Corey Goode RC, revelação cósmica t02

S02E10 Conquistando (mineração) o Sistema Solar ~ A Super Federação

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Repomos mais um episódio, agora com o episódio transcrito completo (para quem não deseja assistir ao vídeo). Este episódio foi colocado originalmente no final de 2015 e traz informação relevante sobre o nosso Sistema Solar.

S02E10 Conquistando o Sistema Solar (Revelação Cósmica ~ Corey Goode) S02E10 Conquering the Solar System

Assista ao episódio clicando no link abaixo, usando o browser chrome: https://drive.google.com/file/d/1OT_kO9Cae9PE_4tRGOnwY_17mZafYftz/view?usp=sharing

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revelação cósmica temporada 2 episódio 10

Episódio com legendas em português do Brasil (para quem não deseja assistir ao vídeo):

REVELAÇÃO CÓSMICA – POR DENTRO DO PROGRAMA ESPACIAL SECRETO COM COREY GOODE E DAVID WILCOCK

-Bem-vindo ao ”Revelação Cósmica”. Sou David Wilcock e estamos explorando o depoimento fascinante de um informante chamado Corey Goode. Obrigado por ter vindo.

[Corey] -Obrigado.

-No último programa, estávamos falando do CCI, ou Conglomerado Corporativo Interplanetário, e do uso de poder industrial do poderio militar e corporativo dos EUA após a II Guerra Mundial para gerar uma expansão máxima.

S02E09 População Humana existente em Marte ~ Civilizações e Conflitos

Você disse que havia uma pequena base na Lua, construída pelos alemães, que foi bastante expandida pelo CCI. E você também disse que houve fracassos em Marte, mas algumas bases ficaram, algumas conseguiram permanecer. Depois, elas também foram retiradas.

[Corey] -Certo.

-Certo, então…. quantas bases duraram em Marte, e onde elas ficavam?

[Corey] -As duas primeiras colônias Colônias alemãs que ficaram em Marte estavam dentro dos 20 primeiros graus das regiões polares.

Marte – pólos

Teve uma em especial que eles usaram… que o CCI usou, para expandir e construir outras. Esta ficava numa área de canyon, na lateral do canyon, e avançava, ficando embaixo da superfície de Marte. Não na superfície.

-E você disse que eles escavaram mais dentro da Terra com isso, com o que eu soube que eram armas nucleares de 5ª geração, em que criam uma explosão grande, sem radioatividade prolongada?

[Corey] -Sim.

-A que virou a principal era no hemisfério norte ou no sul?

[Corey] -O hemisfério norte foi onde a primeira base dos alemães, no começo, foi construída, foi erguida. E foi uma construção enorme. Foi construída para receber muitos engenheiros e cientistas. E também, perto dali, foi construído um complexo industrial onde eles começariam a produzir os itens necessários, eu acho. A tecnologia necessária vinda da matéria-prima encontrada em Marte, nas luas e no cinturão de asteroides. Pegaram a matéria-prima e transformaram em materiais utilizáveis e até compostos, e criaram o que precisavam nessas fábricas pequenas, no começo.

-Então, o que se considerava tecnologia desejada que eles construíam lá no começo? Qual foi a tentativa inicial? O que quiseram fazer?

[Corey] -Eles faziam o que era necessário para expandir em Marte. Então no começo eles construíam o necessário para ter mais infraestrutura lá.

-Construíam coisas em Marte com materiais locais, como disse, envolvendo sacos, depois fazendo concreto da terra local da esfera de Marte? Qual foi a técnica de construção? Você disse que essas instalações industriais que tinham faziam o que precisavam.

[Corey] -Sim, eles construíam… os materiais vinham da mineração que acontecia em Marte, em várias luas, e no cinturão de asteroides. Essas matérias-primas foram levadas às áreas industriais de Marte mais distantes das colônias, e convertidas em materiais utilizáveis, fossem fundidos em certos materiais, ou colocados em tintas, ou formas, e convertidos em materiais compostos.

-Está falando de algo interessante, está descrevendo a mineração que não acontece só na Lua ou em Marte. Ainda não entramos no âmbito da… acho que precisariam construir uns locais para fazer a mineração nas luas ou asteroides.

[Corey] -Alguns asteroides são enormes a ponto de haver equipes de três a quatro homens vivendo nesses asteroides e operando.

-Três ou quatro pessoas?

[Corey] -Isso. E elas operam essas mineradoras que… muita coisa é feita através de robôs e remotamente, por máquinas remotas. As matérias-primas são então colocadas numa nave cargueiro, e levadas de volta a Marte, ao local onde precisa estar. Aí, as matérias-primas são tiradas da nave cargueiro e depois transformadas em materiais de que eles precisam.

-Num episódio anterior você disse que os alemães tinham descoberto, com ajuda extraterrestre, uns portais esféricos, naturais, que podiam usar para teletransportar algo tão grande quanto um navio de guerra a Marte ou outro lugar. Esses portais estão disponíveis para eles nesses asteroides ou nas luas? Por que usariam um shuttle?

[Corey] -É o que quero dizer. É mais prático para eles transportar esses materiais em naves de carga de, e para, o cinturão, e das luas para esses locais.

-Se víssemos uma nave dessas, como seria?

[Corey] -É quase uma grande contêiner, enorme, com asinhas de cada lado que projetam que são… as asas não são grandes o bastante para usar o princípio Bernoulli e voarem numa atmosfera, mas elas têm asas, mesmo assim. Pequenas. E a frente tem uma… num ângulo de 45 graus, onde fica o cockpit. E a parte de trás é basicamente como um caminhão ou um contêiner. Essa parte é destacável, eu nunca a vi destacada. Só vi anexada e indo e vindo.

-Você disse que a nave original dos alemães usava propulsão de mercúrio, mercúrio giratório. Qual é a fonte de energia dessas naves tipo contêineres? Ainda usam mercúrio? Têm um sistema de propulsão mais avançado?

[Corey] -Têm sistemas de propulsão mais avançados e tem vários tipos de sistemas de propulsão. Há sistemas de torção, que muitos chamam de dobra espacial.

-As pessoas no programa dizem dobra espacial? Ou são leigos?

[Corey] -Nós chamamos assim. Cria um campo de torção. Você tem o motor aqui e de qualquer lado tem uma torção que sai do centro do dispositivo.

-O campo?

[Corey] -Sim. O campo. O campo de torção. Aí eles controlam quanta energia vai para o campo, para o campo dos lados. E isso causa a dobra espacial, ou muda o espaço-tempo, puxando-o numa direção ou em outra. Porque é Basicamente como a dobra retratada em Star Trek. E existem… é quase como criar uma colina no espaço-tempo, em que tudo cai e segue adiante. E há saltos temporais extremamente avançados. Tiveram que colocar proteções nessas saltos temporais para que as pessoas não saltassem de lá para cá, no espaço-tempo na nossa área.

-Viagem no tempo?

[Corey] -Isso. E funciona quase como teletransporte. É instantâneo.

-O que achou do tempo, como lhe foi apresentado? Eles explicaram as discrepâncias entre a física do tempo, como Einstein dizer que é unidimensional, só vai para a frente?

S01E13 Portais: Navegando pelo Tempo (Viagens no Tempo)

[Corey] -Sim. Basicamente, eles tinham demonstrado que Einstein… eles mostraram uma das equações de Einstein, ele estava perto. Só precisava mudar uma equação aqui. Ele estava mais perto nas suas últimas coisas. Mas a física na qual nos forçam em acreditar é arcaica. É como se nós… se compararmos a termos médicos, é como se tivesse uma febre e nós operássemos você drenando o seu sangue. É tão atrasado, é tão retrógrado assim no pensamento.

-Está bem. Vamos pensar nas dobras. Temos espaço-tempo… como tirar a semente de abóbora dos seus dedos e cair no buraco que ela gera. Torção.

[Corey] -Sim, torção.

-Torção. E depois temos a dobra temporal onde você realmente poderia viajar no tempo, mas você diz que impediram. E porque precisaram impedir?

[Corey] -Para que as pessoas não fizessem de propósito. Também tem acidentes.

Na verdade, eles tinham criado um dispositivo de comunicação que na verdade era baseado em algo que eu tinha falado antes – entrelaçamento quântico. E cada dispositivo pegaria um isótopo, e haveria o entrelaçamento quântico.

-Certo.

[Corey] -E esses dispositivos eram… você falaria num, e também tinha vídeo. Mas nenhum sinal era enviado entre eles. Eram completamente seguros e imunes a invasões. Eram os dispositivos de comunicação quântica. Ficavam nas naves. E se uma pessoa saltava mal e acabava em algum lugar ou tempo indevido… quando dois isótopos ficavam fora de sintonia, acho que eles chamavam, por alguns nanossegundos. E eles calculavam quando e onde a pessoa, ou outro dispositivo, estava estimando, quanto tempo levou para as vibrações entrarem em harmonia.

-Daria para falar com alguém de outra época desse jeito? Mesmo?

[Corey] -Tudo o que está entrelaçado quanticamente, por mais que separado em dimensões, em realidade, em tempo e espaço, continua ligado.

-E pelo efeito Doppler, o atraso, dá para calcular coordenadas de espaço e tempo de onde eles caíram?

[Corey] -Exatamente.

-Você vivenciou paradoxos de tempo, coisas assim?

É por isso, em parte, que não querem ninguém voltando? Podem bagunçar nossa cronologia?

[Corey] -Muitas experiências de volta no tempo aconteceram e foram feitas. Eles disseram: “Criamos cronologias divergentes”. Mandavam equipes para tentar consertá-las e só pioravam as coisas. Finalmente, viram que o tempo é como o espaço. É elástico. E todos esses paradoxos viram uma singularidade. E isso, os controles da nossa consciência, são atemporais.

-Tem efeito nisso também.

[Corey] -Sim, e este é… e que cronograma que nós escolhemos, em que cronologia estaremos, conscientemente.

-Vamos voltar ao que queremos abordar neste episódio, que é… tem gente por aí viajando no tempo. E há colônias no nosso sistema solar. Então, se olharmos para a História, temos a Lua antes, depois Marte. Quando, depois de Marte e das colônias de sucesso deles, eles começaram a fazer instalações em asteroides e outras luas?

[Corey] -Quase imediatamente.

-Sério?

[Corey] -Sim, os alemães já tinham explorado certos asteroides. E este é um dos motivos para o CCI querer ir lá. Souberam que havia asteroides lá com platina e ouro. E falam aqui na Terra sobre haver uma discrepância em ouro. Ouro ser raro, prata também. Isso é manipulação total. Quero dizer, só na Terra, tem organizações que esconderam muito ouro.

-Certo.

[Corey] -Tem ouro, muito ouro. E o ouro que encontram nesses cinturões… atomicamente vemos que o ouro da Terra e este ouro é o mesmo. Não tem uma estrutura atômica diferente. É Ouro. Então, tem muito ouro no sistema solar. Tem tanto ouro, e platina, e prata, e outros elementos no cinturão, que…

– seria possível achar asteroides inteiros que sejam pedaços de ouro ou prata?

[Corey] -Bem, eu não diria que são puros pedações de ouro, mas têm muito ouro. Não precisa refinar muito para separar o ouro da base, ou o que seria a base, onde ele está.

-Acho que, se eles queriam disputar um asteroide assim, precisariam de uma nave grande. Então, qual foi… quais eram os tamanhos originais das naves alemãs quando expandiram?

[Corey] -Pequenas. Pilotavam enormes… imagine um asteroide enorme e uma nave pequena. Estão pousando nos asteroides e criando locais de mineração. Devagar, eles vão cavando mais e mais e mais e mais nos asteroides a ponto de ficarem cada vez mais ocos. Bom esses asteroides sempre são atingidos por asteroides menores, então as condições de trabalho mais seguras estão lá dentro. Muito do que acontece é dentro do asteroide. E quando reuniam uma certa quantidade de matéria-prima, fosse ouro, platina ou qualquer outra coisa, era colocado nessa nave contêiner grande, e levado ao destino para ser transformado em materiais utilizáveis.

-Quando falei com Pete Peterson ele descreveu as propriedades interessantes do metal bismuto. Ele disse que dava para extrai-lo num cabo muito longo fazendo um rolo de bismuto, passando uma corrente por ele. Várias coisas estranhas começam a acontecer.

[Corey] -Sim, acho que isso é usado nas armas de Gauss.

-O que é “Gauss”? “Gausskin”?

[Corey] -As armas são basicamente como canhões elétricos. Quando desmontaram as armas para me mostrar, tinham varas que iam até os canos e um cabo fininho, que chamavam de rolo, que passava por fora, funcionando como um canhão elétrico. Um campo eletromagnético pulsava… um campo eletromagnético pulsava pela vara lançando o projétil Não lembro se a 8000 km/h. A velocidade era incrível! E os projéteis eram menores do que calibre 50. No fundo, tinham um lançador de granadas. As granadas lembravam projéteis de escopeta, pelo tamanho e forma. Não funcionavam como projéteis de escopeta, pois eram lançados de um jeito parecido com explosivos avançados de plástico, que geravam uma explosão bem maior do que o lançador de granadas M203. Os seguranças andavam com esses rifles.

-O CCI e os alemães desenvolveram tecnologias mais rápido do que nós na Terra, para uso em mineração robótica?

[Corey] -Sim. Tinham computadores, sistemas e computadores quânticos bem antes de Bill Gates e da IBM lançarem placas mãe e chips integrados.

-Então, pode nos dizer quando os alemães começaram? Qual foi o primeiro ano em que acamparam na Lua? Sabe exatamente?

[Corey] -Sei que foi no fim dos anos 30 que eles usavam um local mais antigo, que tinham pressurizado e usavam, enquanto construíam outro. A base menor.

-Ruínas da Raça Antiga que encontraram?

[Corey] -Sim. E foi no começo dos anos 40 que eu acho que eles acabaram sua pequena base.

-Quando foi a primeira base estável que durou em Marte?

[Corey] -Acho que eles… foi lá por 1952,1954 que eles começaram a fazer os EUA assinarem acordos, e tinham conseguido um bom ponto de apoio em Marte na época. Quero dizer, tiveram muitos revezes em Marte. Perderam muitas vidas. Então, numa luta de quase 18 anos, foram eles realmente os pioneiros em Marte.

-Porém, tiveram mais sucesso com as instalações em asteroides e luas, antes de se estabilizarem em Marte?

[Corey] -Isso foi ao mesmo tempo. Quando conseguiram uma área própria, um território próprio, eles começaram as operações de mineração. E essas operações eram mais… acho que como quando um geólogo vai por uma área grande, apanhando pedras, pegando amostras, tendo uma boa ideia da área, e depois rotulando certas áreas e redes. Acho que foi mais uma escavação para descobrirem o que tinha lá. Quando achavam o que precisavam, começavam as operações de mineração.

-Alguém conhecido da Terra teve alguma demonstração disso, para que ficassem quietos? Um presidente ou primeiro-ministro no início do processo? Eles viam o que acontecia, para que soubessem no que estavam envolvidos?

[Corey] -Acho que talvez Eisenhower sim. Foi ele que, ironicamente, acabou como general na II Guerra. Deve ter sido difícil para ele aceitar assinar os tratados com os grupos dissidentes alemães.

S02E04 Grupo Dissidente ~ Como os Nazistas se infiltraram nos EUA

Oh, sim.

[Corey] -Deve ter sido difícil para ele. Mas acho que ele acabou, depois… sabe, em 1952, as coisas pioraram, porque nós recusamos as ofertas, as exigências. Os alemães exigiam muita coisa, queriam acesso aos EUA e aos nossos recursos como parte de um tratado. E nós negamos. Dissemos não. Jogamos, demos duro nas negociações. E durante a operação Paperclip, um grupo dissidente alemão secreto sabia que a lei mais suprema em vigor dizia que os EUA não queriam que seu povo falasse na existência de extraterrestres ou alta tecnologia. Usaram isso contra nós, para nos obrigar a assinar um tratado. E no processo sei que, provavelmente Eisenhower deve ter, juntamente com outros figurões que só tinham olhos para o dinheiro, visto tudo, e aí os figurões toparam tudo, 100%, e quiseram explorar tudo o que a Alemanha tinha encontrado.

-Claro. Faz sentido. Não tenho muita noção… você disse “luas e asteroides”. De que luas e asteroides falamos? Quantas luas há no sistema?

[Corey] -Há muitas luas no sistema solar.

-Sim. Pelo menos 100.

[Corey] -Isso. Tem muito mais que 100.

-Certo, então, o quanto isso foi longe, quanto tempo durou? Quais foram as luas que foram conquistadas antes.

[Corey] Tudo isso é complicado diplomaticamente, porque muitas luas são território proibido para todos, por serem território diplomático “de propriedade” desses 40 ou 60 grupos.

A Super Federação.

[Corey] -A Super Federação. Especialmente em volta de Saturno.

-Mesmo? Saturno tem muitas luas.

[Corey] -Sim. Mas houve muita atividade nas luas em Júpiter.

-Alemães e pessoal do CCI?

[Corey] -… e nas luas de Urano e depois, sabe, no cinturão de asteroides. Mas não me lembro de nomes de luas, de que elementos ou recursos foram explorados, e de que corpo planetário.

Lua Io de Júpiter

-Bom, Io é uma das estranhas, que tem vulcões e coisas do tipo, em volta de Júpiter, e é muito perto e bem quente.

Lua Io de Júpiter em detalhe

Uma lua dessas é inóspita demais para eles pousarem?

[Corey] – Eu diria que sim, eles não conseguiram acessar algumas. Lembro de ter lido que houve uma lua circulando em volta de um gigante de gás, que expelia uma nuvem de um elemento que eles coletavam. Eles coletavam do espaço de trás da lua, e sei que isso parece ridículo.

Não. Nem um pouco, na verdade.

[Corey] – Eu não vi nada que diga que uma lua em volta de um gigante expele coisas, mas…

Bom, eu ouvi falar… Io, falávamos dela, têm vulcões bem ativos, que expelem várias partículas.

[Corey] – No espaço?

– que criaram um anel que parece um disco caindo. Quando o disco cai, e ele faz assim ao parar, o anel se inclina com o campo gravitacional de Júpiter. Houve um aumento significativo na densidade das partículas do anel desde os anos 70, que a NASA rastreou.

[Corey] – Eles fizeram alguma análise espectral – de onde sai o elemento químico?

Sim, e tem muita coisa lá: argônio, neônio, hélio, oxigênio e, sabe, muita coisa que podemos usar.

[Corey] – Certo.

– Então isso faz sentido para mim.

-Legal!

Sempre que pergunto coisas, eu aprendo coisas novas! Isso é surpreendente!

Este é o ”Revelação Cósmica”, porque você precisa saber. Sou David Wilcock, até a próxima!

REVELAÇÃO CÓSMICA POR DENTRO DO PROGRAMA ESPACIAL SECRETO

COM COREY GOODE E DAVID WILCOCK

Próximo episódio:

S02E11 Além dos Limites do Sol ~ base humanas pela nossa galáxia (CEI)

revelação cósmica temporada 2 episódio 10

FIM

Disclaimer: Os artigos são escritos em português do (Brasil ou de Portugal) ou numa mistura de ambos.
Este site publica artigos próprios e de outros informantes no qual se limita a publicá-los: isto quer dizer que pode não concordar com os mesmos. Você deve usar a sua intuição com aquilo que ressoa ou não consigo.

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