revelação cósmica temporada 12

t12e06 ~ Um Novo Informante é Posto à Prova

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Pela primeira vez à frente das câmaras, um infiltrado da SSP, Jason Rice, é posto à prova, pois é hipnoticamente regredido por Georgina Cannon e submetido a um exame poligráfico relativo ao seu serviço com um programa espacial secreto e contacto extraterrestre. Partilha detalhes da sua introdução a estas operações clandestinas, incluindo uma visita a uma base subterrânea e um encontro com um ser extraterrestre. Um pequeno passo num elevador tornar-se-ia um salto gigantesco para as profundezas de um programa espacial ultra-secreto.

Revelação Cósmica ~ Corey Goode ~ temporada 12 episódio 6

pode assistir (vídeo) ao episódio clicando aqui (click here to see the show)

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T12E06 Um Novo Informante é Posto à Prova (Revelação Cósmica ~ Jason Rice)

S12E06 A New Insider is Put to the Test

REVELAÇÃO CÓSMICA – Por dentro do programa espacial secreto

breve resumo do episódio: Jay Weidner apresenta de novo o programa e o novo informante Jason Rice é o convidado.

… o trem (comboio) passou por um portal e não estávamos mais na Terra. Consegui reconhecer que a ressonância Schumann ao fundo estava diferente. Não era igual à da Terra. Consegui captar isso. Isso foi revelado na hipnose.

O que é a ressonância Schumann? A ressonância Schumann é uma frequência de fundo que existe na Terra.

subterrâneo em Marte

Jason Rice submete-se ao teste do polígrafo e também à hipnose para comprovar o seu depoimento.

REVELAÇÕES CÓSMICAS

POR DENTRO DO
PROGRAMA ESPACIAL SECRETO

Um Novo Informante é Posto à Prova

Temos um convidado especial hoje.

Ele se chama Jason Rice,

ele participou
do Programa Espacial Secreto.

Sua história é incrível,
vocês ficarão fascinados.

-Olá, Jason!
-Olá, Jay! Obrigado pelo convite.

É um prazer.
A sua história é fascinante.

Você frequentou a universidade
às custas do exército.

Estudei no Florida Institute
of Technology,

era uma bolsa de engenharia
de quatro anos.

Recebi uma bolsa médica
do ROTC da Força Aérea.

E também recebi uma bolsa de engenharia
do exército dos EUA.

Optei pela engenharia.

Fui comissionado no mesmo dia

em que me formei
em engenharia civil.

Aliás, no fim do meu curso,

eu havia me inscrito
para fazer um mestrado.

Eles recusaram.

“Você vai se formar em dezembro

e vai começar o seu serviço ativo
imediatamente.”

Dois meses depois de começar
o serviço ativo,

você só esperava uma mudança
nas ordens,

e tudo ficaria bem.

O que aconteceu?

Fui a uma base

para conhecer o meu novo comandante.

Entramos no primeiro elevador,
que tinha dois botões: sobe e desce.

Só isso.

Ele colocou a mão
em um leitor na parede

e começamos a descer.

Ficamos uns cinco minutos
descendo no elevador.

No fim,
lembro-me de sentir

uma sensação muito peculiar
de vertigem,

parecia que o mundo havia tombado
por um instante,

mas depois passou.

Havia câmeras no elevador?

Com certeza, mas nunca as vi.

Posteriormente,
eles me contaram que,

desde que entrei na base,
eu estava sendo vigiado.

Todas as minhas ações,
escolhas e decisões

estavam sendo gravadas e usadas
para parte do meu treinamento.

Chegamos ao fim dessa primeira
descida de elevador.

Ele estava com a mão no revólver.

Era um Beretta.

Ele estava observando com atenção
o que eu estava fazendo.

É claro que eu não sabia do…

Ele temia que você surtasse?

Ele achava que, se eu surtasse,

eu tentaria atacá-lo.

Depois, acabei descobrindo

que ele havia tido que usar o revólver
com outro novato

naquele mesmo dia.

Quando chegamos lá embaixo,

a porta abriu-se,
e havia uma plataforma vermelha

de 3,65 m de altura
por 3 m de largura.

A 3 metros do elevador,
havia um trilho

e uma cápsula de transporte,
por assim dizer.

Em formato de pílula.

A porta abria-se
como a de um Lamborghini.

Era branca.

A cápsula na qual entramos

era um pouco mais baixa
que a plataforma.

Então, entramos na cápsula.
Sentei-me no lado direito.

Ele veio e se sentou
diante de mim.

Havia apenas alguns centímetros
separando os nossos joelhos.

A porta fechou-se.

Não sabia dizer em que direção
estávamos indo.

Fiquei calado, mas eu sentia

que estávamos nos movendo
na direção das minhas costas.

Eu estava virado para trás.

Essa viagem durou
cerca de 30 minutos.

Passamos por um portal
e não estávamos mais na Terra.

O trem passou por um portal?

O trem passou por um portal
e levou-nos a outro lugar.

Consegui reconhecer que a ressonância
Schumann ao fundo estava diferente.

Não era igual à da Terra.

Consegui captar isso.

Isso foi revelado na hipnose.

Espere um pouco.

-O que é a ressonância Schumann?
-Certo.

A ressonância Schumann
é uma frequência de fundo

que existe na Terra.

E você sentiu uma mudança
nessa frequência de fundo

ao passar pelo portal?

Sim, senti.
Ao passar pelo portal.

Como foi passar pelo portal?

Sentiu alguma sensação física
ou mental?

Estava tão focado na vertigem,

no mundo tombando de lado no elevador,
que ainda estava impressionado

com o que estava acontecendo.

-A novidade.
-A novidade. Era tudo diferente.

Nunca havia visto nada daquilo.

Não notei muita diferença à época.

Era uma diferença pequena.

Não pode ter sido tão grande,
saindo da frequência de fundo daqui

e passando para a frequência
do nosso destino.

Não pode ter sido tão grande.

E eles a complementavam com uma frequência
de fundo artificial também.

Uma diferença sutil,
mas ela existia mesmo assim.

Descreva o que é um portal.

A tecnologia de portais
é usada para viajar.

Pode ter um formato grande,

se for necessário passar com um veículo
ou uma pessoa.

Você se move instantaneamente
de um lugar para outro.

Pode ser dentro do Sistema Solar

ou para outra parte da galáxia.

Até onde eu saiba,
talvez estivesse a 1.500 anos-luz daqui.

Ou pode ter sido
um asteroide minado

dentro do Sistema Solar.

Suspeito que fosse Marte.

E o que aconteceu?

Um passeio de 30 minutos
na cápsula.

Fomos parar
na próxima plataforma,

o nosso destino final.

Não senti quando o trem
ou a cápsula parou.

O único indício que tive
de que havíamos chegado

foi que a porta se abriu
e me assustou,

pois achei que estivesse
se movendo.

Achei que ela fosse sair voando.

O capitão que estava comigo sabia.

Sabia que estávamos parando.

Ele estava observando
a minha reação.

Ele viu que surtei um pouco,

pois achei que fôssemos ver
a cápsula desintegrando-se.

Ele deu um sorrisinho.

Eu entendi nessa hora
que aquilo era um truque para novatos.

Entendi tudo.

Então, nós descemos.

Estávamos em uma plataforma

de cerca de 30 metros de comprimento
por 9,1 metros de altura.

A iluminação era branca.

Não era mais vermelha.

Havia três portas de elevador,

duas portas de tamanho padrão,
e as outras

eram as maiores portas de elevador
que já vi na vida.

Dava para passar de caminhonete.

-Sério?
-Eram enormes.

Fomos até as portas de elevador
do tamanho normal.

Ele apertou o botão.

As portas abriram-se.

Olhei de onde ele estava
para dentro do elevador.

A menos de 1,2 metro
de distância,

havia um alienígena
olhando para mim.

Sério?
No elevador?

No elevador.

Media uns 1,2 m.

Olhos grandes e escuros.
Boca e nariz pequenos.

Como você reagiu?

Virei-me e olhei
para o capitão,

que estava à minha direita.

Então, apontei para o elevador

e disse:
“Tem algo dentro do elevador.”

Ele disse: “O que é?”

Quando olhei de novo lá dentro,
havia sumido.

Não queria dizer
o que havia visto,

pois ainda não fazia ideia
do que estava acontecendo.

-Você estava com medo?
-Estava surpreso.

Parando para pensar agora,
não era bem medo,

só queria saber o que ele estava
fazendo ali, não o que era.

O capitão não demonstrou
nenhum sinal

de que havia algo estranho.

Então, seguindo o comando dele
sem dizer a ele,

o meu primeiro comandante,
que eu havia visto

um alienígena no elevador,
eu pensei que aquilo

fosse uma espécie de trote
para novatos.

Jason, outra coisa que fizemos

além de aplicar o teste do polígrafo

foi trazer a Georgina Cannon,
uma hipnoterapeuta famosa,

para hipnotizá-lo por quase três horas.

Esse era o objetivo
de fazer essas sessões.

Esperávamos que mais memórias
fossem liberadas,

criando um tipo de cognição para você
depois das sessões.

-E isso aconteceu, certo?
-Aconteceu.

Foi muito útil.

Vamos ouvir um trecho
dessa sessão de regressão.

Conte-me o que aconteceu.

Entramos no elevador e subimos.

Quando paramos, estávamos dentro
de um coliseu gigantesco.

Conte-me sobre as orientações
que vocês receberam.

Eles nos levaram
para dentro do auditório.

O Coronel Schuller apareceu.

Ele conversou conosco
e nos agradeceu.

Agradeceu por termos
nos voluntariado.

Se nós soubéssemos…

O que o Coronal Schuller fez?

Ele agradeceu por terem se voluntariado,
e depois?

Mais mentiras.

Não tínhamos escolha.

Disseram-nos que estávamos no topo,

que teríamos os melhores
equipamentos

e que ajudaríamos outros planetas.

Outros povos.

Você foi hipnotizado.
Como foi isso?

Foi…

Foi muito útil,
pois várias coisas

vieram à tona durante a hipnose

das quais eu ainda
não havia me lembrado.

Existem vários fatos e peças
do quebra-cabeça

pelos quais sou muito grato.

Durante a hipnose,
lembro-me de ver imagens

de portas abrindo-se
e fechando-se.

Desde então,
recuperei mais memórias.

Eu sei que parte dos meus presentes
de despedida

que eles me deram
incluía apagar memórias

e apagar outras coisas,
bem como procedimentos,

por assim dizer, que trabalham
incessantemente para remover memórias

dos eventos.

Algumas coisas vieram à tona
durante a hipnose

de cujos detalhes
eu conseguia me lembrar.

Porém, depois da hipnose,

não conseguia me lembrar
de detalhes específicos

devido aos procedimentos de memória
que eles implantaram para apagá-las.

Essa é uma batalha contínua
que tenho que travar regularmente,

em relação às lembranças.

Quero entrar em mais detalhes.

Como assim,
procedimentos de memória?

Está falando de memórias falsas?

Estou falando dos procedimentos
que eles usam para…

Imagine um apagador mental
que está sempre em execução

no plano de fundo, continuamente

tentando remover as memórias
da mente consciente.

Tudo isso para que você não fale coisas
que não deveria falar.

É como se fosse um ciclo sem fim.

Quando você pensa em algo,

esse ciclo é ativado
e faz com que você pense

que é tudo loucura.

Então, você para de pensar naquilo.

Sim, é como se colocassem

vidro fosco na frente de uma janela.

Quando você limpa a umidade,
consegue ver um pouco.

Então, a condensação volta.

Você tem que ficar limpando a janela
para poder lembrar-se.

É uma ótima analogia.

Você recomendaria isso
a outras pessoas

que também participaram
do Programa Espacial Secreto?

Sim, recomendaria fortemente.

Quando comecei a despertar,
a minha primeira reação foi dizer

que gostaria de recuperar
todas as memórias de uma vez.

Quando algumas memórias voltaram,

entendi que seria tolice.

Para a minha própria sanidade,
o meu Eu Superior

decidiu o que e quando,
o momento certo para isso.

Então, confie nisso
e peça ajuda de profissionais,

seja por meio de regressão hipnótica
ou terapia.

Existem várias formas
de você se ajudar

a recuperar essas memórias.

Certo. Então, esse trem levou-o
a uma sala.

Você viu um alienígena no elevador.

O capitão agiu como se não o visse.

O alienígena sumiu.

O que aconteceu depois?

Entramos no elevador.

O capitão acompanhou-me
e olhou para mim como se soubesse de algo.

Ele apertou o botão de subir.

As portas fecharam-se.
Começamos a subir.

Não demorou muito.

Acho que subimos
uns quatro ou cinco andares

até chegarmos ao destino.

Desta vez,
quando as portas se abriram,

havia uma formação rochosa natural,

mas ela era do tamanho de um estádio
de futebol americano.

Essa área ficava dentro de uma caverna?

Sim, era uma caverna de rocha natural.

Todas as paradas
quando entramos no subsolo

eram estruturas cavernosas naturais.

Esta era uma delas.

Quando entramos
no último elevador

e subimos até a área
de treinamento,

ela ficava na maior estrutura
cavernosa subterrânea

que já vi na vida.

Nunca vi nem fotos
que se assemelhem a ela.

Como era a iluminação?

Essa é uma das partes
mais interessantes,

pois as paredes e o teto
pareciam estar iluminados…

Bem iluminados.

Era como a luz do dia,

mas eu não conseguia achar
a fonte da luz.

Era como se as próprias paredes
fossem iluminadas de modo que não desse

para localizar de onde a luz
estava vindo.

Porém, a área toda estava iluminada,
sem dúvidas.

A iluminação tinha uma cor
ou uma espécie de matiz?

Era como a luz do dia.

Muito semelhante à luz do dia.

E o que acontecia
nessa caverna gigante?

Estava vazia naquele momento.

Fiquei observando como se fosse
minha primeira vez na cidade.

O capitão começou a andar
assim que as portas se abriram.

Vi do outro lado
que era uma pista

feita de material que absorve vibrações.

-Ela tinha…
-O quê?

Material que absorve vibrações.

É como uma espuma de borracha
que reveste a pista.

Vemos isso nas pistas internas.

O campo interno da pista em si
era de grama sintética, sem dúvidas.

Parecia grama.

As áreas externas tinham assentos
para treinamento, mesas e cadeiras.

Algo que qualquer militar
reconheceria

como uma sala de aula.

Havia algo que parecia ser
uma quadra de vôlei,

mas não havia nenhum mastro
nem rede.

Havia um campo de tiro
em um dos lados.

Acima do chão, havia uma série de redes
de passarelas.

Algumas tinham corrimãos.

Outras não tinham corrimãos.

Havia cordas penduradas no teto

com um mosquetão na ponta,
essas pequenas travas

que são muito comuns para quem faz
escalada em montanhas e rochas.

Era uma base de treino.

Exatamente.

Para soldados.

Para soldados.

Porém, não conseguia entender
de jeito nenhum

por que precisavam de uma base de treino
em formato trapezoidal para soldados.

-Depois, descobri o motivo.
-Por quê?

Tem a ver com…

A parte do treinamento
com o asa-delta

envolve o uso de uma mochila
de gravidade operada neurologicamente.

Usávamos essas mochilas
para criarmos impulso,

para controlarmos o ganho e a perda
de altitude.

Foi nessa base de treino

que aprendemos sobre táticas
de pequenas unidades,

como evitar uns aos outros,
sem nos debater, e atirar.

-Vocês usavam asas-delta para voar?
-Sim.

As mochilas funcionavam
a bateria,

ou seja, duravam por tempo
muito limitado.

Se você usasse a mochila
para voar sem parar,

ela só duraria uns 30 a 45 minutos.

Não tinham uma vida muito longa.

Então, nós as usávamos
junto com o asa-delta.

Assim, você não plana, você voa.

Às vezes, usavam eletricidade,
mas nem sempre.

Sim, mas nem sempre.

Geralmente as usávamos
para ganhar altitude

ou para manter a posição
quando atirávamos.

Tínhamos que aprender como usá-las
mentalmente primeiro.

Virar para a esquerda e para a direita,
subir e descer.

Tudo isso neurologicamente?
Com um capacete?

Sim, capacetes de combate.

Usando as armas que usávamos,

tínhamos que compensar
com as mochilas.

Os asas-delta não eram
a plataforma ideal

para simular um combate.

Sim, concordo.

Eles serviam mais para pousar
e mudar de posição,

ou para invadir usando
métodos furtivos,

-pois são muito silenciosos.
-Interessante.

Então, você estava nessa base enorme.

Você já estava entendendo
que fazia parte de algo.

Eles nem haviam dito
que você estava

no Programa Espacial Secreto?

Esse capitão falou com você?

Não, não disse nada,
e eu não podia perguntar nada.

O que aconteceu depois?

Havia algo que, àquela época,
eu acreditava ser

um recipiente muito estranho,
um contêiner

com portas muito estranhas.

Havia uma superfície
do tamanho de uma tela de cinema

que havia marcas escurecidas,
carbonizadas,

e áreas meio queimadas.

Tudo isso ficava no sistema
de cabos móveis,

que podiam ser relocados
a qualquer área dentro do estádio.

A tela plana ainda não significava nada
para mim,

mas era um dos alvos que usávamos
com os nossos rifles de plasma.

Era uma superfície tratada
especialmente

para que pudéssemos atirar
com os nossos rifles de plasma

sem dar início a um grande conflito.

O que é um rifle de plasma?

Ele atira uma bola
de plasma quente,

tão quente quanto o Sol,
que viaja

a velocidades inimagináveis
e causa uma quantidade incrível de danos.

Eu ainda não sabia para que
aquilo tudo era usado.

Só estava dando uma volta,
fascinado com o que via.

Tinha cheiro de fogueira mofada,
esfumaçada, velha.

-A caverna toda?
-Sim, a área toda.

Muito mofada?
Havia goteiras?

Não, não havia goteiras.

Eles haviam vedado a superfície interna
de todas as paredes.

Não havia água.

Se entrasse água,
seria uma infiltração,

que eles achariam rapidamente.

Além da porta que você usou,
havia outras portas?

Havia portas em outras áreas
do coliseu de treinamento,

mas estávamos indo
na direção de uma porta

que ficava do lado oposto
aos elevadores.

Você chegou a descobrir o que havia
nesse contêiner estranho?

-Com certeza.
-O quê?

Servia para simular a saída
de um dos transportes.

Eles podiam movê-lo
a uma certa altura

para que pudéssemos saltar dele.

Estamos falando de pessoas
que nunca haviam feito aquilo

e estavam aprendendo

a usar a interface neurológica,
além de voar,

atirar, mirar e tentar atingir
o seu alvo.

Quase ocorreram alguns acidentes

de pessoas sendo atingidas
ou de buracos feitos

nos asas-delta.

Tínhamos que coordenar tudo
ao mesmo tempo.

Era muito…

Podemos dizer que era o começo
do treinamento?

Era o começo do meu treinamento.

-Alguém morreu nesse treinamento?
-Sim.

Houve mortes.

Parece perigoso.

O que aconteceu
depois da caverna?

Aonde você foi?

Passamos por uma porta
do outro lado,

que dava em um corredor.

Fomos até o fim desse corredor

e entramos em outro corredor.

No fim dessa porta,
havia uma escadaria.

O capitão começou a descer.

Dei uma olhada pelo centro
da escadaria

para ver qual era a altura.

Não dava para ver o topo.

Portanto, ela devia subir até o topo
do estádio de treino.

Certo.

Então, quando passamos
para o próximo corredor,

ele virou à direita
e entrou no primeiro andar.

Aquela era a sala de conferência

onde passaríamos
as próximas duas horas,

revisando toda a papelada,
assinando para este equipamento,

assinando para aquele equipamento.

Nenhuma explicação até então.

Eu entrei,
e ele pediu que eu me sentasse.

Sentei-me ao lado dele.

À minha frente,
havia uma pilha de papéis em uma pasta.

Dentro dessa sala, havia uma faixa preta
que dava a volta na parte superior.

30 centímetros.

Tinha só uns 2 cm de largura,
mas ficava a cerca de 30 cm do teto.

Ela dava a volta na sala inteira.

Em um lado da sala,
havia uma TV de tela plana grande.

Devia ter umas 60 polegadas.

Para que servia essa faixa preta?

A faixa preta em volta
da parte superior da sala

era um equipamento completo
de monitoramento,

que incluía sinais biológicas,
vídeo, áudio,

qualquer coisa que fosse necessário
para determinar…

Infravermelho.

Quem está na sala,
se está suando muito

ou se está tranquilo,
calmo, controlado.

Não sabia disso ainda.

Parecia só uma faixa preta.

-Você assinou todos os documentos.
-Passei duas horas assinando.

Alguém lhe explicou algo
nesse momento?

Ele disse:
“Guarde as perguntas.

Temos muito trabalho a fazer
em muito pouco tempo.

Você receberá orientações detalhadas
depois de amanhã,

quando todos chegarem.

Todos serão orientados juntos.

Acontece que eles planejam tudo
dessa forma

para que você tente adivinhar
sem saber o que está acontecendo,

para que possam medir,
julgas e avaliar

as suas reações a situações
desconhecidas e estressantes.

Diante do capitão também havia
um aparelho de apagar memórias.

Foi a primeira vez que vi aquilo,
que eu me lembre.

-Como era?
-O que vi parecia um martelo de ourives,

que é muito pequeno.

Porém, em vez de ter
cabeça de martelo,

ele tinha um pequeno acessório
de cristal cônico na ponta.

E um cabo preto e liso,
sem marcas.

Só tinha um botão.

Eu não sabia o que era,
não fazia ideia.

Descobri que, se tivesse recusado
a oferta, aquele teria sido

o meu destino,
ter minhas memórias apagadas

e ser enviado de volta
a Fort Wood.

Várias pessoas vão assistir
a este episódio.

E elas vão achar que você é louco.

Ou vão achar
que você está mentindo.

Você não parece louco,
sinceramente,

mas não dá para saber
se está mentindo.

Então, pedimos que você fizesse
o teste do polígrafo

com um examinador profissional.

Gostaríamos de mostrar
o resultado agora.

Jason, pode relaxar.

Fique parado.

O teste já vai começar.

O teste está começando.

-Você está no estado do Colorado?
-Sim.

Quando às suas experiências
com extraterrestres,

-você pretende dizer a verdade hoje?
-Sim.

Já disse algo com raiva
e depois se arrependeu?

Não.

Você já participou
de um Programa Espacial Secreto?

Sim.

Já prestou serviço militar
no planeta Marte?

Sim.

-Já mentiu para proteger-se de conflitos?
-Não.

Já participou
de um Programa Espacial Secreto?

Sim.

Já prestou serviço militar
no planeta Marte?

Sim.

-Já mentiu para proteger-se de conflitos?
-Não.

Em toda a sua vida,
você já infringiu alguma lei?

Não.

-Você já matou um ser extraterrestre?
-Sim.

Já foi capturado
por um ser extraterrestre?

Sim.

Em toda a sua vida,

já infringiu alguma regra
ou regulamento?

Não.

Já foi capturado
por um ser extraterrestre?

Sim.

Em toda a sua vida,

já infringiu alguma regra
ou regulamento?

Não.

O teste está terminando.
Fique parado.

O que analisamos no teste

são mudanças nos padrões de respiração
ou movimentos da parte superior do corpo.

Aqui em baixo,

vemos as mudanças
nas respostas galvânicas da pele.

Basicamente, são glândulas sudoríparas
que se abrem e fecham nos dedos.

Depois, analisamos as mudanças
na pressão sanguínea,

batimentos cardíacos etc.

Aqui embaixo, estamos vendo

as leituras de PPG,
ou fotopletismografia.

Basicamente, são vasos sanguíneos
que se abrem e fecham

nas pontas dos dedos.

Algumas outras leituras
que temos aqui

são de movimentos
ou tentativas de enganar o teste,

mas ele não tentou.

Aqui na tela,

estamos vendo que,
para as mentiras que eu pedi

que ele contasse,
sobre infringir leis e coisas do tipo,

ele teve uma resposta fisiológica

que apresenta indícios
de uma pessoa

que está mentindo normalmente,
sendo esse o resultado fisiológico

que podemos esperar.

Quando vemos outras perguntas
às quais ele responde com “sim”,

sobre o Programa Espacial Secreto

ou sobre ter estado
no planeta Marte,

não aparece essa estimulação
fisiológica típica

que esperamos quando alguém sabe
que está mentindo.

Sempre que surge
uma história extraordinária

que parece tão inimaginável
e fora do normal

para um ser humano
e com base na minha experiência,

é claro que as dúvidas vêm à tona.

No entanto, Jason parece ser
uma fonte muito confiável.

Ele fala bem.

Ele entrou aqui.

Parece que ele sabe exatamente
o que aconteceu e como aconteceu.

O polígrafo só pode nos dizer

se alguém acredita ou não
se o que está dizendo é verdade.

Os indicadores fisiológicos indicam

que ele não demonstra nenhum estímulo

dos indicadores biológicos
que me digam

que ele duvida de sua história,
ele não tem nem sombra de dúvida.

Nesse caso, posso dizer que,

resumindo, Jason acredita
que o que está dizendo é verdade.

O cara que estava fazendo o teste

ficou fazendo as mesmas perguntas
repetidamente.

Você devia estar ficando louco,

mas acho que eles fazem isso

para analisar reações emocionais
diferentes

para garantir que você é confiável,
não acha?

Sim.

No teste da mentira
por estímulo direto,

conforme me explicaram,

eles tentam criar
uma linha de base da mentira

e outra para dizer a verdade.

Então, a pergunta sobre
infringir uma regra

-era uma mentira predeterminada que foi…
-Correto.

Assim, sempre que você mentisse,
ele veria a sua reação.

Ele poderia comparar com outras reações
em que você disse a verdade.

-Correto.
-Interessante.

Como você se sentiu ao ouvir
essas perguntas repetidamente?

Comecei a ficar ansioso

porque comecei a falar
das minhas experiências,

que induziam ansiedade
ou outros efeitos fisiológicos

e tentavam me distrair
para que eu não falasse delas.

Isso faz parte do programa

que eles usam para as pessoas
que saem,

pois não querem
que revelemos nada.

Então, eles instalam programas
na sua psiquê,

para que você tenha
um ataque de ansiedade

ou comece a suar,
ou a sala fique pequena demais,

mesmo que seja grande.
Você não consegue se focar.

Não consegue prestar atenção
no que está tentando dizer.

Quando comecei a despertar
e me lembrar das coisas

que havia feito,
foi muito difícil

devido aos programas,
os presentes

que deixaram para mim.

Está claro que você
não está mentindo.

Pelo menos você acredita
no que está dizendo.

Eu sei que o que estou dizendo
é verdade.

Alguns anos atrás,

se você me perguntasse
se eu acreditava

que havia participado
de um Programa Espacial Secreto,

eu diria: “Não. Parece interessante,
mas esse não sou eu.”

Porém, tendo participado
e recuperado as memórias

das experiências e dos eventos
que aconteceram comigo,

todas essas coisas
que aconteceram comigo,

as experiências das quais me lembro,

tudo isso me provou
sem sombra de dúvida

que eu participei desse programa.

Nesta temporada de
”Revelações Cósmicas”,

as pessoas compartilham
seu envolvimento secreto

com agências governamentais,
os militares

e programas espaciais secretos…

Era um ser real e consciente
que havia acabado de morrer

poucas horas antes.

Ou foi morto.

Era uma arma de energia cinética.

Eles pegam uma rocha
grande o bastante

e a atiram na direção
da superfície e das áreas

que querem atingir.

Várias relíquias coletadas
no mundo

desde a antiguidade foram guardadas
embaixo do Vaticano.

Várias delas
são extraterrestres.

Eles acreditam que vêm
de uma linhagem extraterrestres,

enquanto nós somos só animais.

REVELAÇÕES CÓSMICAS

POR DENTRO DO
PROGRAMA ESPACIAL SECRETO

Revelação Cósmica temporada 12 episódio 6
Disclaimer:
1. Os artigos são escritos em português do (Brasil ou de Portugal) ou numa mistura de ambos.
2. Os artigos colocados neste site, são diferentes dos colocados nos corruptos meios de comunicação de massas. Não significa que os autores concordam ou discordam com os mesmos. Você deve usar a sua intuição com aquilo que ressoa ou não consigo. Ninguém é dono da verdade absoluta e este site não foge à regra.

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