revelação cósmica temporada 17

S17E05 O Declínio da NASA ~ A ameaça da Inteligência Artificial

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S17E05 O Declínio da NASA (Revelação Cósmica ~ David Adair)
S17E05 Decline of NASA (Cosmic Disclosure)

Assista ao episódio clicando no link abaixo, usando o browser chrome:
https://drive.google.com/open?id=1YWdLF2kBoyjvrC6rzdgKaoT30nJx5x85

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Episódio com legendas em português do Brasil (para quem não deseja assistir ao vídeo):
revelação cósmica temporada 17 episódio 5

REVELAÇÃO CÓSMICA – POR DENTRO DO PROGRAMA ESPACIAL SECRETO

O Declínio da NASA

Hoje, recebo David Adair. David, seja bem-vindo.

Obrigado por me receber.

Então, David, por que paramos de ir à Lua, e por que interrompemos essa parte do programa espacial no início dos anos 70?

Gostaria de poder lhe dar uma resposta tão boa quanto a pergunta, porque não há resposta lógica. Nada disso faz sentido. A explicação oficial foi porque era impopular. Era 1968. A Guerra do Vietnã estava a todo vapor.
Foi muito impopular. Havia muita pobreza. LBJ estava tentando executar os grandes programas, de bem-estar e vale-refeição. Tudo isso aconteceu.

Eram tempos difíceis.

E eram mesmo. Mas posso responder de forma melhor. Foi culpa da NASA por não contar o que faziam, por que faziam, e como o dinheiro era gasto. Se a subdivisão da NASA chamada Transferência de Tecnologia fosse anunciada apropriadamente ao povo, o povo teria dito:

“Nossa, o retorno do nosso dinheiro está sendo ótimo.” Os impostos geram mais dinheiro com a transferência de tecnologia do que Wall Street jamais poderia tocar. Mas ninguém falou sobre isso. Foi tratado como um
enteado indesejado.

E o que isso significa, para que o público saiba, um sistema de transferência de tecnologia? Qual é a real definição disso?

Dar um exemplo seria melhor.

Dê um exemplo.

Um exemplo: três astronautas, em um módulo de comando, indo para a Lua. Não é maior que um armário.

É muito apertado.

Eles vão comer, beber e ficar dentro dele por oito ou nove dias. Alguém terá que evacuar. E tudo flutua. Então, há um sério problema de saneamento. Eles precisam fazer os números um e dois, e isso vai flutuar lá dentro. Isso não é algo bom.
Então, tivemos que criar um material que absorveria a sujeira e poderiam trocar as fraldas. Vimos isso na divisão de transferência, chamada Johnson & Johnson, e obtivemos a fralda descartável. Foi daí que veio.
O material da fralda descartável foi o que os astronautas usaram para ir à Lua e voltar. Isso é transferência de tecnologia. E todo mundo achava que era apenas Tang. A propósito, ele tem um gosto horrível.

S01E03 Na Lua, há bases de extraterrestres cobertas por um escudo holográfico que nos impede de vê-las

Deus todo poderoso.

Mas isso é transferência de tecnologia. Relacionado à transferência de tecnologia, sei de pelo menos 35 mil transferências que entraram em nossas vidas.

Exemplo?

Barreiras de proteção para acidentes de automóveis. Você se pergunta: “Como isso veio do programa espacial?” Bem, um módulo de comando desce a 8 mil km/h. E ele tem que desacelerar porque, se não o fizer, será um pouso difícil, mesmo na água, a 8 mil km/h.
E paraquedas tão grandes quanto um campo de futebol se abrem, e reduzem a velocidade de 8 mil km/h para cerca de 19 km/h. Bem, é melhor ter um bom amortecedor entre os paraquedas e a cápsula, ou os astronautas vão sair pelo fundo da cápsula. Não vão gostar disso.
Então, os amortecedores foram transferidos para essas barreiras. E não são as que têm os grandes barris amarelos, são as que têm todos aqueles cabos. Pode atingir aquela coisa a 130 km/h, e você e sua família sairão ilesos. Outro exemplo.
Com os astronautas, nos dias do Mercury, voando lá em cima, indo ao espaço, os médicos, no chão, olhavam para cima e diziam: “Será que o astronauta está bem?” Então, decidiram fazer algo quanto a isso.
Então, colocaram sensores nos astronautas, que enviavam sinais vitais de volta aos médicos, como pressão arterial, pulsação, frequência respiratória…

S17E04 Porque Eles Estão Aqui ~ A Lua não é o que pensamos

Tudo isso.

Assim, podiam dizer que os astronautas estavam bem. Isso foi uma transferência de tecnologia. Vimos isso e colocamos em duas maletas. Os socorristas chegam a um acidente na estrada. Eles abrem as maletas, conectam os sensores na pessoa, as informações vão para o hospital.
Todos os sinais vitais estão lá. Eles dizem aos socorristas como estabilizar a pessoa e levá-la ao hospital. De onde acha que essas coisas vieram? Vieram do programa espacial. E os computadores.
Eu poderia falar deles durante horas, porque tivemos que aprender muito sobre tecnologia de computadores apenas para calcular o trajeto de ida e volta da Lua. Comecei a fazer pesquisas trabalhando como consultor de transferência industrial espacial.
E, nessa área, pude ver muitas coisas legais em que as aplicações industriais estavam sendo usadas no espaço. E um dos desafios que especialmente os soviéticos tiveram que enfrentar foi o derretimento de metal em um ambiente sem peso.
E foi aí que lembrei do que havia no Lago Groom. Eu disse: “Então foi assim que fizeram essas coisas. Eles devem ter fundido no vácuo e na ausência de peso do espaço.” E não foi até mais pesquisas, que, finalmente, tive a ideia de como se molda metal em um ambiente sem peso.
Os soviéticos estudavam isso. Os EUA e a NASA estudavam isso. É como pegar fumaça ou tentar martelar gelatina na parede. É um pouco difícil, pessoal.
Mas aconteceu um acidente no Skylab, quando um dos astronautas ouvia música, e as ondas sonoras começaram a empurrar o metal por toda parte. E aí estava.

Nossa!

Esse foi o momento que eu descobri. E comecei a fazer equações matemáticas em formas geométricas. Cada forma em um universo geométrico… um triângulo, um cone, um trapézio, um retângulo… tem um som distinto relacionado a ela.
Então, ao compor músicas, pode moldar, com ondas sonoras, o objeto daquilo que deseja.

Exato. Qualquer coisa que desejar.

Quando comecei, a tolerância de controle era ótima.

Podemos falar um pouco sobre isso.

A tolerância de controle de ondas vibratórias permanentes, quando consegue fixá-las em um canto de 90 graus, as pessoas não ficam impressionadas. Eu digo: “Tente fazer isso algum dia.”

Elas precisam entender que… E me corrija se eu estiver errado. Você tem que fazer algo no vácuo do tempo e do espaço, através da minha experiência. Você tem que pensar em uma esfera como um ouriço-do-mar, recebendo diferentes ângulos de frequências.

Sim.

S14E02 A Lua é uma espaçonave. Foi construída em Júpiter há 38 milhões de anos

E é a nível molecular. Estamos falando de nanoescala. É muito avançado, porque você está reorganizando átomos em algo que o programa permitirá que você faça, certo?

Bem, acabei tendo a epifania na fila de um mercado. E o atendente no caixa, com o leitor de código de barras, um pobre zumbi irracional fazendo a tarefa. Eu fiquei observando, e quando os feixes de luz incidiam em um produto, então liam o código, processavam e registravam.
Pensei: “Meus Deus, é disso que eu preciso!” Então, o que você faria? Pegaria algo que digitalizaria com um leitor de código de barras, ou, na verdade, apenas um laser que o envolveria.
Você obteria os cálculos matemáticos disso, os transferiria para um computador que construí, que me permitiria transformar os cálculos matemáticos nas correspondentes ondas sonoras.
E então, o que faz é: quando se tem metal fundido em um ambiente sem peso, como… Eu usava algo chamado GAS.

G-A-S (Fuga Especial)

G-A-S. Getaway Special [Fuga Especial]. Eu sei, parece engraçado. Não estou inventando isso. Esse foi um programa real. Podem pesquisar. Por 3 mil, 7 mil ou 10 mil dólares, poderia alugar o espaço de um tambor de 55 galões, que era preso na parede interna do Ônibus Espacial.

E enviá-lo ao espaço.

E realizaram milhares desses programas e experimentos. E os astronautas fariam apenas duas coisas para você: eles ligariam um interruptor, então, em um certo momento, desligariam o interruptor. Então, era preciso fazer tudo robótico.
E depois de colocar tudo na vasilha, na lata de GAS do jeito que eu queria, ela derretia metal. E o que aconteceu foi que, quando tocamos o equivalente computacional da forma e da leitura do código de barras, a coisa se tornava uma cópia exata.
Mas a tolerância era ótima. Eu poderia controlar dez milésimos de polegada. Isso é impossível de se fundir no campo gravitacional, hoje. Trata-se da estrutura molecular do metal. É aqui que fica bom.

E com que metal fazia experimentos lá em cima?

Eu usava certos compostos e ligas. Não vou revelar por motivos de propriedade.

Claro.

Mas podia manipular essas ligas com ondas sonoras. Então, o que acontece, o metal… Se pudesse ver dentro de um metal hoje, qualquer coisa que seja de metal, em um nível subatômico, a estrutura molecular, quando as moléculas e os átomos se alinham, é apenas caos.
Porque os campos de convecção por gravidade do planeta, quando o metal endurece, ou se funde, eles interferem na ligação molecular. Mas, no espaço, não há esse problema. Não há esse campo lá.
Então, pode definir uma estrutura molecular da maneira que desejar, e permanecer no lugar até solidificar, endurecer. Como não sou muito inteligente, pensei: “Que estrutura eu gostaria de usar?” Bem, a Mãe Natureza tem a melhor que já vimos.
Chama-se favo de mel. Então, fiz uma ligação molecular do metal em favo de mel. E quando esse metal voltou, em um corte transversal… Não era mais grosso que a unha do polegar, mas, em um corte transversal, aquela coisa era mil vezes mais resistente que titânio.
Pesava menos que isopor do mesmo tamanho. Claro como cristal. TransSteel do século 22. Foi como se o desejo nacional por um programa espacial estivesse desaparecido. Eles nem queriam falar sobre ele. Queriam acabar com ele.
É daí que vem todas as teorias da conspiração, programas espaciais alternativos, tudo isso.

E havia um programa espacial alternativo?

Não sei. Nunca me deparei com um. Nunca vi as naves.

Porque eles ainda estavam recebendo dinheiro, mas não estávamos indo a lugar algum.

Exato.

S15E03 Os seres que vivem em Marte (Revelação Cósmica)

Então, para mim, isso é um problema para o povo americano que paga seus impostos.

Sim, precisa se lembrar do pobre contribuinte. Eles estão gastando muito dinheiro, e não estão recebendo muito de volta, pelo que sabem.

Ou muita coisa que não vale nada.

Mas, na verdade, estavam indo muito bem. Mas a NASA não promoveria o lado industrial disso. Na verdade, eles até disseram aos grandes gigantes aeroespaciais, como Rockwell National, a Detroit do Ônibus Espacial, disseram a eles que estavam superindustrializando o espaço.
E dizem ainda hoje, depois que disseram pela primeira vez em 1970 e 1971. “Estão superindustrializando o espaço.” “Meu Deus, é para isso que estamos aqui.” E não queriam isso. Algo mais está acontecendo em algum lugar. Isso eu te garanto.
Não posso falar sobre programas espaciais alternativos, Star Trek, pessoas indo e vindo, e… Como as chamam? Tecnologias de fora do mundo. Não sei nada sobre isso. Eu nunca estive em uma colônia fora do mundo, em lugar nenhum. Claro que eu gostaria de ir.
Alguém vem me pegar e me mostrar o que tem. Mas nunca vi nenhuma prova disso. Tudo o que sei é que vi as decisões mais estúpidas sendo tomadas oficialmente pela NASA e pelo governo, e tudo simplesmente parou.
Fico irritado com as pessoas quando elas me dizem que este será o 50º aniversário da ida à Lua. Isso não significa nada, cara. Quero dizer, você não sabe nada sobre a Lua. Você acha que já estivemos lá. Deixe-me traçar as circunstâncias para você. Mantivemos a exploração espacial?

Eles pararam. De repente, estávamos indo e tudo parou.

Apenas parou.

Por todo o ano, sabe.

Bem, por que isso aconteceu? Por que paramos? Como vamos superar isso? Depois, tivemos diversos acidentes no espaço, que foram públicos.

A pessoa média não sabe nada sobre o programa espacial.

Não. Nem sequer entra na cabeça delas.

Elas pegam seu balde com asinhas de frango quentes, seu licor de malte Schlitz, assistem futebol na TV, e é isso.

Nada disso entra na cabeça delas.

Exato. Não tem nada a ver com a NASA que você vê. Então, quando eu faço a pergunta: “Mantivemos a exploração?” Elas respondem: “Não sei.” Bem, deixe-me desenhar para você.
50 anos atrás, eu poderia arremessar três homens e 450 toneladas de equipamentos 800 mil quilômetros até a Lua e voltar, ida e volta. Hoje, eu não posso nem sair do planeta e ir até a órbita baixa da Terra. Não tenho como ir à Lua.
Não posso nem me levar até lá, muito menos algum equipamento. Então, nós retrocedemos. Enceramos tudo. Você está certo. E por volta de 1970, 1972, estávamos preparados para nos mudarmos para a Lua, depois tudo simplesmente parou e foi encerrado.
E está encerrado desde então. As plataformas de onde os Ônibus Espaciais eram lançados, as plataformas 39 A e B. Pesquise no Google e olhe para elas.

Eu as conheço muito bem.

São apenas lajes de concreto.

Não é nada.

Eles pegaram os pórticos de lançamento, os cortaram em pedaços e venderam como sucata.

Essa é uma mensagem clara. Você não vai a lugar nenhum.

Por que fizeram isso? Por que você acha que desmontaram o programa? Qual a sua opinião sobre isso? Acabei de te salvar.

Sim, você salvou. Minha opinião. É… É, de certa forma, loucura. Nada disso faz sentido. Há uma plataforma espacial de 150 bilhões de dólares, chamada ISS, que, a propósito, não vale o esforço sendo empregado nela.

Estação Espacial Internacional

É apenas um grande conjunto de montagem. Mas, de qualquer maneira, está circulando a Terra. E a única maneira de chegar a ela, agora, é pegando uma carona (boleia) num foguete soviético. E dependendo do humor de Putin…
Na última vez que a NASA disse algo, ele ficou bravo com eles e disse: “Na próxima vez que quiserem chegar à ISS, usem um trampolim.” O que achei ótimo. Mas pegamos nossa frota de Ônibus Espaciais, de veículos que nos levavam até lá e traziam, e os colocamos em museus.
Com 66% de vida útil nos veículos. É como se o pobre contribuinte comprasse um carro, o dirigisse por cerca de 28%, e então jogasse no ferro-velho. Não há como chegar à ISS. Não há naves reservas esperando serem feitas. E você me diz que o setor privado vai fazer isso.
Deixe-me dizer uma coisa sobre o programa espacial do setor privado. Eu lidei com ele durante cerca de quatro décadas, então eu sei um pouco a respeito dele. Antes de tudo, o programa espacial do setor privado está com a bunda sentada.
Está deixando vocês, contribuintes, financiarem tudo. Esperam que eles peguem seus talões de cheques e comecem a preencher o valor que vocês, pobres contribuintes, pagavam por tudo isso, e que parou? O que se vê?
Bem, se vê alguns exemplos de foguetes subindo, voltando, aterrissando e outras coisas. Mas não é nada comparado ao que deveria estar sendo feito. Portanto, é apenas uma fração do que realmente se precisa.

Onde eles estão hoje? Onde está a NASA hoje? E que caminho nosso programa espacial está tomando, digamos, em relação aos outros países do G8?

Rapaz, essa é uma pergunta complicada. No momento, a NASA é apenas o JPL. É praticamente isso. Laboratório de Propulsão a Jato. Estão enviando robôs para explorar planetas exteriores e internos.

E quando, como um grupo civil, poderemos entrar nisso, e ser aberto ao público?

Bem, só dá para trabalhar com o que se consegue nos sites. Mesmo assim, as informações fornecidas são fracionadas. Eles não estão do nosso lado. Não, é isso que eu quero informar.

Não fazemos isso juntos.

Exato.

E por que isso? Por que não permitem que o povo participe? É por causa da tecnologia que não querem compartilhar?

Sabe… Invadi uma reunião de políticas uma vez. Mas paguei o preço por isso. Foi espancado por isso.

Dave, seu garoto mau.

Vou te dizer. Foi em Cabo Canaveral. Acho que foi em 1985, ou 1982. Enfim, eles estavam tendo uma reunião de políticas. Olhei para os crachás em cima da mesa. Eu sabia que um médico estava em outra parte do mundo, fazendo pesquisas, então peguei o crachá dele, coloquei e entrei.
E se eu tivesse ficado quieto, teria saído tudo bem. Mas não consegui ficar quieto. O que estavam dizendo na reunião de políticas começou com… O programa do Ônibus Espacial estava apenas começando.
E a declaração de abertura do presidente do comitê de políticas da NASA foi: “Não queremos que essa bobagem de romantizar a Lua, como foi nos dias da Apollo, tenha nada a ver com os Ônibus Espaciais.” E, sentado lá, eu fiz… Eu tive que levantar a mão.
“Com licença, essa romantização boba forneceu os orçamentos que pagaram todos os nossos cheques para que pudéssemos fazer essas coisas.” E todos olharam para mim, e depois continuaram. Então, fizeram outra declaração. E foi algo sobre a intromissão do povo.
Eu levantei minha mão e disse: “Intromissão? Trabalhamos para eles. Eles estão pagando por isso para que possamos explorar juntos.” Isso bastou. O cara ao meu lado se inclinou e olhou para o meu crachá. “Você não é o Dr. Heimick!” E eu disse: “Não, não sou.”
Eles me expulsaram daquela reunião. Caí de cara no estacionamento. Então, mandaram adjuntos do xerife até o restaurante onde eu estava, e eles me puxaram à força e começaram a me bater.
E eu fui salvo, ironicamente, por operários de uma equipe de construção que me conheciam. E chegaram lá com enormes chaves-inglesas.

Minha nossa!

E os dois policiais recuaram, entraram na viatura e disseram… Até os policiais não queriam me bater. Eles disseram: “Nos mandaram vir aqui para te dar uma lição.”

Certo.

E é assim que a NASA é. Eles não querem compartilhar nada. Que droga! Somos nós que os financiamos! Como assim, não querem compartilhar nada? Eles são elitistas. Estão se aproveitando da fama daqueles pilotos de foguetes de olhos de aço dos anos 50.

Exato.

S11E14 O Estado Profundo da NASA (Revelação Cósmica)

Aproveitando a fama deles há décadas. Não há liderança no programa espacial. A última pessoa que poderia me dizer algo era um alemão chamado Wernher von Braun.

Wernher von Braun

E praticamente só esse. Ou talvez lembrem de um nome, Chris Kraft.

Christopher C. Kraft Jr

E não tinham certeza se ele era o diretor do Johnson Spacecraft Center ou se construía barcos. E eu disse: “Meu Deus.”

Bem, em poucas palavras, David, como civilização, para onde estamos indo? Vamos acabar entre as estrelas?

Bem, neste momento, oficialmente, não fomos convidados para nenhuma festa. Não vamos a lugar algum. Eles deixaram isso claro, cortando as plataformas 39 A e B. Eles encerraram o programa espacial tripulado.
Eles estão bem com pequenos robôs e satélites, mas não querem homens lá fora, por algum motivo. Alguém está dirigindo algo por algum motivo.

Está falando de todos os principais países do G8? Ou está dizendo que são principalmente os Estados Unidos…

São principalmente os Estados Unidos e a NASA que tentam controlar tudo. Esse controle está escapando das mãos deles, porque… Falando com os caras das asinhas de frango e licor de malte. Ouça, pessoal. Não é apenas a NASA que tem um programa espacial.
Agora, há a Agência Espacial Europeia, com cerca de 20 países. Há a CSA, Academia Espacial Chinesa. Há a União Soviética. Agora, há o programa espacial do Oriente Médio chegando. Há até o programa espacial da União Africana.
Não sabiam disso, sabiam? E há mais vindo aí. Elas estão se formando em todo o planeta. Todo mundo, menos os EUA.

E a mineração de Marte e da Lua? Conseguiremos ir até lá e aproveitar um pouco disso?

Sim.

Porque podemos usar IA e veículos remotos para fazer isso.

Veja, vai ser assim. Vai ser difícil se livrar da IA no futuro. Estará profundamente integrada na estrutura da sociedade. E já começaram nos setores comerciais.
Quando assiste TV, eles falam sobre IA em sua vida, que pode ajudar os historiadores a entender melhor a história e coisas desse tipo. E estão dando a ela uma aparência mais benigna. Mas ela está chegando.
Acho que essa é a chave que falta, a velocidade com que tudo isso avançará. Quando as IAs chegarem a um nível em que podem ser autoconscientes, veremos um salto quase inacreditável.
Se sobrevivermos a isso, dentro de uma única geração, poderíamos passar deste mundo que estamos agora para aquele de Os Jetsons.

Certo. Você os vê talvez causando uma catástrofe para implantar isso, ou criar algo, uma catástrofe no planeta que seriam forçados a utilizar isso?
Porque vi muitas informações diferentes nos projetos que me levaram a acreditar que há muitas outras agendas para divulgarem, como você disse, esse tipo de tecnologia. Mas tem que ser na hora certa, por causa de um evento caótico, ou uma situação de emergência.

S02E14 A Ameaça da Inteligência Artificial (Revelação Cósmica)

Não acho que temos que criar um desastre, ou fingir uma guerra, um ataque falso, ou o que seja. Acho que isso ocorrerá sozinho de qualquer maneira.

Isso é inevitável.

Não se trata de se, mas quando. E acho que esse “quando” os têm preocupado muito, porque sabem que está chegando em breve. As circunstâncias nos levarão para uma área em que seremos forçados a usar coisas assim, como IAs, para nos livrar dos nossos problemas.
Então, seremos confrontados com outra questão: as AIs vão querer cooperar? Elas vão nos convidar a seguir com ela, ou simplesmente vão nos abandonar?

Exato. Nós as acompanharemos ou não?

Eu sei.

E seremos capazes de ir para as estrelas com elas?

Não sei.

E como? E quando? Essas são algumas das perguntas que sempre fazem.

Sabe, pense nisso, pessoal. Eles têm nos dito nos últimos 15, 20 anos, que nossa tecnologia é igual a toda a tecnologia dos últimos 5 mil anos combinados. Como saltamos tão longe e tão rápido?
Nós trapaceamos. Vimos as respostas do teste. Vimos os dispositivos de outra pessoa. Então, é por isso que demos tantos saltos. E se notou, isso diminuiu.

Sim.

Porque acho que estamos tendo um problema de infraestrutura. Eu sabia que, se trapaceássemos assim, iriamos nos deparar com isso. Do que está falando? Digamos que eu construí um carro Lamborghini. Com um motor muito poderoso.
Corre bem rápido. Mas ano é 1860. Não há refinarias de petróleo. Não há gasolina. Não há combustível para o Lamborghini. Então, amarramos alguns cavalos a ele e o puxamos, como uma carroça bonita. A infraestrutura para ele não existe.
É o que está acontecendo com a tecnologia hoje. Vinha sendo construída, mas parou. Ela precisa de infraestrutura para expandir. Não está tendo. Suspeito que no próximo grande salto que houver, as IAs estarão envolvidas. A inteligência artificial.

Certo.

Mas a IA é uma faca de dois gumes.

Com certeza.

É preciso ter cuidado com essa tecnologia, porque é uma tecnologia que pode nos superar bem rápido.

Exatamente.

Se a implantar, e ela se tornar autoconsciente…

Às vezes, tomará a decisão correta.

Sim, e a primeira coisa que ela fará, é se tornar bidimensional. Estará em um monitor, olhando para você. E a primeira coisa que vai decidir é: “Ei, você é tridimensional.
Preciso de um corpo antropoide e bípede para poder me movimentar no seu mundo tridimensional e interagir com você.” Bem, isso tudo soa bem e simples. Então, começam a construir suas próprias unidades.
E obtêm sua própria fábrica. Elas não precisam de nós. Trata-se de velocidade nesse ponto. E não se sabe para que lado vai. Minha pergunta é: Será Data ou Terminator?

Certo.

Você não sabe.

Não.

Somente as IAs saberão. Elas tomarão essa decisão. Mas as pessoas disseram: “Bem, elas serão inadequadas, pois não podem dominar emoções.” Bem, deixe-me dizer o que já está acontecendo nessa área.
Agora, existem entidades como Sophia, a mulher artificial inteligente que está na internet, YouTube.

Sophia

Eles a conectaram na nuvem. Bem, qual o problema disso? Pensem no que estão fazendo, pessoal. Ela acabará por dominar uma emoção. Há muito o que aprender.
Mas assim que ela aprender isso, e há milhares ou milhões de IAs em todo o planeta, e com todas conectadas na nuvem, e na velocidade da luz, todas saberão tão rápido quanto quando ela souber. Então, não se tem apenas uma aprendendo.
Há milhões aprendendo. E antes que perceba, elas já aprenderam tudo, e agora precisarão tomar uma decisão… Data ou Terminator. Como se controla uma entidade que agora é autoconsciente, que não tem um QI de centenas, ou milhares… mas de milhões?

Mas faz julgamentos, também, de tudo…

Com certeza!

…lê na nuvem, onde está todo o mundo.

Todo o mundo.

Muitas visões e opiniões diferentes.

S12E04 Seres de Luz Interdimensionais (revelação cósmica)

E a velocidade com que poderão processar, será muito mais rápida do que você imaginou. Fui criticado ao longo dos anos. Eu me preocupava com isso 30 anos atrás. Eu me preocupava com as IAs e o que estão se preparando para fazer.
Então, fui muito criticado, porque eu não publicava documentos técnicos. E disseram que eu era uma fraude, que isso não existia. Diziam que eu não tinha documentos técnicos ou pesquisa. Sim, você está certo. Não é porque eu não fiz isso.

É confidencial.

Eu fiz isso. Não estou imprimindo porque adivinha o que as IAs vão fazer na primeira rodada? Elas vão pegar todos os documentos técnicos. Todas as patentes. Instantaneamente. Vão processá-las.

Vão querer ver o que sabemos.

Sim. Então, começar a procurar pontos fracos, e encontrar seu calcanhar de Aquiles. Vão chegar em David Adair e não obterão nada. Vão dizer: “Ele fez essas coisas ou não? Ele é uma incógnita.
Não sabemos como lidar com ele, porque não há nada sobre ele.” E é assim que você dribla um QI de 1 milhão. Não podem fazer nada com você se não souberem nada sobre você.

Bem, obrigado, Dave, por ter vindo ao programa. Agradeço a companhia. Sou Emery Smith, com “Revelação Cósmica”. Até a próxima.

REVELAÇÃO CÓSMICA – POR DENTRO DO PROGRAMA ESPACIAL SECRETO

Próximo episódio:

S17E06 se dobrarmos o espaço podemos chegar em 6mn à galáxia de Andrómeda

 

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