revelação cósmica temporada 14

S14E01 Poderíamos alimentar o planeta por uns dois anos com o elemento 115

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o 1.º episódio da 14.ª temporada da série “Revelação Cósmica” é bastante polémico, visto que parte da informação, é contrária ou diferente do que normalmente é colocado em outros episódios ou até aqui no site (embora neste site, seja colocada mais do que versão de várias situações, cabendo a cada um decidir o que ressoa melhor consigo). John Lear pretende justificar as más ações dos ETs negativos, achando que não teremos a Revelação Total (isto soa a uma agenda dos negativos…); aborda a vida depois da morte (esquecendo-se que somos obrigados a reencarnar…)

John Lear é o convidado deste episódio e aborda a questão do elemento 115 (e elemento 116) e o qual uma pequena parte poderia alimentar (energia) o planeta inteiro por 2 anos. Fala na antimatéria. Recorde-se que a maioria dos “OVNIs” que pertencem à Cabala Escura (Estado Profundo) usam antimatéria e o elemento 115 como fonte de energia. John Lear mostra ainda um vídeo de 1989 com Bob Lazar com uma nave.
John Lear afirma ainda que não houve Big Bang. Nós sempre estivemos aqui, e as pessoas têm muita dificuldade com isso, porque elas dizem: “Bem, alguém tinha que fazer isso.”

S14E01 Tecnologias de Engenharia Reversa (Revelação Cósmica ~ John Lear)
S14E01 Reverse Engineered Technologies (Cosmic Disclosure)

Assista ao episódio clicando no link abaixo, usando o browser chrome:
https://drive.google.com/file/d/123w_sC5iY9Uq6JW_F7G4q7uYAgV-zSXF/view?usp=sharing

Se der erro, use o browser chrome em modo anónimo (teclando Ctrl + Shift + n) no PC e se necessário, antes tem de fazer logout do seu gmail. Se ainda não conseguir, aceda a partir de outro PC. Alerta-se que os episódios têm sido retirados da internet, portanto se detetar que o episódio foi denunciado, faça um comentário (não no facebook), para indicarmos outro link.

Episódio com legendas em português do Brasil (para quem não deseja assistir ao vídeo):

revelação cósmica temporada 14 episódio 1

REVELAÇÃO CÓSMICA – POR DENTRO DO PROGRAMA ESPACIAL SECRETO

Tecnologias de Engenharia Reversa

Emery Smith: Hoje, recebemos John Lear. Vamos falar sobre tecnologias aeroespaciais de engenharia reversa. John, eu estive a par de muitas informações confidenciais trabalhando nos projetos em Los Alamos, mas eu não trabalhava para Los Alamos. Tratava-se de uma corporação compartimentada que arrendava áreas no subsolo de Los Alamos. E era mais um fator de proteção. A mesma coisa nos Laboratórios Sandia, embora eu estivesse na ativa e trabalhasse clandestinamente para essas corporações.

E pude ver algumas das bibliotecas que tinham lá embaixo, que mostravam as naves originais e também as naves de reprodução. O que acha que vocês viram no Lago Groom aquela noite? Você já teve alguma experiência ou sabe de alguém que confirmou que eles têm os dois tipos de nave, possivelmente, armazenadas lá embaixo?

John Lear: Bem, Bob Lazar nos disse que eles iriam testar a nave alienígena naquela noite. E ele acha que vimos isso. Por causa da maneira como se movia, ele achou que devia ser uma nave alienígena, porque não temos essa tecnologia.

Era isso o que tentávamos fazer.

O trabalho de Bob era fazer a engenharia reversa para ver se poderíamos obter essa tecnologia, mas ainda não a tínhamos. Pode mencionar quem está com você, John.

Estamos com Bob Lazar, Jackie Lazar, a esposa de Bob, e estamos com Gene Huff.

E esta missão foi organizada esta noite por Bob Lazar, um físico teórico que trabalha no Lago Groom.

E ele também é um homem morto a essa altura.

Por ter isso em filme…

Certo.

Boa sorte.

De jeito nenhum.

Você viu aquele movimento?

Não, não vi.

Como brilha!

Olhem só para aquilo.

É brilhante.

Está tão brilhante que consigo…

Bem aqui.

Você está aí agora?

Emery Smith: Ele já contou como eles pilotavam essa nave, algo além da parte operacional?

John Lear: Ele me contou em detalhes como o reator de antimatéria operava.

Mas quanto a pilotar, ele não sabia de nada, porque não conseguimos ver o cara lá dentro.

Apenas sabemos que, quando Bob a viu voando, o cara que estava ao lado dele tinha um simples transmissor de rádio, e ele estava conversando com o cara lá dentro.

E Bob mencionou que parecia uma quebra de segurança, porque alguém poderia ouvir nessa frequência, porque não era uma frequência protegida.

Mas, aparentemente, eles não se importaram, e não achavam que fosse um problema.

Emery Smith: Enquanto trabalhava nesses projetos, eu tive acesso a uma biblioteca que mostrava a nave de engenharia reversa e a nave original que eles tinham obtido ao derrubá-la, do espaço, ou seja como foi.

E mostrava tudo sobre o interior e exterior da nave, mas nunca falavam sobre a unidade de propulsão e coisas desse tipo. Eu sei que elas são naves trans-dimensionais.

Eu sei que elas podem criar seu próprio campo gravitacional em torno delas para permiti-las fazer curvas de 90 graus em Mach 7.

E eu sei que você ouviu de Bob e outros sobre a engenharia reversa disso. E você também sabe como isso funciona.

E eu gosto do pôster que você tinha antes, que mostra isso. Talvez você possa falar disso conosco e mostrar aquele pôster.

John Lear: Este é o reator de antimatéria, e é aqui que fica, no meio da nave.

Eu desenhei para explicar melhor o que Bob me disse sobre como a nave funcionava. Esta é a nave. E o pequeno ponto laranja é onde o reator de antimatéria fica.

Estes são os amplificadores gravitacionais.

E o que acontece é que eles disparam prótons no elemento 115, que aumenta para 116. Elemento 116, isso mesmo.

Então libera antimatéria, que se mistura com matéria e, através de um gerador termiônico, cria tensão a partir do calor.

Então eles conseguem usar a onda A gravitacional que está disponível quando o elemento 116 volta a ser 115.

E conseguem passar isso pelo centro da nave, enviar para as laterais e para dentro dos amplificadores gravitacionais.

Emery Smith: Então, sobe e flui em volta.

John Lear: Exato.

E foca em um ponto no espaço, e depois aumenta a atratividade dos amplificadores, aumenta a amplificação, que puxa o espaço em direção à nave.

Isso envolve a nave, e então desativam, e estão instantaneamente a centenas de milhares de quilômetros de distância.

Eu acho que a taxa de recarga é de 12 milissegundos. Então eles podem fazer isso a cada 12 milissegundos.

Assim, você pode percorrer um longo caminho em um minuto, quem dirá em uma hora.

Emery Smith: Sim, vemos isso o tempo todo com os controladores de tráfego aéreo, rastreando essas coisas em todo o planeta.

E não há como simplesmente aparecer e sumir, mas é assim.

Vão do ponto A ao ponto C, e pulam o B.

John Lear: Exato. E as histórias que ouvimos sobre ir à Lua em 20 minutos. A maioria delas é sobre eles acelerando e desacelerando.

Porque eles podem fazer isso em um instante.

Emery Smith: Eu acho que você também tem um modelo disso.

Se pudesse nos mostrar, seria bem legal.

Podemos colocar isso de volta.

Isso mostra uma nave e a distância representada pelo…

Tecido do espaço-tempo.

O tecido do espaço-tempo é puxado até você com os amplificadores gravitacionais e o envolve em torno da nave assim.

E então desligam os amplificadores gravitacionais.

Então, você retrocede. Você não retrocede de fato. Você volta onde o espaço foi retirado.

Não há viagem ou nada disso. Você volta onde o espaço foi retirado. E não há sensação de movimento ou nada assim.

Emery Smith: Não, porque você está no seu próprio campo de densidade.

Exato.

E você tem o…

Também, John, adoro o modelo que você tem.

John Lear: Emery, esta é uma réplica exata de um reator de antimatéria que alimenta a nave extraterrestre, apenas metade do tamanho. Obviamente não funciona. Essa meia esfera sai assim.

E, dentro, há um pequeno recipiente com uma tampa. A tampa sai e, lá dentro, temos o elemento 115. Os ETs nos deram 220 kg de elemento 115.

E transformaram parte dele nestes pequenos triângulos, o combustível.

Mas, a maioria, usaram em uma bomba, porque eles descobriram que poderiam fazer uma bomba capaz de explodir metade do continente da América do Sul, o que seria mais útil para eles do que, acho, algo que cria energia do nada.

Quanta energia poderia me dizer que há em um pedaço?

John Lear: Bob me disse, e não me lembro, mas foi algo em torno de 50 a 60 megatons de energia.

Emery Smith: Poderíamos alimentar o planeta por uns dois anos com essa coisa.

John Lear: Sim, fácil. O verdadeiro elemento 115 tem cerca de 5 centímetros. Eu segurei o verdadeiro. Bob conseguiu três peças. E tivemos três por um tempo.

O governo roubou dois deles de volta. E ainda resta um. Fizemos uma experiência com ele, e então ele o escondeu. E há apenas duas pessoas na face deste planeta que sabe onde está.

Trancado em uma caixa nas montanhas em algum lugar.

Bob e eu.

E o que isso faz é…

E, por acaso, isso fornece cerca de 200 anos de combustível.

Então, o que acontece é que este é um pequeno tubo que dispara prótons e atinge o elemento 115 na ponta, bem assim.

E então o elemento 115 cria o elemento 116, que decai instantaneamente e emite antimatéria e acessa uma onda A gravitacional.

A antimatéria se mistura com matéria, através de um gerador termiônico, para gerar eletricidade para impulsionar a nave.

E a onda A gravitacional é usada para os amplificadores gravitacionais, embaixo da nave, para puxar espaço para eles.

Emery Smith: Exato. O espaço é puxado para eles, que permite que a nave seja
envolta por seu próprio campo.

John Lear: Os geradores gravitacionais puxam espaço para ela, envolvendo a nave.

Eles desligam, e estão instantaneamente a 100 milhões de km de distância.

Não se sente a viagem ou nada assim.

Emery Smith: Não, eles estão em seu próprio campo de densidade.

Isso mesmo.

Eles viajam.

Eles criam sua própria gravidade.

É por isso que podem fazer curvas de 90 graus a Mach 7.

Exato.

Emery Smith: Sim, eu vi isso, algumas demonstrações nos projetos, e eu sempre me perguntava como conseguiam fazer isso.

John Lear: Para provar as propriedades atrativas do elemento 115, pegamos uma jarra e um pedaço de gelo seco. Colocamos o gelo seco.

E penduramos um pedaço de tório dentro da jarra, que tiramos de uma lanterna Coleman, que é inacreditável.

Tiramos de uma lanterna Coleman e penduramos acima do elemento 115, que estava em cima do gelo seco.

E que o gelo seco fez foi criar uma névoa, e poderíamos ver os raios alfa disparando do tório, e ver se eles seriam atraídos.

E com certeza, eles foram.

Eles eram puxados pelo elemento 115, o que, obviamente, prova que tudo é verdade. Infelizmente, perdemos a fita de vídeo.

Havia duas cópias, uma que Bob tinha, mas foi roubada, e uma que George Knapp tinha, e os dois perderam as cópias.

Então, não há como provar isso, mas eu estava lá quando aconteceu, e eu vi.

Emery Smith: Você viu. Quem você acha que pegou esses arquivos de você? Você sabe que organização? Tenho certeza que sua casa foi invadida muitas vezes.

John Lear: Muitas vezes. Eu não faço ideia. Eu sei que, um dia, quando a companhia telefônica foi chamada, Santel, minhas filhas eram adolescentes, e algo sempre era feito nos telefones delas.

E eu conhecia um cara da Santel que era treinado nessas coisas. Certo dia, ele veio em minha casa e disse: ”John, seu telefone está grampeado.” E eu disse: ”Pois é, foi o que eu imaginei.” Ele disse: ”Você se importa se eu verificar onde é o grampo?”

Eu disse: ”Fique à vontade.”

Então ele voltou meia hora depois e disse: ”Fui até Monroe, então Hollywood até Bonanza, e de Bonanza até Nellis, e é mais do longe que isso.”

Eu disse: “Bem, não se preocupe com isso, porque não há nada que eu possa fazer sobre isso.”

Ele disse: ”Não, eu quero descobrir.”

Então, na manhã seguinte, ele bate na porta.

Ele disse: ”John, eu não posso mais trabalhar em seus telefones.”

Eu disse: ”Por que não?”

”Porque eu rastreei sua linha até a caixa central e não havia documentos dela.

Então fui até minha chefe, e ela disse: Ou você fica quieto ou pode encontrar outro lugar para trabalhar.”

Nossa!

E então ele diz: ”Eu vou ficar quieto.”

Confirmação direta.

Ele queria manter seu emprego, o que eu entendi. E eu o vi algumas vezes anos depois.

Mas ele deixou claro que não arriscaria seu trabalho.

Não.

Foi bom que ele tentou descobrir isso para você.

Sim.

Com essas novas tecnologias, que são tecnologias muito antigas para nós, para ser sincero, quando pensa a respeito, você a vê sendo revelada e utilizada para o mundo, para o público em geral como fontes de energia?

Em vez de usarmos gás, carvão e petróleo, poderíamos estar usando tório e todos esses tipos diferentes de dispositivos, como você sabe.

John Lear: Está tudo lá. Não podemos duplicar, mas eles podem nos dar.

Por exemplo, imaginar uma reação matéria-antimatéria dentro daquela jarra… qual é!

Existem outras maneiras de criar anti-gravidade.

Mas isso é energia, como a vejo.

John Lear: Na minha opinião, não, nunca será revelado.

O acordo básico entre o nosso governo e os ETs é que obtemos essa tecnologia avançada, mas temos que ter a ajuda deles para encobrir, não importa se eles têm que mentir ou inventar coisas.

O acordo é: podem ter a tecnologia, mas precisam manter nossa existência em segredo.

E por que isso? Que planos eles têm
para isso?

John Lear: Porque foram eles que nos criaram. Eles nos idealizaram. Eles nos projetaram. Eles nos criaram. Eles nos colocaram na Terra. Eles fizeram centenas de bilhões de Terras como esta, e eles usam a mesma história para unir as pessoas e entender que estão tentando criar os humanos, de quando eles se tornam humanos pela primeira vez, para aprender a viver com integridade, sem inveja, sem ódio, sem ganância, e aprender a expressar nosso amor a nossas famílias todos os dias.

Estamos aqui apenas para isso.

Mais ou menos como um experimento, um experimento emocional e psicológico para ver se podemos evoluir sem nos destruirmos.

Eles estão preocupados com a destruição do planeta?

John Lear: Não. Eles tomam muito cuidado para ter certeza de que não só não podemos destruir o planeta, como não há chance de um asteroide atingir o planeta.

Não somos os únicos. Há bilhões de outras civilizações que eles criaram.

Não é um experimento. Demora muito, depois que um ser humano nasce com uma alma, para educar e amadurecer essa alma. Há muitas coisas que precisam acontecer.

Concordo.

John Lear: Basicamente, quando chegamos à Terra, já vivemos talvez 200 ou 300 vidas antes desta. E quando chegamos aqui, estamos aqui embaixo para saber e viver mais, obviamente, não conseguimos na segunda vez.

Nós ainda estamos na escola.

John Lear: Estamos aqui agora.

Quando falecemos, em cerca de 12 segundos, entramos em um enorme salão.

E a única maneira que eu posso descrever isso é dizer sobre quando Steve Jobs faleceu, e toda a família estava em volta da cama dele.

E quando ele tinha 10 segundos a mais para viver, por causa da pressão sanguínea, os batimentos cardíacos e tudo mais, ele meio que se levantou e disse:

Nossa…

Nossa…

Nossa!

E o que ele estava vendo era esse salão fantástico no qual entramos. E nesse salão, você é recebido por quem você acredita.

Se você acredita em Deus, se você acredita em Alá. Para mim, é a Grande Abóbora. A Grande Abóbora vai me receber.

E eles te levam e apresentam, ou reapresentam, a muitos dos amigos que você conheceu nas últimas 200 ou 300 vidas que você teve.

E depois de cerca de 30 minutos disso, você faz uma revisão de vida.

E a revisão de vida é uma sala onde eles lhe mostram cada milésimo de segundo da sua vida, com imagem tridimensional, colorida e com som digital.

Não há nada que você possa negar. Toda coisa amorosa que você já fez. E então mostram todas as coisas desagradáveis que você já fez.

A maioria das pessoas não acredita que eles conheçam essas coisas secretas que elas tinham.

E se o bem superar o mal que praticaram, elas precisam voltar à Terra e levar outra vida, ou você pode ficar lá, que é a quarta dimensão, que chamamos de Céu, mas é um equívoco, porque se você pegar seu conceito de Céu e multiplicar exponencialmente por mil, você pode chegar perto de como é fantástico.

E as pessoas prestariam muito mais atenção se elas soubessem o que estava esperando por elas na quarta dimensão.

Mas não é assim que funciona.

Tem que acontecer por si só.

Isso não pode ser uma tentação.

Bem, com tudo isso na Terra, eles nos vendo cortar as cabeças uns dos outros, isso é algo que eles estão apenas assistindo, e temos que nos tornar um pouco mais compassivos e íntegros com nós mesmos para chegar a esse nível da quarta dimensão.

John Lear: Tudo está planejado, Emery. Tudo. Não há nada que aconteça por acidente. Acidente ou o que for. Eles dizem que está planejado desde o início, incluindo quando você morrer.

E quem fez esse acordo com os extraterrestres? Qual governo, sociedade ou organização?

John Lear: Bem, há várias histórias, e eu não sei se vamos chegar a saber.

Claro, Eisenhower foi o primeiro que eles conheceram em 1954, na então Base Aérea de Muroc, que se tornou a Base Aérea de Edwards.

Entendo que Eisenhower pediu uma tecnologia de armas, e eles disseram: ”Não, você não pode ter nenhuma.”

Então, em 1963, houve um encontro em Alamogordo, e pode ter havido outro pedido ou acordo. Eu acho que firmaram o acordo aí.

Eles disseram que parte do acordo foi que permitiríamos
que os ETs abduzissem apenas um certo número de humanos.

E eles nos dariam uma lista de quem eles abduziram.

O que é, naturalmente, conversa fiada.

Eles abduzem todos os seres humanos.

E todos nós vamos para os laboratórios na Lua para passarmos por atualizações, para melhorar o software, todos os tipos de coisas lá em cima.

Minha neta e meu neto estiveram na Lua.

E eu lembro da minha…

Por abdução?

John Lear: Por abdução.

Eu lembro da minha neta… a mãe dela me dizendo…

quando ela tinha três anos, ela disse à mãe: ”As pessoas do espaço vieram noite passada.”

”E quantas haviam?” Ela disse: ”Cinco. Um, dois, três, quatro, cinco.”

E então, quando ela tinha oito anos, morando em Sun Valley, minhas duas filhas,
a mãe dessa neta e a irmã, estavam sentadas à tarde, conversando no sofá.

E elas perceberam que uma hora e meia tinha passado, e não tinham percebido onde a neta havia ido, onde ela estava.

Naquele momento, elas ouviram a porta de trás se abrir. Ela entra. Ela estava com uma máscara de mergulho, snorkel, um fone de ouvido e uma mochila, e há um brilho em sua testa.

E elas disseram: ”Onde você esteve?”

E ela disse: ”Acabei de chegar da Lua. Estou muito cansada. Vou subir para tirar um cochilo.” E ela subiu as escadas.

Três anos depois, ela está na casa da minha mãe, pulando no trampolim, e perguntou à mãe dela: ”Mãe, quando vou voltar para a Lua?”

Alguns… vejamos… oito, sete anos atrás, meu neto, que morava aqui, veio correndo por aquela porta.

Ele disse: ”Vovô, eu acabei de chegar da Lua.”

Eu disse: ”Sério? Me fale sobre isso.”

E eu não falei sobre nada específico com eles…

Não, não é bom dizer.

John Lear: Ele disse: ”Eu estava na minha casa na árvore com dois amigos.

O ar ficou verde e, de repente, eu estava deitado em uma maca prateada sendo operado por um alienígena.”

E eu disse: ”Como você sabe que era a Lua?”

Ele disse: ”Bem, eu não sei. Eu só acho que era a Lua.”

E eu disse: ”Como era o cirurgião?”

Eu disse: ”Melhor ainda, me deixe te mostrar alguns desenhos.”

Mostrei a ele o do louva-a-deus.

Ele disse: ”É isso.”

Mas eu o fiz desenhar um.

É uma coisa muito precisa, peluda, como um louva-a-deus.

É um bom desenho.

Mas não ouvi nada desde então, mas os dois foram.

O que estava acontecendo lá? Eles foram melhorados ou aprimorados? O que acha? O que eles disseram?

John Lear: Absolutamente todo ser humano na face deste planeta é sequestrado e recebe aprimoramento, ou o que for.

A maioria deles não se lembra. Eu não sei porque eles deixaram minha neta ou neto lembrar.

Não há explicação para isso, porque a maioria das pessoas não lembra. Eles não querem que as pessoas se lembrem.

Bem, eu já ouvi falar de diferentes tipos de interferometria escalar e, claro, tecnologia de apagar a mente. Estou muito familiarizado com todas essas coisas. Por que eles simplesmente não utilizariam frequências e… Porque toda vez que… Se você foi a um aeroporto, ou se você foi a uma estação de ônibus, ou se passou por um semáforo com câmera, eles têm as frequências de todos registradas como uma impressão digital no planeta, até onde eu sei, especialmente nos EUA. Eu sei que os ETs têm um sistema semelhante para rastrear alguém, ou conhecer alguém, com o qual eles podem… Digo, se podemos fazer isso, eu sei que eles podem fazer isso. Eles podem enviar um sinal e fazer você fazer algo que você normalmente não faria para machucar alguém, ou implantar uma memória em você que realmente não aconteceu. Você está ciente desses tipos de tecnologias?

John Lear: Sim. Bem, no começo, antes que fizessem as abduções, eles começaram com: ”Com licença, senhora. Você se importaria de ir à Lua e se deitar na maca, enquanto um alienígena opera você?”

Eles tentaram isso, e não funcionou. Então, a melhor coisa a fazer era apenas abduzi-las e levá-las lá em cima. Eles sabem onde todos estão em todos os momentos, com muito mais precisão que nós.

Emery Smith: Na sua opinião, quantas outras Terras evoluíram ao mesmo tempo que a nossa?

John Lear: Bilhões.

Sim, e eles fizeram… E quem você acredita que nos fez, quanto à… A cultura pop fala sobre diferentes tipos de decifração dos diversos códigos egípcios, códigos maias e coisas assim. Você sabe alguma coisa sobre isso?

John Lear: Os mesmos que nos abduzem são os mesmos que nos fizeram. A maioria das histórias que ouve sobre alienígenas maus… os dracos e os reptilianos…

É tudo para fazer confusão. Eles não querem que a gente descubra. Então eles jogam toda essa conversa fiada, e, assim, não conseguimos descobrir.

E eles planejam estragar sua vida para ver como você lida com isso, para ver se você pode se comportar com integridade, sem inveja, ódio ou cobiça, enquanto você é castigado de todas as formas possíveis.

Exato. E todo esse peso em seus ombros. E também utilizar as pessoas ao seu redor como um fator de estresse, para ver como você responde.

John Lear: Exatamente.

Ouvimos sobre a revelação completa, que está acontecendo, um pouco aqui e ali. Mas qual a sua opinião sobre a revelação?

John Lear: Emery, me escute com bastante atenção. Nunca! Jamais!

Emery Smith: Porque se eles revelassem…

John Lear: Destruiria toda a história deles e tudo mais!

Exato.

John Lear: Eles empregaram muito esforço nisso de Bíblia, Jesus e Moisés. Muita gente acredita nisso. O que eles vão fazer? Dizer: ”Não, a propósito, nós fizemos vocês.” Tudo isso vai pelo ralo. Há muitas pessoas que levam isso a sério.

Emery Smith: Exato. Mas também há muitas pessoas por aí que estão muito conscientes e passaram por projetos, e estiveram em…

Sabem que eles estiveram na Lua ou em Marte, e todas essas coisas. E eu vejo que, por fim, daqui a muito tempo, que poderíamos nos tornar tão inteligentes e conscientes que saberemos do que aconteceu. Poderia falar sobre isso?

John Lear: Elas não vão saber. Elas podem querer saber: Qual é o nosso propósito? O que estamos fazendo aqui? Por que eu estou vivendo? Você fica sabendo quem te criou? Não. Você consegue saber por quê? A mesma razão que eles fazem centenas de bilhões de outros seres humanos.

Emery Smith: Certo. Notei também, John, quando eu fazia meus trabalhos sigilosos com amostras de tecido, que na maior parte do DNA de extraterrestres tinha DNA humano nele.

Então, em algum momento, tiveram que dizer: Nós viemos deles ou eles vieram de nós. Algo aconteceu na galáxia, é o que estou dizendo.

John Lear: Com toda a certeza.

Emery Smith: E os seres com os quais estamos interagindo, pode haver dez tipos diferentes de reptilianos. Pode haver 50 tipos diferentes de greys, e assim por diante.

E eu tento ensinar isso, porque é tolice dizer que todas as raças são iguais quando se fala sobre extraterrestres.

John Lear:

Mas outra coisa que as pessoas precisam entender, é que não houve Big Bang

Nós sempre estivemos aqui, e as pessoas têm muita dificuldade com isso, porque elas dizem: “Bem, alguém tinha que fazer isso.”

Nós sempre estivemos aqui.

Se você não entende isso, então não tem mais jeito.

Emery Smith: Para elas é o bastante, porque não pode chutar os pneus da nave. Está lá, e eles estão lá, e percebemos isso. E acho que é por causa da programação, de como somos criados neste planeta, que, geralmente, há uma resposta para tudo, e todos têm uma resposta. E as pessoas ficam muito frustradas quando não conseguem descobrir alguma coisa.

John Lear: Exato. Eu concordo com isso.

E você precisa esquecer isso, porque se você não esquecer isso, você poderia se machucar e as pessoas ao seu redor.

John Lear: Eu concordo com isso.

John, obrigado pela participação.

John Lear: Foi um enorme prazer. O prazer foi meu, Emery. É ótimo vê-lo de novo.

REVELAÇÃO CÓSMICA – POR DENTRO DO PROGRAMA ESPACIAL SECRETO

S14E02 A Lua é uma espaçonave. Foi construída em Júpiter há 38 milhões de anos

Disclaimer:
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11 Comments

      1. Hmmmm….. Sinto aí dedo do governo secreto… Alguma desinformação misturada com verdades… Cuidado pessoal. Discernimento é importante.

  1. É. A advertência do site faz todo sentido.
    Não gostei muito não.
    Eu vivenciei coisas boas e diferentes, nada de contato com insectóides ou reptilianos.

    Com todo respeito, ele pode estar certo, mas ainda prefiro minha intuição.

  2. Tem algumas coisas que vão de encontro ao artigo do Hidden Hand. Mas acho que algumas coisas são estranhas como a parte que os ETS nos criaram…se ainda fossem os benevolentes isso sim faria sentido. Mas os gregos? Fracos? Reptilianos? Nem todos serão negativos mas a ideia que eu tinha era que temos a essência cristica .
    E agora pergunto: sendo partículas do Criador e divinas , tudo o que existe …então ate os reptiliana, dracos ou greys serão criação Dele também? Então tem essência divina também?
    É tudo um jogo para nós aprimorarmos a nós humanos e até os negativos tem o seu papel a desempenhar … ( Para nos ajudar a escolher? ) …. Ou percebi mal?

  3. Cara Ana,
    permita- me adentrar ao vosso comentário. Deus criou a tudo e a todos. Deus não criou bons e nem maus mas criou todos iguais ou seja, simples e ignorantes. O que somos hoje é fruto das nossas escolhas, do nosso livres arbítrio. A semeadura é livre mas a colheita é obrigatória.
    Mas como Deus é Amor, ele nos criou para a perfeição e todos alcançaremos esta condição inclusive aqueles que hoje estão maus, porque ninguém é mau mas está momentaneamente nesta condição e mesmo eles terão oportunidades de se reerguerem e é exatamente por essa certeza que os seres benevolentes não estão a destruir os maus mas a encaminhá-los para planetas inferiores de acordo com a sua condição vibratória para que lá possam dar continuidade á sua trajetória evolutiva. A alma é imortal.
    Quanto ao sermos criados por ETs, pode ser possível no nível físico porque o espírito, a nossa essência, só Deus é capaz de criar. Só para ilustrar essa possibilidade, vamos imaginar os nossos cientistas geneticistas que já alteraram os corpos de vários animais e plantas, como os frangos de granja que produzem mais carnes em determinadas partes ou vacas que produzem mais leite ou mangueiras que produzem mangas mais doces etc. Embora se tenham manipulado os corpos, não se pode manipular o espírito, embora seja possível manipular as consciências.
    Então amiga, teoricamente, é possível que os nossos corpos tenham sofrido alguma manipulação sim, tal qual ocorrem com os atletas que participam de olimpíadas. Mas isso não deve ser causa de preocupação porque o verdadeiramente importante é o nosso Eu superior no qual os cientistas não tem acesso. Muita Paz.

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