David Adair, revelação cósmica t20

S20E06 Ligações a Outro Mundo ~ Os Pedianos que vivem na água

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Com anos de experiência na construção de tecnologia energética secreta para o governo dos Estados Unidos, David Adair ficou conhecido como “o homem-foguete”. Mas pouco conhecido é o seu irmão que teve duas décadas de contacto pessoal com uma espécie extraterrestre pouco conhecida. David transmite-lhe informações que o seu irmão lhe transmitiu sobre a localização do seu mundo natal, como eles eram, que tipo de tecnologia e transporte utilizavam, e porque achavam a humanidade tão interessante.

S20E06 Ligações a Outro Mundo (Revelação Cósmica) S20E06 Connections to Another World (Cosmic Disclosure)

revelação cósmica temporada 20 episódio 6

REVELAÇÃO CÓSMICA – POR DENTRO DO PROGRAMA ESPACIAL SECRETO

EPISÓDIO TRANSCRITO – revisão por Renato Suffert

David Adair / Emery Smith-Hoje, em “Revelação Cósmica”, recebemos David Adair, consultor de transferência de tecnologia espacial, técnico de motores a jato da Marinha dos EUA, pesquisador de campo do Escritório de Inteligência Naval, e a lista continua. David, bem-vindo ao programa!

[D.A.] Obrigado, Emery. Fico feliz em estar aqui!

-A última vez que você esteve no “Revelação Cósmica”, você mencionou que seu irmão teve experiências incríveis de contato. Algumas relacionadas a Betty Hill. O que pode nos contar sobre isso?

[D.A.] Bem, meu irmão se mudou e foi morar com Betty Hill. E ele ficou com ela por cerca de oito anos. E passaram por muitas coisas interessantes. Não sei como você os chama, contatos de primeira mão (nota: não seria “contatos de 1º grau”?). Mas meu irmão me contava algumas coisas, e os detalhes eram incríveis. E ele mencionou um lugar que, suponho, seja como uma cidade, mas não sei se é em um planeta diferente, ou em uma época diferente, ou em um planeta diferente e em uma época diferente. É confuso. Mas me lembro de alguns detalhes. Ele chamava o lugar de Pedia. Acho que é P-E-D-I-A. E nunca ouvi essa palavra antes. Sabe os pleiadianos? É muito parecido com isso, mas é pedianos.

-Pedianos.

[D.A.] Sim. Do mundo em que eles são.

-Como eles são?

[D.A.] Acho que entendi a descrição das pessoas que ele me deu. Jamais poderia imaginar como eles seriam. Não era nada do que eu esperava. Ele disse que as naves deles pareciam aquários. Então, eles flutuam. Perguntei: “Eles se prendem aos assentos ou cadeiras quando estão voando?” Ele disse que eles não precisam. E ele disse que há amortecedores de inércia na água. E isso fazia sentido.

-Faz sentido.

[D.A.] Perguntei: “Eles são peixes?” “Não.” “Respiram ar?” “Sim.” “Mas eles estão em um ambiente líquido constante?” “Sim.” “São anfíbios?” “Sim, eles têm guelras sob as linhas da mandíbula.”

Pedianos

“Eles respiram através delas.” “Logo abaixo das orelhas, recuado para trás no pescoço.” Eu disse que isso também fazia sentido. E ele disse que, além disso, os olhos deles são cobertos por algum tipo de revestimento, ou substância gelatinosa. Bem, isso faz sentido para que possam ver através da água.

Portanto, existe uma tecnologia de anfíbios capaz de viajar mais rápido do que as velocidades da luz. Mas, como contornam isso, eles não violam as velocidades da luz. E isso me lembrou de um enigma que Einstein nos deixou. Ele disse: “Como você pode viajar milhões de vezes mais rápido que a velocidade da luz sem quebrar a velocidade da luz e permanecer constante na física newtoniana?” E isso me atormentou por anos, até que, aos 18 anos, eu descobri.

Existe uma resposta para o enigma. Eu sabia disso. E lembre-se que eu trabalhava nisso em 1968. Como você cruza do ponto A ao ponto B em um papel? Galáxia da Via Láctea, Andrômeda, na velocidade da luz, 200 milhões de anos para percorrer a página. E se movendo a 299.792 km por segundo. E ainda leva 200 milhões de anos para cruzar tudo. Então, o que você faz? As pessoas acham que você a dobra. Bem, não realmente. Você a rola como se você fizesse um baseado, eu acho. Eu não saberia dizer.

S17E6 Se dobrarmos o espaço chegamos em 6mn à galáxia Andrómeda

Enfim, você a enrola e fica como um burrito. E como as paredes estão se tocando, no centro, onde ficaria o recheio, é onde fica a espaçonave. E a espaçonave alcança um ponto fixo no espaço, o puxa para ela, e o envolve. Em um plano linear, você só precisaria percorrer essa distância, porque está saltando através das paredes enquanto elas se tocam. E cunhei o termo “salto transdimensional”.

-Salto transdimensional.

[D.A.] Isso mesmo. E o motor que tenho permitiria que você fizesse isso. E assim, em tempo real, você viajaria cerca de dois minutos, desligaria os motores, e teria viajado 200 milhões de anos-luz em dois minutos. Mas você fez isso a cerca de 3/4 da velocidade da luz, nessa curta distância linear. Então, você nunca quebraria a velocidade da luz. Você iria milhões de vezes mais longe e mais rápido do que a velocidade da luz.

-E o que acontece com o tempo durante o percurso, David?

[D.A.] Ele salta com você. Quando você pousa, em qualquer lugar que pouse, será onde o seu tempo estará, com base nesse ponto, nesse componente. Mas eu serei o primeiro a dizer que há outras coisas envolvidas nisso, e que não tenho a menor ideia. Eu nem sei como você vai se comunicar ou mesmo navegar. Em primeiro lugar, você está ultrapassando os faróis. Então, como você vai navegar? Ou se comunicar, dizer a alguém que está chegando? Alguém vai ter que descobrir isso. Eu simplesmente não consigo.

-E se você chegar lá e a estrela já pereceu?

[D.A.] Bem, esse é outro problema.

-Sabe o que quero dizer.

[D.A.] Sim, então você precisa se comunicar.

-Você tem que se comunicar.

[D.A.] Tem alguém aí? E “Star Trek” também contorna tudo isso com os cristais de dilítio. O melhor filme que já vi, que mostra o quanto é complicado, foi “Interestelar”. A cada cinco minutos que você está aqui, 70 anos se passam lá. Aqui não vai ser igual ao lugar de onde você acabou de sair. Você pode ficar aqui por alguns dias e voltar, e 1.000 anos terão se passado.

-Vários milhares de anos se passaram, talvez.

[D.A.] Sim. Portanto, isso é muito difícil em uma viagem estelar. Existe uma maneira de você ajustar os tempos de barreira. Creio que seria possível quebrar os componentes para poder trapacear em relação ao seu espaço e tempo.

-Sério?

[D.A.] O que ajudaria muito. Mas não tive tempo de trabalhar nisso. Mas acho que a resposta está aí. Mas quem quer que sejam os seres que estão viajando nessa coisa, eles tiveram que descobrir uma solução para a consequência do tempo, porque eles vão ter os mesmos problemas que as pessoas em “Interestelar” tiveram. E eles ainda são matéria. Eles são feitos de matéria. Então, terão que aplicar ou se dobrar às mesmas leis ou regras que…

-Eles são regidos pelas mesmas leis tridimensionais que nós. Eles têm que ser.

[D.A.] E vou lhe contar mais uma coisa sobre eles. Todos acham que eles sabem de tudo. Dizem que são oniscientes, e tudo mais. Tenho uma notícia para você: a Lei de Murphy deles é tão ruim quanto a nossa.

-Sim, eles são afetados.

[D.A.] Eles cometem erros. Coisas acontecem.

-A principal pergunta que me fazem é: “Se eles são tão espertos, por que são derrubados?” Eu digo: “Quando eles entram em nosso espaço tridimensional, eles se enquadram nas leis de nosso mundo tridimensional.”

[D.A.] É exatamente isso. E também, estou entre aqueles que… Eles gastaram todo esse tempo, dinheiro, mandam o melhor pessoal deles até aqui, apenas para fazerem uma sondagem em você? Eu acho que não. Há algo mais nisso tudo.

-Sim. Isso é ridículo.

[D.A.] Apenas não sabemos qual é a verdadeira história. Há muito que não sabemos sobre o que está acontecendo.

Há 40 anos que já conseguimos clonar pessoas em 3D em meses

-Que características esses seres têm?

[D.A.] Ele me descreveu coisas fascinantes. A metade inferior, da cintura para baixo, é como um peixe. A metade superior é humanóide. E a primeira coisa que eu disse foi: “Então, eles são as sereias.” Sabe, as sereias? Bill disse: “Sim.” Eles tinham uma membrana entre os dedos. Era perfeito. As metades inferiores eram longas e esguias. E se observarmos as nadadeiras de mergulho de hoje, elas têm 1 m de comprimento. Então, há algo aí.

Eu disse que era interessante. E foi quando começou a ficar bom. Eu disse: “Bem, me fale sobre a pele deles, porque pele normal não pode ficar submersa o tempo todo. Você vai enrugar, encolher. Sua aparência não vai ficar muito boa.” E ele disse: “Pois é, a pele deles é diferente. Eles não têm escamas como os répteis. E eles não têm escamas como os peixes, exceto as escamas que estão na barriga de um peixe.” Lembra como elas são finas?

-Muito finas.

[D.A.] Você passa a faca na direção oposta. Algumas pessoas não sabem disso. Mas é assim que se tira a pele de um peixe. E quando a pele sai da barriga, ela é muito mole e fina. Mas já viu essa pele na barriga? Não é afetada pela água. Perfeita. Eles têm uma pele como essa revestindo todo o corpo deles. E eu disse: “Eles devem ser como um golfinho.”

-Fascinante.

[D.A.] E ele disse que sim. Ele disse que escolhi uma espécie interessante para comparar. E ele disse que sim, que a pele deles é muito parecida com a de um golfinho.

seres que Emery Smith trabalhou

-Trabalhei em alguns seres aquáticos nos projetos. Eles eram bípedes, mas as extremidades das pernas pareciam as de um choco (molusco de oito braços e dois tentáculos – sépia). Tinham pequenas abas. Ele mencionou algo assim?

[D.A.] Não, exceto que as pernas deles eram as abas.

-Elas eram as abas!

[D.A.] As pernas eram as abas.

-Então, eles não podiam ficar em pé?

[D.A.] Eles conseguiam se mover… Não, eles não podiam ficar de pé na terra.

-Certo.

[D.A.] Mas se mover na água? Rápidos como um relâmpago.

-Aposto que sim.

[D.A.] E… era diferente. E eu ainda estava curioso com a questão da pele, porque o que chamamos de golfinhos, na verdade, são toninhas-nariz-de-garrafa. Um golfinho é um peixe com uma cabeça feia. E é um peixe comum. Bom para comer. Mas a pele de uma toninha-nariz-de-garrafa é a de um mamífero. Ela é um mamífero, mas vive debaixo d’água. Então, ela teve que adaptar a pele perfeita para isso. E ele me disse que a pele de uma toninha-nariz-de-garrafa é exatamente como a desses seres.

-Bem, como seu irmão interagia com esses seres, se eles não ficam de pé?

[D.A.] Eles não conseguem ficar de pé. E ele está de pé e respirando.

-Eles ficam se debatendo no chão?

[D.A.] Certo. Não. Não, é muito legal. Sabe quem é James Cameron?

-Claro.

[D.A.] Lembra que ele fez o filme “The Abyss” (O Abismo)? Lembra como eles podiam mover a água? Água era a tecnologia deles?

-Certo.

[D.A.] Esses seres têm a mesma coisa. Eles manipulam um bolsão para você entrar. E você tem ar. E eles ficam ao seu redor. Mas apenas eles se movem na água. E ele me disse isso no final… na verdade, no início dos anos 70. James Cameron não fez “The Abyss” até os anos 90.

-Certo.

[D.A.] Então, meu irmão já sabia de tudo isso uns 20 anos antes.

-Bem, uma camada fina de água ao redor do ser poderia ser manipulada para propriedades anti-gravíticas, como você sabe.

[D.A.] Sim.

-E acho que faziam isso. Parece que era assim que eles se locomoviam.

[D.A.] Eles podem mover paredes de água assim como dimensões. E há muito mais que podem fazer. Perguntei a ele: “Certo, você ficou de pé naquele local seco. Eles estavam ao seu redor. Mas como vocês se comunicavam?” “Você tinha um teletipo ou o quê?”

-Bem, todos nós somos água.

[D.A.] Ele disse que simplesmente os ouvia. Ele podia ouvi-los. Telepatia mental.

-Sim.

[D.A.] Telepatia. Eles apenas falavam com ele. E ele disse: “Você podia ouvir as vozes deles, mas não via a boca se mexendo.” E ele disse que eram amigáveis. Eu disse: “Tudo bem.” E as naves espaciais deles podiam ir a grandes profundidades, até a Depressão Challenger, a 11.000 m de profundidade. Ou podiam ir para o espaço, no completo vácuo. Para eles, não fazia diferença. É tudo apenas espaço.

-Eles estão em seu próprio espaço. Eles podem ir a qualquer lugar. Disseram mais alguma coisa sobre o uso de água como tecnologia?

[D.A.] Sim, eles estão incomodados com a maneira como estamos trabalhando neste planeta. E vieram a este planeta porque somos um mundo aquático. Se observar o planeta a partir do centro do Oceano Pacífico, você não vê terra alguma. Não é nada além de um mundo aquático. Somos um planeta aquático com sete placas tectônicas flutuantes. É isso o que somos. E escolheram este planeta porque ele tinha muita água nele, o que não é fácil de encontrar. E então você tem que…

-Eles estão pegando a água? Eles residem aqui agora?

[D.A.] Sim, eles estão aqui.

-Há quanto tempo estão aqui?

[D.A.] Um bilhão de anos ou mais. Eles estavam aqui antes dos dinossauros, antes de quaisquer anfíbios. Eles podem ter criado os anfíbios. Não sei. Mas estavam aqui antes que houvesse qualquer vida no planeta. Havia apenas a massa, o ferro e todos os elementos se unindo.

-Havia apenas Pangeia?

[D.A.] Sim. Sim, antes da época de Pangeia.

-Antes de Pangeia.

[D.A.] Estão aqui há muito tempo. E estão preocupados com a maneira como estamos nos comportando. Eis algo interessante. Eles disseram: “Vocês simplesmente assumem que este planeta é seu. Mas já perceberam quantas formas de vida há nele? E isso não é normal.”

-Com certeza não é normal.

[D.A.] Sim, este planeta está longe de ser normal. “A maioria dos outros planetas não tem nada. Quando tem, é só um pouco. Vocês não têm milhares, vocês têm milhões de formas de vida em uma única bolinha. E assumem que são os donos de tudo?”

-Eles residem apenas no oceano? Eles realmente ajudaram a criar todas as formas de vida aqui?

[D.A.] Pelo que posso dizer… Não recebi nenhuma resposta direta sobre isso. Mas do jeito que eles falam, coisas que comunicam a meu irmão, acho que sim, teve o dedo deles em tudo.

-Eles teriam que fazer. Quer dizer, isso parece como… Pesquisei muito a vida toda, vi muitas coisas. É provável que essa seja uma das formas de vida mais avançadas das quais já ouvi falar.

[D.A.] Sim. Gosto da maneira como usam a tecnologia da água. Mas eles têm outras formas de tecnologia que são mais projetadas para uso em terra seca. Por isso me faz pensar que sim, que estiveram envolvidos em tudo. E eu me pergunto se ainda não evoluíram para seres terrestres, pois há seres que agora ficam na terra. Não sei. Há tanta coisa sobre eles que não sei.

-Bem, se têm esse tipo de tecnologia para percorrer todo o universo, e eles têm essas naves para ir a qualquer lugar no planeta…

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[D.A.] Sim.

-E o segredo é a água, como sabe, a formação para tudo. E eles conquistaram tudo isso…

[D.A.] O que dá validade a tudo isso é que já deveríamos ter tido um “Independence Day”, não um ET de borracha de pescoço comprido… telefone casa… mas algo que está aqui para levar tudo o que quiser. À sua maneira, simplesmente mata você. Podemos coabitar? Não, você apenas morre. Devem existir facções como essa lá fora. E acho que algo salvou nossa pele mais de uma vez.

-Sim, existe. Eu acho que há uma grande proteção de muitas civilizações extraterrestres lá fora. O que descobri através da minha experiência, o que me foi dito por extraterrestres, é que que somos a Disneylândia do Universo.

[D.A.] Faz sentido.

-E é por isso que eles vêm nos visitar, nos observar e tomar conta de nós. Somos como uma jóia, porque somos muito diversificados. Eles acham que somos os super-heróis. Mesmo que os filmes os reproduzam como as criaturas mais incríveis, eles olham para nós e dizem: “Eles passaram por tantas dificuldades. Eles passaram por tantas guerras e doenças. Matam uns aos outros, e eles ainda estão aí.” E ainda estamos aqui. Somos o vírus mais resistente do Universo.

[D.A.] Sim. Realmente somos como um vírus. Nós nos adaptamos muito rápido. E, às vezes, me canso de ouvir as pessoas me dizendo que somos muito especiais. E eu apenas penso: “Não sei, cara. Somos apenas uma partícula miserável…”

-Isso mesmo.

[D.A.] “…de poeira no cosmos.” E não vejo como somos tão especiais. Mas, meu amigo, há algo sobre nós que chama a atenção deles. Não sei. Existem coisas únicas em nós. Nosso senso de humor. Não há nada igual entre todos os alienígenas. Nenhuma outra raça tem humor. E é difícil de entender, e posso ver isso, porque temos humor leve, temos humor negro. É muito confuso, e categorizamos isso ainda mais detalhadamente.

-E que tecnologia eles têm que é melhor na superfície da Terra?

[D.A.] É uma boa pergunta. Porque parte da minha tecnologia e a deles são espelhos. Elas são gêmeas.

-Minha nossa.

[D.A.] Estou usando a mesma coisa que eles, o que tornou mais fácil para eu entender quando começaram a me dizer.

-Por exemplo?

[D.A.] Contenção por fusão eletromagnética. A maioria das pessoas diz: “Sim, eu falava disso esta manhã, o que tem isso?

-Não

[D.A.] Bem, o que então é isso? No projeto que eu construí, consegui criar uma garrafa magnética, uma esfera magnética. E essa coisa é tão poderosa que pode conter uma reação nuclear em cadeia. Poderia detonar uma bomba de hidrogênio dentro e contê-la. E as pessoas dizem que é um absurdo. Não existe tal coisa. Eu digo que isso acontece o tempo todo no espaço. Eles são chamados de buracos negros. Eles são apenas garrafas magnéticas que se expandiram muito e são chamadas singularidades. E no horizonte de eventos, na abertura, a matéria é puxada para dentro. Se você for puxado para dentro de um buraco negro, você seria esticado por quilômetros, talvez 300 km comprimento, e ainda estaria vivo. E você seria esticado dessa maneira porque as correntes gravitacionais são muito poderosas. Veja bem, um buraco negro pode surgir próximo a um sol e puxá-lo para dentro. E ele sumiria. Os raios-X não podem escapar. Nada.

Então, quando se tem um campo de contenção magnética desse nível, você o detona e pode aproveitar a energia do sol. E existem várias maneiras de transferir essa energia. Se fosse na água, seriam represas hidrelétricas. Imagine a energia elétrica que essa coisa iria produzir. Mas também não é uma maneira ruim de se locomover. E mesmo se você tivesse uma nave movida a combustível líquido, você ainda usaria essa unidade para se locomover. E você a usaria quando chegasse a um planeta. Funciona melhor para eles do que envolver outros dispositivos, como a tecnologia de água.

-Poderia criar coisas com isso? Porque você deve ser capaz de criar…

[D.A.] Sim.

-Você deve ser capaz de criar sua própria água ou qualquer coisa.

[D.A.] Bem, você tem sua própria energia. Você se torna uma empresa de serviços públicos. Você tem sua própria água e energia.

-Certo.

[D.A.] Você cria energia ilimitada nessa coisa. Por causa do calor contido, meu motor, quando está funcionando e o campo estabilizado, mantenho em marcha lenta em cerca de 100 milhões de graus centígrados. Isso é 10.000 vezes mais quente que o sol. E porque você está lidando com áreas fora das forças da natureza, em um estado natural, você os está criando e concentrando.

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-Isso é matéria escura?

[D.A.] Não.

-É o oposto. É um buraco negro.

[D.A.] Não, uma definição seria algo que funciona em um mundo de matéria muito leve.

-Mas você conseguiu estabilizar isso?

[D.A.] Sim.

-E conter isso?

[D.A.] Certo.

-Isso é incrível!

[D.A.] Quando um OVNI pisca e apaga, não está piscando. Na verdade, está se movendo. Ele tem uma unidade de energia de contenção de fusão eletromagnética. E o que faz é simples: o que você vê como um piscar é, na verdade, a rapidez com que está se movendo. E você não consegue ver. Pisca aqui, pisca ali. Ele cruzou o horizonte tão rápido quando você pisca os olhos. E é assim que são capazes de saltar distâncias tão grandes, e não fazer isso em milhões de anos, mas relativamente rápido.

-Mas eles ainda têm massa. Eles fazem isso com massa.

[D.A.] Sim

-Portanto, deve existir algum tipo de unidade de contenção em torno de todo o ser e da nave.

[D.A.] E existe. É uma boa suposição. Foi quando eu descobri. Construí uma célula de contenção para armazenar a energia do motor. Então, vi um conjunto secundário de algoritmos que se dobravam. E eu disse: “O que é isso?” A melhor maneira de descrever é como uma pilha de rosquinhas, e sua espaçonave está no centro, onde está o buraco. E esse campo secundário envolve a nave do lado de fora. E você o estabiliza. E precisa descobrir como fazer a navegação. Você escolhe um ponto, então puxa o tecido do espaço e o enrola bem na sua frente. Então, você salta através das paredes lineares. Dois minutos, você desliga. E você viajou.

-Então, você está dizendo que está criando um campo gravitacional na frente de seu destino, e você é puxado para dentro disso?

[D.A.] Na verdade, é exatamente o oposto. Você o puxa para você.

-Você o puxa para você! Ok!

[D.A.] Certo. Você faz…

-Tudo bem, isso faz sentido.

[D.A.] E nessa estrutura do espaço, você não tem que cair em um plano linear. Isso é muito lento.

-Sim, certo. David, qual é a origem deles no Universo?

[D.A.] Bem, eles não são os pleiadianos, não vêm das Plêiades. Eles são “pedianos”.

-Essa é a pronúncia correta. “Pedianos”.

[D.A.] Aparentemente, os pedianos surgiram na constelação de Orion, que é uma constelação muito grande. Quero dizer, ela é… É enorme! Há muitas comunidades. Mas o legal é que eles não estão no sistema estelar. Eles estão entre os planetas e as galáxias. Como uma espécie de baleia no fundo do oceano, esses seres são seres do espaço profundo. Não imaginávamos que existissem planetas ou sistemas solares entre galáxias. Mas Hubble nos mostrou que existem. E falei com meu irmão sobre isso nos anos 60. Existem todos os tipos de sistemas solares lá fora. Bem, nunca encontramos nenhum até poucos anos atrás.

-O que seu irmão experimentou foi tridimensional? Ou ele viu através de uma meditação consciente?

[D.A.] Sabe, pensei a mesma coisa. Pensei: “Ele está apenas alucinando sobre tudo isso?” “Há algo tangível para verificarmos?” Ele disse: “Não, é tridimensional. Eles aparecem e falam comigo. Estou em algum tipo de programa de monitoramento. Então, eles vêm com frequência. E toda vez que fazem isso, eles espetam uma coisa nas minhas costas e pescoço.”

-Então, ele tem um implante?

[D.A.] Sim. Eu disse: “Espere um minuto. Quer dizer na nuca?” Então, ele disse: “Sim, veja isso. Eles estiveram aqui há dois dias.” E eu olhei. Ele tinha um buraco na nuca tão profundo que eu podia ver branco no fundo. Dava para ver a vértebra! Eu disse: “Você tem diabetes tipo 2! Você não vai se curar de uma ferida tão profunda. É um ferimento de punção!” Ele disse: “Sim. Eles vão embora e fica assim por cerca de 48 horas, então fica uma casquinha branca por cima. E então, mais um dia depois, você a tira. Ela sai. E não fica marca.” E fiquei sentado lá, e disse: “Tá bom, mas é diabetes tipo 2!”

-Sim, isso é…

[D.A.] Então, eu disse: “Volto amanhã. Vou te levar ao pronto-socorro.” Então, voltei no dia seguinte. E realmente havia uma casquinha branca em cima. Ele disse: “Espera mais um dia?” E eu disse: “Sim, espero.” Eu voltei. E no dia seguinte, ele disse: “Não toquei nela. Eu ia deixar você tirar.” Eu tirei e havia sumido. E não havia marca. Era uma pessoa com diabetes tipo 2 que, 48 horas antes, tinha uma ferida perfurada até a vértebra. E não havia marca.

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-Isso é incrível.

[D.A.] Ele disse: “Isso é normal. É o que acontece três dias após uma visita.”

-Sou especialista em tratamento de feridas. E leva semanas para…

[D.A.] E bem ao redor do buraco não havia…

-Cicatriz?

[D.A.] Sem inflamação.

-Sem vermelhidão?

[D.A.] Sem vermelhidão.

-Sem tensão na pele, ou algum…

[D.A.] Não. Não havia nada repuxado. E eu disse: “Cara, você poderia usar isso em cirurgia, não?”

-Fizeram um ultrassom, raio-X ou qualquer coisa assim?

[D.A.] Não. Ele é muito meticuloso com essas coisas.

-Tenho certeza.

[D.A.] E eu estava apenas… Eu vi o suficiente para saber que algo estava acontecendo, pessoal. Eu não posso explicar. Mas ele disse que eles fazem isso há 20 anos. E disseram: “Não te causará nenhum dano, efeitos colaterais, você não ficará infectado. Você não vai ficar doente nem nada assim.”

-Eles ainda estão aqui agora?

[D.A.] Sim, eles ainda o visitam. Mas ele fez isso de novo. Quando ele foi morar com Betty Hill por oito anos, nunca mais ouvi falar dele. Todos pensamos que ele estava morto. Não ouvi falar dele, nenhuma carta, nenhuma ligação ou contato. Então, um dia, ele simplesmente apareceu em casa.

-Como acha que eles afetaram a Terra e a humanidade?

[D.A.] Acho que se envolveram aqui de várias maneiras, desde o início. Há o fato de que nós, como Homo Sapiens, uma criatura que passa por mudanças à medida que envelhece, desde a criação ou concepção até um bebê, passamos por muitos estágios diferentes. E há até um ponto em que passamos por um estágio anfíbio. E temos uma cauda. Todos têm uma cauda quando nascem, enquanto passam por esse processo. Na evolução, a cauda é tirada. Mas, de vez em quando, isso não acontece. E elas nascem com isso. E você já viu pessoas.

-Eu as vi.

[D.A.] Vi uma com 30 cm de comprimento uma vez. E eles a cortam. Mas isso é por influência deles. Acho que influenciaram nossa evolução, por isso temos esse estágio anfíbio.

-Certo. E a ciência também não explica a lacuna do Cro-Magnon. O que aconteceu no meio?

[D.A.] Sim, eles devem ter entrado. Alguém fez alguma coisa. Alguém interveio. E seja quem for, essa é a lacuna perdida. E você não vai encontrá-los. Simplesmente saltamos, de repente, de primata para Cro-Magnon. E teve o Homem de Piltdown e toda aquela merda.

Spoiler
Desculpe, apenas utilizadores com sessão iniciada podem ver spoilers.
Disclaimer: Os artigos são escritos em português do (Brasil ou de Portugal) ou numa mistura de ambos.
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Author: Krystal

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