revelação cósmica temporada 15

S15E02 A tecnologia de camuflagem impedem que vejamos Naves (OVNIs)

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2.º episódio da 15.ª temporada de “Revelação Cósmica”. Alguns tópicos deste episódio:

  • Randy Cramer é novamente o convidado e desta fala sobre quem controla o PES (Programa Espacial Secreto)
  • Revela que a tecnologia avançada de camuflagem, impede de ver as naves do PES.
  • Dá ainda uma sugestão aos astrónomos amadores, para quem possam ver essas naves.
  • Revela que grandes mudanças estão a caminho, referindo-se ao Evento.
  • Fala das grandes corporações que dominam o planeta.
  • Fala que já existe o iPhone 25, mas na realidade ainda vamos no iPhone 11, apenas porque a elite ainda quer ganhar mais dinheiro.
  • Fala de Elon Musk.
S15E02 Quem Controla o PES? (Revelação Cósmica ~ Randy Cramer)
S15E02 Who Runs the SSP? (Cosmic Disclosure ~ Randy Cramer)

Assista ao episódio clicando no link abaixo, usando o browser chrome (watch the episode by clicking on the link below, using the chrome browser):
https://drive.google.com/open?id=1_n-LrZLrW99Dk6V4lxWJcQtehspTMnSj

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Episódio com legendas em português do Brasil (para quem não deseja assistir ao vídeo):

revelação cósmica temporada 15 episódio 2

REVELAÇÃO CÓSMICA – POR DENTRO DO PROGRAMA ESPACIAL SECRETO

Quem Controla o PES?

Emery Smith: Hoje em “Revelação Cósmica”, recebemos Randy Cramer. Randy compartilha conosco sua experiência em um programa espacial secreto. Randy, seja bem-vindo.

S15E01 Randy Cramer, o soldado híbrido que viveu 17 anos em Marte

Randy, existem muitos programas secretos diferentes lá fora, tanto militares quanto corporativos, e existe, é claro, o programa PES com o qual você esteve envolvido. Quais são as diferenças entre todas essas entidades e agências?

Randy Cramer: Bem, ao longo das décadas em que fazemos isso, houve vários programas que se desenvolveram de programas muito anteriores, décadas atrás, de programas corporativos, empreiteiras independentes, programas de engenharia reversa, os vários programas das agências de inteligência militar.

Basicamente, qualquer um capaz de adquirir as informações para desenvolver a tecnologia fez isso, e quem pode, de alguma forma, adquirir o financiamento para isso, já fez isso.

Porque quando você tem a capacidade de dizer que tem participação nesse jogo, tem a tecnologia capaz de competir, então isso dá a essa organização, ou esse grupo de inteligência militar, ou membros corporativos, a participarem do programa maior. E é competitivo nesse sentido. Todos querem desenvolver o melhor sistema de propulsão.

Todos querem desenvolver a melhor arma de energia direcionada. Todos querem desenvolver o melhor programa de aprimoramento genético, para que tenham algum tipo de vantagem sobre o programa de outra pessoa. Principalmente apenas para satisfazer egos ou ter compensação financeira, para ser honesto com você.

Portanto, é apenas um conglomerado de todas as partes interessadas, todos com a capacidade de desenvolver essa tecnologia, para colocá-la no quadro geral. E também porque temos feito isso há décadas. Mas ainda não chegamos a um ponto em que fizemos a melhor espaçonave ou a melhor arma. Portanto, é um processo de desenvolvimento constante.

E os engenheiros estão constantemente desenvolvendo na direção que sentem ser a certa a seguir, para que possamos desenvolver 20 ou mais programas paralelos diferentes, para que talvez daqui a 50 anos, vejamos qual é a melhor nave que podemos fazer. Qual é a melhor arma que podemos fazer. Qual é o melhor aprimoramento que podemos obter. Então, nós chamamos isso de o grande aglomerado, exceto que geralmente não dizemos aglomerado.

Porque, na verdade, é apenas uma confusão de muitas agências e programas diferentes que se desenvolveram ao longo de décadas que, em alguns casos, participam livremente, e, em outros casos, são muito mais ligados, com relação aos aliados ou amigos, do que outros departamentos ou outras agências.

Alguns programas trabalham com muita relutância juntos. Todos temos certa relutância em trabalhar com os Schwabenlanders porque precisamos. E eles meio que trabalham conosco porque precisam. Mas não é porque os dois lados gostam.

Emery Smith: Quais são as origens do programa espacial militar secreto? Quando ele realmente começou?

Randy Cramer: Bem, talvez haja certo debate ou argumento nisso, dependendo do quanto deseja retroceder, e que tecnologia foi adquirida no início. Mas eu diria que nosso principal ponto de partida foi mesmo na Segunda Guerra Mundial. Se quiser dizer que nosso programa espacial é definido por nossas próprias naves, nosso próprio pessoal, nosso próprio equipamento, isso foi nos…

Eu diria que o processo de pesquisa e desenvolvimento de tudo isso começou nos anos 40. Mas eu diria que em meados dos anos 1950, tivemos nossos primeiros veículos com os quais poderíamos patrulhar por aí com nossos próprios pilotos. Então, esse seria o estágio inicial do programa espacial militar secreto, seria nos anos 40 e 50.

De onde eles estão recebendo financiamento?

Randy Cramer: De vários lugares. Eu sugeriria que certa parcela do financiamento vem do setor bancário, do sistema bancário global. Existem alguns investidores privados, quando se fala de algumas das famílias mais ricas do planeta que estão investindo.

Mas também há a inteligência militar e agências clandestinas que estavam retirando dinheiro do orçamento negro, digamos, da heroína e cocaína do mercado negro, e talvez da produção de outras drogas. Vem de lugares variados.

Nem tudo é legal, alguns são mais nefastos que outros. Quero dizer, cerca de um trilhão de dólares some a cada ano do orçamento geral. Isso nem inclui o que estamos falando, o orçamento negro. Então eles estão canalizando dinheiro com isso. Eles estão tirando dinheiro do orçamento negro.

Eles estão retirando dinheiro de programas de tráfico de drogas, além de investimento privado, além do setor bancário, além do que é agora um negócio comercial intergaláctico, onde estamos fabricando coisas e as vendendo fora do mundo. Então, estamos conduzindo negócios fora do mundo que também estão gerando grandes quantias, que normalmente são reinvestidas no programa.

A meu ver, não estamos falando em trilhões de dólares por ano, estamos falando de quatrilhões.

ES: Certo.

Sabe que tipo de negociação estamos fazendo nas estrelas? É mineração? São pessoas?

Randy Cramer: É um pouco de tudo.

Pelo que sei, nossas três principais exportações intergalácticas são tecnologia militar, em segundo lugar, cerveja, e em terceiro lugar,
roupas infantis.

O que eu sugeriria não serem para crianças, mas talvez pessoas do tamanho de crianças.

ES: Pessoas do tamanho de crianças de origem extraterrestre?

Randy Cramer: Exato. Extraterrestres entre 90 cm e 1,5 m de altura.

ES: Você já viu um desses?

Randy Cramer: Sim. Com certeza.

ES: Vamos falar sobre a estrutura. Quem realmente controla o planeta agora? E quanto a essas agências? Quem é aquele 1%?

Randy Cramer: Eu diria, com base no meu entendimento, que… Digamos que há uma mesa metafórica.

E nessa mesa, que tiver cacife para o jogo coloca uma cadeira nessa mesa. E nessa mesa, há muita discussão, muitas manobras, acordos, para que as pessoas possam obter o que elas desejam. Mas nenhuma pessoa nessa mesa tem autoridade para mandar nas outras.

Porque todas podem sabotar os projetos das outras se quisessem. E de certa forma, é um grande impasse mexicano, onde todo mundo diz: ”Bem, se eu não obtiver isso, então isso pode acontecer.” ”Que ótimo negócio você tem aqui. Seria uma pena se algo acontecesse com ele. Pegasse fogo, ou algo assim.”

Portanto, é um pouco competitivo. Mas da mesma maneira, se equilibra dessa forma. Então pense nisso como muitas pessoas competindo, mas porque nenhuma pessoa ou agência pode controlar tudo, em algum momento todos precisam cooperar no final para um objetivo comum.

Portanto, embora possa haver muitas diferenças, argumentos, desentendimentos, as questões básicas sobre segurança planetária, do sistema solar, desenvolvimento tecnológico, comércio intergaláctico, eles estão de acordo em todas essas coisas.

E todos eles encontram uma maneira de cooperar para que todas as pessoas que estão sentadas nessa mesa continuem a desenvolver a tecnologia que eles querem e ganhar os trilhões de dólares por ano que eles querem.

ES: Então você está dizendo que há muito ego acontecendo com esses megalomaníacos. E, ao mesmo tempo, eles têm que trabalhar juntos, porque cada um deles tem algo podre sobre o outro.

Randy Cramer: Sim. Meu general de brigada disse que a pior coisa que eles precisam lidar nessas reuniões é o que ele chama de ”mentalidade de CEO”, que é… ”Eu vou fazer do meu jeito.” ”Eu não ligo para o que vocês pensam.” ”E se eu não conseguir o meu, que se dane vocês.” Então é assim. Precisam lidar com muito ego. E meu general de brigada diz que é como muitos bebês gritando à mesa. E às vezes você só precisa dar uma chupeta a eles, e então eles calam a boca.

ES: Certo. Podemos dar detalhes? Vamos pormenorizar essa mesa. E vamos dar os detalhes de cada pessoa nela, quero dizer, cada agência, organização ou corporação. Quantos você realmente acha que fazem parte dessa mesa redonda? E vamos falar de cada uma, ou as que você conhece, sobre as quais podemos falar.

Randy Cramer: Nossa… Eu diria que o total de participantes, em grupos e agências, está facilmente na casa das centenas. Podemos estar chegando a mais de mil grupos ou agências diferentes. Porque estamos falando não apenas nos Estados Unidos Continentais. Estamos falando globalmente.

Estamos falando da maioria dos países do G20 participando nesses programas de uma maneira ou de outra. Então, são muitas agências e muitas organizações militares, muitas agências clandestinas, muitas agências corporativas, muito dinheiro privado, muito dinheiro bancário, de muitos países diferentes. E isso cria muitos grupos menores que compõem o todo.

ES: Nessa mesa redonda existem não-humanos?

Randy Cramer: A maioria, que seria mais de 90%, 95%, é de humanos terrestres. Existem alguns não-terrestres em que chegamos a confiar o suficiente para incluir nesse processo. Mas, como eu disse, provavelmente 95% dos membros são de humanas de origem terrestre.

ES: Eles têm aparência humana? Sabe a origem deles?

Randy Cramer: As espécies com as quais estamos trabalhando, que estariam nessa mesa no momento, eu diria que são predominantemente do tipo que se parece muito com você e eu. Andando pela rua, talvez você nem consiga perceber a diferença. E isso chega a algo muito básico, que é: nós tendemos a confiar em outras espécies que se parece mais conosco do que tendemos a confiar em espécies que não se parecem conosco.

Então, tendemos a desenvolver alianças e amizades mais fortes com outras espécies humanoides que são muito parecidas conosco. E tendemos a confiar um pouco menos em outras espécies se não sentimos que podemos entender de onde elas vêm, ou quais são seus verdadeiros motivos. Então, sim. Principalmente humanos. Há uma pequena porcentagem, talvez, de extraterrestres que se parecem muito conosco.

ES: Por que esses não-humanos se sentam nessa mesa redonda?

Randy Cramer: Bem, todos sentados à mesa têm um investimento ou interesse. E, em alguns casos, eu diria que esses extraterrestres estão lá porque eles entendem que seu interesse é tentar nos ajudar a passar por esse processo sem cometer erros terríveis. Pense nisso como um aluno superior entrando em uma classe mais baixa para ajudar.

Eles não estão necessariamente lá porque estão tentando fazer muito dinheiro, lucrar muito, ou mesmo controlar as coisas. Mais para ser apenas um ser mais experiente, uma pessoa nesse cenário que pode ajudar a entender o processo e nos ajudar a entender o processo para torná-lo mais suave, e, assim esperam, que cometamos menos erros fatais.

ES: Eles estão lá apenas para se preocuparem conosco, e provavelmente ver o que está acontecendo, se certificarem que não estamos cometendo erros muito drásticos. E eu tive um pouco de experiência com isso, trabalhando nos projetos com extraterrestres que se parecem conosco. E era isso o que faziam. Eles estavam meio que nos monitorando e ajudando a nos ensinar coisas que não tínhamos o conhecimento científico.

Randy Cramer: Gostaria de acrescentar algo. A maioria dessas espécies entende que, se começarmos um desenvolvimento militar sem restrições, poderíamos nos tornar uma ameaça maior, nos tornando cada vez mais militaristas conforme avançamos no espaço, em vez de pegarmos essa força militar, quando formos ao espaço, e empregá-la mais com disciplina e sabedoria.

Porque é isso que as espécies de sucesso fazem, que não se tornam ditatoriais, agressoras dominantes. Então eu acho que essas espécies entendem que não estão apenas nos ajudando. Eles também estão tentando proteger e defender o resto do universo do que poderíamos nos tornar se não formos guiados em uma direção mais positiva.

ES: Voltando à mesa. Mencionamos extraterrestres nela. Mencionamos algumas corporações. Há algo mais que gostaria de acrescentar?

Randy Cramer: Bem, eu acho que para tentar ser mais específico, há membros do Comando Espacial Naval. Obviamente, membros da Seção Especial do Corpo de Fuzileiros Navais dos EUA, membros do Comando Espacial da Força Aérea, membros do Comando Espacial do Exército, membros do Comando Espacial da CIA, membros do Comando Espacial da NSA.

Quero dizer, toda agência que tem sua própria tecnologia tem alguns administradores ou oficiais de alto nível que recebem instruções de inteligência para que possam tomar decisões e depois participarem e se sentarem à mesa. Portanto, qualquer pessoa que seja administrador ou oficial de alto nível em qualquer uma dessas organizações, é muito provável que se sente nessa mesa. Como eu disse, não apenas nos EUA, mas em todos os outros países do G20 que participam.

ES: Onde essas reuniões são realizadas?

Randy Cramer: Bem, meu general de brigada participa dessas reuniões regularmente. E ele me diz que passa muito tempo transitando entre Nova York, Washington D.C., Bélgica, Hong Kong, Londres, Berlim, Tóquio, Pequim e Moscou. Portanto, há muitos lugares onde elas são realizadas. E principalmente centros de inteligência militar, financeira, governos em todo o mundo. Então, sim. Esses são os lugares que eu sei que ele visita.

ES: Você conhece alguém nessa mesa que está usando tecnologia muito mais avançada do que temos agora, para uso pessoal?

Randy Cramer: Eu diria que isso acontece muito. Sempre que há alguém que no controle de uma agência que tem acesso a essa tecnologia, e acesso a esse equipamento, se estiver dentro da possibilidade deles… Quero dizer, por que não ter sua própria espaçonave? Por que não ter sua própria equipe clandestina, secreta, caso tenha uma emergência e precise dar o fora daqui? Então eu diria que sim. Provavelmente isso acontece muito.

Mas não acho que isso aconteça a um nível que se torne ameaçador. Eu acho que quase tudo onde isso acontece é para interesse próprio, proteção, onde as pessoas pensam: ”Bem, se tudo isso virar uma loucura e o mundo acabar em uma grande invasão, ou explodir, eu quero poder levar minha família e meus amigos para a segurança.” Então, por que não ter seus próprios equipamentos, suas próprias naves e suas próprias tripulações?

ES: Você poderia citar, por nome, algumas das corporações que possam fazer parte dessa mesa redonda?

Randy Cramer: Bem, a Northrop Grumman faz o TR3B. Então, como empreiteira aeroespacial, como certeza está na mesa. A Boeing fabrica muitos dos componentes para as espaçonaves. Eles não fazem necessariamente muito da nave completa. Mas eles fazem muitos componentes, muitas peças internas, compartimentos, assentos. Peças internas que constituem a nave.

Então, todas as companhias, em algum momento, especialmente as companhias da indústria aeroespacial estão construindo algo que contribui para o todo. Eu conheço um cara que trabalhou como empreiteiro em uma fábrica de B2, onde faziam os componentes para as asas. Mas ele também descreveu o seguinte: ”Veja, às vezes, sabíamos que estávamos fazendo painéis que não eram do B2.” Mas eles não dizem isso. Eles apenas dizem que precisam de mais desses painéis.

”Eles não são para um B2.” ”Por que os estamos fabricando?” Então, em alguns casos, esses programas estão fabricando peças e tecnologia de espaçonaves sob o argumento de serem para outras aeronaves, ou para programas secretos de aeronaves experimentais, ou programas de aeronaves militares. Com certeza, as empreiteiras aeroespaciais militares fazem parte disso com certeza. Assim como a General Electric, e algumas das empresas de tecnologia. Porque quem escreve o software para tudo?

Quem tem todos os programadores trabalhando para eles? Quero dizer, você tem que ir até as pessoas que sabem como fazer esse trabalho da melhor maneira. Então… E ainda há empreiteiras independentes como a SpaceX. Alguém me perguntou uma vez: ”Por que esses caras ainda estão usando tecnologia de foguetes?” E eu disse: ”Bem, para o programa espacial civil deles, é melhor acreditar que estejam usando tecnologia de foguetes, porque eles receberam essa limitação.”

Mas se você não acha que essas empreiteiras independentes também estão desenvolvendo tecnologia militar para vender aos militares secretamente, então você não está entendendo o quadro geral. Talvez veja os foguetes que Elon Musk está construindo. Não estamos vendo as outras coisas que ele faz para os militares como empreiteiro particular. Então…

ES: Ou não vemos o que está sendo levado nos foguetes, a propósito porque ele lida agora com muita coisa dos militares indo ao espaço, que é mantido em segredo. E as pessoas estão sempre me perguntando: ”Bem, como as pessoas carregam essas coisas no foguete não veem o que é?” Você não vê. Está em uma cápsula.

Randy Cramer: Exato. É um compartimento encapsulado. Está em uma caixa ou tubo. Não se vê o que está acontecendo nessa coisa.

ES: Você também diria… Por causa da minha experiência com McDonnell Douglas, Raytheon e Northrop Grumman, essas pessoas e corporações, eu notei que compartilham a tecnologia delas com outros países.

Randy Cramer: Sim.

ES: Mesmo que fabriquem o F-15 Eagle aqui, nós também vendemos para Israel. Então isso está acontecendo também, secretamente, com o TR3 e as outras naves que não conseguimos ver?

Randy Cramer: Está. Com toda a certeza. E muito disso tem a ver com níveis de sigilo e autorizações. E eu também sugeriria que, se estamos vendendo caças F-15 para alguém, não estamos vendendo o melhor de nossos equipamentos. Estamos vendendo caças F-15, mas temos coisas melhores que o F-15. Então, podemos estar vendendo naves TR3B, que são projetos de décadas atrás, para alguns desses países, enquanto os que estamos construindo são muito mais modernos, mais novos e mais brilhantes.

Então… Mesmo compartilhando essa tecnologia com outros países, não estamos compartilhando a mais recente, a melhor e a mais nova tecnologia com eles. Estamos compartilhando a tecnologia mais antiga com eles, que ainda é avançado, mas não é a mais nova que temos.

ES:  Exato. É como o iPhone. Já existe um iPhone 25. Está apenas na prateleira. Eles não querem nos dar todos de uma vez.

Randy Cramer: Exato. E eles fazem a mesma coisa como você dizia. Eles querem sugar cada dólar que puderem de cada componente, com certeza.

ES: As agências espaciais corporativas são diferentes das agências militares?

Randy Cramer: Muito. Para ser sincero, tenho que falar com muita honestidade aqui. Não é uma área que estou muito familiarizado. Mas eu conheço algumas pessoas que serviram nesses departamentos. E eu não sei. A melhor maneira de descrever isso, pelo que entendo, é que tudo visa o lucro. A ética meio que fica de lado. Então os programas corporativos são mais ou menos o que pensaria que são. Eles estão lá para lucrar. E eles não se importam necessariamente como fazem.

ES: As agências espaciais corporativas e as agências espaciais militares já entraram em conflito entre si?

Randy Cramer: Sim. Com certeza. Na verdade, eu me lembro de um incidente. Na minha adolescência, antes da minha implantação, eu era enviado com unidades
das forças especiais terrestres como parte do meu processo de treinamento. E houve um evento quando estávamos digamos em algum lugar da América do Sul, sem eu ser muito específico. E um veículo extraterrestre caiu no meio da selva.

E fomos informados imediatamente para irmos ao local e protegê-lo. Então chegamos lá primeiro, protegemos o local. Mas então outras duas unidades de camuflagem preta das Forças Especiais apareceram e disseram: ”Solicitaram que protegêssemos o local.” E nós dissemos: ”Já protegemos o local.” E eles falaram: ”Está bem.” Recuaram algumas centenas de metros e depois abriram fogo. E tivemos um tiroteio sobre quem ficaria com a espaçonave. Então…

ES: Minha nossa…

Randy Cramer: Pois é. Essa tecnologia é inestimável. E assim as forças em terra foram ordenadas que começassem a atirar uma na outra para ver quem poderia proteger o equipamento.

ES: Isso acontece com frequência?

Randy Cramer: Bem, só me lembro desse único incidente. Mas eu diria que, se aconteceu dessa vez, aconteceu outras vezes. Não acho que tenha sido uma anomalia, com base no modo como ocorreu.

ES: Eu imaginaria que teriam sido um pouco mais civilizados. Mas eu entendo o fator de concorrência que existe, no que diz respeito à tecnologia de engenharia reversa. E eles matarão por isso.

Randy Cramer: Bem, curiosamente, acho que todos nessa situação foram muito civilizados. Quando estávamos todos lá, conversando uns com os outros, todos foram muito educados e se comunicou educadamente um com o outro. E quando todos começaram a recuar, o sargento-mor que estava conosco disse: ”Muito bem, protejam-se e preparem-se.”

Ele sabia muito bem o que ia acontecer. Mas todos foram educados. Mas eles tinham ordens para proteger o local. Tínhamos ordens para proteger o local. E isso acabou se tornando um conflito de interesses naquele momento, com as forças em terra fazendo o que sabem, que é começar a atirar umas nas outras.

ES: Certo. O público precisa saber que, sendo um militar, quando você recebe uma ordem, mesmo que não concorde com ela, você segue a ordem até o fim.

Randy Cramer: Com certeza.

ES: Mesmo que aconteça de ser outra equipe que você conhece. Então, se isso acontece em algum planeta, um tiroteio, ou mesmo neste planeta, pela pose de uma nave, eu sei que essas agências que estão atirando uma na outra, elas têm um chefe. E o que acontece com as pessoas na mesa nesse momento? Ou depois da luta?

Randy Cramer: Boa pergunta. Eu imagino que é quando há dedos apontando e gritando, então as pessoas começam a negociar, dizendo: ”Desculpe por aquilo. Aqui está algo para compensar por aquilo.” Entende?

ES: Sim. Eu já vi isso.

Randy Cramer: Em algum momento, acabam firmando um acordo com o qual todos possam conviver. Então…

ES: Sim. Eu os vi fazer trocas pela perda de muitas pessoas. E eles nem esboçam reação por conta disso. É apenas parte dos negócios, para ser sincero.

Randy Cramer: Sim. Com toda a certeza. Tudo são números em uma planilha para eles, eu acho.

ES: Então… Que força na mesa domina mais? Porque eu sei que há uma porcentagem. Eu acho que 10% controlam os 90% na mesa, porque eles têm um pouco mais de poder de fogo, e um pouco mais de conhecimento, também.

Randy Cramer: Exato. Sem dúvida, os Estados Unidos dominam. Uma boa maneira de pensar sobre isso é… Pela perspectiva do modelo corporativo, pense nessa mesa como um conselho de administração, onde todos são acionistas. E nem todos têm a mesa quantidade de ações. Portanto, uma pessoa ou agência pode ter mais ações do que outra pessoa. Mas ninguém tem ações suficientes para dizer a todos o que fazer. É por isso que ainda existe competição e os acordos. Mas, com certeza, os EUA têm mais ações na mesa.

Illuminati – os seres negativos

ES: Sabe até onde essas corporações vão no universo?

Randy Cramer: Bem, pelo que sei, avançamos longas distâncias por toda a nossa galáxia. E sem ser minha área, também entendo que estamos explorando além da nossa própria galáxia. Então, já estivemos em outros lugares. Eu diria, pelo que sei, que qualquer agência está indo tão longe quanto considera ser seguro, ou que valha a pena o risco. E desde que haja margem de lucro para explorar, eles vão avaliar os riscos e as recompensas, e irão tão longe quanto acham que podem continuar a obter lucro.

ES: O que é o programa espacial militar secreto, Randy?

Randy Cramer: Bem, toda agência militar que tem programas sem dúvida coopera de certa forma, porque eles entendem que possuem uma ideologia comum de uma maneira que, digamos, as corporações não têm. As corporações só agem visando o lucro. Os militares são mais voltados para o sacrifício, o que precisam sacrificar para o bem comum dentro de certos limites de moral, ética e padrões.

Porque sem isso, são apenas corporativistas. Então, a tradição militar que remonta a séculos tem muito a ver com honra, integridade, seguir as regras, dar um exemplo melhor. Então, essas são coisas que continuam a permear agências militares em todo o mundo. E assim, as agências militares encontram esse terreno comum. E é muito mais fácil para elas, portanto, se unirem sob as mesmas atividades do programa espacial militar secreto.

ES: Nossa! Estou tão feliz que exista um equilíbrio. Eu acho que os militares ajudam a equilibrar essas corporações até certo ponto, como você disse.

Randy Cramer: Sem dúvida. De fato, sem eles, estaríamos em uma completa bagunça, para usar uma linguagem amigável.

ES: Sim. Quais acha que são os objetivos deles?

Randy Cramer: Do programa espacial militar secreto? Bastante simples e direto. Defesa planetária e do sistema solar. E a sobrevivência e continuação da civilização no planeta Terra é a principal prioridade deles. Provavelmente, a prioridade seguinte seria a exploração, as colônias e a proteção do comércio.

Porque o comércio é a força vital da economia terrestre, do sistema solar e intergaláctica. E os militares com certeza querem proteger isso. Então, basicamente, gostam de manter a ordem, de manter o planeta seguro, nos impedir de nos destruir, e impedir que mais alguém invada, ou não ser capaz de nos colocar em uma posição onde não podemos decidir nosso próprio destino.

ES: Existe uma invasão extraterrestre, ou uma ameaça que já ouviu falar nos projetos?

Randy Cramer: Bem, isso é algo que muda constantemente ao longo do tempo. Então, se falássemos sobre quais eram as principais ameaças extraterrestres há 20 anos, elas não são as mesmas de agora. Se considerarmos quais são os potenciais invasores, ou, digamos, falsa invasão, isso mudou com o tempo. O plano traçado de como seria uma falsa invasão mudou ao longo do tempo.

E eu sugeriria que, em algum momento, tem que haver uma grande mudança na maneira como esses dois mundos separados existem. Existe um mundo civil normal no planeta Terra, com a maioria das pessoas andando pelas ruas e se falando todos os dias… essa é a realidade deles. E há um programa militar avançado, com super tecnologia extraterrestre, que tem outra realidade.

Algumas pessoas se referiram a isso como uma civilização separatista. Eu chamaria apenas de uma separação da civilização que temos, que entende agora que dependem mais uma da outra do que podem ser independentes uma da outra. Então, a conclusão é que, em algum momento, esses dois mundos precisam se unir.

E é mais do que provável que, para que tudo isso se una, terá que acontecer algo que seja inegável, forçado, para ser honesto com você, porque há certa resistência que não vai gostar disso. E algumas pessoas terão que viver com isso. E abrangerá tudo isso. Então eu diria que qualquer que seja o ”evento” que pode acontecer no futuro para passarmos de um mundo pré-revelação para um pós-revelação, provavelmente envolverá algum tipo de cenário de invasão.

O que é o Evento?

Há coisas que eu poderia dizer mais sobre isso que eu provavelmente não deveria dizer mais sobre isso. Mas eu diria que grandes mudanças estão a caminho. Apenas veja o histórico de como estamos chegando cada vez mais perto de um momento de revelação.

Quem estiver vendo o que está acontecendo ao nosso redor, teria que dizer que estamos cada vez mais perto. E eu diria que à medida que nos aproximamos cada vez mais de algo que seja um momento inevitável, onde e o que quer que seja, que vamos continuar fechando essa lacuna. E acho que essa lacuna está bem estreita agora. E não temos muito tempo entre agora e esse ponto.

ES: Foi por isso que criaram a Força Espacial dos Estados Unidos?

Randy Cramer: Bem, a Força Espacial com certeza é uma organização de fachada. Não é necessariamente algo novo, que nunca existiu antes. Mas, certamente, serve como uma porta aberta para darmos um passo além. E sem entrar nas complexidades de como foi idealizada, porque, como foi proposta, não é necessariamente como está funcionando. Então deixe-me colocar desta maneira. A Força Espacial foi proposta.

E há um processo entre o Comando Espacial da Força Aérea, o Comando Espacial dos EUA, que é uma agência de comando que abrange todas as agências de programas espaciais, que eu disse para as pessoas antes. Não existe um Comando Espacial dos EUA a menos que haja forças destacáveis. Então, ter uma organização como o Comando Espacial dos EUA, que informa e diz aos outros programas o que fazer, isso significa que provavelmente há algo acontecendo.

Então a Força Espacial foi proposta, mas, no momento, parece haver alguma tentativa de separá-la e fazer o diretor não ter o poder que foi proposto que ele tivesse. E fala-se de ter o diretor do Comando Espacial da Força Aérea entrar e assumir a Força Espacial. Portanto, há certa disputa nesse processo no momento.

Quem sabe como será? Mas eu diria que o principal objetivo disso foi apenas para expandir um pouco o quadro e talvez nos dar uma visão mais clara para dizermos: ”Veja o que a Força Espacial desenvolveu. E veja essa nova aeronave que acabamos de fabricar”, mesmo que seja algo que fizemos há 30 anos. Então…

ES: Certo. Essa é outra coisa que eu queria que o público soubesse também. Talvez você possa verificar isso para mim. A Força Espacial sempre existiu.

Randy Cramer: Por décadas, sim.

ES: Pois é. E agora, acho que é algo em que eles estão tentando deixar que as pessoas saibam aos poucos.

Randy Cramer: Sim. O mundo civil.

ES: Para dizer: ”Percorremos as estrelas.” ”Estamos levando nossos militares lá.” E essa seria minha próxima pergunta, e você já a respondeu um pouco. O que abrangerá tudo? Será a Força Aérea, ou o Exército, ou outra entidade corporativa? O que não pode ser.

Randy Cramer:  Tudo isso está sendo resolvido. O último informe que li sobre isso, que foi publicado na mídia, estava descrevendo a luta e o que está acontecendo lá. E eu diria apenas que está sendo resolvido. E não sabemos qual será o resultado final disso, ainda. Mas, sim, a Força Espacial existe há décadas.

ES: Você acha que essa força foi colocado lá também para nos proteger de ETs malévolos?

Randy Cramer: Bem, certamente, o objetivo é nos proteger de qualquer coisa que possa nos prejudicar. E eu diria que, conforme desenvolvemos essa tecnologia, conforme ficamos mais fortes, que isso nos dá a capacidade de dizer a certas espécies: ”Podem ir embora agora. E se não quiserem sair voluntariamente, vamos escoltá-los para fora.

E se não quiserem ser escoltado para fora, então vamos explodi-los da superfície da lua que estiverem alojados no momento.” Então, à medida que ficamos mais fortes, temos a capacidade de sermos autodeterminados e decidir quem e o que queremos que exista em nosso domínio. E isso nos dá a capacidade de dizer quais forças queremos por perto.

Porque certas espécies extraterrestres, que estão manipulando no processo, só têm a capacidade de fazer isso pela força ou tecnologia disponível para fazer isso. No minuto em que tivermos a força e a tecnologia para dizermos não, esse será o momento que essa negociação pode mudar completamente.

ES: Bem, eles estão vindo aqui, nos visitando e desativando nossas bases de armas nucleares.

Randy Cramer: Isso mesmo.

ES: Parece que eles estão nos vigiando de certa maneira.

Randy Cramer: Alguns certamente estão. Acho que uma boa perspectiva para se entender a comunidade extraterrestre é que não existe alienígena bom ou alienígena ruim. Não existe isso. Existem indivíduos bons. e indivíduos ruins, se quiser ver por um ângulo binário. Também poderíamos dizer que existem aqueles que estão mais interessados em si mesmos, e aqueles que estão mais interessados em ajudar a todos.

Então, mesmo de espécie para espécie, não necessariamente todos são nossos amigos, e nem todos são nossos inimigos. É muito confuso, para ser sincero com você. Então eu acho que conforme o processo continuar se desenvolvendo, nosso objetivo é expulsar todos para fora do pátio, quem achamos ser um problema, e esperar manter as pessoas que conhecemos fazendo churrasco, que sabemos que não vão queimar a casa, para usar uma metáfora que acabou de sair da minha cabeça.

ES: Temos todas essas espaçonaves. Temos satélites especiais. Temos tipos especiais de mísseis e foguetes no espaço. Por que os astrônomos comuns não estão observando isso? Por que não conseguimos ver isso?

Randy Cramer: Duas respostas para isso. Uma, eles estão, quando estão olhando. Na maioria das vezes, as pessoas simplesmente não olham para cima. Mas acontece que quando as pessoas olham para cima, elas veem coisas.

Mas a razão pela qual eles não veem tudo é que desenvolvemos tecnologia de camuflagem bastante sofisticada neste momento.

Portanto, a maioria das naves militares e corporativas está camuflada. E por isso você não vai vê-las. Estarão invisíveis no céu.

Pode vê-las com infravermelho.

Conheço algumas pessoas que estão usando câmeras infravermelhas, colocando câmeras infravermelhas nos telescópios. Elas estão vendo muito mais com infravermelho do que se vê a olho nu. Porque é muito mais difícil  esconder assinatura de calor do que esconder o espectro de luz visível.

ES: Sim. Notei que usamos muitos óculos e telescópicos térmicos e infravermelhos quando saímos em nossas expedições, para observar o céu. E poderia haver uma nave lá, a uns 30 metros do chão. Você não a veria. Com esses espectros especiais de luz que nos permitem ver mais, é como se estivesse logo ali. Então eu acho que é uma boa ideia para o público sair e começar a olhar para cima.

Randy Cramer: Sim. Quase tudo libera calor. Portanto, mesmo que não seja observável à luz visível, é provável que ainda consiga detectar a assinatura infravermelha, porque haverá um diferencial de calor entre o objeto e a temperatura ambiente.

ES: E uma das coisas sobre a tecnologia eletrogravítica, é que ela não emite muito assinatura de calor ou qualquer coisa assim. No entanto, eu vi naves eletrogravíticas que eram mais frias que a área circundante.

Randy Cramer: Que interessante. Eu consigo ver como isso poderia acontecer, com certeza. Quero dizer, certamente, esses veículos estão usando diferentes tipos de geradores, motores. Nem todos geram grandes quantidades de calor. Mas a maioria deles tem uma temperatura interna na cabine. Mas algumas formas de vida podem preferir a temperatura da cabine mais baixa do que nós. Nós gostamos de 20 graus. Talvez outras espécies gostem muito mais frio.

Emery Smith: Randy, obrigado por participar do programa. Sou Emery Smith. E este é o ”Revelação Cósmica”. Até a próxima.

REVELAÇÃO CÓSMICA – POR DENTRO DO PROGRAMA ESPACIAL SECRETO

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One Commnet on “S15E02 A tecnologia de camuflagem impedem que vejamos Naves (OVNIs)

  1. Então tem um monte de extraterrestre circulando pela galáxia vestido com roupas infantis, bebendo cerveja e com arma terráquea a tira colo.

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