revelação cósmica temporada 17

S17E07 Programas de Abdução Alienígena

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A amizade entre Carl Sagan e David Adair

S17E07 Programas de Abdução Alienígena (Revelação Cósmica ~ David Adair)
S17E07 Alien Abduction Programs (Cosmic Disclosure)

Assista ao episódio clicando no link abaixo, usando o browser chrome:
https://drive.google.com/file/d/14Vl18vDXTCt1gyJNGYbgZBlQt_o6tTuU/view?usp=sharing

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Episódio com legendas em português do Brasil (para quem não deseja assistir ao vídeo):

revelação cósmica temporada 17 episódio 7

REVELAÇÃO CÓSMICA – POR DENTRO DO PROGRAMA ESPACIAL SECRETO

Programas de Abdução Alienígena

Olá, sou Emery Smith. No programa de hoje, temos um convidado muito especial. O nome dele é David Adair. David, bem-vindo ao programa.

Obrigado por me receber.

Bem, hoje, vamos falar sobre os programas de abdução e soltura, como aquele usado em Betty e Barney Hill, e também outros amigos seus que talvez conheça.

Sim…

Minha nossa, sei mais sobre isso do que gostaria de saber.

Certo.

Normalmente, ouço de grupos que, quando as pessoas têm encontros com Greys, no geral são positivos há alguma interação, e é praticamente isso. O que eu realmente sei sobre alguém que passou por isso, é de uma pessoa próxima a mim.
Então, eu sei que a história é verdadeira, e eu estava por perto quando ocorreu. E foi tudo menos positiva. Foi muito negativa. E os efeitos foram profundos.

Onde ocorreu o encontro e quantos anos ele tinha?

Vamos ver. Ele tinha 13 anos. E aconteceu na Carolina do Norte, em um campo. Era isolado, o lugar perfeito para um contato imediato de terceiro grau. Essa pessoa teve um encontro com figuras do tipo Grey.

Havia outros presentes, outras raças extraterrestres nesses eventos?

Sim, em seu encontro, havia três tipos diferentes. Eles tinham os insetos grandes. E havia os Greys. E havia outros três que ele descreveu. Era um homem, uma mulher… muito altos, com vestes brancas, cabelos loiros e compridos, de aparência nórdica.
E eu disse: “Meu Deus, eles eram vikings?” Ele disse que sim, pareciam vikings. Eu disse: “Eles pareciam estar no comando?” Ele respondeu que sim, eram os que davam as ordens. “Para quem?” “Para os Greys.” “Bem, e os insetos grandes?”
E ele disse: “Acho que eram os guardas do perímetro.” E tudo o que ele dizia fazia sentido.

Sim, faz sentido.

E isso é frustrante, porque esse garoto era tudo menos lógico. Mas as respostas transmitiam lógica. E eu disse: “Nossa, o que há com esse garoto?” E no dia seguinte, as mudanças começaram.

Que tipo de mudanças? Eram físicas ou mentais?

Sua mãe achou que ele tinha ligado o rádio. E era um piano tocando. Ela disse: “Esse rádio está bem claro.” Bem, ela também tocava piano. Então, havia um piano em casa. E esse garoto nunca havia tocado piano. Nunca.
Nunca teve uma lição, nada. Ela chegou, olhou na sala e deixou cair a louça que estava lavando, porque aquele garoto estava tocando piano. Ela achou que era no rádio. Ele tocava todos os mestres… Beethoven, Bach, Tchaikovsky.

Ela se aproximou dele e disse: “O que você está fazendo?”

Sim. Ela disse: “Como você está fazendo isso?” “Não sei. Eu consigo tocar.” Ela era uma mãe pragmática, então chamou uma professora de piano. A professora de piano chegou e se sentou com o garoto.
E o garoto ficou sentado lá com ela, no banco do piano. E ela começou a tocar Chopsticks, sabe? E ele olhava para ela. E ele disse: “Você faz a primeira parte.” “Essa é um pouco fácil.”
E ele começa a tocar sua versão de Chopsticks. Ele continuou tocando. Então ela perguntou: “Pode fazer mais alguma coisa?” Ele começa a tocar Beethoven, e muda para Mozart.

Minha nossa…

Ela se sobressalta, muito irritada… Ele era melhor que ela. …volta para a mãe e diz a ela: “Não tenho tempo para essa besteira.” “Ele é um garoto prodígio.” “Por que não me disse isso?” “Mande-o para a universidade local.”
“Deixe os professores darem uma olhada nele.” Então eles o levaram para a universidade local. E o professor de música de lá o colocou em um piano. E ele o observa começar a tocar. E o professor fica surpreso. O garoto tinha apenas 13 anos.
Mas ele tocava os velhos mestres do piano, até começar a pegar fogo. Ele perguntou: “Já tentou tocar outra coisa?” O garoto respondeu: “Nunca tive a oportunidade.” Então ele estendeu a mão e lhe entregou um clarinete.
Ele começou a tocar aquela coisa. Ele lhe deu um trompete. Como ele tocava bem o trompete! Ele lhe deu uma flauta. E ele a tocou com perfeição. Ele lhe deu um flautim. Ele o tocou bem. Oboé, fagote, trompa francesa.

Todos os mesmos estilos musicais?

Sim. Ele pedia: “Toque uma música que poderíamos reconhecer.” Ele tocou a orquestra inteira. Então, o professor disse à mãe: “Preciso ligar para alguém em Nova York.” “Precisamos mandá-lo para outra escola.”
E eu disse: “Isso é simplesmente fenomenal.” E o garoto apenas diz: “Não vou a lugar nenhum.” “Eu nem gosto de tocar.” Ele simplesmente odiava. Então ele foi embora. E foi isso. Eles voltaram para casa com o garoto. E eu conhecia a família muito bem.

Aconteciam outras coisas especiais, como ele falar línguas diferentes?

Não. Mas, então, apareceu outro dom. Ele pegou uma caneta e começou a desenhar.

Nossa!

E o garoto nunca conseguiu desenhar nada além de um boneco palito. E ele era tão rápido quanto o fluir da tinta, podia superar a viscosidade da tinta. Sabe como um artista desenha, para, olha para o desenho, pense, desenha um pouco mais e olha para o desenho?
Não, meu amigo, não esse garoto. Ele começava e ia até o fim no meu ritmo. Em 20 minutos, ele faria um retrato que rivalizaria com Norman Rockwell em detalhes. Simplesmente brilhante. E isso apenas com uma caneta comum. Bem, sua mãe conseguiu mais coisas para ele.
Então, ele tentou giz, óleos e tintas em todo tipo de mídia artística que puder imaginar. Ele conseguia fazer tudo. E, como a música, ele fazia, e assim que terminava o desenho, ele o jogava na lata do lixo. E ele dizia, irritado: “Eu odeio desenhar.”
“E eu odeio música.” Então, ele odiava tudo em que ele tinha talento. Ele simplesmente odiava. E isso me fez pensar. Comecei a refletir sobre ele quando era criança, depois crescer e se tornar adulto. E ele é gay. Acho que damos muito crédito a esses encontros alienígenas.
Sabe, eles são onipresentes, eles sabem de tudo. Eles pilotam um veículo muito bacana. Eles cruzam grandes distâncias para chegar aqui. Eles devem ser muito inteligentes. Acho que isso é tudo besteira. Porque eles têm os mesmos problemas que nós.

Exatamente.

S14E07 Civilizações Secretas do Nosso Sistema Solar (Revelação Cósmica)

Eles cometem erros. As coisas quebram. A Lei de Murphy também serve para eles. Diferentes coisas. A nave não funciona. Sabe, as peças falham. Eles têm os mesmos problemas que nós. E, às vezes, eles simplesmente não sabem o que estão fazendo.
Acho que, por o garoto ser gay, o que quer que tenham feito, eles não sabiam o que era um humano gay. Então, tudo deu errado para ele. Ele odiava os talentos que recebeu. E isso mudou ele e sua personalidade.
Ele era o garoto mais tranquilo que pudesse conhecer… engraçado, fácil de conviver, cooperativo. Depois, ele era mau, apenas mesquinho. Então foi um bom encontro? Acho que não. E tudo começou naquele momento.
Mas não acabou aí. Ele desaparecia por anos, ninguém tinha notícias dele. Isso era estranho. Ninguém sabia se ele estava vivo ou morto. Certa vez, ele desapareceu por oito anos. Descobriram que ele estava morando com Betty Hill…

com Barney e Betty Hill.

Sim. Morou com Betty. Mas eu conseguia que ele falasse comigo às vezes. E eu perguntei: “O que em nome de Deus você está fazendo com Betty Hill?” E ele disse que os mesmos alienígenas que ele encontrou, ela encontrou.
E os dois participaram de um programa de abdução e soltura, quando você marca um peixe e o solta. Bem, nesse ponto específico, os salmões nadavam juntos. Então ele convidou sua mãe…

Minha nossa.

…para visitar Betty Hill e ficar com eles. E a mãe dele me disse: “Meu Deus, eu fui até lá visitá-lo. Eles me levaram a um lugar chamado Indian Head, em New Hampshire. E é tão isolado lá que eles têm placas na estrada que diz ‘Cuidado com o Alce’.
Então, não há muitas pessoas por lá. E eles foram até trilhos de trem.” Perguntei: “Por que trilhos de trem?” Ela disse: “Senhor, tenha piedade. Eu perguntava a ele por que a ferrovia. Por que estamos aqui?” Ele disse: “Vire-se e olhe.”
E ela, a mãe, disse que fez isso. E ela disse: “Senhor, tenha piedade. Era uma espaçonave enorme ou algo assim.” Parecia com uma espaçonave que ela via nos filmes. Não era um disco. Parecia mais uma… Ela disse que parecia mais uma nave de “Guerra nas Estrelas”.
E era totalmente silenciosa. Estava a uns 3 metros acima deles. E passou por cima deles. E quando passou por eles, parou. E ela disse que grandes pernas saíram e se agarraram aos trilhos. E ela disse que dava para ouvir os trilhos rangendo e estalando por causa do peso.

Nossa!

E o garoto disse que havia uma razão para isso. Quando essas espaçonaves chegam, quando desligam os motores completamente, elas são incrivelmente pesadas. E eu comecei a pensar: “Nossa… Trilhos de trem… Uma locomotiva pesa cerca de 450 toneladas.
Então isso é muito lógico. Faz sentido.” Ele tinha chamado a minha atenção. E eu disse: “O que mais?” Ele disse: “Outro conjunto de braços desceu e se agarrou aos trilhos.” Eu disse: “Por que isso?” Ele disse: “Nunca pensou nos trilhos de trem?”
“Bem, há dois deles, e eles seguem uma faixa.” Ele disse: “Sim, mas eles estão continuamente conectados.” Eu disse: “Sim, devem estar, ou o trem sairia dos trilhos.”
Ele disse: “Do Canadá até a América do Norte, do México até a América do Sul, os trilhos das ferrovias estão todos conectados. Eles não conhecem a diferença entre limites e fronteiras. Os trilhos são contínuos.”
E eu disse: “Sim, então quando eles agarram os trilhos, eles agarram milhões de quilômetros de ferrovia.”

A ferrovia é uma rede.

É uma antena.

Sim.

Eles se prendem a ela e usam todo o hemisfério como uma antena para enviar e receber mensagens. E eu pensei sobre isso. Eu conhecia o garoto. Ele nem conseguia trocar o óleo do carro. E as coisas que ele dizia eram tecnicamente precisas, tinham lógica e sentido.
Pensei: “Minha nossa, o que há com esse sujeito?” E eu absorvia tudo aquilo. Eu conheço a história de Betty e Barney Hill. E eu conversei com Betty. Ela estava gostando da companhia do menino e da mãe dele. E eu disse a ela: “Vocês parecem se dar muito bem.”
E ela disse: “Bem, há uma boa razão para isso. Quando foram recolher os dados dela…” “Sim, vamos falar sobre isso por um minuto.” “Como eles fazem isso?” “Bem, eles enfiam uma sonda na parte de trás do nosso pescoço.” E eles disseram que é um buraco profundo no começo.
E eu disse: “O garoto tem diabetes do tipo 2. Ele não iria se curar disso.” E ela disse: “Mas ele se curou. Em cerca de 24 horas, esse grande buraco se foi, e ficou apenas uma casquinha branca. E depois de outras 24 horas, a casquinha branca saiu, e nem uma cicatriz ficou.”
Eu disse: “Fizeram o mesmo com você, Betty?” E ela disse que sim. Perguntei: “Por que estão fazendo isso?” Ela disse: “Bem, nós dois fomos marcados pelas mesmas pessoas.” Eu disse: “Minha nossa!” O que pensar de tudo isso? Eu estava parado lá, sem ter nenhuma ideia.
Só tentava processar tudo aquilo. “Eu já estive com pessoas que falam sobre OVNIs e outras coisas, mas vocês estão informando coisas que eu nunca ouvi. E, no entanto, faz todo o sentido.”

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Ele já contou algo sobre Betty que ela nunca disse publicamente?

Você se lembra que ela queria pegar um livro da espaçonave? E os outros disseram que ela não podia levar nada, provas concretas. Isso sempre a incomodou. E ela também falou sobre o mapa estelar que conhecemos, os diferentes planetas e suas posições.

Mapa desenhado por Betty Hill em 1964

Bem, eu realizava um projeto na Universidade Estadual de Ohio. E eles tinham o mapa estelar de Betty lá. E era uma estrutura de madeira. E houve um acidente. Esqueci quem foi, mas a pessoa deixou cair algo nele e esmagou a coisa por completo.
E eles não sabiam o que fazer. E ficaram muito perturbados. Como sou modelador, eu disse: “Posso reconstruir isso para vocês.” Então eu peguei a madeira e as cordas, todas as bolinhas, os planetas, subi e baixei as cordas, olhei o mapa estelar, os alinhei.
Não é como construir um foguete. É mais como colocar um pino quadrado em um buraco redondo. Consegui fazer tudo. E durante o processo, algo me ocorreu.  Então liguei para um velho amigo, de quem sinto muita falta, um sujeito chamado Carl Sagan.

Carl Sagan

E eu perguntei sobre o mapa estelar. E ele disse: “Sim, eu o conheço.” E eu disse: “Sabia que eles não conseguem encontrar a constelação?” Ele disse: “Envie-me um escaneamento dessa coisa.”
Não tínhamos scanners naquela época, então eu tirei uma foto Polaroid, coloque um fundo preto. A foto ficou ótima. Mas eu poderia mapear as estrelas muito bem. E era tudo que Carl precisava.
Ele só precisava de uma página bidimensional com as estrelas em posição. E eu enviei para ele. Quando ele voltou, havia encontrado o mapa estelar. E eu disse: “Carl, como assim, você encontrou o mapa estelar?
Acabei de chegar aqui e enviei para você.” “Não.” “Fazemos fotos aleatórias o tempo todo, o ano todo.” E ele disse: “Quantos anos se passaram desde essa coisa?” E eu disse: “Meu Deus, já se passaram 20 e poucos anos.”
E ele disse: “Dê uma olhada no que eu te enviei.” Eu peguei dois mapas estrelares e os segurei contra a luz. E eles se alinharam. Era como 300 planetas diferentes, a lua, e todos eles alinhados. Eu disse: “Como isso é possível?”
Ele disse: “Bem, você sabe que estamos viajando a 160.000 km/h. A cada hora que passa aqui, percorremos 160.000 km através do espaço. Então, depois de cerca de 25 anos viajando nessa velocidade, finalmente chegamos a uma posição em que vimos o campo estelar.”
“Bem, Carl, isso significaria que 25 anos atrás, quando ela viu esse mapa estelar, ele teria que vir de alguém que estava nessa posição, e não podemos fazer esse tipo de viagem.” Ele disse: “Pois é, isso não é interessante?
Eu disse: “Como você explica isso?” E ele disse: “Não posso.” Então, existe outro mistério. Mas como Betty Hill alinhou todos aqueles sistemas estelares? As chances de isso acontecer são absurdas.
É ridículo dizer que foi apenas sorte ou acaso. Não, há muita coisa passível de credibilidade no caso Betty Hill. E, claro, Barney não estava presente. Ele morreu de… Soube pela Betty.
Barney não conseguiu aceitar o que aconteceu com ele. Ele se referiu a si mesmo como um coelho escondido no mato. E esse constante medo e pavor… Ele teve um derrame cerebral e morreu.
Então, isso nos traz à minha opinião original de que nem todos os encontros são realmente bons. Sabe, matou Barney, estragou a vida desse garoto. Acho que damos muito crédito a eles, que eles sabem tudo, que sabem o que estão fazendo.
Não, eles não sabem. Eles estão aqui fazendo experimentos por uma razão. Por que você faz experimentos? Porque não sabe certas coisas. E temos Calvin Parker.

Charles Hickson e Calvin Parker

Sim, me conte essa história.

Bem, eles eram pessoas do sul, tudo bem? E se você acha que eu sou do sul… é porque ainda não conheceu alguém como Calvin Parker. E Calvin é uma pessoa realmente maravilhosa. Eles estavam sentados lá e ocorreu isso de repente.
Eles foram pescar no rio. Enquanto pescavam, ouviram um barulho estranho. Então apareceu um ser, que se teletransportou e veio flutuando até eles. Há uma espaçonave discoide parada atrás deles.
Eles pegaram os dois e os levaram para dentro. E Calvin saiu no tapa com um deles, o que faz todo sentido. Se pegar um matuto assim… e começar a fazer coisas estranhas com ele, ele virá atrás de você, se puder.
E ele fez isso. E ele realmente brigou com esse alienígena, e espirrou sangue nele. Ele jogou a camisa fora. Se ele a tivesse guardado, teríamos traços de DNA.

Exato.

Travis Walton

Mas ele passou por um evento dramático, e, como Travis Walton, eles empurraram coisas na garganta dele. E isso o estava sufocando. Então ele precisou reagir.
Eu não compartilho a visão de todos: “Como é maravilhoso os Greys estarem aqui. Eles vão compartilhar, se unir e evoluir.” E eu com certeza não vou…

Viu muita coisa negativa.

Não vou dar as mãos e cantar feliz em volta da fogueira com eles.

Eles também foram monitorados após essa abdução e soltura pelo resto de suas vidas ou por um certo período?

Aparentemente, Betty Hill e o garoto foram. Pela vida inteira. E quando executamos programas como esse, normalmente executamos durante toda a vida útil do animal. E os dados vão sendo coletados.
Mas quando obtemos os dados, aprendemos mais sobre o animal e trabalhamos melhor com ele. Considerando tudo, não acho que eles estão aprendendo muito bem.

Isso inclui humanos?

Não sei. Mas sim, acho que sim. Eu sempre fui da ideia de chamar alguém e dizer: “Oi, gostaria de me ajudar e trabalhar com algumas coisas?” “Eu preciso responder algumas perguntas.” “Posso usar algumas amostras de tecido?”
“Não vai te machucar.” “Vamos trabalhar juntos.” Bem, não é uma abordagem humana ou mais correta do que invadir seu quarto à noite, agarrá-lo, fazer sabe-se Deus o que com você, depois apagar sua memória?

É possível que algumas dessas
pessoas que são abduzidas tenham seus corpos aprimorados?

Essa é uma pergunta interessante. Bem, se eles fizeram algo assim, então é lógico. Nossos cientistas fazem isso com os nossos animais. À medida que aprendem mais com o animal, eles aprimoram para obter mais dados.
Mas suponho que, quando você disse aprimorar, quis dizer adquirir mais habilidades, coisas assim.

Sim, de maneira positiva, mais aprimoramentos.

Sim, isso é possível. Isso me faz pensar que há mais de uma raça fazendo isso. Poderiam ser 100 raças diferentes vindo aqui, e todas elas têm seus próprios planos. E algumas pessoas, como Calvin Parker e Travis Walton, elas se deparam com grupos que não são tão compreensivos.
Mas eu soube de outras pessoas que tiveram apenas experiências agradáveis. Então, para mim, parecem grupos diferentes. Ou se é da mesma espécie, são subgrupos diferentes dentro desse grupo.

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Sim, isso faz muito sentido. Esses programas estão, de alguma forma, conectados a Betty e Barney?

Pelo menos o programa de abdução e soltura? Sim, porque eles ainda…

Eles ainda estão sendo visitados?

A última vez que ouvi, isso ocorre há quase 40 anos. Faz muito tempo. Mas se vão fazer isso pela vida inteira, vai durar 60, 70 anos, até morrerem. E sejam quais dados estejam obtendo com isso, só eles sabem o que vão fazer com isso.

É possível que, quando Travis se aproximou demais da nave e ficou inconsciente, isso foi por causa da energia eletromagnética?

Quem sabe? Pode ter sido.

Eles o levaram para salvá-lo, ou eles o levaram para fazer experimentos com ele?

Quando o ouve contar o evento, foi tudo unilateral. Não deram respostas a eles. Apenas fizeram muitas coisas com ele.

Ouvi boatos de que ele ficou chateado com o filme que fizeram sobre ele, porque ele disse que não foi tão violento.

Bem, isso faria sentido para mim. Apenas iria piorar mais. Essa foi a coisa mais tensa que já encontrei na minha vida.

É um assunto muito delicado também, porque há abduzidos e pessoas desses programas de abdução e soltura com muitas visões diferentes. Acho que há maneiras diferentes de encarar isso. E sempre existirá uma cortina diante do que estiver pensando.
Porque sei por estar nos projetos, assim como você, que eles podem replicar qualquer coisa, mesmo eu aqui, apenas usando fótons e imagens tridimensionais, projetando uma sombra e tornando um pouco palpável, por causa do arranjo da estrutura atômica.
Então, eu nem posso confirmar que estou realmente falando com você neste instante, David.

Pois é.

Isso não faz você se sentir confortável? Pessoas como nós sabem que existem essas coisas por aí. Como saber o que é real e o que não é? E como eu posso dar uma resposta científica sobre algo quando eu nem posso me desmascarar?

Bem, é isso mesmo. E Deus sabe que tenho mais habilidades do que alguém deveria ter. E sou capaz de lidar com muitas coisas. Eu tenho um intelecto que me serve muito bem.
Uma pessoa comum, sem experiência com tudo isso, se ela se deparar com essas coisas, só Deus sabe o que isso fará a ela. E eles fogem e as abandonam. As coitadas ficam sentadas lá, se perguntando: “Isso aconteceu mesmo? Estou enlouquecendo?”
Além disso, nossas mentes são muito criativas e fomos programados por Hollywood e pela mídia que pensaríamos, mesmo se alguém nos tocasse, como ousa me tocar?

Exatamente.

Nesse caso, você não tem permissão para tocar em ninguém.

Programa Voyager 1977

Há planos diversos, de grupos diferentes. Claro, todos vocês sabem que Carl Sagan construiu a Voyager. E ele sozinho é responsável pela criação de todo o projeto. E foi feito, o que já era um milagre. Não sei como ele conseguiu. E lançamos discos no espaço, discos que pode ser tocados com uma agulha, discos que podem ser reproduzidos. E pode se ouvir coisas dos discos. Quatros desses discos foram lançados. Há duas sondas Voyager.

Não são discos de vinil normais. Talvez devêssemos dizer a eles que são feitos com a substância mais dura que temos no planeta.

Sim, eu ajudei a cobrir os discos com uma substância chamada berílio. E isso vai durar. No espaço, funciona muito bem como conservante.
Então, quatro bilhões e meio de anos depois, se uma raça alienígena encontrar a Voyager, será capaz de colocar uma agulha e ouvir o que o disco tem a dizer.

S17E06 Se dobrarmos o espaço podemos chegar em 6mn à galáxia de Andrómeda

Ela tem sua própria caixa de som.

Realmente tem. Mas foi aí que o debate começou. Carl também colocou o pulsar ao nosso lado, se espalhado por toda a galáxia, não apenas o sistema solar.
Então ele colocou um mapa do sistema solar, o terceiro planeta a partir do sol e uma seta apontando para a espaçonave. E há a imagem de um homem nu e uma mulher nua, desenhados por ele mesmo.

O desenho que Carl Sagan fez e colocou na Voyager

Foram eles quem construíram a nave. E, no disco, há todas as línguas conhecidas no planeta dizendo “olá”. Então, agora, eles têm todas as línguas do nosso planeta. E eu disse: “Meu Deus, Carl, pense nisso por um minuto. Você não enviou uma, mas
quatro mensagens em garrafas em todas as direções da bússola.”

Nós estamos aqui!

Sim.

Venham nos pegar!

Estou aqui. Aqui está o mapa. Aqui fica minha casa. É assim que somos. Há imagens nossas. E temos a gravação da nossa música, nossa cultura, nossas línguas.
Então, se você é um exército invasor, que tesouro de informações você acabou de obter para se infiltrar e nos dominar. E, minha nossa, Carl e eu brigávamos. Deus todo poderoso! Eu tive um livro jogado em mim mais de uma vez.

E ele te deu essa gravata, não foi?

Sim, Carl me deu isso. É uma gravata linda.

Se conseguem ver, é a lua.

Sim. E notem que as crateras
são vermelhas.

Sim, eu notei isso.

Carl disse: “Essa gravata foi feita especialmente para você.” “Por quê, Carl?” “As crateras são vermelhas.” “Bem, o que isso significa?” “Como você, que sempre tem um vulcão em erupção.” E eu disse: “Bem, obrigado, Carl.” E ele perguntou: “Bem, quando estaríamos prontos?
Eu disse: “Que tal quando tivermos um sistema de defesa planetária, com armas de antimatéria que pode explodir uma frota inteira? Algo para nos proteger! Não que vamos usar uma arma ofensiva. Podem vir nos visitar, tudo bem. Mas não mexam conosco, porque podemos revidar.”

Sabe se Carl Sagan já teve alguma experiência, e ele compartilhou com você?

Não que eu saiba. Mas ele queria muito. Se alguém fosse nos representar como embaixador para uma raça alienígena, deveria ter sido Carl Sagan. Ele tinha um ego e tanto. Mas ele tinha uma boa personalidade e intelecto para combinar.

Exato.

E o que aconteceu com aquele garoto?

Ele desapareceu. Eu não o vi ou ouvi falar qualquer coisa sobre ele.

A família também não sabe?

Nada.

Nada.

Ele está sumido há 10 anos. Eu gostaria de pensar que eles voltaram, o pegaram e o levaram, e talvez corrigiram alguns dos problemas que eles causaram. Eles lhe devem uma nova vida. Mas ele desapareceu.

Nossa… Coisas fascinantes, David. Gostaria de agradecê-lo pela participação no programa. E para todos assistindo, fiquem sintonizados. Vejo vocês no próximo programa.

Próximo episódio:

S17E08 Ameaças à Nossa Rede Elétrica (O Evento Solar)

FIM

Disclaimer:
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2. Os autores não usam facebook, portanto se tiver alguma pergunta, coloque aqui no site, na secção dos comentários (não do facebook)
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2 Comments

  1. Grato pela continuação desta temporada que tem estado ligeiramente secundarizada pela quantidade de eventos no terreno a acontecer, alguns com clara intenção de atrapalhar, desestabilizar e desviar o foco no essencial.

  2. Tive uma experiência melhor em contatos telepáticos. Eles sempre me indicaram um caminho espiritual elevado.
    Uma vez fui convidada a visitar uma nave, mas disse na época que não queria porque tenho medo de altura. rs
    Todos eles me ajudam muito, e, embora não os veja mais com tanta frequência sinto saudades da presença porque a energia deles (chamo de anjos) é maravilhosa.

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