto ao supor que todos os complexos mente/corpo/espírito que existem nos níveis abaixo do meio da sexta densidade têm um eu superior no meio da sexta densidade? Isto está correto?
RA: Isto está correto.

70.11 Uma analogia para esta situação seria o eu superior de um indivíduo manipulando, até certa extensão, digamos, o complexo mente/corpo/espírito, que é seu análogo, podemos dizer, para se mover através das densidades mais baixas para propósitos de ganhar experiência e então finalmente transferindo aquela experiência ou a amalgamando, podemos dizer, no meio da sexta densidade com o eu superior?
RA: Isto está incorreto. O Eu Superior não manipula seus selfs passados. Ele protege quando possível e guia quando solicitado, mas a força do livre arbítrio é suprema. As aparentes contradições de determinismo e livre arbítrio desaparecem quando é aceito que há tal coisa como verdadeira simultaneidade. O Eu Superior é o resultado final de todo desenvolvimento experienciado pelo complexo mente/corpo/espírito até aquele ponto.

70.12 Então o que nós estamos visualizando é um longo caminho de experiência através das densidades até o meio da sexta densidade, que é uma função total do livre arbítrio e resulta na percepção do eu superior no meio da sexta densidade, mas já que o tempo é ilusório e há uma, digamos, unificação do tempo e espaço ou uma erradicação do que nós pensamos como tempo, então, toda esta experiência que resulta no eu superior, a causa da evolução através das densidades, está existindo enquanto a evolução ocorre, já que tudo é simultâneo. Isto está correto?
RA: Nós nos abstemos de falar sobre a corretude devido a nosso entendimento da imensa dificuldade de absorção dos conceitos da existência metafísica. Em tempo/espaço, que é precisamente tanto de você como é o espaço/tempo, todos os tempos são simultâneos bem como, em sua geografia, suas cidades e vilas estão todas funcionando, agitadas, e vivas com entidades seguindo suas vidas, ao mesmo tempo. Da mesma forma, é em tempo/espaço com o self.

70.14 Agora, se uma entidade positiva é deslocada para tempo/espaço negativo, eu entendo que o eu superior é relutante ao entrar o tempo/espaço negativo. E, por alguma razão, isto torna necessário que o complexo mente/corpo/espírito encarne em espaço/tempo negativo. Porque é necessária essa encarnação em espaço/tempo negativo?
RA: Primeiramente, deixe-nos remover o conceito de relutância da equação e então, em segundo lugar, direcionar sua questão mais para o ponto. Cada tempo/espaço é um análogo de um tipo ou vibração de espaço/tempo, em particular. Quando um tempo/espaço negativo é penetrado por uma entidade a próxima experiência será aquela do espaço/tempo apropriado. Isto é normalmente feito pelo corpo produtor-de-formas de um complexo mente/corpo/espírito que aloca a entidade ao tempo/espaço apropriado para encarnação.

70.15 Se um Andarilho de quarta, quinta ou sexta densidade morre neste estado de terceira densidade, no qual nós atualmente nos encontramos, ele então se encontra em tempo/espaço de terceira densidade depois da morte?
RA: Isto dependerá do plano que fora aprovado pelo Conselho dos Nove. Alguns Andarilhos se oferecem para apenas uma encarnação, enquanto outros se oferecem para períodos variados de seu tempo, até e inclusive os últimos dois ciclos de 25.000 anos. Se a missão acordada estiver completa, o complexo mente/corpo/espírito do Andarilho irá para sua vibração de origem.

70.16 Havia algum Andarilho neste planeta durante os últimos 50.000 anos?
RA: Havia alguns. Havia muitos mais que escolheram se unir a este último ciclo de 25.000 anos e muitos, muitos mais que vieram para a colheita.

70.17 Agora, aqui está o ponto de minha confusão. Se, após a morte física, um Andarilho poderia retornar a seu planeta de origem, digamos, por que a mesma entidade não pode ser extraída do tempo/espaço negativo para o planeta de origem, em vez de encarnar em espaço/tempo negativo?
RA: Como nós declaramos, a posição em tempo/espaço negativo, da qual nós estávamos previamente falando, é aquela posição que é pré-encarnatória. Após a morte do complexo físico em ativação de raio amarelo, o complexo mente/corpo/espírito se move para uma porção muito diferente de tempo/espaço, na qual o corpo índigo permitirá que muita cura e revisão ocorra antes que qualquer movimento seja feito na direção de outra experiência encarnatória.
Eu percebo o equívoco básico de sua parte no sentido de que o tempo/espaço não é tão homogêneo quanto o espaço/tempo. É um sistema de ilusões, danças e padrões tão complexo e completo quanto espaço/tempo e tem um sistema, do que você pode chamar de leis naturais, tão estruturado quanto.

Protocolo de Remoção de Contratos Primários

70.18 Eu perguntarei esta questão para me informar um pouco mais sobre o que você acabou de declarar. Quando vocês vieram a este planeta, em naves, há 18.000 e 11.000 anos atrás, estas naves são chamadas, eu acredito, de naves sino e foram fotografadas por George Adamski. Se eu estou correto, estas naves se pareciam de alguma forma com um sino; elas tinham portinholas em torno de suas porções superiores; e elas tinham três semi-esferas separadas em 120°, na parte inferior. Isto está correto?
RA: Isto está correto.

70.19 Elas foram construídas em tempo/espaço ou espaço/tempo?
RA: Nós requisitamos sua persistente paciência, pois nossa resposta deve ser complexa.
Uma construção de pensamento foi formada em tempo/espaço. Esta porção de tempo/espaço é aquilo que se aproxima da velocidade da luz. Em tempo/espaço, nesta abordagem, as condições são tais que o tempo se torna infinito e a massa cessa, de forma que se alguém for capaz de escapar da, digamos, força limítrofe deste tempo/espaço, é capaz de se tornar alocado onde desejar.
Quando nós estávamos onde nós desejávamos estar, nós então vestíamos a construção de luz com aquilo que se pareceria como o sino de cristal. Isto era formado através do limite do espaço/tempo. Assim, havia duas construções, a construção do tempo/espaço ou imaterial, e a construção do espaço/tempo ou materializada.

70.20 Agora, havia uma razão para a forma particular que vocês escolheram, em particular alguma razão para as três semi-esferas na parte inferior?
RA: Eu sou Ra. Parecia uma forma esteticamente agradável e uma bem adequada para aqueles usos limitados que nós deveríamos fazer de seus requerimentos motivadores de espaço/tempo.

70.21 Havia um princípio de motivação contido dentro das três semi-esferas na parte inferior, ou elas eram apenas estéticas, ou eram equipamento de pouso?
RA: Estas eram estéticas e partes de um sistema de propulsão. Estas semi-esferas não eram equipamento de pouso.

A LEI DO UNO – sessão 6 (umas das importantes) – Ra, origem de Vénus; Saturno

70.22 Eu me desculpo por perguntar questões tão estúpidas, mas eu estou tentando determinar algo sobre espaço/tempo, tempo/espaço, e pode-se dizer, esta área muito difícil do mecanismo da evolução. Eu acho que é central para o entendimento de nossa evolução. Entretanto, eu não estou certo disto e eu posso estar perdendo meu tempo. Ra poderia comentar sobre se eu estou perdendo meu tempo nesta [risadas] investigação em particular ou se é frutífera?
RA: Já que os conceitos de espaço/tempo, ou física, e tempo/espaço, ou metafísica, são mecânicos, eles não são centrais para a evolução espiritual do complexo mente/corpo/espírito. O estudo do amor e da luz é bem mais produtivo em seu movimento em direção à unidade naquelas entidades ponderando tais conceitos. Entretanto, este material é, digamos, de algum pequeno interesse e é inofensivo.

70.23 Eu estava perguntando estas questões primariamente para entender ou para construir uma base para uma tentativa de obter um pouco de iluminação sobre a maneira como o tempo/espaço e o espaço/tempo estão relacionados à evolução do complexo mente/corpo/espírito, de forma que eu pudesse entender melhor as técnicas, podemos dizer, dessa evolução. Por exemplo, você declarou que “a diferença de potencial pode ser liberada e a polaridade alternada depois de uma entidade ter aprendido/ensinado as lições do amor ao self” se a entidade é uma entidade positiva que se encontra em tempo/espaço negativo e então teve que encarnar em espaço/tempo negativo. E o que eu estava tentando fazer era construir uma base para tentar entender, ou pelo menos obter um ligeiro entendimento, do que você quis dizer com esta declaração de que a diferença de potencial pode ser liberada e a polaridade alternada depois do passo acima. Eu estou muito interessado em saber por que é necessário, se alocado em tempo/espaço negativo, encarnar em espaço/tempo negativo e aprender/ensinar amor ao self e desenvolver, eu suponho, uma polaridade de nível de sexta densidade antes de se poder liberar essa diferença de potencial. Eu estava tentando construir um ponto de apoio ou plataforma a partir da qual tornar isso mais aparente. Você poderia falar sobre este assunto, por favor?
RA: A entidade que encarna em espaço/tempo negativo não considerará ser possível manter qualquer polaridade positiva significativa, já que a negatividade, quando pura, é um tipo de poço de gravidade, digamos, puxando tudo para si. Assim, a entidade, enquanto se lembrando de sua polaridade aprendida e preferida, precisa necessitar fazer uso da catálise dada e recapitular as lições do serviço ao self, a fim de desenvolver polaridade suficiente para causar a ocorrência do potencial para reversão.
Há muito nesta linha de questionamento, que é de certa forma obscuro. Podemos, neste momento, permitir que o questionador reformule a questão ou altere a direção da questão mais no sentido daquilo que é o coração de sua preocupação.

nota: a expressão Self refere-se ao Eu (pessoa), que nem sempre foi traduzido nos livros.

A Lei do Uno – os 5 livros e o resumo

Andarilhos

 

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