Informamos os leitores que devido ao período de férias deste autor, este e o próximo artigo foram pré-escritos, embora no final haja uma atualização desta semana.
Também, sobre o último artigo publicado pelo Aniron sobre se existe a reencarnação forçada.
A história secreta da guerra financeira pelo controlo do planeta Terra
Este site, oevento.pt limita-se a traduzir o relatório semanal de geopolítica do jornalista Benjamin Fulford que usa fontes. Use o seu discernimento, visto que algumas vezes as informações são contraditórias e falta coerência ao Benjamin Fulford. No entanto, mantemos o relatório porque nos dá informação atual do que está a acontecer no mundo, mas pela perspetiva do Benjamin Fulford e não deste site oevento.pt que muitas vezes discorda com o Benjamin Fulford.
[Nota do tradutor: a formatação do texto em negrito e a vermelho não consta no original, é uma opção nossa por forma a realçar aspetos importantes no artigo.]
Nota, notícias semanais mais recentes e vídeos no final do relatório.
Uma vez que muitas pessoas só recentemente descobriram que há uma guerra financeira secreta a decorrer no planeta Terra, decidimos fornecer um resumo quando começamos a nossa pausa anual. Este ano será nos Alpes japoneses e apenas durante duas semanas, devido à intensa guerra secreta que está a decorrer. As informações aqui contidas provêm da realeza asiática e europeia, das agências de informação, das sociedades secretas, etc., recolhidas durante as duas décadas em que estive envolvido nesta guerra secreta.
Embora a guerra se desenrole há milénios, vamos começar em 1913. Foi nesse ano que um grupo de banqueiros retirou do Congresso dos EUA o controlo da criação e distribuição de dinheiro e criou o Conselho da Reserva Federal.
https://dn790003.ca.archive.org/Island.pdf
Tendo tomado o controlo dos EUA, os banqueiros puseram imediatamente em marcha o seu plano para iniciar a Primeira Guerra Mundial. Esta guerra levou à destruição dos impérios alemão, austro-húngaro e otomano.
No final da guerra, no Tratado de Versalhes, a Alemanha foi obrigada a pagar 132 biliões de marcos de ouro como indemnização. As únicas pessoas que podiam fornecer tanto ouro à Alemanha eram a realeza asiática.
Como pano de fundo, desde o tempo dos romanos que os asiáticos enviavam especiarias, seda, cerâmica, etc. para o Ocidente e recebiam ouro e prata como pagamento. Por este motivo, 85% das reservas mundiais de ouro encontram-se na Ásia.
O acordo que os alemães fizeram com a realeza asiática resultou na criação do Banco de Pagamentos Internacionais (BIS) em 1930. De acordo com a realeza asiática, foi alcançado um acordo secreto que, em troca do ouro asiático, prometia a criação de um parlamento global com a realeza a atuar como guardiã. Os asiáticos foram informados de que, para a sua criação, seria necessária a Segunda Guerra Mundial.
Em preparação para esta guerra, o Secretário do Tesouro dos EUA, Henry Morgenthau, percorreu a Ásia nos anos 30 recolhendo ouro em troca de caixas do Tratado de Versalhes contendo títulos denominados em incontáveis triliões de dólares.
De especial importância foi o ouro evacuado da China por navios de guerra norte-americanos em 1938 para evitar que caísse nas mãos dos japoneses. Em troca deste ouro, os EUA deram ao partido chinês Kuomintang títulos a 60 anos e prometeram devolver o ouro no final dos 60 anos.
Na Conferência de Bretton Woods, em 1944, os asiáticos forneceram ouro para apoiar o dólar americano como a principal moeda internacional do pós-guerra. Os vencedores da Segunda Guerra Mundial: Os EUA, a Inglaterra, a França, a União Soviética e o Kuomintang chinês (atual Taiwan) receberam um mandato de 50 anos para desenvolvimento do mundo.
No entanto, quando os vencedores da guerra quebraram a promessa de desenvolvimento do mundo e só modernizaram os países que controlavam, a realeza asiática deixou de dar ouro aos ocidentais.
Além disso, após a crise dos mísseis cubanos de 1962, que quase conduziu a uma guerra termonuclear global, o Presidente dos EUA, John F. Kennedy, decidiu retirar o controlo do dólar americano do Conselho da Reserva Federal. Fez um acordo com o Presidente Sukarno da Indonésia, um alto funcionário da realeza asiática, para obter ouro para apoiar os dólares que Kennedy ia emitir. O resultado foi que o então primeiro-ministro israelita David ben Gurion, agindo sob as ordens da Máfia Khazariana (MK) que controlava a FRB (Concelho da Reserva Federal), mandou assassinar Kennedy. Mais tarde, a CIA assassinou mais de um milhão de indonésios e depôs Sukarno em 1967.
A história da Máfia Khazariana (MK); os Rothschilds; 11 de setembro
Os asiáticos retaliaram vendendo todos os dólares americanos que possuíam e convertendo-os em ouro. Como resultado, os EUA começaram a ficar sem ouro e, em 1971, durante o chamado choque de Nixon, o dólar americano foi retirado do padrão-ouro.
Depois, em 1974, Nixon fez um acordo de 50 anos com a Arábia Saudita para criar o petrodólar. Esse acordo terminou em junho de 2024.
Os EUA também fizeram um acordo secreto com a China comunista em 1978. Deram o último ouro imperial chinês que tinham ao Partido Comunista Chinês e prometeram ajudar a modernizar a China.
Avançamos agora para 1998. Nesse ano, os EUA não devolveram o ouro que “pediram emprestado” à China do Kuomintang (Taiwan) 60 anos antes, como prometido. Os taiwaneses processaram os EUA no Tribunal Penal Internacional. Os EUA argumentaram que não tinham de devolver o ouro porque já tinham dado o que restava à China comunista. Os EUA perderam o processo e foi-lhes ordenado que devolvessem o ouro até 12 de setembro de 2001. Em vez disso, em 11 de setembro de 2001, o governo dos EUA fez explodir o World Trade Center. Também fez explodir o Edifício 7 do World Trade Center, onde estavam guardados todos os documentos financeiros relacionados com o ouro.
Isto deu início ao projeto maciço da Máfia Khazariana para um Novo Século Americano, que envolveu a invasão do Médio Oriente e a libertação simultânea de armas biológicas numa tentativa de matar a maior parte da população mundial.
O meu próprio envolvimento nesta guerra começou a sério em 2006, quando confrontei o antigo Ministro das Finanças japonês Heizo Takenaka sobre a razão pela qual ele entregou o controlo de todas as empresas cotadas na Bolsa de Valores de Tóquio a fundos de cobertura controlados pelos Rothchilds, Rockefellers, etc.
Uma semana depois dessa entrevista, Takenaka enviou-me um autodenominado assassino ninja que me ofereceu o cargo de Ministro das Finanças do Japão e uma grande fortuna, mas apenas se eu alinhasse num plano para matar 90% da humanidade a fim de “salvar o ambiente”. Também me disse que Takenaka tinha sido obrigado a entregar as empresas japonesas cotadas na bolsa porque o país tinha sido ameaçado com um ataque de armas sísmicas.
Na semana seguinte, fui contactado por um representante de uma sociedade secreta asiática. Disseram-me que tinham 8 milhões de membros, incluindo centenas de milhares de assassinos profissionais. Ofereceram-me proteção mas disseram que a sua sociedade só podia ser usada para um bem maior.
Como não estava disposto a alinhar num plano para matar 90% da humanidade, acabei por me juntar à sociedade secreta asiática. Quando conheci os seus líderes, descobri uma rede secreta dos perdedores da Segunda Guerra Mundial. Acontece que os japoneses e os alemães mantiveram uma rede secreta de submarinos e bases submarinas que usaram para contrabando depois da guerra. Os japoneses derrotados instalaram-se na Coreia do Norte, onde fabricavam anfetaminas. Os alemães instalaram-se na América do Sul, onde fabricavam cocaína e cultivavam marijuana. Os chineses do Kuomintang, que perderam a guerra civil chinesa em 1949, instalaram a produção de heroína no triângulo dourado do Sudeste Asiático. O dinheiro ganho com o contrabando de droga deveria ser utilizado para derrubar os vencedores da Segunda Guerra Mundial. A parte da CIA de George Bush Sénior, que substituiu a Gestapo nazi, estava envolvida neste negócio. É por isso que os senhores da droga latinos dizem que CIA significa Agência de Importação de Cocaína.
As pessoas que conheci disseram que tinham trabalhado na produção de heroína com a CIA no Vietname. Disseram que deixaram de trabalhar com a Máfia Khazariana depois de terem descoberto que a SARS era uma arma biológica concebida para matar apenas asiáticos. Também me apresentaram aos seus homólogos da CIA, que concordaram em trabalhar connosco.
Mais ou menos na mesma altura, a princesa Kaoru Nakamaru – neta do imperador Meiji – contactou-me e entregou-me uma lista com milhares de nomes. Tratava-se dos membros da Comissão Trilateral, o Conselho de Relações Externas, os Bilderbergers, etc. Por outras palavras, era a liderança da Máfia Khazariana. Ela disse-me que estas eram as pessoas responsáveis pelo 11 de setembro.
Foi nessa altura que me inspirei no filme Kill Bill, de Quentin Tarantino. Nesse filme, havia uma cena em que duas mulheres assassinas estavam envolvidas numa luta feroz até à morte. A batalha terminou subitamente quando uma delas arrancou o único olho que a sua adversária tinha, cegando-a e terminando a luta.
Os assassinos asiáticos receberam a lista de nomes da elite ocidental. Foi-lhes dito que poderiam terminar a batalha arrancando um olho ou matando os líderes da MK. Os asiáticos concordaram em fazer isso. Eles também concordaram em parar de financiar a Corporação dos EUA.
Depois disso, fui informado de que David Rockefeller estava em Tóquio. Como eu sabia que os manda-chuvas americanos ficavam no Hotel Okura, ao lado da embaixada dos EUA, telefonei para lá e marquei uma entrevista com ele. Claro que podia ter enviado assassinos, mas como sou jornalista e não um gangster, optei por o entrevistar.
Este indivíduo era dono da ONU, do BIS, do Banco Mundial, do FMI e tinha o controlo da maioria das empresas da Fortune 500. Na altura, ele era o olho da pirâmide. O rasto da investigação forense conduziu a ele e a membros da família Rothschild como as responsáveis pela utilização de armas sísmicas para forçar o governo japonês a entregar o controlo de todas as grandes empresas japonesas.
No entanto, o facto de termos sido capazes de o contactar em carne e osso parece ter forçado a MK a suspender os seus planos para a Terceira Guerra Mundial.
Abriu também uma caixa de Pandora de sociedades secretas. Rapidamente apareceram os Illuminati Gnósticos. Afirmaram que tinham começado as revoluções americana, francesa e russa e que estavam agora a planear uma revolução mundial. Depois os maçons P2 enviaram Leo Zagami para se encontrar comigo. Afirmaram que tinham estado a governar o planeta durante 26.000 anos, de acordo com um plano que lhes tinha sido dado por seres extra-terrestres. Disseram que o plano era executado de acordo com os movimentos dos planetas. Apareceram também o FSB russo, os norte-coreanos, os Assassinos, o Pentágono, o MI6 e uma série de outras entidades.
Vivemos numa Matrix Controlada por uma Inteligência Artificial
Na próxima semana falaremos mais sobre estas sociedades secretas e as suas actividades. Para já, vamos analisar as consequências da ameaça asiática. Este facto ficou conhecido no resto do mundo como o Choque Lehman. O que realmente aconteceu foi o facto de os EUA terem ficado isolados do comércio externo.
Depois disso, a fação nazi da MK de George Bush Sr. encenou uma brilhante campanha de engano. Prometeram transformar um comunista negro chamado Barack Obama em Presidente. Também ofereceram subornos maciços de petróleo iraquiano a membros-chave do grupo asiático.
O resultado foi que os asiáticos concordaram em fornecer 700 toneladas de ouro, propriedade de um rei asiático chamado Yohanes Riyadi, ao FRB. Isto foi depois alavancado mais de 1000 vezes para criar 23 triliões de dólares para manter a corporação americana em atividade.
Ao mesmo tempo, os asiáticos diziam-me que eu tinha de lhes obedecer absoluta e completamente. Se eles diziam que o branco era preto e o preto era branco, eu tinha de concordar com isso. Disse-lhes que nunca iriam conseguir a minha lealdade cega. Como resultado, eles retiraram a minha proteção e cortaram-me o acesso. Fui então informado pelo assassino enviado originalmente por Takenaka que um acordo de assassinato tinha sido colocado sobre mim pelo seu apoiante Henry Kissinger e pelo seu patrão David Rockefeller.
Foi por isso que fui obrigado a deslocar-me à sede do Yamaguchi gumi – o maior sindicato mafioso do mundo – com um megafone. No final, o submundo japonês ofereceu-me proteção. Ao mesmo tempo, a Sociedade do Dragão Branco foi criada por membros do FSB russo, da CIA, do Pentágono, do MI6, dos maçons P3, etc., para combater a conspiração da MK para matar 90% da humanidade.
Para além da instalação de Obama, a MK tinha um plano mais sinistro em curso. Tratava-se do ataque com armas nucleares e tsunami contra Fukushima, no Japão, a 11 de março de 2011, conhecido no Japão como 311.
O Ataque Nuclear (não terramoto) de 11 de Março de 2011 a Fukushima
Aqui está o que escrevi sobre este assunto pouco depois de ter acontecido:
As minhas fontes para o que vou escrever incluem os serviços secretos militares japoneses, o antigo Primeiro-Ministro Naoto Kan (que conheço pessoalmente há muitos anos), membros da tripulação que contrabandeou para o Japão as armas nucleares utilizadas no ataque, membros dos ramos francês e britânico da família Rothschild, agentes seniores da CIA e um membro da equipa que efetivamente perfurou as armas nucleares no fundo do mar antes do ataque 311.
A primeira coisa que é preciso saber é que o ataque foi planeado muitos anos antes de acontecer. A revista de negócios japonesa Zaikai Tembo, citando um relatório da CIA, escreveu em fevereiro de 2007 que os EUA tinham decidido que o Japão estava a obter demasiada energia a partir da energia nuclear e que, se essa tendência continuasse, o Japão deixaria de estar dependente do petróleo controlado pelos EUA e, portanto, deixaria de ter de obedecer aos EUA. A conclusão do relatório foi que a melhor forma de garantir que o Japão continuasse a ser uma colónia seria destruir a empresa Tokyo Electric Power, a pessoa que geria a central de Fukushima.
O senador J. Rockefeller, cuja família controla (através de fundações) a General Electric, os fabricantes da central, esteve profundamente envolvido nesta operação. Como preparação para destruir a capacidade de produção de energia nuclear do Japão, a Westinghouse e a General Electric venderam os seus negócios de fabrico de centrais nucleares à Toshiba e à Hitachi. Isto foi um abuso de informação privilegiada ao mais alto nível e a Hitachi e a Toshiba deviam ser processadas.
A tentativa em curso, nos últimos anos, de uma sociedade secreta asiática para arrancar o controlo das finanças globais às famílias oligarcas ocidentais é um pano de fundo mais vasto para a subtrama de Fukushima.
Por exemplo, o ministro das Finanças do Partido Democrático do Japão, Shoichi Nakagawa, foi convidado numa reunião do G7 a entregar 100 biliões de dólares à cabala. Respondeu que iria obter o dinheiro vendendo 100 biliões de dólares em títulos do Tesouro americano. Ia dizer isto na conferência de imprensa que se seguiu à reunião do G7, pelo que foi drogado para o impedir de o fazer. Mais tarde, quando regressou ao Japão, foi assassinado por esquadrões da morte da CIA.
Voltando a Fukushima, a recusa do Partido Democrático Japonês e das autoridades em entregar qualquer moeda real às famílias oligarcas ocidentais, resultou na decisão de avançar com a operação de Fukushima como forma de intimidar os japoneses, mais uma vez, para que se rendessem e obedecessem.
Uma das minhas principais fontes, que já foi conhecido pelos nomes de Richard Sorge, Alexander Romanov, etc., fazia parte de uma rede ocidental de várias agências envolvidas no contrabando de drogas para o Japão. Confirmei, através de um conhecido de longa data chamado Steve McClure, um suposto jornalista musical, que Richard Sorge era o seu fornecedor de drogas de longa data.
Em todo o caso, Sorge contou-me que foi chamado a Pattaya, na Tailândia, por um membro dos Serviços Aéreos Especiais britânicos, um sul-africano chamado Spencer, e que lhe foi dito para trazer 70 quilos de marijuana “thai stick”, fortemente misturada com substâncias químicas destruidoras da mente, e para se aproximar de mim. Foi-lhe dito que me dissesse para lhe apresentar aos Yakuza ou então eu seria morto. Os Yakuza disseram-me que era uma armadilha e para me manter afastado, o que eu fiz. Sorge também me disse que, quando estava na Tailândia, lhe mostraram um míssil nuclear de 700 quilotoneladas que tinha sido roubado do submarino russo afundado Kursk. Este míssil foi contrabandeado para o Japão juntamente com a droga.
O homem que supervisionava a operação de contrabando era um antigo comissário-adjunto da polícia de Hong Kong, de nome Stephens, segundo Sorge e Spencer. O homem que tinha o controlo operacional geral desta operação contra o Japão era o General Richard Meyers, segundo a CIA e outras fontes.
Com base em entrevistas subsequentes com membros dos serviços secretos militares do Pentágono e do MI5, foi identificada a rota seguida pelo míssil até ao Japão. Fazia parte de um lote de quatro mísseis nucleares roubados do Kursk pelas forças subterrâneas nazis, que os levaram para a sua base submarina na ilha atlântica de São Tomé, segundo o MI5. De lá, foi levado para outra base de submarinos na Nova Guiné, de acordo com os serviços secretos militares do Pentágono.
A partir daí, foi levada para o Yatch Club das Filipinas, onde a equipa de Stevens a levou de iate para uma ilha remota no arquipélago de Okinawa. A partir daí, foi transportado num barco de pesca para o porto de Kyushu. De Kyushu, o míssil foi levado de carrinha para uma propriedade do antigo Primeiro-Ministro Yasuhiro Nakasone em Hi No De Cho, na zona ocidental de Tóquio. De lá, foi levado para a sede da organização Cidadãos da Coreia do Norte, perto do santuário Yasukuni, segundo Sorge.
Sorge arriscou a sua vida e sobreviveu a múltiplas tentativas de assassinato porque tentou avisar as autoridades japonesas sobre o iminente ataque nuclear terrorista. Ele disse-lhes que o míssil estava na propriedade de Nakasone e disse-me também a mim. As autoridades japonesas ignoraram os nossos avisos. Mais tarde, voltámos a dizer-lhes que o míssil se encontrava na sede da Coreia do Norte no Japão.
Pelos seus esforços, Sorge foi preso por polícias à paisana que ignoraram os seus avisos sobre o terror nuclear iminente e, em vez disso, lhe pediram que testemunhasse falsamente que eu era traficante de droga.
Um agente sul-africano/britânico chamado Michael Meiring, a quem foram rebentadas as duas pernas por uma bomba que dizia ter sido colocada por George Herbert Walker Bush Sénior, também começou a contactar-me por esta altura. Veio ter comigo sob o nome de Dr. Michael Van de Meer e mostrou-me uma maleta à prova de bala, 7 passaportes e uma metralhadora Uzi. O Dr. Van de Meer disse-me que Tony Blair se tinha gabado de que eu seria preso por posse de droga.
Em todo o caso, as autoridades japonesas não reagiram aos nossos avisos e a bomba foi carregada no navio Chikyu de prospeção em alto mar. As notícias locais colocam o Chikyu a perfurar o fundo do mar ao largo de Sendai nos meses que antecederam o tsunami de 11 de março de 2011 e o ataque terrorista nuclear contra o Japão.
Além disso, várias testemunhas afirmaram que o primeiro-ministro Naoto Kan foi visto no edifício da sede da Maçonaria japonesa, perto da torre de Tóquio, no dia anterior ao ataque de 311. Foi-lhe mostrado um mapa do Japão onde faltava a região de Tohoku, onde ocorreu o tsunami.
Na altura, a empresa israelita Magna BSP era responsável pela segurança da central nuclear de Fukushima. Um funcionário do governo da província de Miyagi afirma que funcionários desta empresa carregaram plutónio para a central contra a sua vontade nos meses anteriores ao 311.
Imediatamente após o início do tsunami e do ataque terrorista nuclear, foi pedido ao primeiro-ministro Naoto Kan que ordenasse a evacuação de 40 milhões de pessoas da planície de Kanto, disse Kan durante uma conferência de imprensa no Clube de Correspondentes Estrangeiros do Japão.
Recebeu também um telefonema do Primeiro-Ministro israelita Benjamin Netanyahu no dia seguinte ao ataque, exigindo-lhe que entregasse aos oligarcas da Cabala a propriedade de todos os títulos de dívida pública do governo japonês, o que ele fez, segundo os serviços secretos militares japoneses.
Após os ataques, um membro das forças de autodefesa japonesas que estava envolvido na divisão da bomba nuclear do Kursk em várias bombas mais pequenas e na sua perfuração no fundo do mar, apresentou-se na igreja cristã de Tachikawa, dirigida pelo Pastor Paolo Izumi, pedindo proteção. Disse que 14 dos seus colegas que estavam envolvidos na operação de perfuração, sem compreenderem o objetivo do que estavam a fazer, tinham sido assassinados para os silenciar e que temia pela sua vida. O homem foi acolhido pela igreja e está agora no programa de proteção de testemunhas.
Após o ataque de 311, este escritor foi à Coreia do Sul a convite do Dr. Van de Meer. Enquanto estava na Coreia, foi-lhe dito que a família Rothschild tinha planeado o ataque porque queria forçar 40 milhões de refugiados japoneses a abrigarem-se na Coreia do Norte e do Sul. A família Rothschild pretendia mudar a base das suas operações asiáticas de Tóquio para uma nova zona económica especial planeada na Coreia, disse ele. Ele sabia antecipadamente do ataque do 311 e ficou profundamente envergonhado quando admitiu que não me tinham avisado.
Após o ataque do 311, aviões não identificados foram vistos a despejar resíduos industriais radioactivos contendo césio, de acordo com um gangster japonês cujo bando subcontratava a CIA e a Mossad nos arredores de Fukushima.
A campanha maciça de propaganda do medo que se seguiu ao ataque 311 pode ser atribuída à Mossad, ao Pentágono e à CIA.
Para além das pessoas acima mencionadas, alguns dos indivíduos envolvidos nesta campanha de assassínio em massa e de propaganda do medo incluem Kenneth Curtis, o chefe da CIA Japão, Michael Green, o chefe da Mossad Japão e Richard Armitage.
Outras pessoas envolvidas nesta campanha de assassínio em massa incluem George Bush Sr. e Jr., Michael Chertoff, James Baker, Paul Wolfowitz, o Senador J. Rockefeller, Michael Hayden, Guy de Rothschild, Evelyn de Rothschild, Peter Hans Kolvenbach, o antigo Papa Maledict Bento XVI, e outros ainda por nomear.
Post script: A maior parte das pessoas envolvidas neste ataque já encontraram o seu criador. Os que ainda estão vivos, nomeadamente Netanyahu e Armitage, estão a ser ativamente perseguidos.
Continuaremos este relato na próxima semana, discutindo a guerra financeira secreta após o revés de 311. Basicamente, a guerra recomeçou em 2016 com a escolha de Donald Trump como Presidente dos EUA numa reunião ultra-secreta na Antárctida, por isso vamos continuar a partir daí.
Notícias e vídeos semanais mais recentes:
FRANÇA
Cristãos criticam os Jogos Olímpicos de Paris por uma aparente paródia da Última Ceia durante a bizarra cerimónia de abertura, apelidada de “a pior de sempre”, devido a problemas técnicos e ao mau tempo, que só foi salva por Celine Dion.

Cristãos, entre os quais Elon Musk, criticaram a cerimónia de abertura dos Jogos Olímpicos de Paris por uma aparente paródia da Última Ceia, uma vez que os problemas técnicos e os artistas encharcados pela chuva só foram salvos pela cantora canadiana Celine Dion.
Com os críticos a classificarem o espetáculo de quatro horas como o “pior de sempre”, os telespectadores relataram a má qualidade do som causada pela chuva quase torrencial e até brincaram online que os organizadores precisavam de “parar os barcos”.
A Eurovisão é um ritual satânico e não um concurso de música
Centenas de milhares de espectadores assistiram à tentativa de 6.800 atletas cobertos de ponchos de plástico de manter o ânimo elevado enquanto desciam o rio Sena numa enorme flotilha de 85 barcos.
As actuações de Lady Gaga e de cerca de 3.000 bailarinos, acrobatas e actores foram difíceis de ouvir por causa da chuva, e os espectadores classificaram-na como “a pior cerimónia de abertura dos Jogos Olímpicos de que há memória”.
As gafes com os nomes dos países, a montagem da bandeira olímpica e as cenas bizarras em que se via Maria Antonieta sem cabeça a cantar apimentaram o espetáculo à noite, numa altura em que o desporto começa a sério na manhã seguinte.

Mas entre os vários quadros artísticos, com nomes de valores franceses como a liberdade, a fraternidade e a igualdade, foi o espetáculo da última ceia em “festivité” – ou festa – que causou a maior controvérsia.
www.dailymail.co.uk/christians-slam-paris-olympics-opening-woke-supper
EUA:
CIA nega teoria da conspiração de que usou MKUltra no atirador de Trump
Segundo a agência de espionagem, Thomas Matthew Crooks não fazia parte de uma conspiração do tipo “Candidato da Manchúria”.
A tentativa de assassinato do ex-presidente Donald Trump no início deste mês fez parte de um programa secreto da CIA que envolveu assassinos que sofreram lavagem cerebral? Essa é a alegação feita por algumas contas de extrema-direita no X, mas a agência de inteligência dos EUA está a dar o passo incomum de negar direta e vigorosamente as alegações.
https://gizmodo.com/cia-denies-conspiracy-theory-that-it-used-mkultra-on-trump-shooter
ELES ESTÃO A TORNAR-SE DESLEIXADOS
Veja Jill Biden em Paris… SOZINHA (a mais de 8 horas de viagem) E na Casa Branca com “Joe Biden” AO MESMO TEMPO!

Janet Yellen anuncia que os EUA vão contribuir com 667 milhões de dólares para o Fundo Pandémico para ajudar a “prevenir a próxima pandemia”.
Temos pessoas incompetentes a governar o nosso país, Donald Trump a falar com Netanyahu e o seu grupo em Mar-a-Lago
O vídeo está no link abaixo:
https://x.com/margommartin/status/1816886322872947153
“We have incompetent people running our country” – President @realDonaldTrump pic.twitter.com/HXm79c1H37
— Margo Martin (@margommartin) July 26, 2024
Netanyahu dá a Schumer desprezo COMPLETO enquanto caminha pelo corredor para o discurso no Congresso. Isto é imperdível.
“De seguida, ordenarei imediatamente ao Departamento do Tesouro e a outras agências federais que cessem e desistam de todos os passos para a criação de uma Moeda Digital do Banco Central. Nunca haverá uma C.B.D.C. enquanto eu for presidente dos Estados Unidos.” – Presidente Donald J. Trump
TURQUIA / ISRAEL
Erdogan diz que a Turquia pode entrar em Israel “tal como entrámos em Karabakh e na Líbia”.
O Presidente e dirigente do Partido AK, Recep Tayyip Erdogan, participou na reunião do partido na província de Rize. Erdogan declarou:
“Temos de ser muito fortes para que Israel não possa fazer estas coisas à Palestina. Tal como entrámos em Karabakh e na Líbia, faremos o mesmo com eles. Não há nada que nos impeça de o fazer. Só precisamos de ser suficientemente fortes para dar estes passos”.
O Presidente Erdogan, que se encontra na sua cidade natal, Rize, para participar em alguns programas, reuniu-se com a organização do Partido AK. Erdogan fez declarações importantes durante a reunião.
https://en.haberler.com/warning-from-erdogan-to-israel-just-as-we-entered
RÚSSIA / CHINA
A nova estratégia do Pentágono para o Ártico visa contrariar a parceria China-Rússia. A estratégia visa reforçar as capacidades americanas no Ártico através de uma maior cooperação com os aliados face à agressão da China e da Rússia.
ARLINGTON, Virgínia – A liderança do Pentágono está a revelar a sua mais recente estratégia para a região do Ártico, numa altura em que a competição pela vantagem geopolítica aquece com a China e a Rússia.
A estratégia tem como objetivo a crescente militarização da região por Pequim e Moscovo, no meio de uma corrida crescente aos recursos naturais.
“O Ártico é estrategicamente vital para a segurança dos EUA”, disse a Secretária de Estado Adjunta da Defesa, Kathleen Hicks, aos jornalistas durante um comunicado de 22 de julho.
Kathleen Hicks acrescentou que é imperativo para a segurança nacional que os Estados Unidos garantam que o Ártico “continue a ser uma região segura e estável” face à crescente agressão do regime chinês e da Rússia em todo o mundo.
A estratégia orienta as forças armadas dos EUA para adoptarem uma “abordagem de monitorização e resposta”, ao mesmo tempo que “exercem uma presença calibrada” na região através da coordenação com os aliados do Ártico em questões relacionadas com a estratégia, a formação e o equipamento.
A Sra. Hicks descreveu a estratégia como parte de um esforço de “todo o governo” para completar a dissuasão e a prontidão dos EUA no Ártico através de treinamento regular.
Putin: “Se os EUA instalarem armas na Alemanha, a Rússia assegurará que sejam tomadas medidas de acompanhamento.”
….. Holanda e o mundo:
Aqui está algo para ouvir, e então compreenderão o que está para vir:
A Grande Substituição – Eva Vlaardingerbroek – Holanda.
Artigo completo traduzido de Benjamin Fulford de 29 de julho de 2024.
FIM
Horrível saber, porém necessário que venha a luz esse jogo de ambição pelo poder que leva milhões de pessoas a termo. Chega de guerra instigada pelos covardes que querem a morte dos outros, são eles que devem sucumbir. Que os homens de bem enquadrem todos os malignos e a paz possa reinar à todos os habitantes da Terra.
Quero crer que o ano (1913) escolhido como ponto de referência histórico foi “Bem Escolhido”.
Um nome pouco conhecido e muito pouco falado, cuja “vida e obra” corrobora com esse momento histórico e todas as tramas enganadoras que ali começaram de uma forma nunca antes vista, chama-se Edward Bernays, nada menos que o criador do Marketing e das Relações Públicas conforme conhecemos hoje em dia, e cito abaixo três frases dele:
” Somos governados, nossas mentes são moldadas, nossos gostos formados, nossas ideias sugeridas, em grande parte por homens dos quais nunca ouvimos falar.
A manipulação consciente e inteligente dos hábitos e opiniões organizadas das massas é um elemento importante na sociedade democrática. Aqueles que manipulam este mecanismo invisível da sociedade constituem um governo invisível que é o verdadeiro poder dominante.
Propaganda é o braço executivo dos governos invisíveis.”
Exactamente! Muito bem colocado este seu comentário ;)