A Lei do Uno - livro 1

A LEI DO UNO – sessão 22 – colheita – Atlântida

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22.3 Eu farei algumas perguntas para esclarecer o final do segundo ciclo – do segundo ciclo maior. E, então, nós prosseguiremos ao terceiro e final dos ciclos maiores. Você poderia-me dizer a expetativa de vida, a expetativa de vida média, ao final do segundo ciclo maior? RA: Ao final do segundo ciclo maior a expetativa de vida era como você a conhece, com certas variações entre povos geograficamente isolados mais em harmonia com a energia inteligente e menos belicosos.
22.4 Você poderia-me dizer o tamanho do período médio em anos ao final do segundo ciclo maior? RA: A média é talvez enganadora. Para ser preciso, muitos gastavam aproximadamente 35 a 40 dos seus anos numa encarnação, com a possibilidade não considerada anormal de um período de vida aproximando-se de cem dos seus anos.
22.5 Então você pode-me dar uma – Eu posso supor, então, que esta queda drástica de expetativa de vida de 700 anos para um – menos de um século de duração, ao longo deste período de 25.000 anos, foi devida a uma intensificação de… de uma condição de falta de serviço a outrem? Isto está correto? RA: Isto está, em parte, correto. Ao final do segundo ciclo, a Lei da Responsabilidade começou a ser efetuada pela habilidade crescente das entidades de compreenderem aquelas lições que existem para serem aprendidas nesta densidade. Então, as entidades descobriram muitas formas de indicarem uma natureza belicosa, não apenas como tribos ou o que vocês chamam de nações, mas em relacionamentos pessoais, cada um com o outro, o conceito de escambo tendo dado espaço, em muitos casos, ao conceito de dinheiro; também, o conceito da propriedade tendo ganho ascendência sobre o conceito da não-propriedade, numa base individual ou grupal.
A cada entidade, então, foram oferecidas muitas formas mais subtis de demonstrarem tanto o serviço na direção de outrem, quanto o serviço a si, com a distorção da manipulação de outrem. Na medida em que cada lição era entendida, aquelas lições de compartilhamento, de doação, de recebimento em livre gratidão – cada lição poderia ser rejeitada na prática.
Sem demonstrar os frutos de tal aprendizado/ensinamento, a expetativa de vida se tornou grandemente reduzida, pois os caminhos da honra/dever não estavam sendo aceites.
22.6 Esta expetativa de vida encurtada ajudaria a entidade de alguma forma, já que ela teria mais tempo entre encarnações para rever os seus erros ou esta expectativa de vida encurtada o atrasaria? RA: Ambas estão corretas. O encurtamento da expetativa de vida é uma distorção da Lei do Uno que sugere que uma entidade não receba mais experiência em mais intensidade do que ela seria capaz de suportar. O efeito disto é apenas em nível individual e não exerce influência sobre complexos planetários ou sociais. Então, a expetativa de vida encurtada é devido à necessidade de se remover uma entidade da intensidade da experiência que resulta quando a sabedoria e o amor são, tendo sido rejeitados, refletidos de volta à consciência do Criador, sem terem sido aceites como parte do self, isto então faz com que a entidade tenha a necessidade de cura e de muita avaliação da encarnação.
O aspecto incorreto está na verdade de que, dadas as circunstâncias apropriadas, uma encarnação bem mais longa, no seu continuum espaço/tempo, é muito útil para se dar continuidade a este trabalho intensivo, até que conclusões tenham sido alcançadas através do processo catalítico.
22.7 Você falou do grupo da América do Sul que era colhível ao final do segundo ciclo. Qual era a sua expetativa de vida ao final do segundo ciclo? RA: O grupo isolado alcançou uma expetativa de vida que se estendia acima, até à expetativa de vida apropriada para esta densidade, de novecentos anos.
22.8 Então eu presumo que a ação planetária, que estamos experimentando agora, que encurta, como parece, todos os períodos de vida aqui, não era forte o suficiente, naquela época, para afetá-los e encurtar os seus períodos de vida independentemente. Isto está correto? RA: Isto está correto. É bom lembrar que, naquela ligação em espaço/tempo, grande isolamento era possível.
22.9 Cerca de quantas pessoas habitavam a Terra no total, naquela época; ou seja, encarnadas no físico, ao mesmo tempo? RA: Eu presumo que a sua intenção seja questionar sobre o número de complexos mente/corpo/espírito encarnados ao final do segundo ciclo maior, este número sendo aproximadamente 345.000 entidades.
22.10 Aproximadamente quantas eram colhíveis, dentro esse número total? RA: Havia aproximadamente 150 entidades colhíveis.
22.11 Um número muito pequeno. Então, quando o ciclo se iniciou… são estas as entidades, então, que permaneceram para trabalhar no planeta? RA: Estas entidades foram visitadas pela Confederação e desejaram permanecer a fim de auxiliar a consciência planetária. Isto está correto.
22.12 Que tipo de visita a Confederação fez a este grupo de 150 entidades? RA: Uma luz apareceu usando o que pode ser chamado de escudo de luz. Ela falou da unidade e da infinidade de toda a criação e daquelas coisas que aguardam aqueles prontos para a colheita. Ela descreveu, em palavras douradas, as belezas do amor como vivido. Ela então permitiu uma conexão telepática para progressivamente mostrar àqueles que estavam interessados, os apuros da terceira densidade, quando vista como um complexo planetário. Ela, então, se foi.
22.13 E todas estas entidades, então, decidiram permanecer e ajudar durante o próximo ciclo de 25.000 anos? RA: Isto está correto. Como um grupo, eles permaneceram. Havia aqueles perifericamente associados a esta cultura que não ficaram. Entretanto, eles não eram capazes de serem colhidos também e, então, iniciando no mais alto, digamos, dos sub-octavos da terceira densidade, repetiram esta densidade. Muitos daqueles, que têm sido de uma natureza amável, não são Andarilhos, mas aqueles desta origem em particular, do segundo ciclo.
22.14 Todas estas entidades ainda estão connosco neste ciclo? RA: As entidades, repetindo o ciclo maior de terceira densidade, têm, em alguns poucos casos, sido capazes de partirem. Estas entidades escolheram-se juntar a seus irmãos e irmãs, como vocês chamariam estas entidades.
22.15 Algumas destas entidades eram nomes que nós conhecemos do nosso passado histórico? Que apareceram como seres encarnados que nós encontramos na nossa história? RA: Aquele conhecido como complexo de som vibratório, Santo Agostinho, é de tal natureza. Aquela conhecida como Santa Tereza é de tal natureza. Aquele conhecido como São Francisco de Assis é de tal natureza. Estas entidades, sendo de origem monástica, como vocês a chamam, encontraram encarnação no mesmo tipo de ambiente apropriado para aprendizado mais avançado.
22.16 Bem, então, como o ciclo terminou há 25.000 anos, qual foi a reação da Confederação à falta de colheita? RA: Nós ficamos preocupados.
22.17 Alguma ação foi tomada imediatamente, ou vocês aguardaram por um chamado? RA: O Conselho de Saturno agiu somente ao permitir a entrada na terceira densidade de outros complexos mente/corpo/espírito de terceira densidade, não Andarilhos, mas aqueles que buscavam mais experiências de terceira densidade. Isto foi feito aleatoriamente, para que o livre-arbítrio não fosse violado, pois não havia, ainda, um chamado.
22.18 A próxima ação da Confederação foi realizada quando ocorreu um chamado? RA: Isto está correto.
22.19 Quem ou qual grupo produziu este chamado e qual ação foi tomada pela Confederação? RA: O chamado foi daqueles da Atlântida. Este chamado foi pelo que vocês chamariam de entendimento com a distorção na direção da ajuda a outrem. A ação tomada foi aquela que você participa neste momento: a impressão de informação através de canais, como você os chamaria.
22.20 Este primeiro chamado, então, foi em um tempo antes da Atlântida se tornar avançada tecnologicamente. RA: Isto está basicamente correto.
22.21 QUESTIONADOR: Então o avanço tecnológico da Atlântida veio devido a este chamado? Eu presumo que o chamado foi respondido para trazer a eles a Lei do Uno e a Lei do Amor, como uma distorção da Lei do Uno, mas eles, então, obtiveram também informações tecnológicas, que fizeram que eles se desenvolvessem como uma sociedade tão altamente tecnológica? RA: Não a princípio. Aproximadamente ao mesmo tempo em que aparecemos primeiro nos céus sobre o Egito e continuando dali em diante, outras entidades da Confederação apareceram para os Atlantes, que haviam alcançado um nível de entendimento filosófico, permita-nos empregar indevidamente este termo, que era consoante com a comunicação, para encorajar e inspirar estudos sobre o mistério da unidade. Entretanto, solicitações sendo feitas para cura e outros entendimentos, informação foi passada tendo a ver com cristais e a construção de pirâmides bem como de templos, como vocês os chamam, que eram associados com treinamento.
22.22 Este treinamento era do mesmo tipo de treinamento iniciante que era feito com os Egípcios? RA: Este treinamento era diferente, no sentido de que o complexo social era mais, digamos, sofisticado e menos contraditório e bárbaro, em suas formas de pensamento. Portanto, os templos eram templos de aprendizado, em vez de tentarem separar totalmente e colocar, em pedestais, os curandeiros.
22.23 Então havia lá o que nós chamamos de padres, treinados nestes templos? RA: Vocês não os chamariam de padres, no sentido de celibato, obediência e de pobreza. Eles eram padres no sentido daqueles devotos ao aprendizado. As dificuldades se tornaram aparentes já que, aqueles treinados neste aprendizado, começaram a tentar usar os poderes dos cristais para coisas além da cura, já que estavam envolvidos não apenas com o aprendizado, mas se tornaram envolvidos com o que você chamaria de estrutura governamental.
22.24 Toda a informação que eles tinham foi dada a eles da forma que você está nos dando essa informação agora, através de um instrumento tal como este instrumento? RA: Houve visitas de tempos em tempos, mas nenhuma de importância no, digamos, contexto histórico de eventos em seu continuum espaço/tempo.
22.25 Era necessário que eles tivessem um complexo social unificado para que estas visitas ocorressem? Quais eram as condições – digo, quais condições eram necessárias para que estas visitas ocorressem? RA: As condições eram duas: o chamado de um grupo de pessoas, cujo quadrado superasse a resistência integrada daqueles que não desejavam buscar ou aprender; o segundo requerimento, a relativa ingenuidade daqueles membros da Confederação que sentiram que transferência direta de informação seria necessariamente tão útil para os Atlantes como foi para a entidade da Confederação.
22.26 O que você está dizendo é que estas entidades ingénuas da Confederação passaram por essa mesma experiência no passado, então, elas estavam fazendo a mesma coisa pelas entidades da Atlântida. Isto está correto? RA: Isto está correto. Nós lembramos a vocês que nós somos um dos membros ingénuos daquela Confederação e estamos ainda tentando recuperar o dano pelo qual nós sentimos responsabilidade. É nosso dever, tanto quanto honra, continuar com suas pessoas, portanto, até que todos os traços das distorções de nossos ensinamentos/aprendizados tenham sido abraçados pelas suas distorções opostas, e o equilíbrio alcançado.
22.27 Então eu descreverei a imagem que eu tenho agora da Atlântida e você poderá me dizer se estou correto. Nós temos uma condição onde um suficientemente grande número de entidades da Atlântida começou, ao menos, a seguir na direção da Lei do Uno e a viver a Lei do Uno, para que seus chamados fossem ouvidos pela Confederação. Estes chamados foram ouvidos pois, usando a Lei dos Quadrados, ele superou a oposição das entidades Atlanteanas que não estavam chamando. A Confederação, então, usou canais, tais como o que usamos agora, para comunicação e também fizeram contacto diretamente, mas isto se revelou um erro, pois foi pervertido por algumas entidades da Atlântida. Isto está correto? RA: Isto está correto, com uma exceção. Existe apenas uma lei. Esta é a Lei do Uno. Outras, assim chamadas leis, são distorções desta lei, algumas delas primárias e mais importantes para que o progresso seja entendido. Contudo, é bom que cada, assim chamada lei, que nós também chamamos de “caminho”, seja entendida como uma distorção, em vez de uma lei. Não existe multiplicidade na Lei do Uno.
22.28 Você poderia me dizer a expectativa de vida média da população da Atlântida? RA: A expectativa de vida média, como nós dissemos, é enganosa. Os Atlantes eram, na parte inicial de sua experiência cultural, acostumados com períodos de vida de 70 a 140 anos, isto sendo, é claro, aproximado. Devido ao aumento do desejo por poder, o período de vida caiu rapidamente nos seus estágios avançados desta civilização e, então, a informação de cura e rejuvenescimento foi solicitada.

10 de fevereiro de 1981, fonte: http://www.llresearch.org
nota: a expressão Self refere-se ao Eu (pessoa), que nem sempre foi traduzida na “Lei do Uno”

artigos relacionados:

sessão 23 – Egípcios
sessão 24 – Yahweh
sessão 25 – Quinta Densidade, densidade da luz ou sabedoria
resumo do livro “A lei do Uno” e os 5 livros em .pdf

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