Nota prévia deste site oevento:
Há esperança no mundo, porque cada vez mais vemos pessoas a discordarem destas medidas draconianas que estão a ser impostas às crianças um pouco por todo o mundo contra esta falsa pandemia.
Foram colocadas esta semana ações em tribunal aqui em Portugal contra estas medidas e também contra o uso obrigatório de máscara (depois daremos mais detalhes sobre esta situação).
É necessário que as associações de pais se revoltem!
Um grupo de psicólogos e profissionais de saúde infantil e juvenil em Portugal contestam quatro medidas estabelecidas pela Direção-Geral da Saúde (DGS) de Portugal e pelo Ministério da Educação no retomar das aulas presenciais nas escolas, avança o canal de televisão portuguesa SIC Notícias.
Interessante que no seu manifesto que colocamos abaixo, confirmam alguns factos de artigos que havíamos colocado anteriormente:
Por exemplo, neste:
tínhamos dito que não eram as crianças que transmitiam aos adultos, mas sim o contrário.
Neste artigo de abril:
Já tínhamos dito que as crianças eram praticamente imunes.
Nota: que em Portugal nenhuma criança (0 a 20 anos) morreu devido ao SARS-COV-2 (este novo coronavírus)!
O vírus existe mas é apenas um vírus e não uma pandemia como a comunicação social dia após dia nos quer vender.
Das novas regras implementadas por causa da pandemia, estes psicólogos criticam o distanciamento físico entre as crianças dentro da sala de aula, o uso prolongado de máscara, a redução dos intervalos ao ar livre e a proibição da entrada dos pais ou encarregados de educação na escola, sobretudo quando se tratam de crianças pequenas, que ainda não têm capacidade para interiorizar o que se está a passar.
O grupo de psicólogos refere mesmo que poderá haver uma nova pandemia na saúde mental, se o novo modelo de relacionamento e se as novas regras forem impostas de uma forma brusca e prolongada, já que um ano é bastante tempo na vida de uma criança.
De acordo com a psicóloga clínica Laura Sanches, “do ponto de vista psicológico, de facto, a escola é um lugar de socialização e isso é muito importante. Nós sabemos que as crianças precisam de se mexer, gastar energia, falar e brincar, para depois estarem disponíveis para aprender”, disse, em declarações ao canal de televisão português SIC Notícias.
Alguns psicólogos têm receio que se passe de uma pandemia causada por um vírus para uma pandemia provocada por decisões ‘erradas’ na área da saúde mental.
MANIFESTO (1):
Somos um grupo de psicólogos e profissionais ligados à saúde infantil e juvenil, bastante preocupados com a saúde mental e o bem-estar das crianças, que tem sido o grupo mais sacrificado durante esta pandemia. Não por causa do vírus que já se sabe que é maioritariamente de evolução benigna neste grupo etário, mas por causa das medidas sanitárias que têm sido tomadas, sem grande consideração pelo seu bem-estar e sem evidência científica da sua real necessidade.
Está previsto que a escola presencial regresse em setembro, mas com algumas medidas que ainda nos preocupam e dessas vamos destacar quatro principais: as medidas de distanciamento entre as crianças, a redução dos intervalos, o uso de máscaras e a entrada dos pais sobretudo ao nível dos jardins-de-infância e creches.

1. Sobre o distanciamento entre as crianças A escola não serve apenas para aprender e trabalhar as capacidades cognitivas. Um ponto muito importante da escola é a socialização. Quando afastamos as crianças e lhes transmitimos a mensagem de que elas precisam de se manter afastadas, estamos a bloquear um instinto natural das crianças de procurarem o contacto físico e de se manterem próximas umas das outras. Isto cria-lhes tensão e uma pressão grande que facilmente se torna num elemento de ansiedade que sabemos ser tão prejudicial ao seu desenvolvimento e, consequentemente, à sua aprendizagem. Por sua vez, as medidas de distanciamento irão fomentar o uso de ecrãs durante os intervalos, algo que irá alimentar um problema que já existe nas nossas escolas e que sabemos ter consequências muito nefastas para o desenvolvimento de crianças e jovens.
2. Sobre a redução dos intervalos Os intervalos são momentos importantes de socialização e constituem pausas essenciais para uma boa aprendizagem e para potenciar os tempos de atenção/concentração, frisando-se a importância de estes intervalos serem fora da sala de aula. A saber-se a importância de potenciar os momentos ao ar livre, é insensato e paradoxal diminuir-se os intervalos. Estes devem continuar a acontecer, de preferência ao ar livre e com horários desfasados entre turmas, para que não haja tanta aglomeração entre alunos.
3. Sobre a proibição da entrada dos pais Permitir a entrada dos pais na escola, quando vão deixar ou buscar os filhos, não é um capricho. Uma criança que entra num lugar novo fica sempre num certo estado de alerta, principalmente quando essa entrada implica a separação das suas figuras de apego, as suas referências. A única forma de desactivar esse alerta é o contacto com as figuras de apego. E enquanto ele não for desactivado, a criança não está disponível para estabelecer novas relações seguras, que, por sua vez, são essenciais para que o seu dia na escola seja vivido da melhor forma e até para que consiga aprender realmente. Isto é muito importante em todo o processo de adaptação dos mais novos, que pode durar dias, semanas ou meses e que acontece sempre outra vez, depois de um período de afastamento. Mas também dos mais velhos, depois de tudo o que aconteceu este ano, com um período de afastamento tão prolongado e carregado de tensão por vários motivos. Permitir a entrada dos pais na escola é fundamental para que esta não se torne um mundo completamente estranho e separado da família, em que a criança nunca se sentirá realmente segura.
É muito importante que os pais possam ver diariamente os professores e educadores e que sejam eles a entregar-lhes a criança, porque é isso que lhes permite fazer a ponte. O instinto da criança diz-lhes que não devem ficar com estranhos, que devem procurar sempre as pessoas com quem se sentem seguras. Então, para que os professores deixem de ser estranhos para elas, é preciso que os pais façam essa ponte, que lhes mostra que podem construir uma ligação com aquela pessoa, e isso faz-se de forma simples, falando com a pessoa, mostrando que ela é de confiança e que já temos uma relação com ela.
Pensamos que, cumprindo os pais todas as normas de segurança (desinfecção, troca de sapatos e máscara enquanto circulam na escola), não há grande fundamento para este impedimento.
4. Sobre o uso das máscaras O uso prolongado de máscara pelos adultos nas creches e jardins-de-infância também não facilita o processo de adaptação, porque as expressões faciais são uma parte fundamental da comunicação não-verbal e daquilo que nos faz ou não sentir segurança na presença da outra pessoa. Stephen Porges usa o termo “neurocepção” para falar de um mecanismo inconsciente que nos faz avaliar constantemente a segurança do ambiente externo e interno e essa avaliação passa, em grande parte, pela comunicação não-verbal. Essa comunicação não é apenas facial, também passa pelos olhos, pelo tom de voz e pela prosódia do discurso, coisas que a máscara ainda nos permite perceber, mas que podem ser insuficientes para uma criança pequena. Sem ver totalmente a cara da pessoa com quem nos relacionamos, é bem mais difícil recolher essas pistas de segurança, e quando nem sequer conhecemos essa pessoa, como irá acontecer na adaptação à escola para muitas crianças, então isto torna-se praticamente impossível.
Por outro lado, a evidência científica até ao momento remete para uma prevalência muito reduzida desta nova doença (covid-19) em crianças (cerca de 2%), sendo que, quanto mais nova for a criança (sem problemas de saúde prévios), menor é o risco. Os estudos realizados até ao momento chegam cada vez mais ao consenso de que a criança tem um papel quase nulo na transmissão do vírus, sendo geralmente essa transmissão feita de adulto para criança (embora, mesmo assim, maioritariamente benigno para a criança). Segundo vários pediatras europeus, o uso de máscaras em creches, jardins-de-infância, 1.º e 2.º ciclos por crianças sem patologia grave subjacente não é nem necessário, nem apropriado, nem razoável. Mais ainda: isso limitaria ainda mais a socialização entre pares. Na esmagadora maioria dos países que optaram por tornar obrigatório o uso de máscaras nas escolas, esta norma só se aplica a partir dos 13 anos. E alguns países como a Suíça e a Dinamarca optaram mesmo por não as tornar obrigatórias para os adultos nas creches e, ainda assim, a Dinamarca não registou um aumento dos casos que fosse associado às escolas, que estão a funcionar desde 15 de Abril. A Noruega, que reabriu as escolas a 20 de Abril, também não registou nenhum impacto causado por esta reabertura, sendo um dos países em que também não são obrigatórias as máscaras nas escolas.
Quando nos concentramos apenas na comunicação oral, algo que é forçado pelo uso continuo de máscaras, estamos a estimular o uso do hemisfério esquerdo em detrimento do direito, algo que sabemos estar bastante mais associado a sentimentos de agitação, ansiedade e até de depressão.
O uso prolongado de máscaras em crianças – até porque antes dos 12 anos de idade a expressão verbal ainda não é tão preponderante – pode conduzir facilmente a uma condição de stress crónico que interfere no humor, na atenção/concentração, no comportamento e na aprendizagem.
Fact-checking Polígrafo SIC considera IMPRECISO o artigo “máscaras”
Conclusão:
As investigações ligadas às experiências adversas na infância mostram bem como o stress que estas provocam está ligado a uma série de complicações de saúde na vida adulta: a obesidade, diabetes tipo II, perturbações de ansiedade e depressão e até problemas cardiovasculares, a principal causa de morte na sociedade ocidental.
Atendendo a que, felizmente, as crianças constituem um grupo de baixo risco, não é de todo razoável que se apliquem medidas tão restritivas e limitadoras de um desenvolvimento integral harmonioso e saudável, pelo que é urgente proporcionar às crianças um regresso à escola dentro da maior normalidade possível, reforçando as medidas de higiene das mãos, as actividades ao ar livre e acautelando que crianças com sintomas da doença fiquem em casa, criando também condições para que os pais possam ficar com elas.
Não podemos deixar que as medidas sanitárias se sobreponham à necessidade de preservar a saúde mental das nossas crianças e jovens. Porque, se o fizermos, teremos com certeza em mãos uma outra pandemia no campo da saúde mental, com resultados bem mais dramáticos, provavelmente.
Ana Elizabete Guerreiro Caetano, especialista em Psicologia Clínica Ana Helena Costa, psicóloga educacional Ana Rita Dias, psicóloga clínica Bruno Gomes, psicólogo educacional Carolina Rodrigues, psicóloga clínica Cátia Pereira, psicóloga clínica Cátia Martins, psicóloga clínica Prof. doutor Daniel Sampaio, médico psiquiatra Diana Gaspar, psicóloga clínica Dora Isabel Dias Maltez, especialista em Psicoterapia e Psicologia Clínica e da Saúde Eugénia Amaro, psicóloga clínica Inês Gonçalves, psicóloga clínica Isa Silvestre, especialista em Psicologia Clínica e da Saúde Laura Sanches, psicóloga clínica Maria Andresen, psicóloga clínica Zulima Maciel, psicóloga clínica
O vídeo de 3 minutos está disponível no seguinte artigo, no início que corresponde ao artigo acima:
manifesto/fonte (1):
publico.pt/medidas-novo-ano-lectivo-impacto-saude-mental-criancas
Importante continuar a denunciar e informar como tem feito este site.
Quanto às objeções colocadas principalmente pelos psicólogos aqui citados é evidente que contrariam de forma clara os o objetivos dos mentores desta farsa fraudulenta miserável por isso tudo vai ser chutado para canto com a maior das facilidades!
Só nos resta continuar a lutar pela verdade a bem de toda a humanidade.
O pior é certos pais que apoiam e aplaudem estas medidas. Eu trabalho na área da saúde, quando as crianças vêem aos tratamentos os pais , não todos! mas a maioria traz as crianças com máscara. Estou-me a recordar do caso de uma menina com 3 anos em que a avó tinha feito de propósito uma máscara para ela vir “protegida”. Quando lhe disse que as crianças não necessitavam, ainda pôs em dúvida a segurança na clínica. Isto ainda é o mais difícil .
Saudações! Queria só acrescentar que este retorno escolar, tem infelizmente todas as indicações que é uma forma encapotada de tornar as crianças/jovens e consequentemente os adultos, reféns, tal como descrito num artigo deste site. Mas desta vez, reféns no sentido literal da palavra, pois se no confinamento todos poderiam sair à rua, desta vez iremos verificar imposição de quarentenas a turmas inteiras e/ou escolas. O que neste momento de verifica na Escola Alemã de Lisboa, com 70 alunos em quarentena é apenas uma demonstração do que vai acontecer em muitas escolas. Não sou de todo contra as escolas abrirem, mas na verdade e a ser verdade, numa Pandemia, as escolas encerram, tal como se verificou na sexta-feira 13 de março em PT. Aliás, foi nesse dia e precisamente a começar pelas escolas, que Portugal iniciou o processo de confinamento, com declarações por parte do PR como sendo uma Guerra que estaríamos a enfrentar. Em conclusão, agora abrem escolas com muitos mais casos verificados do que no dia 13 de março, em plena aceleração de casos positivos. Numa verdadeira pandemia não se abrem escolas. Esta abertura de escolas vai ser para justificar as muitas quarentenas que vão impor e desta vez mais violentas, pois serão impostas pela exposição dos alunos a casos que vão aparecer positivos. Ou seja, vão isolar mesmo em casa várias centenas ou talvez milhares de alunos sempre que surgirem casos, tal como se verifica na escola alemã. É assim uma forma de resistência da Cabala as forças da luz. Querem continuar a isolar as pessoas com regras sanitárias usando as mesmas como escudo a fim de continuarem a sua agenda de controlo mundial.
Obs: A utilização de máscaras entre crianças vai contribuir para a disseminação de outras doenças, com especial foco nas bactérias que vão ter fontes de alimento como nunca tiveram. As crianças vão mexer nas máscaras com as mãos e como é óbvio, estamos a falar de exemplos como crianças de 7 anos que nem o papel higiénico usam corretamente. ..
Invocarei sempre Arcanjo Mikael para proteção das crianças. Entre outras missões que tenho e que muito me ocupam, não esquecerei nem 1 dia a invocação. .. Um bem-haja a todos!
Olá a todos.
Eu encontrei este site a pouco tempo é acabei por acordar-me para tudo o que se passa em nosso planeta.
Gostaria de ajuda do Administrador do Site é dos Frequentadores para uma solução
Minha mãe possui dores de cabeça desde criança é atualmente está se intensificando cada vez mais, mas ela está tendo também é calafrios ao dormir isso já faz 2 semanas é não posso levar minha mãe ao medico por causa dessa doença tenho muito medo de perde-la é não sei o que posso fazer a respeito.
Minha mãe não é fumante, não é alcoolatra, nunca usou drogas ou cigarros é não come carnes.
Minha mãe tem um alto grau de espiritualidade é ajuda as pessoas com este dom, minha mãe tem o dom da premonição visual ela vê o passado das pessoas as tocar nelas em qualquer parte do corpo da pessoa com alto grau de precisão
Peço a todos vocês
1- Todas as orações mais fortes é purificantes que vocês possuem para dor de cabeça é febre ao dormir.
2- Chá caseiros para tratar a febre da minha mãe é a dor de cabeça
3- Remédios naturais com ervas ou plantas para tratar as dores de cabeça é a febre
4-Orações de purificações, fortalecimento espiritual etc..
5- Musicas, sons ou qualquer outro tipo de tratamento em casa.
O que mais posso fazer para aliviar as dores de cabeça da minha mãe é a febre.
Peço a todos vocês irmão nesse momento de muita dor é tristeza eu amo muito minha mãe é preciso de uma solução amigos.
Aguardo por respostas ansiosamente
tente usar os códigos de cura (tem uma boa possibilidade de ajudar)
letra C (dor de cabeça)
letra E (enxaqueca)
letra F (febre)
https://oevento.pt/2017/05/02/codigos-de-cura/
encontra ainda no menu decretos, menu cura, outras alternativas.
Obrigada vou utiliza-los e verificar a mudança no decorrer dos meses.
Espero profundamente que ela possa curar e aliviar todas as dores dela mais rápido possível
Gratidão
Paz e Luz.
também o óleo de incenso
tem aqui este artigo
encontra nas ervanárias
https://oevento.pt/2019/04/08/o-rei-de-todos-os-oleos-pode-curar-enxaquecas-ansiedade-depressoes-e-ate-mesmo-cancer-cancro/
Emanuelle talvez o óleo de olibano tambem ajude?
Ana, não sei se já compras-te, há no celeiro. Tbm é bom para as nossas mamãs. A minha anda com uma dor em baixo, nas costinhas. Tenho que comprar. Namaste
Emanuele,
Usar produtos naturais é muito bom mas acho que a sua mãe deve ser poupada das dores, tem horas que umas gotas de Dipirona ajudam bem.
Quanto a febre, é bom investigar a presença de infecções ou inflamação. Fiquem na Paz.
Admins,
A irmã Carla disse-me que viu algures pedido de ajuda para tradução de artigos.
Eu tenho alguma facilidade no inglês, pelo que posso ir traduzindo artigos se precisarem ( Consoante os meus afazeres vou fazendo aos poucos ).
Gostaria de contribuir com algo útil aqui no site, daí a minha mensagem.
Abraço a todos.