Iniciamos antes por informar os leitores sobre o último artigo do Aniron que explica a mecânica quântica desde o ponto de vista da Aliança Guardiã, segundo apresentado pela Ashyana Deane na obra Voyagers.
E sobre este artigo, esta tradução surge fora do padrão habitual (às segundas-feiras) por ter sido publicado excepcionalmente no dia 8 de agosto. Trata-se de um artigo pré-escrito do ano 2018 e que foi publicado durante o período de férias deste autor, é a continuação da história secreta pelo planeta Terra, a onde se explica a hostilidade entre grupos que lutam pelo controlo do nosso planeta. Dado que surgem muitas questões nos comentários sobre a legitimidade dos factos, remetemos que é de interesse guardar estes dois artigos como estudo ou como referência futura. Boa leitura e boas férias!
A história secreta da guerra financeira pelo controlo do planeta Terra [1ª Parte]
Artigo publicado a 29 de julho 2024 no sítio do autor e no nosso sítio O Evento:
A história secreta do planeta Terra de 2000 a 2018 [2ª Parte]
Artigo publicado a 30 de julho 2018 e republicado a 8 de agosto de 2024 no sítio do autor.
Este site, oevento.pt limita-se a traduzir o relatório semanal de geopolítica do jornalista Benjamin Fulford que usa fontes. Use o seu discernimento, visto que algumas vezes as informações são contraditórias e falta coerência ao Benjamin Fulford. No entanto, mantemos o relatório porque nos dá informação atual do que está a acontecer no mundo, mas pela perspetiva do Benjamin Fulford e não deste site oevento.pt que muitas vezes discorda com o Benjamin Fulford.
[Nota do tradutor: a formatação do texto em negrito e a vermelho não consta no original, é uma opção nossa por forma a realçar aspetos importantes no artigo.]
Nota de Benjamin Fulford: Aviso aos leitores: Este relatório foi escrito a 30 de julho de 2018, repusemo-lo porque pode ser de interesse.
Enquanto nos preparamos para o que pode ser a ofensiva final de outono que finalmente derruba a Cabala da Máfia Khazariana (MK), é um bom momento para olhar para o quadro geral para entender por que uma batalha secreta pelo planeta Terra tem sido travada todos esses anos.
O melhor lugar para começar ainda é a eleição dos EUA do ano 2000, que foi um golpe de estado contra a democracia americana que deu início ao Quarto Reich Nazi liderado pelo Führer George Bush Sr. (pai). Essa eleição foi entre duas facções do governo secreto ocidental:
Facção 1 – os Nazis, que queriam matar 90% da humanidade para “salvar o ambiente”;
Facção 2 – a facção do Aquecimento Global, que dizia que isso podia ser conseguido usando o “aquecimento global” como desculpa para impor um imposto sobre o carbono e um governo mundial.
Os Nazis venceram recorrendo a fraudes, assassinatos e ameaças de morte para aterrorizar o sistema americano e levá-lo a entregar o poder. Seguiram-se tentativas muito reais de assassinar 90% da humanidade. O regime nazi de George Bush Jr. (filho) começou a espalhar armas biológicas como a SARS, a gripe das aves transformada em arma, o Ébola, etc., para exterminar a maior parte da humanidade. Ao mesmo tempo, criaram crises de fome em 33 países, pagando dinheiro aos agricultores para cultivarem “biocombustível” em vez de alimentos. Também tentaram várias vezes iniciar uma guerra mundial nuclear usando o Irão, a Síria, a Coreia do Norte e outros focos de tensão. É importante recordar isto e nunca é demais repeti-lo: estas pessoas tentaram matá-lo a si e à sua família, e ainda continuam a fazê-lo.
Entram as Sociedades Secretas Asiáticas. Estas tomaram conhecimento dos planos dos Nazis para assassinar 90% da humanidade através da escuta das suas reuniões secretas, nomeadamente as reuniões do Bohemian Grove. Em 2003, a propagação da SARS – uma arma biológica concebida especificamente para atingir apenas os asiáticos – foi o seu verdadeiro apelo às armas.
Isto levou a uma rutura entre os grupos do submundo da Ásia Oriental que traficam heroína e anfetaminas e os seus antigos aliados Nazis que traficavam cocaína e marijuana. Os Nazis, porém, anteciparam esta rutura, transferindo as suas operações de heroína da Ásia Oriental para o Afeganistão entre 2001 e 2002.
Os Nazis, tal como descreveram no seu relatório “Projeto para um Novo Século Americano”, também tentaram cimentar o seu controlo do mundo apoderando-se dos campos de petróleo no Iraque e na Ásia Central. Utilizam a ameaça de corte do petróleo para manter a Ásia sob controlo.
Os asiáticos responderam ameaçando assassinar os principais líderes do governo secreto ocidental. Em particular, visavam os indivíduos que eram membros dos três grupos seguintes: os Bilderbergers (cabalistas europeus), o Conselho de Relações Externas (cabalistas americanos) e a Comissão Trilateral (traidores japoneses e os seus mestres).
Os asiáticos procuraram também aliados ocidentais contra os Nazis. Notaram que uma fação ocidental tinha lutado desesperadamente para expor e fazer descarrilar os planos genocidas dos Nazis. Isto pode ser visto, por exemplo, num episódio de 1997 de “Os Simpsons” que mostra um livro intitulado “Curious George and the Ebola Virus”. O “George Curioso”, claro, refere-se a George Bush Sr. (pai).
Houve também o repórter da BBC que estava em frente ao Edifício 7 do World Trade Center (evento do 11 de Setembro), ainda intacto, dizendo que tinha desabado.
Os asiáticos fundaram um grupo de aliados ocidentais que se tornaram no que é conhecido como a Sociedade do Dragão Branco (White Dragon Society/WDS). Este grupo inclui altos funcionários do Pentágono, da CIA, do FSB russo, da família real britânica, da Maçonaria, da Loja P2 do Vaticano, etc.
Este grupo tentou levar os EUA à falência em 2008 com o choque Lehman, como forma de levar à falência o Deep State/Estado Profundo dos EUA (a Máfia Khazariana nos EUA). É por isso que o défice comercial dos EUA passou de mais de 696 mil milhões de dólares em 2008 para 381 mil milhões de dólares em 2009, após o evento Lehman.
https://tradingeconomics.com/united-states/balance-of-trade
A tentativa de levar à falência o Estado Profundo dos EUA também teria sido bem sucedida, exceto pelo facto de os EUA terem forçado os Estados clientes do Médio Oriente a baixar o preço do petróleo que vendiam aos EUA, e os chineses terem sido enganados para apoiar o agente comunista Barack Obama e financiar o seu regime. Só mais tarde é que se aperceberam que ele era apenas um escravo de Bush/Clinton/Rockefeller.
Também por volta dessa altura, numa série de episódios nunca antes revelados ao público, foram enviadas cartas manuscritas pela WDS ao politburo chinês, ao Vaticano e à monarquia britânica que…
…solicitavam a sua ajuda para travar a facção genocida. O resultado foi a destituição do Papa Maledito (Bento XVI) e a abdicação da Rainha dos Países Baixos (Beatriz), do Rei de Espanha (João Carlos II), do Rei da Bélgica (Alberto II), etc. Este foi o início de uma purga dos governos ocidentais que se tem vindo a propagar desde então.
Outro sinal visível de mudança foi a decisão do Reino Unido, França, Alemanha, Itália, Suíça, etc. de aderir ao AIIB (Asian Infrastructure Investment Bank/Banco Asiático de Investimento em Infraestrutura) liderado pela China. Como resultado destas cartas, o Comité dos 300, dominado pelos europeus, também autorizou o desembolso de mais de 5 triliões de dólares para o plano de infra-estruturas chinês OBOR (One Belt One Road).
O outro resultado visível foi a assinatura dos Acordos de Paris pelos 195 Estados-nação, em dezembro de 2015. A facção do Aquecimento Global assumiu que se tratava de uma vitória total para a si mesmos.
No entanto, nesta altura, os Gnósticos Illuminati e os membros da família Rothschild formaram uma aliança invulgar para assegurar a eleição de Donald Trump como presidente dos Estados Unidos. Assim, a 8 de novembro de 2016, o Secretário de Estado dos EUA, John Kerry, foi chamado a uma base fora da rede na Antárctida e foi informado de que Hillary Clinton (Rockefeller) não ia ser eleita presidente dos EUA. Além disso, na noite das eleições, houveram confrontos entre as Forças Especiais na gigantesca base subterrânea por baixo do Aeroporto Internacional de Denver que permitiram aos militares americanos apoiantes de Trump retirar a maquinaria de roubo de eleições de Hillary.
Esta foi a primeira vez desde a eleição do Presidente Ronald Reagan nos anos 80 que a presidência dos EUA saiu das mãos da família criminosa Clinton/Bush/Rockefeller.
O resultado foi que a facção genocida dentro do complexo militar-industrial dos EUA foi substituída pelo grupo “America First”. Este grupo está agora a lutar a todo o vapor contra a facção do Aquecimento Global. É por isso que Trump anunciou que os EUA estavam a abandonar os Acordos de Paris.
De acordo com uma fonte envolvida nessas negociações, reuniões secretas entre os militares dos EUA e a Rússia também estavam a decorrer antes da eleição de Trump. Como resultado, chegou-se a um acordo secreto em que os russos passariam a ter uma influência muito maior sobre a Europa Ocidental e o Médio Oriente a oeste do rio Eufrates. O objetivo era basicamente oferecer a Europa aos russos, em troca de uma aliança militar entre a Rússia e os EUA para combater a China, de acordo com fontes envolvidas nestas negociações.
No entanto, os russos estão plenamente conscientes de que têm o voto de desempate e planeiam utilizá-lo para criar um sistema mundial mais equitativo e multipolar, de acordo com fontes russas do FSB. Também aprenderam com a experiência a não confiar nos americanos, porque estes têm um historial de dizer aos parceiros de negociação o que eles querem ouvir e depois traí-los, observam as fontes.
Este outono, haverá mais negociações envolvendo as Sociedades Secretas asiáticas, os russos e o complexo militar-industrial dos EUA (n.t.: remetemos que este artigo foi escrito em 2018). O objetivo será forçar uma rendição final da Máfia Khazariana. Haverá também negociações para uma alternativa aos Acordos de Paris, como forma de reorganizar a autoridade mundial de tomada de decisões financeiras para refletir a realidade atual.
Para que a reorganização seja bem sucedida, o país-chave que agora precisa de ser incluído é a Índia. A Índia tem uma população aproximadamente igual à da China (1,34 mil milhões contra 1,41 mil milhões), mas é muito mais jovem. De acordo com a Wikipédia, “mais de 50% da população da Índia tem menos de 25 anos de idade. Em contrapartida, menos de 25% da população da China tem menos de 25 anos”. Assim, enquanto a população da China está a envelhecer rapidamente e em breve começará a diminuir, a da Índia é jovem e está a crescer.
Além disso, sob o comando do primeiro-ministro Narendra Modi, a Índia tem agora uma gestão económica competente e está a registar um rápido crescimento económico. Assim, é evidente que a importância da Índia está a aumentar e irá rivalizar e possivelmente ultrapassar a da China se as tendências actuais se mantiverem.
No entanto, os Acordos de Paris – que, supostamente, diziam respeito às emissões de carbono, mas que, na realidade, diziam respeito ao controlo percentual do sistema financeiro – deram 29,4% dos direitos de voto à China e apenas 6,8% à Índia. Se olharmos para isto, não é de admirar que a Índia se sinta um pouco incomodada e esteja relutante em ceder um papel financeiro mundial dominante à China ou em participar no seu projeto OBOR centrado na China. Obviamente, qualquer acordo sobre uma nova divisão económica mundial dos direitos de voto terá de ser melhor para a Índia do que o que os Acordos de Paris conseguiram.
É por isso que estão agora a decorrer negociações secretas com o objetivo de oferecer à Índia um papel mundial que reflicta mais de perto a sua realidade económica e demográfica. Se estas negociações correrem bem, o anúncio, há muito esperado, de um novo sistema financeiro mundial poderá finalmente tornar-se possível. Estamos relutantes em dar datas específicas, mas se as negociações do outono (2018) correrem bem, é possível que haja algum tipo de anúncio em 2019 ou 2020.
Artigo completo traduzido de Benjamin Fulford de 8 de agosto de 2024.
FIM