revelação cósmica temporada 12

S12E18 Invasão de um Novo Mundo (Revelação Cósmica)

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Depois que a luta foi reprimida no Planeta Um e a limpeza começou, Jason Rice recebeu uma nova missão. Ele foi enviado a um novo mundo que também enfrenta uma invasão iminente de uma espécie alienígena. Quase cinco anos se passaram após a invasão e a batalha está quase perdida. O que será necessário para virar a maré nesta guerra? As forças invasoras finalmente conquistarão este mundo? E qual será o verdadeiro custo para essas pessoas?

A Cabala atua sempre da mesma forma: chega a um planeta pacífico (sem guerras) e provoca uma guerra. Neste planeta de 4 biliões de pessoas, mata 2/3 da população. Depois da guerra, transforma a sociedade, de forma a criar uma sociedade como temos na Terra.

S12E18 Invasão de um Novo Mundo (Revelação Cósmica ~ Jason Rice)
S12E18 (Cosmic Disclosure)

Assista ao episódio clicando no link abaixo, usando o browser chrome (watch the episode by clicking on the link below, using the chrome browser):
https://drive.google.com/open?id=1HFikpviyhHlTiz3rAKCbHdyFlhtloV7B

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Jason Rice
Episódio com legendas em português do Brasil (para quem não deseja assistir ao vídeo):

revelação cósmica temporada 12 episódio 18

As visões e opiniões
Expressas pelos indivíduos

No programa à seguir
Não refletem necessariamente

As pessoas do canal ou seus afiliados.
Propriedade da Gaia, Inc.

REVELAÇÃO CÓSMICA

POR DENTRO DO
PROGRAMA ESPACIAL SECRETO

Invasão de um Novo Mundo

Olá a todos. Jay Weidner aqui,
de volta com Jason Rice,

continuando sua narrativa.

-Olá, Jason. Obrigado pela presença.
-Obrigado, Jay.

Da última vez que conversamos,

você tinha terminado uma missão
em um planeta chamado.

Planeta Um, onde você combateu
criaturas ferozes.

Você nos descreveu o Darwinismo
da sua situação

e como eles estavam manipulando a todos.

Os dracos e a cabala
estavam manipulando todos

para criar um tipo de estado fascista
da Nova Ordem Mundial,

com um sistema bancário
e um sistema fiduciário,

e uma sociedade
mais como a que teríamos hoje na Europa

-e nos EUA, eu diria.
-Correto.

Vamos falar sobre o próximo lugar
aonde você foi.

Estava sendo levado do Planeta Um.

Você foi ao Planeta Dois de nave
ou recebeu novas ordens?

Ocorreu algo no meio que devamos saber?

Nada de importante no meio.

Quando você recebe ordens
de fazer as malas e partir,

todo mundo faz as malas,
coloca-as nos transportes,

e os transportes vão ao encontro
das naves-mães.

E as naves-mães levam-nos
de um sistema a outro.

Onde fica esse outro sistema
e qual é a distância entre o Planeta Um

e o Planeta Dois, cujo nome,
se me recordo, era Callidus Três…

Não sei a distância entre eles.

Pode ser mil anos-luz,

ou podem ser vizinhos
da perspectiva estelar.

Você entrou no transporte

e eles o levaram à nave-mãe.

Como era a nave-mãe?

As naves-mães que usávamos
para viagens interestelares variavam.

Havia naves em formato de charuto

e naves em formato de cunha.

Ambas tinham capacidade
de viagem interestelar.

Nesse caso, seria uma das maiores naves
em formato de charuto

que seria ocupada pela minha unidade,

com todos os nossos bens,
máquinas e equipamentos,

porque as naves menores
em formato de cunha não foram

projetadas especificamente para um grande
contingente de tropas terrestres.

Quantas tropas havia nessa nave
em formato de charuto?

Cada uma das naves em formato de charuto

tinha espaço para duas
a três mil tropas terrestres.

-Mais o equipamento?
-Mais todo o equipamento delas.

Elas devem ter espaços
de alimentação imensos e…

Sim. Cantinas, academias,

quartos para oficiais,
quartos para recrutas,

tudo de que uma divisão
de tropas precisaria.

-De novo, quartos muito fechados?
-Sim.

Aliás, as tropas terrestres,
os que pisavam o chão,

ficavam isoladas do pessoal naval.

Tínhamos toda uma seção da nave
que operávamos

e onde trabalhávamos,
mas não podíamos sair dessa área da nave.

Se saíssemos, estaríamos sujeitos
a várias coisas, exceto a morte.

Você sabe por que isso foi feito?

Eles queriam manter as informações
compartimentalizadas.

Se saíssemos das nossa áreas,

podia acontecer de ficarmos curiosos,
perguntando-nos:

Onde estamos? O que estão fazendo?

Que outras informações temos?

Por outro lado, os acordos firmados

entre a cabala e os alemães de Marte

exigiam que a Marinha
e as tropas terrestres

ficassem separadas,
pois havia elementos das forças terrestres

dos quais a cabala não queria
que a Marinha dos alemães de Marte

ficasse sabendo,
principalmente o local estratégico

onde eram mantidas as munições

para o caso de uma autodestruição.

Então, vocês tinham um plano
de emergência.

Se as coisas dessem errado,
vocês destruiriam tudo?

Correto,

incluindo o protocolo de autodestruição

embutido em cada nanite de cada soldado.

Se os alemães descobrissem isso,
eles ficariam com raiva?

Provavelmente sabiam.

Quanto tempo passou nessa nave de charuto
antes de chegar ao seu próximo destino?

Não me lembro.

E chamou esse planeta de Callidus 3?

Sim, Callidus 3.

Esse é o nome que os nativos
do planeta usam?

Era assim que nós o chamávamos.

Quando chegamos, havia cerca de quatro
bilhões de habitantes no planeta.

Esse planeta era cerca de quatro
a cinco por cento maior que a Terra.

A gravidade era comparável.

Era um pouco maior que a padrão da Terra,

mas ainda dentro dos níveis
de tolerância aceitáveis

para que nos adaptássemos.

Ter os aditivos de nanite ajudou

porque eles fortalecem
os nossos ossos e corpos

quando precisávamos fortalecê-los.

E quatro ou cinco por cento
não é tanto assim.

-Certo.
-Quando chegamos, outra coisa

que posso contar sobre o planeta
é que ele tinha quatro luas.

Todas eram menores que Luna,
a lua da Terra.

Nós as chamávamos de Lua 1, Lua 2,

Lua 3 e Lua 4.

A Lua 1 era cinza-escuro.

A Lua 2 era branca.

A Lua 3 era um laranja queimado.

A outra era preta,
a mais difícil de ver e achar.

Por que você acha que essas luas
tinham cores diferentes?

Acho que tem a ver com os materiais

que compunham cada um desses corpos.

A laranja queimado, por exemplo,
devia conter muito ferro.

A preta devia conter mais carbono.

A branca devia ser do mesmo material

da lua que temos aqui na Terra.

E a cinza-escuro…

Não sei, talvez…

Talvez granito.

Granito ou titânio. Quem sabe?

-Vamos falar sobre os nativos.
-Sim.

Como eles eram?

A população nativa era de quatro bilhões
quando chegamos lá.

O planeta em si…
Não havia água salgada.

Só água doce.

Era composto por 70% de massa continental,
e os outros 30%

eram a água doce.

Ele tinha uma massa continental
muito maior

que a que vemos aqui na Terra.

De novo, comecei a reconhecer o padrão.

Eles estavam procurando,
bem no início de sua era industrial,

civilizações em que podiam se infiltrar,
pois eram a essas

que eles podiam oferecer…

Seduzir os seres
da forma mais eficiente possível.

As pessoas eram mais baixas
que o ser humano padrão.

Não eram muito diferentes dos humanos

que vemos aqui na Terra.

A cor da pele deles
parecia englobar principalmente

tons de branco ou moreno-claro.

Eram os únicos habitantes desse planeta?

Sim, os únicos.

Além dos animais e outros seres?

Eles tinham criações de animais
que eles usavam.

O gado deles era muito mais baixo

que o gado que vemos aqui na Terra.

Era muito mais parrudo.

Imagine uma vaca mais baixa

com pernas mais grossas,

como o que você veria
em um elefante, na verdade.

Sério?

O pescoço era mais grosso,
e a mandíbula e o nariz eram mais retos.

As cabras que vi…

Chamo-as de cabras.

Era o que havia de mais próximo

da aparência delas.

Porém, de novo, eram mais baixas,
mais fortes, mais resistentes

e mais quadradas
do que as que vemos aqui.

E qual era o propósito
de estar nesse planeta?

O nosso propósito nesse planeta
era a mesma missão

que tínhamos no Planeta Um,
que era ajudar a treinar

os nativos em como defender seu planeta,

treiná-los para combaterem
a invasão dos…

Espero que não sejam os lobisomens.

Não sabíamos ao certo.

As informações estavam incompletas,
e isso foi de propósito.

Porém, sabíamos
que as etapas iniciais envolveriam

bombardeios de energia cinética.

Para nós, esse era o primeiro indício

ao qual ficar atento.

Porém, fomos lá para combater
o que quer que surgisse.

-Um cenário muito similar.
-Muito similar.

Isso é de praxe.
Vocês pegam uma dada população

e vocês a alteram.

Sim.

Conforme a vontade deles.

Conforme a vontade deles,

forçando um atrito
entre a própria população

para que aceitem os termos oferecidos.

Voltando ao Planeta Um,
desde quando começou

até quando terminou,

seria justo dizer
que toda a cultura desse planeta

-foi alterada para sempre.
-Alterada.

No Planeta Dois, aconteceu a mesma coisa?

A mesma coisa.

Nesse planeta, havia um invasor chegando,

-como no outro caso?
-Como no outro caso.

E usaram armas cinéticas
nos polos e tudo mais?

Usaram nos polos

para elevar o nível do mar
e inundar as cidades litorâneas.

-Você achou que fossem os lobisomens?
-Sim.

E você se preparou?

Estávamos nos preparando, nos espalhando,

defendendo as nossas áreas
e erguendo as defesas,

minas, trincheiras
e as estruturas de defesa…

As tecnologias de defesa típicas

adotadas pelos militares que incluem

algumas das ferramentas avançadas
que podíamos usar.

Eu diria que eles limitavam
o número de tecnologias

que podíamos usar com os nativos.

Eles não limitavam a tecnologia

que usam para defender
os quartéis da divisão.

Sempre que eles tinham…

Quando a equipe era ameaçada,
eles saíam fora.

Esse era um dos sinais, para mim…

Tem muito mais acontecendo

que os sinais sutis que você vê.

Você estava presente no primeiro confronto
com esses invasores?

Não me lembro se participei
de um desses primeiros confrontos.

Mas participou de um confronto?

Participei de vários
durante o período de quase seis anos

que passei lá.

Você lutou nesse planeta
por quase seis anos?

52 meses.

52 meses.

Quando eles invadiram,
os rumores e informações

começaram a se espalhar
sobre quem era o inimigo.

Sim.

Você sabia, antes do primeiro confronto,
contra quem estava lutando?

Nós sabíamos, a minha unidade pessoal

que participou dos combates,
que não eram os lobisomens.

-Havia algo diferente.
-O quê?

Ainda não sabíamos,

mas era quadrúpede, muito rápido,

aproximadamente do tamanho de um urso,

com espinhos em volta do pescoço,
uma boca grande

e incrivelmente rápido.

E que tipo de criatura animal era,
um robô?

Era uma ser criado, de novo.

Parecia ser formado
por vários sistemas diferentes de…

Provavelmente um cruzamento
de várias formas de vida,

pegando aquilo de que eles precisavam

para incrementar essa forma de vida
conforme a finalidade

e as necessidades deles.

-Existe alguma criatura parecida na Terra?
-Não.

Nenhuma.

Imagine um demônio

com quatro patas e espinhos
saindo do pescoço,

viajando em bandos
e em grandes quantidades,

podendo mover-se
à velocidade de uma aranha.

Uma aranha gigante?

Sim, muito rápido.

-E feita para combate?
-Feita para combate.

-Armas?
-Sem armas.

-Sem armas.
-Garras, dentes.

-Eles eram a arma.
-Eles eram a arma.

Deve ter sido muito fácil para eles
enquanto se aproximavam, certo?

-Não.
-Conte-nos mais.

Quando há uma espécie alienígena

que parece ter um tipo de armadura
no lugar da pele,

armas pequenas não resolvem.

Você tem que recorrer a um calibre maior,

ou seja, humanos padrão…

Você fica limitado por quanta munição
você consegue carregar.

Voltamos à questão básica de carga.

Quanto você conseguirá carregar?

Quanto você conseguirá fornecer
a cada pessoa?

Pensamos:
“Precisamos dessas armas maiores

para derrotar este inimigo específico.”

Em vários casos,

distribuímos armas maiores
servidas pela equipe.

Então, em vez de ter 500 em uma unidade

que são lutadores individuais,

digamos que tem 60 por cento disso,
pois você tem que combinar pessoas

e formar equipes
para que possam ter uma chance

de conseguir derrotar
esse inimigo em particular.

Então, boa parte das pessoas
eram usadas para carregar munição,

não podiam ser usadas no combate.

Exato.

Temos uma arma da equipe que requer
duas, três ou até quatro pessoas.

Só há um ponto de mira
em vez de dois, três ou quatro

pontos de mira diferentes.

Isso porque as armas
que vocês estavam usando

tinham que ter um tamanho específico
para derrotá-los?

Correto, as armas que podíamos usar.

Certo.

Eles limitaram isso.

Esse era um obstáculo muito ruim.

Eu já havia me tornado
Comandante da Companhia,

eu era responsável por várias pessoas

e queria garantir que eles teriam

os melhores meios possíveis
de se defender

e conseguir sobreviver.

Portanto, não gostei daquilo.

Disseram-me várias vezes:

“Aceite e faça seu trabalho.”

Usamos a nossa criatividade

para empregar as munições existentes

e adotá-las nas etapas iniciais.

Depois, à medida que as perdas aumentavam

e nós ficamos muito encurralados,

eles liberaram mais.

Acho que tiveram que perder
alguns generais

antes de fazerem isso.

-Vocês estavam perdendo a guerra?
-Sim.

Eles não levaram prisioneiros.

-De novo…
-Lutaram até a morte.

Lutaram até a morte,
sem levar prisioneiros.

De novo, era questão de…

Eles não iriam embora até acabarem
com todas as formas de vida.

Você acabou achando uma arma
que funcionava contra eles.

-Foi preciso antimatéria.
-Antimatéria?

Bombas grandes de destruição em massa
de antimatéria.

Descreva isso para mim.

Parte do problema…

Falamos sobre isso no Planeta Um.

A Marinha era responsável por defender

o planeta e o Sistema Solar.

O que mudou nesse planeta em particular

é que o número de combates navais

cresceu exponencialmente,

ou seja, o número de pousos aumentou.

Essa seria a Marinha
dos alemães de Marte?

Correto.

-Nossos contratorpedeiros.
-Certo.

Estavam perdendo batalhas
contra essas criaturas.

Sofrendo mais perdas porque eles…

Isso fez com que levassem mais a sério
como as combateriam?

Correto.

Por fim, pudemos começar a usar

explosivos de antimatéria,

posicionando-os estrategicamente

nos nossos perímetros de defesa,

para emboscarmos qualquer invasão
que viesse nos ataques.

Basicamente, nós nos fazíamos de isca

para que eles viessem em bandos
e nós os destruíssemos.

Uma emboscada.

Uma emboscada.

Descreva as armas de antimatéria.

Ela tem todos os componentes famosos
de uma bomba nuclear,

mas sem os efeitos ruins
da radiação nuclear em seguida.

Sério? Sobre uma área ampla?

Tão ampla quanto você quiser.

Você pode controlar a quantidade
de danos sendo causados?

Sim, você pode ter antimatéria

do tamanho de uma ervilha
que pode destruir um quarteirão,

ou pode ter uma antimatéria
que pesa poucos quilos,

e algo desse tamanho pode destruir

áreas do tamanho de vários estados.

Dá para destruir um planeta
com antimatéria?

Sem dúvida.

Dá para destruir
toda a superfície planetária

com antimatéria, se você quiser.

Essas criaturas
que vocês estavam combatendo

tinham naves?

Se tinham, nunca as vi.

Eles chegaram em naves de pouso em massa

que desaceleravam, paravam e pousavam,

e aí eles saíam delas em massa.

Eles tinham naves de carga?

Eles tinham naves de transporte de carga,

mas não eram como os transportes
de combate.

E vocês já sabiam quem
eles estavam procurando?

Ainda não.

-Não?
-Não.

Não tínhamos nenhuma informação
sobre a meta final deles,

além de destruição de morte.

Não tínhamos informações
sobre a origem deles,

como era o planeta de origem deles,
quem os enviou

ou por que estavam atacando
esse planeta específico.

Essas são informações
que encaixei depois,

que faz parte desse ataque falso.

Mas você estava começando a entender?

Havia começado a entender
o quadro geral nesse planeta.

Foi então que meu bom amigo Johann

me informou sobre a história

dos alemães de Marte e da cabala na Terra.

-Isso aconteceu em Callidus 3.
-Sim, em Callidus 3.

Foi aí que conheceu o Johann?

Já o conhecia do treinamento inicial,

mas foi aí que ele me contou
toda a história verdadeira.

O download gigante aconteceu nesse momento

do seu segundo programa de 20 anos?

-Interessante.
-Sim, foi aí que descobri

a história dos alemães de Marte
e da civilização dissidente,

e o ataque nuclear de demonstração

no solitário navio de carga pesada
da Marinha dos EUA no Pacífico

e o roubo da tecnologia
de apagar memórias

e a destruição da Challenger e Chernobil.

Foi aí que descobri boa parte

de um trecho da história da Terra
que não nos contaram.

Então, você lutou por quase seis anos

nesse planeta
contra essas criaturas invasoras.

E quase perdeu.

Sim, várias vezes.

Várias vezes.

Mas foram as armas de antimatéria
que o salvaram?

Quando eles nos deram autorização

para usar essas armas,
começamos a embalá-las

em pacotes cada vez menores,

pois não estávamos interessados
em cometer suicídio.

Estávamos tentando proteger

a nós mesmos e aos civis
sob nossa responsabilidade.

Conseguimos chegar a um dispositivo
do tamanho de uma granada

e conseguimos usá-lo
em um lançador especializado,

para que pudéssemos…

Não precisávamos chegar perto.

Além do uso de antimatéria

nessa unidade pequena,

nós também a usamos em grande escala

para tentar destruir as bases do inimigo.

Em certo ponto, no fim da guerra,

houve um momento em que tivemos
que usar antimatéria de tamanho grande.

Lembro-me de estar em um abrigo,
assistindo a isso tudo,

e havia pessoas ali que achavam
que não fosse funcionar,

estavam convencidas de que perderíamos,

de que cada pessoa ali morreria

e de que não conseguiríamos
salvar esse planeta.

Ou aquele planeta, naquele momento.

A adoção e o uso
de antimatéria de tamanho grande

foi o ponto da virada para nós.

Vocês destruíram as bases deles?

Destruímos as bases deles
em grande escala.

Muitos nativos morreram nessa guerra?

Havia quatro bilhões de pessoas
no planeta quando chegamos,

mas só um terço delas sobreviveu à guerra.

A mesma coisa? Um lugar devastado?

Devastação de um lado do planeta
até o outro.

Aliás, algumas das áreas

onde usamos explosivos de antimatéria

haviam sido abandonadas.

Eles ficariam fora de uso
por um bom tempo.

Passamos pelo processo
de reconstruir o planeta

e levá-los de volta a um estado

em que pudessem ter uma civilização

para poder continuar.

Vocês tinham amigos entre os nativos?

Sim.

Ficamos muito próximos de vários nativos

porque lutávamos lado a lado com eles.

Nós não simplesmente lutamos juntos
e depois vamos para casa.

Se perdêssemos, todos morreríamos.

Isso tende a unir as pessoas

em um nível muito forte.

E eles eram pessoas tão legais.

Infelizmente, nós aparecemos.

Eles tinham uma civilização ótima.

Era baseada em escambo.

Eles tinham uma cultura rica,

crenças religiosas, crenças espirituais.

Não sabiam muito sobre guerras
e a arte da luta.

Eles estavam em paz havia muito tempo.

Como não gostar de pessoas que são abertas

e verdadeiramente se preocupam
com seu vizinho

ou com uma pessoa que mora na outra rua?

Algum de vocês teve algum caso
com um nativo?

Digo apenas que a política do comandante

era que qualquer um dos relacionamentos

que tivéssemos com os nativos,

eles nos incentivavam a ir fundo nisso,

pois achavam…

que poderíamos ganhar mais com isso.

As políticas ditavam que não podíamos

deixar que isso afetasse
as nossas decisões de comando.

Sim, havia pessoas
que tinham relacionamentos

com alguns nativos.

Isso gerou algum problema? Não.

Tenha em mente

que todos que eram da Terra
e estavam ali eram aprimorados.

Como fui aprimorado

e tenho empatia intuitiva,

as pessoas com as quais
você mais se conecta

são as que estão na sua unidade.

Então, estabelecer uma relação romântica

com alguém da população nativa…
Isso aconteceu?

Sim, aconteceu.

Essas relações duraram? Não.

O modo de operação estava claro.

Eles modernizam, entre aspas,
esses planetas para levá-los

para dentro do sistema da cabala
e criar um tipo de império?

Estabelecendo uma cabala local,

e essas elites que ficarão responsáveis

por aquele sistema em particular,

talvez estabelecendo pesquisas avançadas
em tecnologia e desenvolvimento

que separe as duas classes
de pessoa das elites

ao povo comum.

-Soa familiar?
-Sim.

Parte do trabalho era recrutar

alguns líderes locais e engajá-los,

convencendo-os a concordarem
com os requisitos

da nossa “ajuda”.

Eu diria que quem faz isso
acha que está ajudando.

Estavam convencidos
de que estavam ajudando.

Não faziam ideia.

E, sinceramente, nós também não.

Não sabíamos qual eram
as metas de longo prazo

do que haviam planejado.

Nós iríamos transformar
esses ambientes planetários

e essas civilizações em representantes,
sistemas controlados.

Não sabíamos disso.

Essas pessoas pacíficas no Planeta Dois

já haviam guerreado antes?

Não.

Quando os alemães de Marte chegaram

e fizeram essa proposta a eles,

eles certamente lhes mostraram

que informações queriam que eles vissem

relacionadas à progressão
desses ataques da invasão alienígena,

a fim de aprofundar a narrativa
do ataque falso deles.

Eles lhes mostrariam:

“Este é o sistema vizinho que foi atacado,

e vocês tem X meses
antes de serem os próximos.

Vocês têm que tomar uma decisão.

Podemos ajudá-los,
ou vocês sofrem as consequências.”

Você já descreveu os humanoides
do Planeta Dois.

Eles têm as mesmas características faciais
dos outros humanoides?

Sim, seria a mesma coisa.

Aliás, conversamos antes
sobre por que achamos

que há tantos seres

de aparência humana espalhados

por toda a nossa galáxia em particular.

E eu realmente acredito, por acaso,

que todo corpo planetar
tem algum nível de consciência.

O modelo do ser humano,

em formato de estrela, com dois braços,
duas pernas, uma cabeça

e assimétrico na linha de centro,

esse modelo vale para todo o nosso Logos.

Existem outras áreas da criação

que terão outra coisa
que será mais comum?

Pode apostar que isso acontece,

porque existe vida muito além
de qualquer coisa

que podemos imaginar.

Então, ver seres humanos

em outro planeta dentro de uma área
que podemos acessar,

ou algo que pareça humano,

é algo que podemos esperar,
pelo menos no nosso Logos.

Quero agradecê-lo, Jason,

por ter a coragem de vir aqui.

Obrigado, Jay.
Obrigado por receber-me aqui.

-De novo, é tudo pela revelação.
-Sim.

Sou Jay Weidner, obrigado por assistirem.

Nesta temporada de Revelação Cósmica,

as pessoas compartilham
seu envolvimento secreto

com agências governamentais,
militares e programas espaciais secretos…

É composto por vários tipos de raça

e embaixadores representando
sistemas estelares.

Parte do regime de treinamento

pelo qual passamos
antes de pousar no planeta

envolvia passar muito tempo
em cadeiras de educação neural.

Eles vêm aqui pela nossa tecnologia.

Os humanos fazem tecnologias
que vendemos aos extraterrestres.

REVELAÇÃO CÓSMICA

POR DENTRO DO
PROGRAMA ESPACIAL SECRETO

PRONTO PARA CONTAR A VERDADE?

Os e-mails são criptografados
e não podem ser compartilhados.

Disclaimer:
1. Os artigos são escritos em português do (Brasil ou de Portugal) ou numa mistura de ambos.
2. Os artigos colocados neste site, são diferentes dos colocados nos corruptos meios de comunicação de massas. Não significa que os autores concordam ou discordam com os mesmos. Você deve usar a sua intuição com aquilo que ressoa ou não consigo. Ninguém é dono da verdade absoluta e este site não foge à regra.

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Vania

Eu também estava mais acostumada com o Corey e o David, também sinto falta deles. Mas achei boas as entrevistas, embora a gente perceba que o conteúdo do entrevistador é diferente do David.
Exaltou alguns pontos em relação a atuação mais direta das pessoas envolvidas na escravidão dos seres humanos e não humanos, uma perspectiva diferente sobre o porquê somos tão ligados ao dinheiro e poder, e porque alguns fazem tudo para tê-los ou mantê-los.
Acho que o site faz sempre um belíssimo trabalho de divulgação com muito respeito aos leitores. Gosto bastante e agradeço o esforço e dedicação para nos ajudar a compreender e enxergar a verdade.
Namastê

pedro

me incomoda muito esse cara é bem estranho, oque simpatizava com o Corey esse me faz o contrario, ele tem uma voz robótica q entra no cérebro e irrita.

Marcus

Se querer desmerecer, MAS… os últimos episódios não trazem nada de novo, pelo menos para mim, que venho acompanhando desde a inicio, e conta atualmente com MAIS de 02 centenas de episódios. CHEGOU ao ponto que procuto ver algo concreto. É APENAS UM DESABAFO. sou grato por tudo que aprendi aqui….Obrigado.

Marcus

Desculpe-me pelo comentário acima, acho que me expressei de forma incorreta, em nenhum momento, afirmei que, eram inverdades a historia de Jason Rice, analisando os últimos 03 episódios, claramente vemos, 03 (três) historias, com pequenas variações, o que leva a crer que a produção do programa estava a preencher um espaço vazio com embromação e ele, Jason Rice não tem culpa, porque quem conduz e o apresentador…

Álvaro Barria Maio

Grato pela legendagem de mais um episódio desta 12ª temporada desta importante série que espero se mantenha por longo tempo, pois ainda está muito por ‘desbravar’.