Médicos

Manifesto de Médicos portugueses: crianças não devem ser vacinadas

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Deixamos o manifesto publicado por um conjunto de individualidades portuguesas do ramo da medicina que se opõe à vacinação de crianças.

Recorde-se que a EMA deu luz verde, esta semana, à vacinação das crianças dos 5 aos 11 anos:

https://pt.euronews.com/2021/11/25/covid-19-ema-aprova-vacina-para-criancas-dos-5-aos-11-anos

A agenda satânica (NAA) sempre teve por objetivo chegar às crianças. Recorde-se que  no ano passado publicamos um artigo em abril de 2020, onde claramente se dizia que as crianças índigo são imunes ao “suposto vírus SARS-Cov-2″:

Crianças índigo imunes ao vírus? e as Sementes Estelares?

O governo português já se antecipou à Direção-Geral da Saúde adquirindo um lote de vacinas para vacinar as crianças dos 5 aos 11 anos.

Vamos ao manifesto:

Crianças e jovens não devem ser vacinados para a COVID-19

A proteção das crianças e adolescentes é um dever médico, em consonância com os princípios bioéticos da não maleficência (o dever de não causar mal) e o princípio da precaução (na ausência de certeza científica formal, a existência de risco de um dano sério ou irreversível requer a implementação de medidas que possam prever este dano).

A convenção dos direitos da criança, ratificada pelo Decreto do Presidente da República n.º 49/90, de 12 de Setembro, estabelece claramente no artigo 3º que: “Todas as decisões relativas a crianças, adotadas por instituições públicas ou privadas de proteção social, por tribunais, autoridades administrativas ou órgãos legislativos, terão primacialmente em conta o interesse superior da criança.”

Não é eticamente aceitável que, alegando o objetivo de proteger os mais idosos, se tome a decisão da vacinação para a COVID-­ ­19 em idade pediátrica, que não tem benefícios neste grupo etário. O conceito de imunidade de grupo na atual situação não tem pressupostos científicos sólidos e nem sequer faz sentido, uma vez que os idosos e toda a população de risco em Portugal, já teve acesso à vacinação.

As vacinas de RNAm para a COVID-­ ­19 podem causar miocardites e pericardites, muito particularmente abaixo dos 30 anos de idade, como foi recentemente alertado pelos Centro de Controle de Doenças americano (CDC), Agência Europeia do Medicamento (EMA) e pelo INFARMED em Portugal.

A ocorrência destes casos de doença inflamatória do coração que necessitaram de tratamento hospitalar, e cujas sequelas a longo prazo não se conhecem, felizmente raros, foi um primeiro sinal de alerta e é razão de enorme preocupação porquanto as crianças e adolescentes, a serem vacinados, serão expostas ao risco de reações adversas graves.

Estas vacinas ainda não estão aprovadas, detêm apenas uma autorização de uso condicional, enquanto se desenvolvem e completam os estudos necessários para verificar a sua segurança e eficácia, a curto, médio e longo prazo.

Dado que as crianças e adolescentes têm um risco mínimo de complicações caso contraiam a doença de COVID-­ ­19, não devem ser expostos a estes ou a outros efeitos adversos graves de vacinas, ou de algum medicamento, ainda em fase experimental.

As crianças e jovens já fizeram tudo o que podiam para ajudar no controlo duma pandemia que não os afeta diretamente, com prejuízos imensos da sua saúde mental, educação e bem-estar. A vacinação seria mais um sacrifício, perigoso e sem benefício, que não deve ser imposto socialmente por medidas de limitação de liberdades constitucionalmente garantidas aos cidadãos em Portugal.

Relatores:

Prof. Doutor Jacinto Gonçalves – Especialista em Cardiologia e Medicina Interna, Prof. Associado Jubilado da Nova Medical School UNL, vice-presidente da Fundação Portuguesa de Cardiologia Dr. António Pedro Machado – Especialista em Medicina Interna Dr.ª Teresa Gomes Mota – Cardiologista (1) Prof. Doutor Francisco Abecasis – Pediatra e Intensivista

Signatários:

Prof. Doutora Ana Paula Martins – Farmacêutica, Professora Faculdade de Farmácia da UL e Bastonária da Ordem dos Farmacêuticos Dr. António Pedro Machado – Especialista em Medicina Interna Dr. Bernardo Paes de Vasconcelos – Cirurgião Geral Dr. Carlos Moura-­Carvalho – ex-­Chefe de Serviço Hospitalar (Laboratório de Citologia IPOFG) Dr.ª Elsa Fragoso -­ Pneumologista / Intensivista Prof. Doutor Francisco Abecasis – Pediatra e Intensivista Prof. Doutor Germano de Sousa – Patologista Clínico, ex-­Prof. Associado da Nova Medical School UNL, ex-­Bastonário da OM. Dr.ª Helena Alves – Médica Especialista de Imuno-­hemoterapia Dr. Hélio Paulino Pereira –Assistente Hospitalar Graduado deOrtopedia e Traumatologia Dr. Henrique Carreira – Assistente Graduado de Medicina Geral e Familiar Dr.ª Inês Mafra – Ortopedista Prof. Doutor Jacinto Gonçalves – Especialista em Cardiologia e Medicina Interna, Prof. Associado Jubilado da Nova Medical School UNL, Vice-­Presidente da Fundação Portuguesa de Cardiologia Dr. João Estrela Martins – Ortopedista Dr. João Melo Lucas Coelho – Assistente Graduado Sénior de Medicina Geral e Familiar Dr. José Carlos Ramos – Médico Prof. Doutor José Fernandes e Fernandes – Cirurgião Vascular, Prof. Catedrático Jubilado da Fac. Medicina UL Dr. José Rodrigues Loureiro – Cardiologista Dr. Manuel Barreira Moniz – Ortopedista Dr.ª Margarida Gardete – Medicina Geral e Familiar Prof. Doutor Paulo Rego – Ortopedista Dr. Pedro Ferreira –Farmacêutico Dr. Samuel Martins – Ortopedista Dr. Sérgio Tavares dos Santos – Urologista Dr.ª Susana Castela – Cardiologista Dr.ª Teresa Gomes Mota – Cardiologista (1) Dr. Tiago Marques – Assistente Hospitalar de Infecciologia Dr. Tiago Tribolet de Abreu – Especialista de Medicina Interna Dr.ª Verónica Gouveia – Anestesiologista

(1) A Dra. Teresa Gomes Mota já se pronunciou sobre o covid-19 e fez a pergunta:

Como seria a realidade das doenças cardiovasculares, a principal causa de mortalidade em Portugal e no mundo, se diariamente lhes fosse dedicado o mesmo tempo pela comunicação social que à COVID-19?

Dra Teresa Gomes Mota ~ Incongruências da vacinação para a COVID-19

O bastonário da ordem dos médicos ocultou um parecer negativo sobre a vacinação dos jovens:

Bastonário (ordem médicos) esconde parecer desfavorável à vacinação dos menores

Uma base independente de médicos fala sobre a vacinação:

Vacina COVID-19 – uma análise médica independente para todos

Luís Varandas, o médico que assinou um parecer a favor das crianças:

Médico que assinou artigo a favor da vacinação de adolescentes recebe 2.000€/mês da Pfizer

adenda: entrevista de Jardim Gonçalves a 8 de dezembro:

CNN entrevista Jacinto Gonçalves – isto não é uma vacina!

FIM

Disclaimer: Os artigos são escritos em português do (Brasil ou de Portugal) ou numa mistura de ambos. Este site publica artigos próprios e de outros informantes em que se limita a publicá-los: quer dizer que pode não concordar com os mesmos. Você deve usar a sua intuição com aquilo que ressoa ou não consigo.

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Author: Krystal

colaborador

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