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Livro interessante, o problema é o preço! Eu sou partidário da seguinte opnião; este tipo de livro não deveria ser vendido, deveria ser patrocinado por alguém e distribuído para quem quisesse ler, sem fim lucrativos! O mesmo acontece com livros espiritas; nenhum deveria ser vendido, devido a sua enorme importância, todos deveriam ser distribuídos de forma gratuita, pois o bem que fariam as pessoas é algo incalculável e isso não deveria ter dinheiro envolvido neste processo.

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Anna
Citação de Rogerio Tigre em 20 Dezembro, 2020, 7:09

Livro interessante, o problema é o preço! Eu sou partidário da seguinte opnião; este tipo de livro não deveria ser vendido, deveria ser patrocinado por alguém e distribuído para quem quisesse ler, sem fim lucrativos! O mesmo acontece com livros espiritas; nenhum deveria ser vendido, devido a sua enorme importância, todos deveriam ser distribuídos de forma gratuita, pois o bem que fariam as pessoas é algo incalculável e isso não deveria ter dinheiro envolvido neste processo.

Caríssimo, grato pelos retornos, a que vou dar uma resposta conjunta e rápida, a partir deste último.

E mais uma vez admiro-me que venha citar um programa de rádio de 2005 aonde o locutor disse que a ressonância schumann tratava disso...Disso, o quê? Da mudança dos polos? Ou do que é essa ressonância? É que hoje a medição que o fisico alemão fez em 1952 (que ficou com o seu nome), já vai muito longe das 7,83 pps, que foi a constante que ele considerou na altura pois assim se mantinha desde há muito e que últimamente tem vindo a oscilar que nem pêndulo de sentido único, quer dizer, só para cima, e atingido, ao que consta, os 100 hz. Daí que nossa percepção do tempo bem como de tudo o mais tenha se alterado e acelerado radicalmente, deixando-nos, literalmente, num estado de desorientação e confusão. Mas é só isso, percepção, que cada qual sentirá e vivenciará de acordo com o nível de frequência interno que tenha agregado e trabalhado, pois quanto maior ele for menos os efeitos desagradáveis e desestabililzadores externos serão sentidos e terão sentido. As transformações por que o planeta está passando são irreversíveis e estão seguindo o seu inexorável curso, infelizmente antecipado pelo nefasto contributo desta humanidade. Há que aproveitar, portanto, as condições que ainda vamos tendo e a disponibilidade de acessar tudo o que nos ajude, sustente e proteja (em todos os sentidos), investindo no que Rodrigo Romo define como a 'verticalização', isto é, o despojamento do supérfluo e desligamento de tudo quanto contribua para alienar a nossa vibração e nos afaste da conexão interna com a Fonte. Está claro que sempre dependerá do canto em que cada um se encontra, como sempre realço.

E a propósito dos livros a que fiz referência 'Hercólubus' e 'Mágica Fé', o que tenho a dizer é que, quanto ao primeiro, folgo saber que o vai voltar a ler e quanto ao segundo, mantenho a sugestão de que esse livro deve ser lido e sentido e que portanto deva ser adquirido, (que será sempre a sugestão dum bibliófilo de longa data, como eu ou de qualquer um que se preze de o ser). Confesso que o preço não será convidativo, mas dado que estamos atravessando a quadra dos 'presentes', será uma boa altura para se auto-presentear, como disse. Mas não pense que sou um 'fanático' do livro físico, simplesmente minha opção é sempre priorizá-lo. Lembro também que fui informático e programador e que estou perfeitamente à vontade com toda a parafernália tecnológica a qual uso a que melhor me ajude e complemente. E é tudo o que de momento me apraz deixar exposto.

Saudações e até.

Carla Mota, Anna e Rygar 86 reagiram a este artigo.
Carla MotaAnnaRygar 86

Boa noite Alvaro.

Bom, como eu disse de fato isso mesmo foi o que ocorreu. Este locutor infelizmente já faleceu, mas ele dizia muitas coisas que ao que tudo indica, era passado por via oral na sociedade que ele frequentava, que de secreta não tinha ou não tem nada. Não sei, as vezes as pessoas não agem de má fé, pode ser que elas tenham entendido isso de forma errada e tenham repassado este conhecimento desta forma sem querer. É preciso lembrar outra vez que há 15 anos atrás também, assim como agora, é dificil pesquisar certas coisas na internet. Aqui no Brasil, por exemplo, existem muitos esforços para manipular a verdade ou simplesmente a eliminar por completo.

Existe um site chamado e-farsas e todas as verdades escondidas há milênios "pelas cobras" vão parar lá, apenas para serem desconstruídas e tratadas como mentira pura e simples. Então imagine isso; uma pessoa que acha aquela fraude digital "segura e de credibilidade" quando ouve qualquer coisa que tenta expor os criminosos da cabala, vai direto pra lá, e o que acontece? É condicionada - se não sofrer uma verdadeira lavagem cerebral - a acreditar que tudo aquilo aquilo é mentira, invenção de gente desocupada e que não tem o que fazer! Então a pessoa continua acreditando que tudo isso que alguns tentam trazer para a superficie para fazer as pessoas acordarem, continuem nas profundezas da ignorância, enquanto os reptéis vão causando mais estragos pelo caminho!

Sobre os livros, é como eu disse: se eu achar os do Benitez em pdf em preços acessiveis, traduzidos para o português, estou comprando. Eu também não fiz nenhuma pesquisa para saber se eles já estão a disposição "de grátis" em algum lugar. Eu acho que devido ao momento, muitas pessoas deveriam abrir mão do lucro e inundar a internet com estas publicações sem cobrar por elas, porque quanto mais informação as pessoas tiverem, mais fácil será para que elas se libertem!

Todos nós já estamos sabendo que em breve o dinheiro será extinguido...então porque não abrem mão logo do lucro de uma vez? Eu sou da seguinte opnião: o conhecimento não deve ser vendido, deve ser doado de graça, porque desta forma, ninguém poderá fazer comércio com ele! Isso evitaria também que muitas pessoas continuem dando golpes nas outras, vendendo coisas apenas para fazer dinheiro e não ajudar os outros, como livros de auto ajuda, que só ajuda o bolso de quem escreve, porque quem compra não consegue entender como aquilo funciona, porque se tivesse sentido mesmo, alguém compraria, aprenderia tudo e repassaria isso para as pessoas de forma altruísta, sem cobrar nada por isso!

Anna reagiu a este artigo.
Anna

Eu queria ter uma biblioteca em casa, acho que os livros fisicos são melhores para ler. Pdf, doc, etc, são formatos que para ler dependem de um pc, e fica mais dificil porque neste caso não dá para desligar do "mundo virtual" e fazer como fazíamos antes, pegar um livro e ler no quintal, enquanto se toma sol, por exemplo. Mas por outro lado, a oferta dos mesmos nem se compara com o formato convencional. Eu nunca teria a condição de ter todos os titulos que eu tenho se não fossem muitas pessoas generosas que tivessem empregado seus tempos livres para digitar ou fotografar seus livros e depois disso os colocar na internet para as pessoas poderem ler sem precisar comprar. Por exemplo, eu só pude ler o volume 9 do Cavalo de Troia porque alguém teve acesso a edição em português e a digitalizou...e depois eu pude ler o 10º que trata dos bastidores por causa disso também! Isso na minha opnião, não tem dinheiro que pague, porque como eu disse antes, a riqueza pessoal que traz para as pessoas em termos de conhecimento e enriquecimeno moral e pessoal não pode ser avaliado.

Um abraço.

Carla Mota reagiu a este artigo.
Carla Mota
Citação de JOSÉ AUGUSTO em 19 Dezembro, 2020, 12:38

AS CARTAS DE CRISTO

INTRODUÇÃO

Ele diz:

“Eu vim para retificar as interpretações errôneas que foram feitas a partir dos meus ensinamentos quando eu era conhecido como ‘JESUS’, na Palestina, há dois mil anos”.

Ele também diz:

“Em vista das pessoas se encontrarem no limiar de uma crise mundial de enormes proporções, é vital para a sobrevivência que Eu, o Cristo, possa alcançar todos aqueles que queiram escutar. Você pouco sabe a respeito dos verdadeiros processos da criação nos quais você mesmo tem papel principal. É imperativo que os entenda suficientemente bem para que seja capaz de tomar parte na implementação de uma visão mais elevada para toda a humanidade. É impossível para minha consciência espiritual tomar uma forma humana. Para poder falar diretamente a você, desprogramei e preparei uma mente receptiva e obediente para receber minha Verdade e transcrevê-la em palavras. Ela é meu ‘Canal’”.

 

Canal:

Antes de ler as Cartas de Cristo, você pode querer saber como se passou este exercício espiritual de transmissão da consciência. O trabalho de preparação para que eu pudesse me tornar o “Canal” de Cristo começou há 40 anos quando eu, como comprometida Cristã, encontrei-me em atrozes dificuldades como fazendeira. Ao pedir ajuda a Cristo, uma vigorosa e inesperada resposta me levou a reexaminar e descartar todos os dogmas religiosos. O esclarecimento veio depois, seguido de uma clara condução para novos caminhos de trabalho e estudo: montei um negócio que rendeu bons frutos, no qual lidava com pessoas. Durante sete anos desfrutei do sucesso e de muita felicidade. Para crescer na compreensão espiritual, logo passei por diversas experiências humanas muito traumáticas. Após muito sofrimento, e de forma dolorosa, aprendi suas lições e as transcendi espiritualmente.

Uma noite, em resposta a uma prece pedindo orientação, a presença de Cristo se tornou realidade e me deu prova irrefutável de sua identidade. Ele falou comigo por uma hora, enviando fortes ondas de Amor Cósmico através do meu corpo e me deu uma breve descrição do ensinamento que iria receber e do que finalmente realizaria. Duas semanas depois, Ele me conduziu por meio de uma experiência transcendental de União Consciente com “Deus”. Eu me tornei curadora e o instrumento de algumas curas instantâneas.

 

Entre 1966 e 1978, num importante ponto da minha vida, em resposta aos meus questionamentos, Cristo instruiu-me nos princípios científico-espirituais, agora explicados por Ele em suas Cartas. Em 1975, experimentei uma noite de visões descrevendo eventos desde 1983 até 1994, os quais todos aconteceram de fato. Eu estava novamente sendo avisada que haveria mais trabalho para fazer no futuro.

 

Após muitas e variadas adversidades, sempre aliviadas pela minha forte conexão com Cristo e minha profunda compreensão e experiência pessoal da “Primeira Causa”, fui trazida para meu lar atual. Aqui, nos últimos vinte anos, tenho vivido uma vida cada vez mais solitária, algumas vezes num contato claro e próximo com Cristo e outras vezes afastada para reforçar minha fé e paciência nos períodos de aridez espiritual. Nos últimos quatro anos, fui conduzida por uma purificação mental e emocional, atingindo meu objetivo de perfeito estado de paz e alegria interior.

 

Cristo me fez viver um processo gradual, mas muito claro, de refinamento. Quando perfeitamente vazia do meu eu, maleável e receptiva – a Voz começou a ditar e as Cartas começaram a tomar forma.

Estas cartas são inteiramente obra de Cristo. Nada nelas tem origem em outra literatura, embora, nos últimos anos, certos escritores tenham obviamente tirado grande parte de suas próprias inspirações da radiação da Verdade da consciência de Cristo. Todos aqueles que estão em harmonia com sua Consciência são grandemente abençoados. Eu sou meramente o “Canal”– nada mais.

Traduzido por Almenara Editorial. Todos os direitos de tradução ao português reservados. Consulte para fazer

uso do conteúdo em publicações impressas ou digitais. http://www.almenaraeditorial.com.br

Caríssimo José Augusto,

Venho parabenizá-lo pela escolha de apresentar por aqui esse riquíssimo manancial que foram (e continuam sendo, pelos vistos) 'As Cartas de Cristo' E expresso-me assim porque tive conhecimento delas quando foram disponibilizados os 9 textos de modo gratuito por essa editora, que havia garantido os direitos para a língua portuguesa. Ainda não havia livros e eu, para além de os guardar (como sempre faço com tudo), imprimi. Foi mais uma importante achega à desconstrução da versão oficial que se veio a juntar a algumas outras 'versões' alternativas que andavam também por aí 'pipocando'. Refiro a saga 'Cavalo de Tróia' que Rogério Tigre referiu e que me levou de novo a lhe dar atenção, como disse e também à canalização de uma holandesa Pamela Kribbe, que mais ou menos por essa altura se apresentou 'urbi et orbi e já com tradução em português.

E o que tenho a dizer é o seguinte: Na apresentação que destaca nas 'Cartas' logo à cabeça começa pelo anúncio:

“Eu vim para retificar as interpretações errôneas que foram feitas a partir dos meus ensinamentos quando eu era conhecido como ‘JESUS’, na Palestina, há dois mil anos”.

E na apresentação da norueguesa, no seu site no item 'Quem é Jeshua? está dito:

Eu sou aquele que esteve entre vocês e que vocês conheceram como Jesus.
Eu não sou o Jesus da tradição da sua igreja nem o Jesus dos seus escritos religiosos.
Eu sou Jeshua-ben-Joseph; eu vivi como um homem de carne e osso.
Eu realmente alcancei a consciência Crística antes de vocês, mas fui sustentado nisso por poderes que estão além da sua imaginação no presente momento. Minha vinda foi um evento cósmico – eu me tornei disponível para isso. (https://jeshua.net/por/quem-somos-nos/quem-e-jeshua/)

E afinal, poderia levantar-se a dúvida, quem é quem? E eu diria: São todos, porque a incomensurável Energia desse Ser se manteve e se mantém (agora mais do que nunca) acessível a todos quantos tenham sua vibração bem elevada e intenção focada para a receber. E muitíssimos foram e continuam sendo, portanto, mas a maioria, por falta de tradução atempada na nossa língua, ficam apenas disponíveis para os locais como aconteceu, p. ex. com Judith Coates, uma canalizadora americana muito bem cotada e reverenciada pela sua obra em 6 volumes 'Jeshua -The Personal Christ' que ficou por aqui no esquecimento.  

Portanto caríssimo José Augusto, não pense que estou desconsiderando as 'Cartas' estou sim, dando graças ao Universo por termos acesso a todas essas importantes e, diria, complementares 'versões' de quem marcou indelevelmente esta civilização, que ao se focar obsessivamente no personagem acabou em grande parte por alienar e mesmo, corromper o verdadeiro propósito da sua vinda a este mundo, A SUA MENSAGEM DE AMOR.

Deixarei em anexo, para terminar e como complemento sugestivo, a capa de um livro de título, também canalizado, embora não se saiba por quem e que, felizmente, 'conseguiu' chegar às nossas estantes (e bem díficil foi encontrá-lo, pela raridade).

E quanto à corrupção'de que falo, deixarei, se possível ainda hoje, no meu tópico 'Religiões e espiritualidades' um documentário biográfico dum americano que a personificou na perfeição.

Saudações e até...

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Carla MotaAnnaRygar 86

Caríssimos, aqui deixo para quem interessar o livro do jornalista Jon Krakauer, 'Na Natureza Selvagem' cujo filme se encontra disponível no respectivo tópico.

https://kp89fg.s.cld.pt

Saudações e até...

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AnnaRygar 86

Sr. Alvaro, se conseguir esse 'As Cartas de Cristo' em PDF, agradeço.

Feliz 2021.

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Carla MotaAnna
Citação de bruno2000 em 2 Janeiro, 2021, 21:10

Sr. Alvaro, se conseguir esse 'As Cartas de Cristo' em PDF, agradeço.

Feliz 2021.

Caríssimo Bruno, eu julgava que quando José Augusto falou nas Cartas e indicou o link da editora, que ficou com o exclusivo desses conteúdos para o mercado de língua portuguesa, que tivessem pesquisado sobre elas pois iriam encontrar o próprio site das Cartas aonde estão disponibilizados todos esses textos para download em pdf. Portanto, caríssimo é só aceder a este link que será satisfeito do que pretende:  https://cartasdecristobrasil.com.br/downloads/

E reitero seus votos mas não para todo o ano, simplesmente para janeiro, ok?  (rs)

Saudações e disponha sempre.

 

Carla Mota, Anna e bruno2000 reagiram a este artigo.
Carla MotaAnnabruno2000

desculpa, mas eu nao tinha entendido o que foi escrito.

isso acontece de vez em quando nesse fórum. acho que todos já perceberam que sou brasileiro.

muito obrigado pelo link.

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Caríssima Anna segue o livro sobre Alan Turing, a que fiz referência no texto do filme 'The Imitation Game', solicitado pela Carla.

https://4mschb.s.cld.pt

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Os likes que ponho. Viram 0. Há  algum problema? Pus aqui tbm porque aconteceu neste tópico

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LIVROS QUE POR MIM PASSARAM E ME TOCARAM I (Os nove passos para a reencarnação/Anne e Daniel Meurois-Givaudan)

Caríssimos, para estrear mais este item, a escolha teria de recair num documento 'estranho', como os próprios autores o definem.

Tive conhecimento deles (dupla e não casal, como se poderia supor) em meados dos anos 90, e que se juntaram para fortalecer e melhor ancorar a já enorme capacidade mediúnica de cada um e assim ir mais longe e mais fundo, como é o caso deste incomum trabalho. Fica aqui o intróito da obra:

<Evidentemente, já se falou bastante do Nascimento e do mistério da encarnação. Sem dúvida, aliás, já foram escritos inúmeros livros sobre o tema. Nosso objectivo, ao iniciar este trabalho, não era certamente o de trazer apenas a nossa contribuição a uma soma já volumosa de informações sobre o assunto, tanto psicológicas quanto religiosas ou biológicas.

Este livro resulta, simplesmente, de uma experiência da qual o mínimo que se pode dizer é que merece o epíteto de estranha... Uma experiência que não procuramos, mas que se ofereceu a nós espontaneamente e que escrupulosamente nos dedicamos a relatar, dia após dia.

Até agora, nossa faculdade natural de provocar a decorporação nos levou a investigar os 'mundos da pós-vida' assim como outros universos mais subtis ainda.

Entretanto, as circunstâncias nunca nos tinham permitido empreender, totalmente, a viagem 'inversa', isto é, aquela que traz mundos de luz para a Terra.

Expliquemo-nos sem rodeios: fomos solicitados a seguir passo a passo o itinerário de um ser que estava encarnando.

O que se passa, exatamente, com uma alma que se prepara para tomar um corpo de carne e que, portanto, faz seu o ventre de uma mãe? Por quais fases de evolução ela passa? Como o seu psiquismo se modifica? O que se passa, ainda, no nível do seu feto e que os olhos físicos não percebem? A lista de perguntas é tão longa quanto os nove meses necessários à redação deste livro.

Digamos logo, não escolhemos a alma que se encarna e que é, evidentemente, o centro deste trabalho. Ela se apresentou por uma espécie de 'mandado' de uma Vontade luminosa. Talvez não a encontremos nunca fisicamente.

Não se trata de um ser excepcional destinado a marcar o seu tempo. O resultado teria sido desvirtuado. Nem se trata tampouco de uma alma iludida pelas armadilhas da materialidade. Segundo suas próprias palavras, ela é somente uma gota entre milhares e milhares de outras que compreenderam que a 'verdadeira força e o germe de toda a verdade residem no coração. Sua finalidade é Servir.

As informações que ela nos fornece durante a gravidez de sua mãe, sua própria metamorfose e a do embrião, depois do feto aonde ela aprende a morar, não constituem os ensinamentos de um Mestre de Sabedoria. Seu valor é inteiramente outro. Nós a qualificaremos de humana, no sentido nobre e enriquecedor da palavra.

Foi por essa razão que ela nos sensibilizou como testemunhas e, por vezes, um pouco atores de sua aventura. Trata-se realmente de uma aventura, nascer e renascer com consciência, na Terra.

Embora exponha com muita evidência um certo número de assuntos metafísicos, dentre os quais o da reencarnação, este livro – sem dúvida já se pode adivinhar – não é um tratado de esoterismo nem uma narrativa refletindo a moda 'nova era'.

Ele só quer ser uma reportagem sem artifícios, mas vibrante de uma certa luz que leva ao respeito pela Vida e à consciência da oportunidade que esta representa. É essa luz que tentamos recolher e depois refletir tão fielmente quanto possível.

Se as páginas seguintes chegarem a fazer desabrochar um pouco mais de amor, de ternura e de alegria na superfície do mundo, então elas não terão destoado.

Anne & Daniel Meurois-Givaudan>

Saudações Luminosas e até...

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LIVROS QUE POR MIM PASSARAM E ME TOCARAM II (Os não-desejados/Daniel Meurois-Givaudan)

Continuando esta 'saga' agora num livro que aborda não o nascimento mas a sua rejeição. Desta vez apenas com um dos autores pois já se haviam afastado, continuando suas carreiras a solo, embora mantendo o apelido de ambos, pois ele se chama Daniel Meurois e ela Anne Givaudan.  E o texto introdutório da obra é este:

<PARA REFLEXÃO

Sim, para reflexão... Eis as primeiras palavras que surgiram sob minha pena como um preâmbulo para este livro. Na verdade, como abordar de outra forma um testemunho tão delicado?!

Relatar a experiência íntima de quem vive o que pudicamente chamamos de 'interrupção voluntária da gravidez', falar do questionamento originado pelo aborto, provocado ou espontâneo, e pelas malformações fetais, é certamente seguir um caminho difícil.

Na realidade, ao longo da redação das duzentas páginas de Os não desejados, tive a sensação de me equilibrar numa corda estendida sobre o vácuo, ou melhor, de 'pisar em ovos', pois quando se trata de assuntos tão íntimos, como os expostos neste livro, corre-se o risco de tocar em feridas profundas de quem o está lendo.

Se, no entanto, segui nessa direção foi porque me pareceu evidente que não se trata de uma ferida, simplesmente. É algo mais que uma dor. Portanto, não devemos nos desviar dessa realidade, tentando superá-la sem encará-la de frente. Por certo, o caminho para o tratamento dessa ferida não será o do esquecimento, o das lamentações nem tão pouco a piedade que ela nos desperta, mas, ao contrário, a compreensão e aprendizagem da compaixão.

Para que este testemunho se tornasse possível, era indispensável que me fosse estendida uma ajuda 'do alto'. Era necessário que algum ser me aceitasse como espectador de suas fraquezas, ou de sua força, no decorrer de sua experiência de rejeição. Era preciso, principalmente, que uma alma amadurecida e lúcida me revelasse sua vida íntima e me convidasse a captá-la como uma espécie de 'fio condutor'.

Assim, Florence apresentou-se a mim e eu a segui entre os mundos, fora do meu corpo, utilizando o mesmo método de trabalho adoptado há alguns anos (e em parceria com Anne nessa altura), com Rebeca, em Os nove degraus.

Esse percurso de cumplicidade, nem sempre fácil, estendeu-se por pouco menos de seis meses, tempo que ela precisou para reerguer-se, tempo que me foi necessário também, para encontrar as palavras certas na transcrição dos relatos de nossas experiências, a fim de que pudesse ser o mais fidedigno possível.

Os não desejados não tem, portanto, a pretensão de ser uma obra literária; é, antes de mais nada, a expressão de um testemunho atento. Por isso optei por palavras mais simples e mais diretas, tal como elas saíram do coração de quem as formulou.

Mas que ninguém se engane! Por trás desse aparente despojamento, muitas vezes se escondem verdades bem mais profundas. Verdades que exigem uma certa 'ginástica' interior, se quisermos realmente compreender o seu significado.

Falar sobre a problemática do aborto, da amargura e dos questionamentos – quase sempre dolorosos -, a respeito de tudo o que está ligado a nascimentos difíceis, exige autenticidade, precisão, concisão e, evidentemente, uma boa dose de amor. E foram esses os ingredientes com os quais trabalhei.

A precisão e o sentido do concreto, no que me concerne, não são absolutamente incompatíveis com as noções metafísicas. Não era, pois, concebível nem desejável distorcê-los em seu aspecto por vezes desestabilizante, se o que pretendia era oferecer uma visão dos fatos fora dos contextos tradicionais da área médica, social, psicológica, religiosa ou moral.

Quis captar a vida o mais próximo possível de sua essência, nos mundos onde ela teima em negar-se oficialmente, mas onde os verdadeiros papéis de distribuem com seus 'comos' e 'porquês'.

Finalmente, agradeço aqui, de modo muito particular, a Florence, pela simplicidade, espontaneidade e firmeza com que se entregou a este trabalho. Inegavelmente, é graças a ela e à sua intensidade que tenho a esperança de ter feito um trabalho inovador e útil em Os não desejados.

Estou certo de que, neste instante, sua alma se une à minha para que novas possibilidades de compreensão, respeito e ternura se abram para a vida.

Daniel Meurois-Givaudan

Saudações Luminosas e até...

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LIVROS QUE POR MIM PASSARAM E ME TOCARAM III (Manual da Leveza/Vitorino de Sousa)

Caríssimos, aqui venho com mais um livro, desta vez vez inserido na área da saúde e que aqui vem por dois motivos.

Por ter hoje ter deixado uma pequena homenagem a ele e a Esmeralda no tópico 'Relig...' e dado que, conforme já expresso, ter decidido passar a designar toda a camarilha trevosa como 'turma da pesada' tendo assim de haver um contraponto em relação â facção contrária, que passará a chamar-se 'turma da leveza'.

Daí a oportunidade deste manual que Vitorino lançou em 2004 e que, tal como muitíssimos outros me ajudaram e continuam a ajudar a consolidar a necessária e fundamental leveza, que cada vez mais deverá ser nosso estado de SER e em todas as áreas e sentidos.

Saudações Luminosas e até...

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LIVROS QUE POR MIM PASSARAM E ME TOCARAM IV - A SACERDOTISA DE AVALON (Priestess of Avalon, GBR, 2000, Marion Zimmer Bradley/Diana L. Paxson)

Caríssimos, aqui fica o livro que havia referido que deixaria, quando comecei a saga de Arthur.

Marion Zimmer Bradley foi uma escritora que versou inúmeros temas mas foi com a saga das 'Brumas' que se destacou. E para além dessa quadrilogia, mais quatro produziu 'A Senhora de Avalon', 'Os Ancestrais de Avalon', 'Os Corvos de Avalon' e 'A Sacerdotisa de Avalon'. Este último, que saiu em 2000, foi praticamente escrito pela sua colaboradora de longa data, Diana L. Paxson, pois Marion terminou sua própria 'saga' neste plano, em finais de 1999. E também que o tema dele nada tem a ver com os ambientados nesses tempos passados pois aqui se descreve a trajectória de alguém que foi deveras marcante, diria, nos primórdios da cristandade.

Aqui fica o que a própria co-autora deixa explicado no início do livro, adiantando apenas que nele se referem datas concretas (vai de 249 dC a 329 dC), inclui mapas da época e nomes das localizações (actuais e de então) bem como a árvore genealógica dessa família.

AGRADECIMENTOS

Esta é a história de uma lenda.

Os factos prováveis acerca de Helena são poucos, em comparação com a riqueza das histórias relacionadas com o seu nome. Sabemos que foi a consorte de Constâncio e a honrada mãe de Constantino Magno e que estava associada à cidade de Drepanum (Helenopolis – Hersek, norte da Turquia). Sabemos que possuía propriedades em Roma e que fez uma visita à Palestina. É tudo.

Mas, por onde quer que ela tenha passado, os mitos cresceram à sua volta. É venerada na Alemanha, em Israel e em Roma onde lhe é prestado culto como Santa nas igrejas que têm o seu nome. A hagiografia medieval faz dela a grande descobridora de relíquias, tendo levado para Colónia, as cabeças dos três Reis Magos, para Trier, a Túnica que Jesus usou e para Roma a Verdadeira Cruz.

Mas tem um lugar especial nas lendas da Britânia, onde se diz ter ela sido uma princesa britânica que se casou com um imperador. Pensa-se que viveu em Iorque e em Londres e que abriu estradas em Gales. Há quem a identifique com a deusa Nehalennia. Teriam nascido essas histórias por Constâncio e Constantino terem tido tão fortes relações com a Britânia, ou seria ela oriunda dessa Ilha? Assim sendo, talvez não seja excessivamente forçado ligá-la à mitologia de Avalon e acrescentar mais essa lenda às restantes.

Marion Zimmer Bradley e eu iniciámos esta obra juntas, tal como já tínhamos trabalhado juntas antes, mas coube-me a mim terminá-la. No final da sua vida Marion frequentava uma igreja cristã, todavia foi ela a minha primeira suma sacerdotisa em antigos mistérios. Ao contar a história de Helena, que também viveu entre os mundos cristão e pagão, tentei permanecer fiel aos ensinamentos de Marion. Na criação do livro, Marion foi a inspiração e a origem. A reconstituição histórica foi minha.

Entre as muitas fontes utilizadas, devo citar as seguintes: Roman Britain de Fry; o clássico de Gibbons, Decline and Fall of the Roman Empire, que inclui todos os mexericos; The Later Roman Empire, de A. H. M. Jones; o fascinante Pagans and Christians, de Robin Lane Fox; e The Aquarian Guide to Legendary London, editado por John Matthews e Chesca Potter, particularmente o capítulo sobre as deusas de Londres, de Caroline Wise, da Atlantis Bookstore. Mais especificamente, consultei Constantine, the Great de Michael Grant e o clássico Helena Augusta de Jan Willem Drijvers; e, quanto à viagem de Helena e a reinvenção da Terra Santa, valeu-me Holy City, Holy Places? de P. W. Walker. O hino do capítulo treze foi escrito por Santo Ambrósio no século IV.

Gostaria de expressar a minha gratidão a Karen Anderson por ter elaborado as configurações astronómicas dos céus no século III, e a Charline Palmtag pela ajuda com a interpretação astrológica. Os meus agradecimentos também a Jennifer Tifft, por me ter permitido fazer uma viagem extra a Inglaterra para uma visita à capela de Santa Helena em Iorque, a Bernhard Hennen, por me levar a Trier e a Jaci e Kira Gillespie por me mostrarem Cumae e Pozzuoli.

Diana L. Paxson

Dia de Santa Brígida, 2000 (Santa Brígida, abadessa dos celtas, relacionada com a Irlanda, n. A 1 de fevereiro de 523. Há também uma Santa Brígida, visionária, n. 23 julho de 1373 , N.do R.)

Recomendo pois e vivamente a sua leitura atenta pois é a 'versão' da história desses personagens e desses tempos que bem faz jus ao título que escolhi, de todos os que li e vi, relacionados.

Saudações Luminosas e até...

(esse livro encontra-se sem dificuldade nas  livrarias, alfarrábios ou á distância. é só escolher, rs)

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Anna

LIVROS QUE POR MIM PASSARAM E ME TOCARAM V - A VIDA NOS MUNDOS INVISÍVEIS de Anthony Borgia

Caríssimos, voltando a este tópico por empréstimo (rs), desta vez com um livro que embora possa ser classificado de 'espíritismo' não o é no sentido latino, porque sua origem deriva doutra vertente, a anglo-saxónica, aonde o termo usado é 'espiritualismo'. O sentido é o mesmo para ambos mas seguiram caminhos bem distintos na sua abordagem e disseminação. Neste caso está-se em presença de uma obra única pois é uma comunicação mediúnica de alguém que foi membro destacado da igreja anglicana dos finais do século 19.

Aqui o deixo registado do jeito que tenho feito, capa, verso e texto introdutório do autor. Este talvez seja bem mais difícil de ser encontrado e quando a haver versão digital, obviamente, isso será da vossa conta procurar, caso interesse, como já deixei claro, quando comecei este item.

INTRODUÇÃO DO AUTOR

O conhecimento é o melhor antídoto para o temor, especialmente se esse temor diz respeito à existência após a morte.

Para saber que espécie de lugar é o outro mundo, nós devemos indagar de alguém que lá está e registrar o que esse alguém disser. Isto foi feito neste livro.

O informante, de quem pela primeira vez tive conhecimento em 1909, cinco anos antes da sua passagem ao mundo espiritual, foi na terra conhecido como Monsenhor Robert Hugh Benson, filho de Edward White Benson, ex-Arcebispo de Cantuária.

Até que estes escritos se redigissem, jamais se havia comunicado directamente comigo, se bem que em certa ocasião fosse eu informado por outro espírito de que ele desejava corrigir certas coisas. As dificuldades da comunicação foram-lhe explicadas por espíritos e conselheiros, mas ele persistiu em seu propósito. Assim, quando a época adequada se apresentou, foi-lhe dito que podia comunicar-se através de algum amigo de seus dias na terra, tendo sido eu, a previlegiada pessoa escolhida para atuar como seu intérprete.

A primeira narrativa intitulou-se Além desta Vida e a segunda O Mundo Espiritual.

Na primeira, Monsenhor apresenta, numa perspectiva geral, o relato de sua morte e as subsequentes viagens através das várias regiões das terras espirituais. Na segunda, trata pormenorizadamente dos fascinantes e importantes fatos e aspectos da vida do espírito, sobre os quais, anteriormente, havia apenas tocado de passagem e levemente.

Por exemplo: em Além desta Vida, menciona os reinos superiores e inferiores e em O Mundo Espiritual, realmente os visita e descreve o que viu e ocorreu nesses lugares. Se bem que cada uma das narrativas seja autônoma e completa, a segunda acrescenta nova matéria à primeira e ambas formam um todo uno e indivisível.

Somos velhos amigos e a sua passagem não interrompeu a antiga amizade, pelo contrário, ficou fortalecida e proporcionou melhores oportunidades de encontro do que teria sido possível quando Monsenhor ainda vivia na terra, pois o cargo que exercia e que havia escolhido julgando que as suas capacidades mediúnicas o iriam ajudar, vieram sim, mas foi agravar o dilema em que vivia.

Anthony Borgia

Saudações Luminosas e até...

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Mais um e que toda gente conhece 😉

 

"Conversas com Deus" Neal Donald Walsch"

https://docplayer.com.br/370865-Conversando-com-deus.html

 

 

 

 

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Citação de Anna em 17 Junho, 2021, 21:28

Mais um e que toda gente conhece 😉

 

"Conversas com Deus" Neal Donald Walsch"

https://docplayer.com.br/370865-Conversando-com-deus.html

 

 

 

 

Caríssima, seja bem 'retornada' ao seu tópico que, dada a prolongada ausência, fui aproveitando para lançar um item de apenas livros que me tocaram e que já vai no 5º. Quanto a este, que é apenas o primeiro da trilogia original a que se seguiram mais 8, todos constantes do meu cardápio, lamento constatar ter escolhido a cópia virtual brasileira e a capa ser do 2º dessa trilogia mas da versão portuguesa. And that's it...!

Caríssima, qual foi a intenção de assim proceder e logo com um obra desse quilate e desse querido autor que mereceria, a meu ver, mais consideração e um tratamento mais elevado bem como algumas palavras suas, quanto mais não fosse, extraídas do livro, como eu fiz nos que apresentei. Desculpe este desabafo mas teve de ser. 

E já agora, que tal tirar partido desta pequena meditação sugerida por Neale, que deixei no item 'mindfullness...' em fevereiro: https://z2xm16.s.cld.pt/

Saudações Luminosas e até...

LIVROS QUE POR MIM PASSARAM E ME TOCARAM VI (Quando é que Jesus traz as costeletas?, de George Carlin, 2005, Publicações Europa-América)

Caríssimos, de novo neste tópico por empréstimo, continuando a 'saga' de livros que me tocaram (seja em que sentido for, rs) desta feita calhou a vez a uma 'relíquia' dum muito conhecido comediante de língua bem afiada e que foi igualmente actor. E foi porque lhe coube um papel bem à sua medida no filme de Kevin Smith' Dogma', que me lembrei dele.

Fica assim, como costumado neste item, a capa e o verso desta gozada e marada colectânea e aproveitando a referência feita na capa a uma delas, o bem imaginado diálogo, que se encontra na página 51.

AS AVENTURAS DE MARIA & JOSÉ: ...É UM RAPAZ!

MARIA: Zé, vamos ter um bébé.

ZÉ: O quê? Não pode ser. Eu só te esfrego entre as coxas.

MARIA: Pois... não sei. Deve ter havido um imprevisto qualquer.

ZÉ: Quem disse que estás grávida?

MARIA: Um anjo que me apareceu no quintal.

ZÉ: Um anjo?

MARIA: Um anjo do Senhor. Chamava-se Gabriel. Tinha uma trombeta e apareceu-me no quintal.

ZÉ: O quê?

MARIA: Apareceu-me.

ZÉ: Estava nu?

MARIA: Não. Acho que tinha uma gabardina. Não sei bem. Brilhava muito e não dava para ver bem.

ZÉ: Maria, tu não andas bem. Porque não tiras uns dias de folga? As contas da loja podem esperar.

MARIA: Estou-te a dizer, Zé. O anjo Gabriel disse-me que o Senhor quer que eu tenha o filho Dele.

ZÉ: Pediste para te mandarem um sinal qualquer?

MARIA: Claro que sim. E ele disse-me que amanhã ia começar a ficar enjoada.

ZÉ: Mas porque é que Deus quer um puto?

MARIA: Bom...o Gabriel disse que, de acordo com o Lucas, tem a ver com o ego. Além disso, parece que prometeu aos judeus mas esteve sempre muito ocupado até agora. Mas agora que finalmente se sente preparado para ter filhos não quer limitar-se a fazer um de barro ou pó. Quer que haja humanos envolvidos no processo.

ZÉ: E está a pensar ajudar nas despesas? Deus sabe que não podemos sózinhos. Dava-me jeito uma loja maior e podia arranjar-me um contrato para fazer cruzes. Os romanos andam a pregar toda a gente a que deitam as mãos.

MARIA: Querido, o Gabriel disse que não há motivo para preocupações. O miúdo tem a vida feita. Vai seu um excelente orador e ter jeito para milagres.

ZÉ: Ao menos isso. Olha lá, agora que estás oficialmente grávida achas que podemos... passar à acção a sério?

MARIA: Desculpa, querido. Deus quer isto seja um parto de uma mãe virgem.

ZÉ: Não estou a perceber.

MARIA: É mesmo isso que ouviste, Zé!

ZÉ: Quer dizer que não posso fazer nada?

MARIA: Ele quer que arranjes um nome para o miúdo.

ZÉ: !?... Cristo..!!

MARIA: Boa, Zé, és o maior!.

Saudações Luminosas e até...

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