revelação cósmica temporada 17

S17E02 Construção e Destruição do Pitholem (Revelação Cósmica)

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S17E02 Construção e Destruição do Pitholem (Revelação Cósmica ~ David Adair)
S17E02 Building and Destroying Pitholem (Cosmic Disclosure)

Assista ao episódio clicando no link abaixo, usando o browser chrome:
https://drive.google.com/open?id=1KrLRpQmyFZzENEiJiYmpIa2v4f8pfPR9

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Episódio com legendas em português do Brasil (para quem não deseja assistir ao vídeo):
revelação cósmica temporada 17 episódio 2

REVELAÇÃO CÓSMICA – POR DENTRO DO PROGRAMA ESPACIAL SECRETO

Construção e Destruição do Pitholem

Bem-vindo ao programa. Sou Emery Smith. Recebo novamente David Adair. David, bem-vindo ao programa.

David Adair / Emery Smith

Obrigado por me receber.

Uma das coisas que me passava pela cabeça o tempo todo era conhecer alguém como você, que realmente teve experiência prática com o que chamamos de ARVs, veículos de reprodução alienígena.
Se temos um veículo extraterrestre, vamos tentar imprimi-lo em 3D. Vamos examiná-los antes mesmo de tocá-los, para garantir que não haja nada muito prejudicial nele, ou se devemos ou não abrir o dispositivo. Pelo que soube, você trabalhou em um veículo à mão.

Sim. Acho engraçado porque você chama de veículos de reprodução alienígena, ARV. Minha nossa, eu fiz isso a vida toda e nunca pensei que tivesse um nome assim.
Minha mãe era uma modeladora mestra, então aprendi a construir modelos com ela. E não estou falando de kits de modelos. Estou falando de arrastar um bloco de argila de 45 kg ou 200 kg e moldá-lo em coisas.
Foi assim que construí o Pitholem. Não consegui encontrar um corpo de foguete padrão disponível no mercado. Tudo era muito fraco, frágil. Seria como tentar usar madeira balsa contra um navio de guerra.

Pitholem

Certo.

Tenho uma história maluca sobre como ele foi desenvolvido. Art Bell foi o primeiro a me perguntar sobre isso.
Eu disse: “Sim, eu construí o Pitholem a partir de uma matéria-prima que o General LeMay precisou procurar, porque os foguetes não iriam funcionar, precisávamos construir.
Construímos o motor, agora precisávamos construir o foguete em torno do motor. E LeMay gostou muito dessa abordagem. Ele disse que fazia sentido, na verdade. Mas eu disse a ele que precisava de materiais diferentes.
Ele perguntou: “Que tipo de materiais?” Matérias-primas, coisas que não existem. Eu disse: “Preciso de algo muito duro, que aguente calor, e pode ser pesado.” Quanto mais pesado, melhor, porque, normalmente, é o oposto de um foguete normal.

Certo.

Você tenta fazer paredes finas, com menos peso, para se mover rápido. Não, eu tinha um problema. Eu lidava com uma progressão de potência.
E essa progressão de potência me dizia que aquela coisa poderia lançar um prédio, então eu precisava ter algo pesado. E LeMay se ausentou por alguns dias.
Ele voltou e disse: “Acho que encontrei um material adequado. Temos seis toneladas dele.” “Seis toneladas devem bastar.” “Quanto volume é seis toneladas?” Porque seis toneladas de alumínio encheriam uma sala.

Certo.

É muito. Seis toneladas de chumbo seriam do tamanho de uma mesa.

Certo.

E ele disse: “Você pensa mesmo nessas coisas, não é?” Eu disse: “Sim, eu preciso.” Então ele disse: “É muito pesado e muito denso.”
Eu disse: “E onde você conseguiu?” Ele respondeu: “Inglaterra.” Eu disse: “De que empresa?” Ele disse: “Você não pode saber. Eu não posso te contar.” “Qual a origem dele?” “Você só precisa saber que é desconhecido.” “Quem são eles?” Pois é, quem? Ele disse: “Pessoas.”

Certo, eu sei disso.

Você sabe. Eu disse: “Pessoas, tudo bem?” “Bem, essas pessoas tinham especificações?” “Não.” Eu disse: “Minha nossa.” Então, o material chegou.
Nós o colocamos no chão. Usamos uma enorme empilhadeira Hyster. Colocamos no chão. E era pesado, porque eu ouvia o chão… …aguentando o peso.

Que aparência tinha?

Minha nossa… Era quadrado. Era um bloco enorme. E tiramos a embalagem. E normalmente, quando chega algo assim, eu mesmo tento desembalar, e procuro rótulos.

Certo.

Porque eles tiram todos os rótulos. Mas, de vez em quando, acho. Eu procuro números de registro, e acho alguma coisa. Eu sabia que era da Inglaterra, mas havia uma pequena etiqueta dizendo S.H.A.P.E.
E graças a Bob Dean, eu soube o que era anos depois. Na época, eu não sabia o que estava vendo, mas S.H.A.P.E. significa Quartel-General Supremo das Potências Aliadas na Europa.
E Bob Dean trabalhou lá. Ele trabalhou com o Coronel Corso, e os dois eram encarregados de encontrar todas as tecnologias estrangeiras. E fiquei lá, olhando para aquilo.
E lembro que, quando encontrei o termo S.H.A.P.E., eu o escondi, porque não queria que ninguém soubesse que eu vi. E essa coisa estava parada lá. Era um bloco enorme de…
É difícil de descrever a cor do material. Era iridescente. E mudava de cor com a incidência da luz, como um lustre. E o brilho chamava a atenção. Parecia que estava molhado, era muito brilhante.

Era radioativo?

Não. É uma ótima pergunta. A primeira coisa que faço quando algo assim chega, é pegar um contador Geiger.

Pega um contador Geiger?

Não havia leitura no contador Geiger, mas sempre que eu chegava perto, meu cabelo se levantava. Pensei: “Nossa, isso é eletricidade estática.” Eu tinha uma bússola na minha mesa, e pensei: “Vamos ver o que acontece.”
Cheguei perto e a bússola girou como uma broca. E eu pensei: “Minha nossa.” E eu queria ver se todo o metal tinha o mesmo brilho, ou se havia alguma outra cor.
Então, peguei uma broca e perfurei, e a broca deslizou na superfície, não fez um único arranhão em qualquer lugar. Eu disse: “Ótimo. Vou pegar uma talhadeira e bater nessa coisa.”
Então, peguei uma talhadeira e um martelo de uns 2 kg. A talhadeira foi parar no teto. Olhei para baixo e não havia um arranhão. Não conseguia fazer nada com aquilo.

E como consegue moldá-lo?

Bem, essa foi uma nova leva de problemas. LeMay veio e disse: “Como está?” Eu disse: “Belo, bonito e brilhante. É tão duro que nem consigo arranhá-lo.
Você tem as especificações?” “Não.” “Qual é o ponto de ignição?” “Provavelmente teremos que derreter essa coisa.” E ele olhou para mim. “Ele disse derreter?” “Sim, terá que derreter isso.”
Ele disse: “E quais são os moldes?” E eu disse: “Vou ter que fazê-los.” E ele ficou me olhando. Ele disse: “Consegue fazer moldes para essa coisa toda?” Eu disse: “Com certeza, é modelagem.”
E ele disse: “O que você precisa?” “200 kg de argila de modelagem.” Então me trouxeram isso. Outro pedaço enorme. A empilhadeira entrou com um bloco enorme. É um bloco dos grandes.

Era tão grande quanto um sofá.

Certo.

É o que usamos para fabricar carros.

Sim. Eu parecia um engenheiro da Ford.

Penso em você e Lamborghini naquela época.

Sim, exatamente.

Moldando as bordas da nave.

Bem, foi o que eu fiz. Coloquei a coisa no meio da sala e comecei a fazer as medições com o motor. Eu construiria a fuselagem ao redor do motor. Nada demais.
Você usa ferramentas para trabalho com argila, modeladores, misturadores, colheres, tudo isso. E você começa a raspar e modelar, e ajusta a olho nu, vai trabalhando o material.
Bem, cerca de uma semana depois, finalmente terminei a primeira seção do molde, e se encaixava perfeitamente com o motor. Era a metade da frente. Depois, a segunda metade, na parte de trás.
O motor ficava bem no meio do foguete. Toda a ideia era aplicar uma física muito simples. Você infla um balão e o solta. Ele faz… Ele decola.
Quando o ar sai na ponta do balão, sai pelo bico, isso é um propulsor, foguete ou motor a jato. Nesse caso, é um foguete.
O ar saindo na ponta do balão chamamos de parede difusora. Então eu tive que construir primeiro a parede difusora. O motor impulsionaria por ela.

Esse é o motor Pitholem.

Exato. Então eu tive que construir um invólucro para o motor caber. E não pode ser grades, vigas ou suportes. Não, estamos falando de metal sólido, com 1 m de espessura.
E as pessoas dizem: “Bem, essa coisa nunca vai decolar.” Precisa ver o nível de potência com que estou trabalhando.

S17E01 Entrando na Área 51 (Revelação Cósmica)

Por isso precisava desse material especial?

Sim. Eu teria soldado um cofre nele se desse certo. Eu só precisava de muito peso para diminuir a velocidade. O problema não é velocidade suficiente para levantar.
Ele tenta manter contido, porque todo esse sistema não foi feito para ser lançado da Terra. Foi projetado para ser lançado no espaço. Mas eu teria que resolver o problema da potência, porque a potência lançaria o Empire State Building.
Era com isso que eu lidava. A subida seria tão rápida, que a coisa ficaria muito quente ao atravessar a atmosfera, como ocorre quando desce.

Certo.

Eu teria o mesmo problema ao subir.

Claro. É a essa velocidade que sobe. E de que velocidade falamos?

Quando lançamos, cobriu 200 km em 3,2 segundos.

Você fez o molde. E qual foi o passo seguinte?

Bem, pulverizamos poliuretano no molde para endurecer. Então nós tiramos de lá, todo o pessoal da Força Aérea o tirou. Nós o colocamos no transporte e enviamos para um lugar que LeMay tinha.
E eu disse: “Que tipo de forno vai derreter essa coisa? Você não quer me dizer qual é o ponto de ignição. Ou sabe e não quer me dizer, ou não sabe. Tem que ser incrível.
Precisamos do sol.” E ele olhou para mim e disse: “Como você é perspicaz. Sim, vamos usar fogo nuclear.” Eu disse: “Deus todo-poderoso, vão usar um forno nuclear, onde quer que esteja.”
Enfim, enviamos o molde, e continuei trabalhando nas peças secundárias, e algumas peças intermediárias, e fiz moldes para tudo. Finalmente, fizemos todas. Lembro que…
Fazíamos em seções, certo? E não foi tudo montado. E LeMay começou a ficar mais atento, começou a me monitorar de perto. Mas ele já via como ficaria o projeto assim que eu terminasse.
E ele disse: “Deus Todo-Poderoso. Já vi foguetes no meu tempo, mas essa coisa parece algo de outro mundo.” E eu disse: “Sim, isso pode estar mais certo do que você imagina.”

Você foi inspirado.

Acho que sim. E chamam isso de canalização. Mas eu terminei todos os moldes, as enviei, e nunca contei a ninguém essa parte da história. Ninguém nunca me perguntou.
Quanto mais você foca na parte técnica, tudo isso vem à tona, porque, primeiramente, você está me fazendo lembrar de tudo. Lembro-me claramente de me ver trabalhando naquele molde de argila.
Fiquei enlameado por uma semana. E os pés grudavam no chão. O pessoal da Força Aérea limpou muitas coisas, e eles ajudaram. Mas… enfim…

Eles provavelmente pensavam que você era apenas um idiota…

Eles realmente pensaram isso.

…coberto da cabeça aos pés com isso.

E consigo visualizá-lo coberto de barro. Eles foram muito solidários. Ficaram curiosos com o projeto. Alguns deles tinham muito experiência. Eram o que se chamaria de pessoas de projetos secretos.

Claro, sim.

Então, só Deus sabe o que eles já viram. Mas eles vinham até mim e diziam: “Caramba, garoto. Eu sei que você tem só 17 anos, mas estou nisso há anos. Já vi coisas que nem posso começar a contar.
Mas eu quero lhe dizer que você chegou ao limite. Você foi muito longe, e está voltando.” Falei: “Seja lá o que isso quer dizer.” E ele disse: “Você está fazendo coisas muito legais.”
Então, enviamos tudo, e LeMay me diz sobre o material. Eu estava implorando. “Por favor, pelo amor de Deus, me diz algo sobre o que estou trabalhando.” E ele me deu o nome: carbnita.
Quando eu disse isso no programa do Art Bell em 1997, todos os especialistas vieram para cima de mim. Ele é mentiroso. Ele não sabe de nada.
Foi isso o que usaram para congelar Han Solo em Star Wars. Ele está só copiando. Eu sou do sul. Eu tenho o inglês como segunda língua, está bem?
Vim de uma terra com diferença entre singular e plural. Portanto, é carbnita, não carbonita. C-A-R-B-N-I-T-A. Eu trabalhava com carbnita. Congelaram Han Solo com carbonita.
A substância se chamava carbnita. Há apenas seis toneladas dela no mundo, e é isso. Origem: desconhecida. Outras especificações: desconhecidas. Não sei, poderia ter sido uma caixa que caiu de um cargueiro alienígena. Não sei.

Só pode ter vindo de outro lugar.

Sim, e era diferente de tudo o que eu já tinha visto. E eu queria saber: o brilho ainda vai estar lá depois de passar por um forno nuclear? Vai ter apenas uma cor ou o quê?
Bem, as primeiras peças voltaram e as abrimos. E juro por Deus, havia exatamente o mesmo brilho, completamente moldado no que eu fiz.
Peguei a talhadeira e o martelo de novo. Não consegui deixar uma marca nela. Disse: “Deus todo-poderoso, quem trabalha com essas coisas?”
Enfim, todas as peças voltaram, juntamos tudo, e o Pitholem nasceu. Isso foi em 20 de junho de 1971.
Mas, para chegar a esse ponto que estou lhe falando, foram 26 meses e meio, sete dias por semana, 14, 16 horas por dia.

Você usou todas as seis toneladas?

Tudo. Não há mais disso. Estávamos na metade da fase um. Eu queria chegar à fase quatro, mas soube que pararam na metade da fase um. Eles conseguiram o que queriam, um veículo veloz.

Que tipo de carga?

Bem, isso seria determinado. Eu não sabia o que eles queriam fazer. Mas soube depois que eles queriam colocar uma ogiva termonuclear nele e apontar para a União Soviética.
Mas existem mais projetos. Era um programa maior do que apenas eu. Eu era parte do programa. Todo o programa era…
Você deve conhecer o General LeMay, Chefe do Estado-Maior, apelidado de LeMay Bombardeiro, que bombardeou tudo e todos na Segunda Guerra Mundial, um dos principais responsáveis pelo nosso sucesso na Segunda Guerra Mundial.
Ele se tornou o Chefe do Estado-Maior, projetista do B-52 Stratofortress, fundador do SAC, Comando Aéreo Estratégico, nossa força de defesa nuclear.

General Curtis Emerson LeMay

Algo grande.

O cara tinha um enorme poder. E foi ele que disse aos norte-vietnamitas: “Se não comparecerem às negociações de paz de Paris, vou bombardeá-los de volta à Idade da Pedra.”
Foi o General LeMay quem disse isso. No dia seguinte, ele foi demitido pelo Secretário de Defesa Robert McNamara. Isso o atrasou?
Não, foi como pisar no acelerador, porque, se olhasse uma foto dele, ele não seria demitido. Ele tinha projetos, e o que ele queria era que os B-52 fossem aposentados e substituídos por 45 XB-70, chamado Valkyrie.
Você tinha que ver esse tal de Valkyrie. Era um bombardeiro asa-delta. A asa-delta era gigantesca. Preencheria um campo de futebol.
As pessoas andavam nele e pareciam pontinhos. Eles queriam pegar o Valkyrie, pegar o Pitholem, e enfiar alguns Pitholems no Valkyrie.

Minha nossa!

Alcançaria mais de 3 mil km/h, para penetrar a rede de radar soviética indetectável e despejar as bombas. Depois que penetrasse, liberaria o Pitholem. E ele iria a uma velocidade absurda.
Os soviéticos olhariam para uma tela e veriam um rastro. Eles diriam: “O que é isso?” E enquanto diriam “o que…”, seriam poeira.

Seria o fim.

Seria o fim. E eles venceriam com MAD, Destruição Mútua Assegurada, um programa com o qual vivemos hoje.
E é assim: você é a América, eu sou a União Soviética, se atacarmos um ao outro, há uma certeza mútua de que vamos nos matar, por isso, não brigamos.
No entanto, se tiver capacidade de primeiro ataque, significa que eu bati em você tão rápido que você não pode retaliar, e eu venci. Trata-se de velocidade.
Fui jogado dentro dessas coisas. Minha nossa. E eles não me disseram nada sobre isso. Fui aprendendo e descobrindo ao longo do caminho.

Então, basicamente, você está me dizendo que a pessoa mais rápida a matar o planeta ganha.

Exatamente. E tudo se resumia a isso, loucura.

É assim que eles pensam.

Loucura. E eles estavam tão focados em uma coisa, que entreguei um veículo muito rápido. Era bem simples. Eles só queriam algo muito rápido.
Eu dei a eles. Mas o que os idiotas não sabiam era que estavam beijando uma tela, ou tomando banho com uma capa de chuva. Não entenderam o programa.
Se trabalhasse comigo nisso e me deixasse finalizar tudo, até a fase quatro, isso lhe daria dádivas inacreditáveis.

Certo.

Verdadeiro terceiro segredo de Fátima e documentário

Você teria amortecedores de inércia. Você teria campos de força. Você teria viagens interestelares.
E não estou falando de “Jornada nas Estrelas” (Star Trek) . Eles são lentos. Poderíamos ter tido isso de verdade, não em uma série de TV.

E o que o levou a explodi-lo?

Bem, eu descobri o que eles queriam fazer, e o Pitholem estava parado no chão do deserto. Ele literalmente voou e pousou com os paraquedas, parou exatamente onde eles queriam no Lago Groom. E achei aquilo ótimo.
Como você explode um sistema de armamento ultrassecreto, que está em uma base secreta da Força Aérea, e nem sequer existe? E você tem 17 anos e está sozinho. Como vai fazer isso? Alguém me disse o que fazer.
Eu olhei para as enormes portas do hangar, e havia o rolamento de uma roda enorme, e vi parado no rolamento. Era graxa grafitada. Eu fui até lá, e não estava fingindo muito, apenas choramingando. E isso incomodou Arthur Rudolph.
Era como unhas em um quadro-negro. Ele não aguentou. Comecei a choramingar e a dizer: “Preciso ver meu foguete. Você vai tirá-lo de mim?” Ele não suportaria. Ele era um sociopata. Eu sabia que isso o incomodaria.
Fiquei encostado na porta, me inclinei, enfiei a mão e peguei um pouco de graxa grafitada. Então, finalmente, Rudolph disse: “Calem a boca dele, levem ele lá e deixem que veja o foguete.” Então, entramos na coisa que parecia um carrinho de golfe e fomos até lá.

Arthur Rudolph

Esse foi o erro.

Esse foi um grande erro da parte deles. Cheguei lá e ainda tinha a chave para os painéis laterais. Então, abri as portas, peguei a graxa grafitada e enfiei no tubo de indução do cíclotron.
Fechei tudo, ajustei os cíclotrons para 60 segundos, para começarem a girar. E pergunte a qualquer um o que acontece quando deutério encontra grafite, especialmente se compactado para velocidade da luz.

Muito quente.

Sim, uma reação violenta. Estávamos no carrinho de golfe. Eu me virei e disse aos guardas, que nada sabiam: “Ei, essa coisa está com um vazamento de combustível. Vai explodir.
Temos que sair daqui.” Então, pulei no carrinho. Eles se entreolharam. Eles pularam no carrinho e perceberam: “Meu Deus!” Então, disseram: “Qual é a distância segura para escapar da explosão?”
Pensei: “Meu Deus, e se essa coisa se tornar nuclear?” Olhei para eles e disse: “Chicago?” E os guardas subiram na coisa e saíamos à toda velocidade. Fiquei sentado lá, pensando: “Caramba, espero que continue convencional. Nunca fiz isso antes.”

Iria descobrir.

Iríamos descobrir. Chegamos aos hangares principais e eu desci. Estava indo em direção a Rudolph, quando, de repente, houve um clarão no hangar. E pensei…

Meu Deus.

“Meu Deus, isso parece um clarão nuclear.” Girei bem rápido e pensei: “Bem, farei uma boa sombra na parede.” E foi uma explosão convencional. Mas, Deus todo-poderoso, a onda de impacto atingiu todos nós. Rudolph, os guardas, todos nós caímos.
Rudolph se levantou e perguntou aos guardas: “O que ele falou para vocês?” Vejam, isso é o quanto esse cara era inteligente. “Ele disse que havia um vazamento de combustível.” Ele olhou para mim e disse: “Não existe vazamento de combustível.”
Ele se aproxima, olha para mim, me agarra pelos braços e vira minhas mãos. Tinha graxa grafitada. E o quanto ele era rápido? Ele se virou e olhou para as portas do hangar. Ele era brilhante. Ele me bateu nesse momento, com as costas da mão.
Ele parecia um velhinho. Nossa, ele podia bater. E há uma linha na parte de dento do meu lábio. Ele forçou os meus dentes de baixo no meu lábio. Foi uma pancada forte. Eu estava de quatro, sangrando no concreto, cuspindo sangue. E engatilharam as armas.
E eu pensei: “Cara, está piorando a cada minuto.” Olhei para cima e as armas não estavam apontadas para mim. Estavam apontadas para Rudolph. Os pais deles tinham lutado contra Rudolph na Segunda Guerra Mundial.
Esses caras tinham acabado de ver aquele nazista sociopata bater feio em um adolescente do Meio-Oeste na frente deles, então todos apontaram as armas para Rudolph. Cuspi o sangue e disse a Rudolph: “Não parece que você estar no comando, Rudolph.”

Não, você não fez isso.

Fiz. Eu o ofendi um pouco. E ele disse a todos: “Abaixem as armas, peguem ele.” E eles me pegaram. Então me levaram para uma sala na área do hangar, saíram pelo fundo do hangar para outro prédio, e fiquei trancado na sala.
A única coisa lá era uma lâmpada pendurada por um fio e uma porta, só isso, sem janelas, nada. E Rudolph, no caminho, parou em uma sala com aparência de laboratório, como uma sala de emergência. Ele puxou um lençol e havia um cadáver deitado lá.
Era um homem de 17 anos. A mesma altura e peso que eu. E ele disse que seria queimado e enviado de volta aos meus pais, e diriam que fui morto em White Sands, e que eu ficaria lá pelo resto da minha vida.
E esse era o cara que matou mais de 100 mil pessoas pessoalmente, em Metaverse, em Peenemünde, quando estavam construindo os foguetes V-2. Fiquei sentado lá, pensando: “Droga, me dei muito mal.”
Eles me jogam nessa sala. Fiquei sentado lá. Pitholem se foi, estou sangrando, e vou ficar aqui para sempre. Fiquei olhando o fio e pensando: “Será que consigo me eletrocutar?” Fiquei lá provavelmente… Não sei, talvez oito horas.

Isso é muito tempo.

E ouvi um barulho no corredor. Eram xingamentos e pessoas sendo jogadas para os lados. A porta foi aberta e havia uma enorme silhueta de ombros quadrados, com um charuto assim.
E ele agarrou a gravata desse coronel da Área 51, e bateu a cabeça dele na parede. Ele olhou para ele e disse: “Quem fez isso?” E ele disse: “Não fomos nós, não fomos nós.” “Foi Arthur Rudolph e ele acabou de sair.” “Onde ele está?”
“Ele decolou com o próprio avião.” “Encontre-o.” E reconheci a voz. Era o General LeMay. Ele olhou para mim. Ele disse: “Tire-o daí, limpe-o e coloque-o no meu avião.” Fiquei sentado lá, então decolamos, e voltamos para Wright-Patterson.

O que aconteceu com o programa depois disso?

Bem, ele me disse… Ele olhou para mim. Eu olhei para ele, e eu tinha uma bolsa de gelo no lábio. E eu perguntei a ele: “Por que você veio me pegar?”
Ele disse: “Bem, quando Rudolph prendeu o Coronel Williams em White Sands e o colocou em prisão domiciliar… Williams não era muito exigente. Ele era uma boina azul.
Então ele dominou os guardas, pegou um rádio, me ligou em Wright-Patterson, e me disseram para onde o levaram. Voei direto para cá.”
E vou te contar alguns segredos. LeMay podia estar aposentado na época, mas ele podia entrar e sair dessas bases à vontade. Quando se é um ex-Chefe de Estado-Maior…

Certo.

…general de quatro estrelas, isso é uma vida. E o coronel que ele bateu no corredor, ele o colocou lá. Quem você acha que indicava o pessoal…

Claro.

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…para essas grandes bases? Ele indicava. Ele era o famoso LeMay Bombardeiro. Ele olhou para mim e disse: “Você tem quase a mesma idade dos meus netos. Eu não podia te deixar lá. Vou me livrar de todos os registros.”
E ele fez isso. Mas ele deixou algumas coisas passar, e eu achei. E ele me deu um aviso. Ele disse: “Eles não terminaram. Rudolph não terminou. Os grupinhos dele não terminaram com você.
Eles ainda querem muito um sistema de primeiro ataque. Você é a melhor opção que há. A única coisa que tem para se defender é deixá-los matá-lo antes que você construa outro foguete. Nunca construa outro.

Porque se você construir…”

Então eles vão te matar depois.

Com certeza.

Sim, foi o que ele disse, então eles vão te matar e pegar de novo. “Jamais construa um.” E ele disse: “Não sei o que vai acontecer em seguida.”

Certo. Para onde foram os moldes?

Eles nunca voltaram.

É claro, eles não devolveriam.

Ficaram com eles.

Faz sentido.

Faríamos o mesmo.

Para usar em fundição.

Sim. Então, tudo se foi. E veja, há outra parte vital que eu pulei na história. Meu pai fumava cachimbo o tempo todo, e ele e eu nos sentávamos e conversávamos. E ele se sentiu mal por mim. Ele disse: “Você é só uma criança.
E tudo isso acontecendo com a Força Aérea, você construindo esse foguete. É provável que as coisas fiquem fora de controle.” Eu disse: “Pois é.
Se saírem do controle e eu falar com você, se eu me for e ligar de volta dizendo que está tudo bem, apenas acenda seu cachimbo e relaxe, se eu lhe disser para acender o cachimbo, entre no laboratório, pegue tudo, todos os desenhos, todos os livros, tudo, queime tudo.
Queime os modelos. Queime tudo. Deixe o prédio onde está, pois é uma ótima instalação, mas queime todo o resto.” Então, quando eu estava na Área 51, no Lago Groom, eles apareceram em nossa casa.
E tudo o que encontraram foi um bêbado irado, nos fundos, com muita fumaça e cinzas. Estavam chateados, mas foram embora. E LeMay disse: “Você destruiu o protótipo, arrasou com o laboratório. Farei minha parte e apagarei os registros, e isso vai dificultar muito para eles.
Só vai restar você.” Então, voltei para Wright-Patterson. Um carro me levou de volta para minha casa em Mount Liberty. E eu fui para a escola naquele outono, e foi assim que passei minhas férias de verão como um colegial.
O outono foi tranquilo. O inverno foi tranquilo. Na primavera, me formei. Fiquei na fila de graduados, apertando mãos, com os pais, de capelo e beca.
Recebi uma bolsa integral de estudos na Universidade Estadual de Ohio, em astrofísica teórica. Eu queria ser professor, ensinar o resto da minha vida, acabar assim, e é isso.

Certo.

Estava cumprimentando os pais, todos ali. Apertei uma mão tão fria quanto gelo. Eu me virei, e eram dois caras de terno preto, camisas brancas, gravatas finas, óculos de sol espelhados.
O que há com os trajes desses caras? E ele me entregou uma carta. Eu abri e dizia: “Saudações.” Eu tinha sigo convocado. – Era 10 de junho de 1972.

Estavam alistando você.

Sim.

A guerra estava quase no fim.

O alistamento só terminou em 1975.

Certo.

Era 10 de junho de 1972, e eles me pegaram. Eu estava de capelo e beca. Eles me arrastaram pelo estacionamento. E as crianças se perguntavam o que estava acontecendo.

Certo.

E no meu DVD mostra que encontraram essas crianças e as entrevistaram. Elas disseram: “Sim, não sabemos o que aconteceu naquele dia. Eles o arrastaram, jogaram em uma caminhonete azul, e ele se foi.”

Então havia muitas testemunhas.

Sim. E elas disseram: “Nós o ouvimos gritar algo para os pais dele, algo sobre recrutamento legal.” Isso significa que, legalmente, eles podem levá-lo fisicamente. E fizeram isso.
E algumas horas depois, estávamos em Port Columbus, no aeroporto de Ohio. Descemos até o MAT, Transporte Aéreo Militar, e Rudolph esperava com um jato.

É a primeira vez que você o vê desde o incidente.

Desde o ocorrido. Essa não… Ele orquestrou a coisa toda. Eu não sabia que havia uma guerra civil interna.

Certo.

Desci da caminhonete. Rudolph e seus homens saem, puxam as MPK5 ou o que quer fosse, e ficam com cara de malvados. E outra caminhonete para atrás da nossa. Vários caras da Força Aérea saltam e pegam os M16.
E todas as armas estão engatilhadas. Todos apontando as armas uns para os outros.

Essa não… Era um embate dos grandes…

Sim, e eu disse: “Meu Deus!”

…para ver quem ficava com você.

Quem vai me levar? Fiquei parado no meio deles. Eu pensei: “Eu deveria começar um tiroteio aqui, morrer no fogo cruzado e seria o fim.” Mas eu olhava para todos aqueles jovens, e pude ver que eles queriam ir para casa.
Então, fui até o Coronel Williams e disse: “Deixe-me ir com Rudolph, e deixe os seus homens irem para casa. Eu resolvo isso.” Williams olhou para mim. Ele disse: “Tem certeza?” “Sim, só me deixe ir.”

Sol Central Galáctico

Isso é muito corajoso.

Bem, eu não queria que ninguém fosse baleado. Então, fui com Rudolph. Nós decolamos. E algumas horas depois, chegamos em Langley, sede da CIA. Então, Rudolph começou.
Fui colocado em uma sala que parecia um quarto de hospital, com uma cama, aparato de oxigênio e tudo isso. Pensei: “Isso não parece bom.” Eles trouxeram uma mesa de aço inoxidável, e eu disse: “Minha nossa.”
Então, peguei uma cadeira e comecei a me defender, mas eu fui dominado. Rudolph entrou com seus amigos de jalecos. Estou despido. Estou amarrado a mesa. Rudolph olhou para mim.
Ele disse: “Estava esperando para vê-lo novamente.” Ele levantou um pano sobre a mesa, e eram várias agulhas e frascos. Fiquei olhando, tentando ler os rótulos. E vi pentotal sódico, barbital sódico, toda a família do sódio.

Soros da verdade.

Sim. Eles enfiaram nessa mão, exatamente nessa veia, e parecia fogo líquido. E chegou bem no meu pescoço, e é a última coisa de que lembro. Você só pode ficar sob o efeito disso por 30 minutos.

Eles apagaram sua memória.

Sim. 30 minutos é o limite. Fizeram isso comigo durante três dias, dia e noite. E acordei depois de um dia e meio. Fiquei deitado lá, e me lembro de um cara dizendo a Rudolph: “Se fizer isso nele de novo, ele vai virar um vegetal.” E Rudolph disse: “Eu não ligo.”

Você seria anestesiado por completo.

Sim.

“Preciso saber as informações da construção do dispositivo de fusão.” Então ele estava sentado lá, talvez em nome da CIA, ainda atrás do dispositivo de primeiro ataque, e não conseguem obtê-lo.
Eu finalmente desperto, e estou deitado lá. O efeito dessa substância é incrível. Você pode conversar e responder perguntas, mas você não está lá. As luzes estão acesas, mas não há ninguém em casa.

Ninguém está lá.

Então, finalmente, foquei onde todos estavam na sala. E um cara me fazia perguntas. Ele disse: “Como você se sente sobre mísseis?” “Não vou construir mais nenhum, posso lhe dizer isso.” E então ele volta, sai da sala.
Ouço pessoas lá fora. Ele volta. “Como você se sente sobre motores a jato?” Eu disse: “Eles são defensivos. Eu poderia trabalhar nisso.” Então eles me dizem: “Você não vai para Camp Lejeune. Você vai para Great Lakes, Illinois. Você está na Marinha.”

Minha nossa.

E eles passam por lá, e então me mandam para Pensacola, a escola de treinamento naval.

Claro.

Bem, me formei em primeiro na minha turma, e eles me enviaram para Norfolk.

A boa e velha Norfolk.

Estavam empacados com alguma coisa. Era 1972, 1973. E você sabe o que Norfolk era naquela época? A Detroit do F-14.

Sério?

Foi construído lá. Isso mesmo. Eu estava sentado lá, e eles me disseram: “Temos 5 mil engenheiros frustrados trabalhando com as turbinas do F-14. Não conseguem encontrar uma proporção, 1 para 15, 1 para 16.
A potência necessária será para um caça-bombardeiro, o primeiro do seu tipo.” Então, olhei para isso. Eu disse: “Qual é o problema?” Eles me mostraram o problema e disseram: “O que pode fazer com isso?
Deixe-me sentar e trabalhar com eles. E trabalhei sem parar naquilo. Em cerca de três semanas, terminei e dei a eles um conjunto de turbinas, 1 para 26, dez vezes o que obteriam.
E o motor do F-14 nasceu, e o F-14 também. Eu tinha 19 anos quando fiz isso. Havia muito trabalho a fazer no mundo convencional.

Certo.

S03E05 Anshar, os humanos que vivem no interior da Terra há 18 milhões de anos

E descobriram que eu era um solucionador de problemas nato.

Você era mais eficaz com isso.

Sim. A Marinha logo descobriu um garoto mais útil do que um botão em uma camisa. Tudo o que jogamos nele, ele conserta.

História incrível.

Eu certamente resolvi alguns problemas para eles.

Você com certeza resolveu. E por sua causa, acho que o mundo é um lugar melhor. Obrigado, David, por ter vindo ao programa.

Obrigado por me receber. Estou feliz por estar aqui.

E até a próxima. Sou Emery Smith. Nos vemos então.

REVELAÇÃO CÓSMICA – POR DENTRO DO PROGRAMA ESPACIAL SECRETO

Próximo episódio:

S17E03 Experimento Filadélfia de Nicolas Tesla e Viagens no Tempo

 

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3 Comments

  1. OLÁ BOM DIA.UM RELATO BASTANTE INTERESSANTE.TUDO ISSO NOS LEVA A QUESTIONAR O TANTO DE TECNOLOGIA QUE PODERIA ESTAR SENDO USADA PARA PROPORCIONAR CONFORTO, VIDA, JUSTIÇA,PAZ NA VIDA DA TERRA.TUDO ISSO,SENDO USADO PARA GUERRAS E MAIS GUERRAS,EM OUTRAS PALAVRAS,SEMEAR A MORTE,O DESESPERO DE MILHARES,O CONTROLE E PROMOVER A ESCRAVIDÃO E O MEDO.POR OUTRO LADO,NÃO PODEMOS DEIXAR TAMBÉM DE REFLETIR SOBRE : – JÁ QUE TUDO É PERMITIDO PELO “UNO CRIADOR”, NÃO TERÍAMOS NÓS, DE PASSAR POR TUDO ISSO,PARA A NOSSA PRÓPRIA EVOLUÇÃO. PAZ E LUZ IRMÃOS E ATÉ BREVE!

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