revelação cósmica temporada 08

Área 51 ~ temos lá uma nave dos seres com 9 biliões de anos

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Este é um dos melhores episódios da série “Revelação Cósmica” e o mais informativo sobre informações da Área 51, que tem estado na “moda” ultimamente, depois do evento organizado (conta com mais de um milhão de pessoas) para invadir a mesma em setembro de 2019.

Esta é a terceira parte e última da excelente entrevista de David Adair que construiu um foguetão com apenas 15 anos e que posteriormente fez um foguetão-reator que durou 26 meses a produzir (tinha 17 anos quando ficou pronto) com objetivos de termos energia limpa e gratuita, mas cujas intenções de terceiros, era ter mais velocidade para transportar as ogivas para uma aniquilação de parte da população se necessário (em 1971).

Fala sobre um dispositivo de uma nave alienígena dentro da área 51 onde a mesma teria energia suficiente para alimentar o planeta. David Adair crê que os seres desta nave têm 9 biliões de anos: são os primeiros do nosso Universo. A área 51 deve ter sido feita após terem descoberto esta nave, uma nave simbiótica onde como já foi dito em outros artigos, existe a tripulação que está liga à estrutura que é orgânica. A linguagem desta máquina seria através de sentimentos, sensações.

S08E03 O Passeio na Área 51 (Revelação Cósmica ~ David Adair)
S08E03 The Descent into Area 51 (Cosmic Disclosure ~ David Adair)

Assista ao episódio clicando no link abaixo, usando o browser chrome (watch the episode by clicking on the link below, using the chrome browser):
https://drive.google.com/open?id=1ySqiq8iMBAqC6knf0eaYj3_TV2v_xnUT

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Episódio com legendas não formatadas em português do Brasil (para quem não deseja assistir ao vídeo):

revelação cósmica temporada 8 episódio 3

REVELAÇÃO CÓSMICA – POR DENTRO DO PROGRAMA ESPACIAL SECRETO COM COREY GOODE E DAVID WILCOCK

Bem-vindos de volta ao
”Revelação Cósmica”.

Sou o apresentador,
David Wilcock.

Neste episódio,
contaremos novamente

com a participação do
nosso convidado especial,

David Adair, alguém
que realmente

pôde dar um passeio na Área 51.

David Adair e a sua visita à Área 51 em 1971

David, obrigado por voltar aqui.

Estou feliz de estar aqui.

Você estava
descrevendo uma coisa

que parecia ter
vindo de um filme

de terror.

Havia uma criatura
alienígena, por assim dizer,

coberta de ossos.
Ela era gigante.

Você não ficou com medo
quando isso aconteceu?

Você é a primeira
pessoas a fazer-me

essa pergunta.

S08E01 Biografia de David Adair (Revelação Cósmica)

Na verdade…

Não, eu estava me divertindo.

A única coisa que me
amedrontava era o Rudolph.

“Este humano aqui
embaixo é perigoso.”

Não, essa coisa era só…

Fiquei pasmado.

Sempre que vejo algo,

surgem 50 perguntas
por trás desse algo.

Quando aquela coisa
começou a interagir,

com sombras e coisas do tipo,

eu pensei: “O que
está acontecendo?”

Então, virei-me e perguntei ao
Rudolph: “Posso subir nela?”

Porque os ossos funcionavam
como treliças.

Era uma espécie de caixa torácica
que saía de uma extremidade

e unia-se no centro.

As costelas entrelaçavam-se,

protegendo a grande
estrutura por baixo delas.

Então, dava para subir nela
como se fosse uma escada?

Sim, dava.

Imagine o esqueleto
de um dinossauro.

Dá para escalar algo desse tipo.

Então, como havia ângulos,
linhas horizontais

e perpendiculares,
dava para subir.

Então, olhei para o Rudolph.

Eu disse: “Posso
subir nessa coisa?”

Primeiro, todo mundo da
Força Aérea disse que não,

mas ele autorizou.

Eu disse obrigado a ele.

Foi a única vez que
disse obrigado a ele.

Então, subi naquela coisa.

Enquanto eu subia nos ossos, quando
eu tocava na estrutura óssea,

nada acontecia.

Porém, quando eu
tocava a área lisa

que ficava protegida dentro

da estrutura óssea…

Eu frequento um lugar
onde é possível nadar

com golfinhos e coisas do tipo.

Aquilo era parecido com
a pele de um golfinho.

Se você empurrar com
força, e eu fiz isso,

ela entrava um pouco e
ficava dura como uma pedra.

Então, era uma espécie
de revestimento orgânico

com aço ou outra liga
no lado de dentro.

Então, você chegou

a uns 7,5 metros de altura
quando atingiu o topo?

Eram 4,5 metros de altura,
6,7 metros de largura.

Certo.

Eu cheguei a uns 4,5m de altura.

Cerca de 1,5m a mais que
uma cesta de basquete,

uma altura considerável.

Não seria legal cair.

Eu certamente me machucaria.

Sim, você não morreria,

mas se machucaria.

Você certamente se machucaria.

Então, cheguei ao topo.

Porém, ao subir,

eu empurrei a área lisa.
Então, aquela coisa

começou a reagir.

Quando a minha pele entrava em contato
com a superfície daquela coisa,

surgiam várias ondas
azuis e brancas

em volta da minha mão.

Era como aquelas
máquinas de ondas

que os executivos ficam observando
quando querem se acalmar.

É um aparelhinho que você compra.

Eram azuis e brancas,
mas era como uma luz?

Ou qual era sua aparência.

Elas tinham sua
própria luminosidade.

Dava para vê-las de
fora do outro material.

Na verdade, elas
brilhavam um pouco

e cresciam para os lados.

Quando você tira a
mão, elas se dissipam

até a extremidade mais distante

e retornam ao ponto
de contato original,

onde elas se dissipavam de vez.

Você sentiu alguma carga
elétrica ou algo assim

quando isso aconteceu?

Sentiu calor?

Não havia calor, mas
algo estava acontecendo,

pois notei que os pelos do
meu braço estavam eriçados.

Porém, não havia nenhuma
carga elétrica.

Talvez estática, mas não
levei nenhum choque.

Certo.

Dava para sentir que
algo estava ocorrendo.

Então, tirei a mão, virei-me
e olhei para o Rudolph.

Coloquei a mão de
volta. Eles ficaram

observando.

A cara deles ficou…

Eu olhei para eles e disse…

Eu retirei a mão e
olhei para eles.

Então, coloquei a mão de
volta. Eles ficaram olhando.

Eu disse: “Vocês nunca
tinham visto isto antes?”

Eles ficaram com muita raiva.

Aparentemente, eles nunca
tinham obtido uma reação.

Ela gostou de você.

Acho que sim.

Se fosse um gato,
teria ronronado.

Porém, perguntei ao Rudolph:
“Posso subir nela?”

Ele autorizou.

A Força Aérea disse que não.

“Sim, pode subir.”

Então, eu subi.

Eu andei sobre algo
que parecia ser…

Isto é muito estranho.

Parecia ser uma coluna vertebral
gigante com vértebras.

Nossa!

E havia uma placa óssea que…

Eu diria que ela tinha
uns 1,2m de largura,

e as vértebras…
Isso facilitava muito

a caminhada.

Era só pisar nas vértebras.

Então, percebi que,
entre as vértebras,

havia um grande maço de…
Parecia fibra óptica,

mas não era exatamente
fibra óptica

porque havia um fluido
que passava dentro dela.

A melhor forma de descrever
esse fluido seria:

quando éramos crianças, caíamos

e ralávamos os joelhos,

a mamãe vinha com um vidrinho

que nós odiávamos,
chamado de Mertiolate.

Ele queimava como o fogo sagrado
quando encostava na pele.

Porém, a cor do
Merthiolate era única.

Era um laranja azulado,
esverdeado e iridescente.

Quando você colocava a
garrafa contra a luz do Sol,

era ficava linda.

De qualquer forma, era
um fluido desse tipo

que passava por esses tubos.

Estranho.

E eles percorriam
todo o comprimento

da coluna vertebral.

Porém, visto de baixo,
era muito legal.

Essas fibras dividiam-se a
partir da caixa torácica,

em quase todas as
vértebras, e espalhavam-se

pelas laterais.

Vistas mais de
longe, como do solo,

de onde ficavam claramente visíveis,
elas se pareciam com o sistema

de sinapses neurais dos humanos.

Porém, você disse que elas
eram como fibra óptica.

Essa parte não parece
ser biológica.

Não.

Isso me lembra a
letra de uma canção:

“parte fato, parte ficção,
uma contradição ambulante”.

Era exatamente isso.

Era como…

Ela estava respirando?

Eu observei isso.

Você se lembra que
pus as mãos nela?

Fiquei lá, em silêncio,

procurando sinais de
pulso ou respiração.

Não senti nada.

Porém, não me surpreenderia
se ela respirasse.

Sim.

Se ela espirrasse, eu
ficaria assustado.

De qualquer forma, desci de lá.

Andei na direção… Era uma
figura em forma de oito,

como uma ampulheta, uma
figura com um cruzamento.

Nesse cruzamento…

Não sei onde ficava a
frente e as costas

daquela coisa, mas o lado
que estava virado para nós

continha um buraco profundo.

Um buraco?

Um buraco.

Como se tivesse levado um
tiro e estivesse danificado?

Sim.

E para deixar as coisas
ainda mais confusas

de entender, quando algo
parecido com uma máquina

é furado no meio, o
metal fica afiado,

com estilhaços e pontas
em volta do furo,

realmente afiado.

Eu vi uma foto uma vez,
era exatamente assim.

Quando eles atiram com um arpão em
uma baleia, ele contém uma granada

que é detonada.

Deve ser horrível
para as baleias.

Porém, quando eles furam a
baleia, surge um grande buraco.

Dá para ver a gordura, certo?

Certo.

Era essa a aparência
daquele buraco de tiro.

Parecia gordura de baleia,
não estilhaços de metal.

Aliás, era… Aquilo
começou a perturbar-me,

pois parecia carne.

Eu pensei

e fiquei perguntado a eles…

“Não, é uma máquina.

Não, é orgânico.

Não, é uma máquina.”

Era uma vai e vem
diante daquela coisa.

Então, fui para a lateral e
olhei por baixo do buraco.

Perguntei ao Rudolph: “Posso
olhar dentro do buraco?”

Havia alguma luz, controle
ou algo visível…

Não, estava escuro.

Nem sei por que eu
queria ir lá dentro.

É meio louco isso
de querer entrar

em um buraco escuro.

Com certeza.

Principalmente
quando você já está

em uma cena de um
filme de terror.

Eu decidi

que isso nem importava
mais àquela altura.

Eu já estava lá, então…

Então, perguntei ao Rudolph:
“Posso entrar no buraco?”

O pessoal da Força Aérea passou
a dizer não com mais veemência.

O Rudolph disse: “Fiquem quietos!

Sim, pode entrar.”

Então, eu pisei lá dentro.
Pensei que fosse ser mole,

sabe?

Que fosse ceder.

Porém, não era.

Tinha algum cheiro?

Essa é outra pergunta
interessante.

Havia um odor no ambiente.

Eu sei que isto vai
parecer estranho,

mas tinha cheiro de coisa assada.

Sério?

Eu esperava algum tipo de odor

químico ou metálico.

Porém, o cheiro
era de biscoitos.

Não sei dizer o que era.

Estranho.

Então, eu pisei

na carne furada ou
na gordura, sei lá.

Quando pisei, ela não cedeu.

Dava para sentir que era

quase como uma borracha.

Uma borracha muito
forte, como a borracha

usada em pneus.

Então, eu pensei:
“Do que esta coisa

é feita?”

Então, eu desci.

Agachei-me e deslizei…

Quando atingi o horizonte
de eventos da área,

uma luz acendeu-se lá dentro.

Era como uma luz azul.

Sério?

Uma luz azul-bebê.

Dava para ver tudo lá dentro.

Fiquei olhando pasmado.

Seja lá o que for que
interage com essa coisa,

deve ser um antropoide
bípede, pois há um…

O piso tem uma
plataforma que desce.

Tem uma cadeira com estas aqui.

Dá para ver os nossos pés aqui.

Isso quer dizer que temos
pernas e joelhos dobrados.

Então, quem estiver mexendo
nessa coisa deve ser como nós.

Um corpo do mesmo tamanho?

Maior, menor?

Era o mesmo… Mais ou
menos o mesmo tamanho.

Certo.

Um pouco maior,
podendo acomodá-lo

com um certo conforto.

Então, entrei lá.

E é aqui que fica interessante.

Aparentemente, era
uma usina de energia

que ficava dentro de
uma nave espacial.

O tiro atravessou
o buraco na nave

e chegou até a lateral do motor,

estourando tudo até este ponto.

Acho que aquela área era
um centro de diagnóstico.

Era onde o pessoal de
manutenção ou reparos

ficava sentado na cadeira…

Não havia uma cadeira, mas
dava para ver o contorno…

Os resquícios de uma cadeira.

Porém, o tiro
atravessou a parede

e destruiu a cadeira
junto com a parede.

E qual era o tamanho dessa sala?

Do tamanho da área
entre você e eu.

Então, era bem pequena.

Era como uma cabine.

Certo.

Porém, esta parede
aqui deste lado,

se você estivesse sentado, era
como uma janela de observação,

que eu achei muito legal
porque, com a máquina ligada,

dá para ver o fluxo de plasma.

Isso seria muito legal.

Não seria super legal?

Porém, o tiro
atravessou a parede.

Logo em seguida, haveria

o escudo eletromagnético,
o campo.

Quando o tiro chegou lá, ele…

A parede… O campo
bloqueou o tiro

ou ambos se cancelaram,

pois, assim que o
tiro fez contato,

simplesmente porque
esse tipo de tiro

ocorreu e o resto ficou intacto,

seria necessário desligar
em um picossegundo,

um trilionésimo de segundo.

Do contrário, o motor
teria sido vaporizado

pelo calor dentro
do campo de plasma,

dentro do campo eletromagnético.

Nada teria sobrevivido.

Então, ele se desligou muito…
Era um mecanismo de segurança.

É assim que ele é desligado
em casos de emergência.

Então, se alguém
atirou naquela nave,

sabia exatamente onde acertar.

Nossa!

Com muita precisão.

Sabia exatamente onde acertar
para desligar o motor

e mantê-lo intacto.

Você procurou um painel de
controle junto com o assento?

Sim, procurei.

Aliás, eu me sentei no
que restou da cadeira.

Logo à minha frente, havias
duas cápsulas grandes,

do tamanho de uma bola de
vôlei cortada pela metade.

Havia reentrâncias onde
os dedos entravam.

Porém, não era assim.

Só dá para colocar as mãos
lá dentro, no nosso caso,

se juntarmos estes dois dedos.

Era isso que havia lá.

Você enfia as mãos e abaixa-as

até que o topo das suas mãos

fique no mesmo nível da
superfície das cápsulas.

Você está dizendo que a área

na qual os dois dedos
ficariam era mais larga?

Sim, larga o bastante

para enfiar os dedos de modo
que a parte de cima dos dedos

ficasse nivelada com a cápsula.

Certo.

Certo.

Então, era óbvio

que você tinha que fazer isso.

Isso é muito
interessante, David,

porque se parece muito
com aquela coisa

em que o Arnold
Schwarzenegger coloca as mãos

no fim de “O Vingador do Futuro”.

Será que eles pegaram
a ideia de você?

Talvez você tenha
dado esse testemunho

antes de fazerem o filme.

Eu me lembro de ver isso.

Porém, no filme, ele
usa estes dois dedos,

não estes,

mas a ideia é similar.

Sim.

Foi assim que eu fiz.

Porém, se não me engano,
o filme não mostra

o que aconteceu
quando eu me sentei.

Finalmente encaixei as mãos.

Assim que encaixei
todos os dedos,

pensei: “Que legal!

Eles se encaixam.”

Então, uns anéis de
trava surgiram…

Eu vi um filme do Batman com
o bat-móvel e seu escudo.

Eles foram se encaixando

e cobrindo tudo.

Foi o que aconteceu,
mas foi mais rápido

que no bat-móvel.

Os anéis foram se encaixando.

Eles chegaram até
as articulações.

Nossa!

Fiquei preso naquela coisa.

Todos os anéis começaram
a ficar apertados.

Eu pensei que fossem cortar

os meus dedos.

Então, comecei a pedir ajuda.

A interação com
aquela coisa foi…

Era para isso que servia.

O pessoal de manutenção
colocava as mãos e…

Não fui eu que a construí.

Eu não conhecia a língua.

Não sabia de nada.

Eu fiquei me perguntando o
que eles faziam com aquilo.

Porém, obviamente, servia
para fazer a manutenção.

E com aquela janela para observar
o campo de plasma, obviamente,

eles faziam alinhamentos.

Foi outra coisa que vi
no campo de plasma.

Eu tenho placas muito
especializadas

que mover o campo eletromagnético
de modo que eu possa…

Para aumentar a eficiência.

Eles tinham algo que
parecia um tetraedro

do avesso.

E eles estavam distribuídos
por toda a parede,

mas todos estavam no campo
de visão um do outro.

Acho que era assim que eles…

Não sei o que eles faziam,

era tão…

Você viu tetraedros lá dentro?

Sim.

Como assim, do avesso?

Sabe como eles se parecem

com a estrela de Morávia?

Sim.

Então…

Imagine que você pegou uma
estrela de Morávia do avesso.

A ponta que vinha nesta direção

estaria na direção oposta.

Eu percebi…

Era um tipo de matriz inversa
desconhecida para nós.

Talvez tivesse algo a
ver com a polaridade

dos campos eletromagnéticos.

Não sei o que eles faziam.

Não fui eu que os projetei.

Certo.

Porém, posso garantir que eles
eram mais inteligentes que eu.

Porém, eu gravei alguns
dos padrões que vi

na memória.

Então, quando montei a minha
própria versão, eu trapaceei.

Roubei a ideia deles.

Eles tinham ideias melhores.

Você deve ter ficado com medo.

Essa coisa…

Ela simplesmente
surgiu nas suas mãos.

Sim, eu fiquei desesperado

e comecei a pedir ajuda.

E ela disse… Havia uma voz

que eu ouvia, parecia a
voz da Lauren Bacall.

Sério?

Uma voz feminina
sensual que dizia…

Como a da Veronica
Rabbit ou algo assim.

Ela disse: “Fique quieto.”

E ela estava me segurando.

Eu aceitei.

“Meu Deus,

eu devo ser muito idiota!

Eu entrei em um
veículo alienígena.

Enfiei as mãos e ele me pegou.

Só Deus sabe o que
acontecerá agora.”

Eu não havia planejado
nada daquilo.

“É coisa demais”, foi o
que fiquei pensando.

A curiosidade vai matar o gato.

Com certeza, houve alguma
troca de informações.

Lembro-me de sentir… Era
um calor muito intenso

subindo pelos meus braços.

Quando chegou no meu pescoço,

na minha carótida, de repente,

havia outra cabeça
dentro da minha.

Nossa!

As imagens que vi
eram inacreditáveis.

Não dava para entender nada.

Vi sistemas estelares diferentes.

Saí de lá com várias impressões.

Acho que é assim que
eles falam conosco.

Como não falamos a língua deles,

como eles podem se comunicar?

Somos seres com sentimentos.

Esse é um universo diferente,
outra forma de comunicar-se,

como a linguagem corporal.

São sentimentos e impressões.

Você viu algum hieróglifo

ou alguma escrita incomum?

Não, mas vi uma civilização
inteira, mundos avançados.

Aquela coisa era uma
usina de energia

que se conectava a uma nave maior.

Também havia uma tripulação.

Todos os três eram
seres sencientes.

Imagine uma usina
de energia viva!

A sua nave também está viva,
assim como a sua tripulação,

e todos se relacionam
uns com os outros

de forma simbiótica.

Nossa!

Que bela forma de
viajar pelo espaço!

Isso basicamente elimina a
necessidade de controle de danos.

Imagine só:

você entra em apuros, é
atingido ou algo do tipo,

e você é o capitão sentado
na cabine de comando.

Você não precisa que
alguém lhe diga onde…

Você sabe onde foi atingido
porque você sente.

Você está ciente.

Você sabe que alguém abriu
um buraco na lateral.

Você saberia.

Mesmo que não pudesse ver nada,

você saberia dizer a
localização do inimigo.

Certo.

Será que a Marinha
gostaria de aprender isso?

De qualquer forma, fiquei
pensando por horas.

Com certeza, só fiquei
lá por alguns minutos,

porque as pessoas lá embaixo
nem pareceram perceber,

nem ficaram alertas
porque a minha visita

estava demorando muito.

Então, eu saí.

Assim que passei pela abertura,
as luzes apagaram-se de novo.

Simplesmente se apagaram.

Era como um sensor.

Fiquei curioso.

Você conseguiu ver nessas visões

como eram essas
pessoas originalmente

ou algo sobre sua civilização?

Como eram os prédios…

Sim, consegui gravar
algumas coisas.

Aparentemente, essa sociedade
simbiótica é antiga.

Não são milhares de anos.

Não são milhões de anos.

Estamos falando de oito
ou nove bilhões de anos.

Sério?

É a coisa mais velha que
existe no universo.

É como…

É a primeira espécie
do universo.

Não apenas da galáxia,
de todo o universo.

Nossa!

E eles vivem no espaço
entre as galáxias.

Sério?

Como uma baleia que vive
nas profundezas do oceano.

Acho que é lá que
esses seres residem.

Eles são uma mistura de…

Agora que já os conhecemos…

São como os Borg.

São uma mistura de
criação e construção,

tudo junto.

Você teve alguma impressão

de que eles eram positivos?

Não eram uma raça
maligna de guerreiros?

Não.

Porém, aparentemente, eu não…

Eram só imagens, impressões.

Porém, aquela coisa
devia estar no meio

de alguma batalha.

Ela foi ferida, não
há descrição melhor.

Ela foi ferida em um conflito.
Então, ela começou a procurar

um lugar para pousar.

Para consertar-se ou curar-se.

Não sei o que ela faz.

Onde estamos dentro
da nossa galáxia?

Onde estamos?

Estamos no cantinho.

Ela voou até a nossa galáxia.

O primeiro planeta que achou, um planeta
de classe M, provavelmente nós.

Então, ela pousou.

E eles podem ter
achado essa coisa.

Nós provavelmente não
seríamos capazes

de derrubar algo assim.

Não.

Eles a escavaram.

Talvez seja por isso que
construíram a Área 51 lá,

porque acharam uma
caverna do tesouro,

ou seja, a nave deve estar por
perto e deve ser bem grande.

Então, se você seguir a matriz,

isso significa que a tripulação
deve estar por perto.

Você acha que um reator desses
seria capaz de alimentar…

Teria energia suficiente
para abastecer

uma cidade inteira,
como Los Angeles?

Não apenas uma cidade.

Um planeta inteiro.

Sério?

É como um porta-aviões.

Um dos nossos porta-aviões
foi até Beirute

quando eles haviam
ficado sem reatores.

Ele conseguiu abastecer
toda a cidade de Beirute

até que a infraestrutura de
lá voltasse a funcionar.

O lugar havia sido bombardeado
até não poder mais.

Aquela coisa podia
pousar em uma planeta.

Essa usina de energia podia
ser extraída facilmente.

São apenas quatro desconexões
para poder removê-la.

Então, seria possível pousá-la e
alimentar um planeta inteiro.

É só…

Não sei a potência que ela gera.

Imagine uma estrela amarela como
a nossa até uma estrela média.

Cabem um milhão de Terras
dentro dessa coisa.

Acho que ela tem a potência
de um gigante azul.

É ilimitada.

Não consigo nem imaginar
como seriam as armas

com uma coisa dessas.

Porém, parece que ela nunca
havia precisado de armas.

Talvez para defesa.

De qualquer forma,
eu saí daquela coisa

com uma atitude diferente.

Essa pergunta que você fez é
ótima: eu fiquei com medo?

Não fiquei com medo desse dispositivo
nem de nada dentro da Área 51.

Fiquei com mais medo do Arthur
Rudolph que de qualquer outra coisa.

Então, eu saí. Porém,
fiquei com tanta raiva

quando estava saindo
daquela coisa,

acho que por ter
visto tanta coisa.

Então, percebi que ninguém
sabia de nada daquilo.

Ninguém tem o direito de manter
esse tipo de conhecimento

escondido dos outros.

Parei para conversar com
aqueles caras de novo,

o pessoal da Força Aérea
e o Rudolph. Por fim…

Eu só… Eles me perguntaram

algo…

Eles queriam perguntar se
eu tinha aprendido algo

lá dentro que pudesse
compartilhar com eles.

Essa foi a gota d’água.

Eu gritei com eles: “Olhem só,

essa coisa não é nossa!

Também não é dos soviéticos.

Aliás, nem é da
nossa vizinhança,

não é mesmo, pessoal?

Quantos anos tem isso?

Há quanto tempo está nas suas mãos?

Foram vocês que a derrubaram?

Acho que não.

Vocês a escavaram?”

Eles ficaram muito atiçados,
ficaram enfurecidos.

Eu não estava nem aí
mais e disse a eles:

“Ninguém, nenhum presidente
ou chefe de estado

tem o direito de esconder
esse tipo de conhecimento

de toda a raça humana!”

Você disse isso enquanto
estava de pé sobre…

Sim.

Sim.

Era um ótimo lugar para…

No meio da Área 51?

Sim, era um ótimo lugar para…

Não havia pensado dessa
forma até você dizer isso.

Acho que eu estava
pregando no palco.

E que belo palco era aquele!

Porém, não sei.

Eu só fiquei…

Geralmente, eu sou bem
calmo e tranquilo.

Porém, naquele momento,
eu estava furioso.

Enquanto eu dizia as coisas,
eu pensava: “David,

você realmente disse isso a eles?”

Sim, e eu estava furioso.

Eles ficaram com raiva

e ordenaram que eu
descesse de lá.

Enquanto eu descia,
coloquei minha mão de volta

na área lisa na parte
interna daquela coisa.

Assim que encostou na minha pele,
estendendo-se por 6-9 metros

pelas laterais, muito maiores
que as azuis e brancas,

agora havia chamas
vermelhas e laranjas

na metade do corpo daquela coisa,
sempre que eu encostava nela.

Eu retirei a mão, dei uma
tapinha, e lá estava.

Fiquei admirando o que
estava acontecendo.

Ela começou a retrair-se de novo.

Voltou a ficar azul e
branco enquanto eu descia.

Não era uma liga
sensível ao calor.

Era algo que reconhecia
sentimentos.

Aquela coisa podia me sentir.

Ela sabia quando eu estava calmo
e quanto estava com raiva.

Como ela fazia isso?

Era interativa.

De qualquer forma,
saímos da área do motor.

Eles me mandaram
entrar no carrinho.

“Sente-se no fundo.”

Estavam sendo bem grosseiros.

Sentei-me no fundo,
virado para fora,

e eles começaram a
dirigir para frente.

Voltamos pelo corredor
e subimos o elevador

até chegarmos ao teto,

no outro andar.

Então, comecei a ouvir
os caras sussurrando,

porque o vento estava passando por
eles e vindo na minha direção.

Eu podia ouvir tudo, mas
eles não sabiam disso.

Eu estava ouvindo tudo.

Eles estavam dizendo:
“Precisamos fazer

com que ele nos ajude a descobrir
como esse motor funciona

ou replique esse motor”,
como havia feito com o meu,

para que eles tivessem um
funcionando e outro para desmontar.

Dessa forma, eles teriam
um ciclo completo

e poderiam começar a
produção em massa.

Eles disseram que precisavam daquilo
para a frota de primeira patente.

Fiquei pensando:

“Quantos será que eles
querem produzir?”

Quantas ogivas nucleares
nós tínhamos em 1971?

4,000?

Então, eles querem a
minha velocidade.

Como vencer

uma destruição mútua garantida?

Nós vivemos nesse contexto

desde o teste Trinity.

A única forma de vencer é
por meio da velocidade.

Quem atirar primeiro vence.

Eu havia dados a eles o
veículo de que precisavam.

Nossa!

E eu pensei: “Estou
tentando construir

uma usina de energia.”

Eles queriam bombardear
metade do planeta…

Eles não estavam pensando.

Se você bombardear os
soviéticos, quem mais

você terá que matar
no mesmo dia?

A China.

Já estamos falando de 50%
da população do planeta.

Então, estamos falando de
um golpe militar mundial,

e nós seríamos os reis.

Isso é horripilante.

É pior que os alemães.

Então, eu fiquei
ainda mais bravo,

porque estava tentando criar
energia ilimitada e limpa,

mudando as pegadas de carbono.

Eu não abraço árvores.

Sou um cientista.

Eu crio coisas.

Porém, isso seria bom para você, para
os seus filhos, para os seus netos.

Isso interromperia as
pegadas de carbono.

Outra coisa que esse motor
é capaz de fazer…

Eu posso enviar um deles
até a Montanha Yucca,

queimar todos os resíduos no
meu reator, gerar energia

e eliminar os resíduos para sempre.

Isso poderia mudar tudo.

Porém, eles queriam criar
um sistema de armas

que nos permitisse…

Eles só pensam nisso quando
descobrem a energia nuclear

pela primeira vez.

O que fazer com ela?

Construir uma usina nuclear.

Não, você abre um
buraco no chão.

Entende?

Isso me deixou com muita raiva.

Enquanto subia para a
superfície no elevador,

fiquei pensando que eu precisava
explodir o meu foguete.

Isso era péssimo.

Demorei 26 meses
para construí-lo.

Ele saiu de mim.

É como se fosse meu filho.

Agora, por causa da
babaquice deles,

eu teria que matar o meu filho.

Que horrível!

Então, eu subi até o hangar 4…

Curtis LeMay era um dos líderes

do Estado-Maior Conjunto
durante o governo

de John F. Kennedy.

Isso mesmo.

Sim.

Então, você está falando
que os níveis mais altos

da estrutura de comando
do EUA queriam usar isso

para atacar primeiro.

Correto.

Já entendi onde
você quer chegar.

Não sei o que lhe dizer.

Sou um cara normal.

Eu só percebi que tudo
estava sendo pervertido.

Eles só queriam destruição.

O que aprendemos com
tantas guerras?

Nada, a não ser como matar
com mais eficiência.

Então, o problema era
como explodir um foguete

em uma base secreta
da Força Aérea

sem ter nada além
da roupa do corpo?

O que fazer?

Fiquei sentado lá,
tentando pensar.

Então,

tive uma ideia.

Não podia deixar que eles
prosseguissem com o plano.

Então, achei a resposta.

O elevador chegou ao topo.

Voltamos ao hangar.

Então, andei até as
portas do hangar

e olhei para a roda
perto do cubo.

Curvei-me como se estivesse
me apoiando na porta,

abaixei-me e peguei um
punhado de graxa grafitada.

Pergunte a qualquer um o que acontece
quando grafite e deutério se encontram.

É uma reação violenta.

Então, comecei a
gritar e berrar:

“Nunca mais verei o meu foguete!

Vocês vão tirá-lo de mim!”

Estava sendo chato e
chorão porque o Rudolph

não suportava aquilo.

Eu disse: “Deixe-me vê-lo de novo
pelo menos uma vez antes de…”

E ele disse aos dois guardas:
“Levem-no no carrinho

e vão até lá.

Preciso verificar o motor
de qualquer forma.”

Então, fomos lá, eu e
esses dois guardas.

Fomos dirigindo.

Eu disse: “Quer saber?

Vocês se importariam de
ficar aqui no carrinho?

Acho que ele está vazando.”

Os guardas não
quiseram se mover.

Então, eu desci.

Fui até lá.

Abri a câmara de indução
e enfiei o grafite.

Ele seria puxado para
dentro do cíclotrons

e o ciclo começaria
em 90 segundos.

“Espero que o tempo
seja suficiente.”

Nossa!

Então, ajustei para 90 segundos

e fechei a porta.
Começou a dar corda.

Virei-me para os guardas.

“Meu Deus!

Está vazando!

Estão ouvindo o barulho?”

Sim.

“Ele vai explodir!”

Entramos no carro.
Eles se curvaram

sabe?

Saíram voando de lá. Mal
estávamos encostando

no solo.

Minha nossa!

Ele me fez uma ótima pergunta,

como você fez.

“Que distância é segura?”

Eu fiquei lá, pensando…

“Meu Deus, se ocorrer uma
explosão nuclear…”

Eu respondi: “Chicago”.

Os guardas entreolharam-se
e curvaram-se

sabe?

Saímos voando de lá.

Era mais provável que morrêssemos de
acidente de carro que com a explosão.

Porém, chegamos aos
hangares e o Pitholem

explodiu.

Ele fez um buraco do tamanho
de um campo de futebol,

uns 30 metros de profundidade.

Não foi uma explosão nuclear.

Nossa!

Só uma explosão normal.

Porém, o maior pedaço
que eles encontraram lá

era do tamanho do meu dedão.

Fez muito barulho?

Você sofreu alguma
perda de audição?

Na verdade…

Cara, você faz
perguntas excelentes.

Sim, eu sofri uma perda de audição
permanente nos anéis ultrassônicos

de ambos os ouvidos.

Nossa!

Veio a calhar.

Eu posso me deitar
em um quarto e,

se tiver um grilo,
não vou ouvir nada.

Todo mundo vai ficar louco.
“Não aguento mais esse grilo!”

“Que grilo?”

Entende?

Porém, consigo ouvir nas
faixas média e baixa.

Só a ultrassônica que já era.

Nossa!

Ninguém nunca havia
me perguntado isso.

É verdade.

Isso aconteceu de verdade.

Dano permanente, reações reais.

Até o fonoaudiólogo,
quando fez a leitura,

perguntou: “O que
aconteceu com você?”

Eu perguntei: “Por quê?”

Ele disse: “A forma como os
seus ouvidos internos…

Deve ter sido um
som ultra agudo.

Deve ter sido uma
explosão enorme.”

Eu disse: “É, foi mesmo.”

De qualquer forma, voltei lá.

Vou falar agora da
inteligência do Rudolph.

Ele ficou olhando para
aquela mini-nuvem de fumaça

lá fora.

Ele olhou para os guardas e
perguntou o que havia ocorrido.

“Ele disse que estava vazando.”

Ele sabia que aquele
foguete não vazava.

Ele ficou me olhando,
pegou a minha mão,

virou-a do avesso e olhou
para a porta do hangar.

Foi muito rápido.

Ele só olhou para mim…

“Muito esperto.”

Então, ele me bateu tão forte,
que os meus dentes de baixo

ficaram encravados no meu lábio.

Caí no chão, sangrando muito.

Tenho uma bela
cicatriz aqui dentro.

Ouvi as pistolas sendo armadas.

Só conseguia pensar:

“A esta altura, podem atirar.

Não estou nem aí.”

Virei-me e olhei para cima.
Adivinhe para quem as pistolas

estavam apontadas?

Para o Rudolph.

Sério?

Eram pessoas da Força Aérea.

Ele era um nazista.

Ele havia acabado de bater
em um menino de Ohio

na frente de toda aquela
gente da Força Aérea.

Olhei para cima…

Eu estava sangrando
por toda parte.

Olhei para cima e
disse: “Rudolph,

acho que você não
está no comando.

Aparentemente, esses caras
ainda não superaram

a Segunda Guerra Mundial.”

Os homens de preto
dele pegaram-me

e levaram-me embora.

Atravessamos o hangar,
uma área de escritórios,

e descemos por um corredor.

Fui colocado em uma
sala sem janelas.

Só havia uma porta e uma
lâmpada pendurada no teto.

Só isso.

E eles percorriam a porta.

Fiquei sentado lá, pensando:
“Estou muito mal.”

Então, no caminho até lá,

o Rudolph queria provar algo.

Ele disse: “Só um minuto.

Quero que você veja algo.”

Então, entramos em uma sala
que parecia um laboratório.

Havia um cadáver deitado lá.

Era um jovem de 17 anos.

Ele disse: “Vamos mudar
a arcada dentária

para que fique igual à sua.

Vamos queimá-lo até não
sobrar quase nada.

Então, vamos mandá-lo
de volta aos seus pais,

dizendo que você morreu queimado
em um acidente, em White Sands,

e você ficará aqui até
o fim da sua vida.”

Aquele homem era um sociopata.

Nossa!

Foi então que eu… Eles
me trancaram naquela sala.

Eu comecei a chorar.

Só tinha 17 anos.

Sabia que era o fim.

Quem viria me resgatar?

Enquanto isso, o Coronel Bell
estava trancado em seu alojamento,

em White Sands.

Porém, descobri que ele
fugiu, derrotou os guardas

e ligou para o LeMay.

O LeMay estava a
caminho da Área 51.

Não sei se você
sabe, mas a Área 51

está sob o comando do
Comando Aéreo Estratégico.

Certo.

Então, quem indicava todos
os oficiais comandantes?

O LeMay.

Então, ele não precisava pedir.

Ele voou direto para lá.

Ouvi um grande
tumulto no corredor.

A porta abriu-se. Só dava
para ver uma silhueta.

Ombros quadrados e
alguém fazendo assim

com um charuto.

Caso já tenha visto
alguma foto do LeMay,

você o reconheceria na hora.

Ele estava segurando uma gravata.

A gravata estava no pescoço
de um coronel da Força Aérea

que ele estava chacoalhando.

Esse era o barulho que
eu estava ouvindo.

Ele estava chacoalhando esse coronel
que era comandante da base.

Ele estava furioso.

Ele havia indicado
aquele comandante.

Então, o comandante só
sabia que, civil ou não,

era um de quatro estrelas…

O chefe do Estado-Maior Conjunto
estava segurando a gravata dele.

Ele olhou para mim.
Eu estava péssimo.

Ele olhou de volta
para o coronel.

O coronel disse: “Não temos
nada a ver com isso.

Foi o Rudolph e esses
outros caras.”

Ele disse: “Onde está ele?”

“Acabou de ir embora.”

“Encontre-o.

E limpem-no. Coloquem-no
no meu avião.”

Nós fomos do Lago Groom
até a Base Aérea

Wright-Patterson.

Eles me colocaram
no carro do general

e me levaram de volta à minha
casa em Mount Vernon, Ohio.

Essas foram as minhas férias
de verão no segundo ano

do Ensino Médio.

Quando me pediram para
escrever isso com…

No começo do terceiro ano,
quando voltei à escola…

Eles?

Quem lhe pediu para escrever isso?

Na aula de literatura inglesa…

O que você fez nas
férias de verão?

Eu não podia contar

que havia inventado o foguete
mais rápido do mundo

e conhecido um criminoso de
guerra, um nazista louco

que me deu uma surra, que
eu estava trabalhando

com um general de quatro estrelas,
que havia estado em uma base secreta

da Força Aérea, que explodi um míssil e
que vi uma usina de energia alienígena.

Então, eu só disse:
“Trabalhei na Pizza Hut.”

O que mais eu podia dizer?

Muito bem.

Esgotou-se o tempo que tínhamos para este episódio de ”Revelação Cósmica”.

Sou o apresentador, David Wilcock. Estou aqui com o nosso convidado especial, David Adair.

Obrigado por assistirem-nos.

REVELAÇÃO CÓSMICA

POR DENTRO DO PROGRAMA ESPACIAL SECRETO
COM COREY GOODE E DAVID WILCOCK

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