revelação cósmica temporada 17

S17E01 Entrando na Área 51 (Revelação Cósmica)

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A 17.ª temporada conta com a presença de David Adair (conhecido como o “rocket man” e que descreveu a Área 51 como nenhum outro). Ele esteve anteriormente nos 3 primeiros episódios da oitava série:
www.oevento.pt/s08e02-o-fogueteiro-original/
www.oevento.pt/t08e03-o-passeio-na-area-51/

S17E01 Entrando na Área 51 (Revelação Cósmica ~ David Adair)
S17E01 Entering Area 51 (Cosmic Disclosure)

Assista ao episódio clicando no link abaixo, usando o browser chrome:
https://drive.google.com/open?id=1yiwQceYksKiY_TR3lfiU2W4A7eHV3DXj

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Episódio com legendas em português do Brasil (para quem não deseja assistir ao vídeo):
revelação cósmica temporada 17 episódio 1

REVELAÇÃO CÓSMICA – POR DENTRO DO PROGRAMA ESPACIAL SECRETO

Entrando na Área 51

Hoje, recebo David Adair, Consultor de Transferência de Tecnologia Espacial, Técnico de Motores a Jato da Marinha dos EUA, Pesquisador de Campo do Escritório de Inteligência Naval. E vamos falar sobre o Lago Groom. David, bem-vindo ao programa.

David Adair

Obrigado.

O que pode me dizer sobre esse lugar secreto que é chamado de tantos nomes?

Eu sei.

Eu nunca ouvi chamarem esse lugar além de Lago Groom, quando eu tinha 17 anos, em 1971. Aparentemente, há muitas atividades acontecendo lá. E as pessoas pensam que eu trabalhava lá. Eu nunca trabalhei lá. Eu só fiz uma visita de um dia. Eles me levaram lá para que eu visse algo que queriam me mostrar, e…

PITHOLEM

Bem, o que eles queriam te mostrar, David?

Bem, acho que estavam um pouco confusos, porque levei 26 meses e meio para construir o Pitholem, meu enorme foguete. E ele tinha um tipo completamente diferente de sistema de propulsão. Não era combustível líquido ou propulsor sólido. Era uma unidade de contenção por fusão.

E como teve contato com isso?

Tudo começou quando eu estava tendo sonhos. E esses sonhos vinham… Não era como se tivesse um sonho e não conseguisse lembrar dele ou algo assim. Esses vinham em ordem consecutiva. Então… eu…

Você os tinha quando criança ou adulto?

Eu era criança. E eu sabia que eles me trasmitiam algo. Isso me incomodava o dia inteiro nas horas despertas. Então, levei um caderno para a cama, eu acordava, anotava no caderno o que conseguia lembrar e depois voltava a dormir. Na manhã seguinte, não conseguia lembrar de tudo tão bem, até que eu abria o caderno e ficava surpreso. Tudo vinha à tona. E onde quer que eu parasse no sonho, eu o retomava na noite seguinte.
Então, era como ler um livro. Comecei a anotar no caderno e, 93 páginas depois, finalmente consegui o resto. E comecei a estudá-lo. Era uma computação matemática mostrando como tentar chegar ao que chamamos de contenção de campo eletromagnético. Todo mundo me chama de cientista de foguetes. Mas eu não sou. Sou inteligente, mas não sou isso.

Você é o ROCKETMAN.

Eu sei.

Quero dizer… Pode ter sido uma criatividade consciente, ou você acha que estava recebendo mensagens de outra civilização?

Eu tinha apenas 12 anos. Não saberia diferenciar. Apenas tentava descobrir o que chegava. E eu sabia que… Eu operava motores de foguete sólido. Então, passei para combustível líquido, que é muito mais sofisticado, com fluidos criogênicos e…

Certo. E que idade você tinha, para as pessoas saberem.

Cerca de 13 anos. E começo a virar um velho veterano. Mas, com a questão dos sonhos, era um tipo diferente de propulsão, ser capaz de controlar e não apenas explodir átomos, o que fazemos, que é abrir um grande buraco no chão, com bombas de hidrogênio. Imagine se pudesse conter isso, colocando em um loop infinito contido. Você teria o poder do sol. De certa forma, eu comecei a montar isso.
E eu não sabia disso na época, até que conheci um general através da minha mãe, que era a enfermeira encarregada do pai do general. Enfim, quando esse general entrou em cena, tudo mudou. Mas ele proveu uma infinidade de materiais, suprimentos, equipamentos, pessoas, laboratórios, tudo isso. E eu não poderia ter feito isso sendo só uma criança na oficina.

Claro que não.

Não foi isso que aconteceu. Foi um grande empreendimento. E isso foi em 1967. Eu nunca tinha ouvido termos como “operações secretas”. O que é isso? Nunca se ouvia isso. Nem conhecia termos como “primeiro ataque”.
Nem sequer ouvia esse tipo de coisa. Mas esse era o objetivo do general, e eu não sabia disso. Eu só tentava criar um sistema de propulsão.

Ele lhe mostrou algum sistema de propulsão? Quero dizer, a que você foi exposto…

David Adair e a sua visita à Área 51 em 1971

Não.

…que poderia descrever, ou os arquivos que viu?

Foi mais um sentido único. Ele queria saber o que eu fazia, e me financiou. E, claro, eu era como um cão faminto no açougue. Eu recebia tudo o que precisava, os materiais e as coisas. Eu achava aquilo tão legal. Não me cansava de trabalhar naquilo. E eu começava a condensar os campos em um padrão e uma forma.
E o pensamento convencional naquela época, no início dos anos 70, estava errado, e ainda está errado hoje. Eles ainda usam compressores e singularidades tradicionais. Eles estão certos em parte. São necessários dois para fazer isso. E o que se quer é um padrão em formato de oito. Na matemática, o que o número oito forma quando é virado? Infinito.

Infinito.

Então, se cria um design de fluxo infinito, e é aí que começa a decolar. O que ele sabia, e eu não, era que já tinham posse de um, em um lugar chamado Lago Groom, e ele estava me observando construir um do zero, que era quase um espelho…

Minha nossa.

…daquele que tinham, exceto que o deles era enorme, do tamanho de um caminhão de 18 rodas, e o meu tinha apenas 1,20 m de comprimento. Eu não sabia, mas estava comprando meu bilhete para ir ao Lago Groom.

Certo.

Eu construí uma unidade de fusão funcional. E isso remonta a… As pessoas acham que sou um cientista de foguetes, um pirotécnico. Pense nisso como um martelo é para um carpinteiro. Isso é o que um foguete é para mim. Não eram os foguetes que me interessavam. Era apenas um meio que eu estava usando para testar o teorema e a hipótese de uma contenção de campo para um dispositivo de contenção por fusão.
Portanto, eu não estava construindo um foguete de contenção por fusão. Eu estava construindo uma usina, um novo tipo de energia de fusão que poderíamos usar para alimentar cidades.

Para que os projetos queriam que você o usasse?

Isso foi um problema. Foi uma dificuldade para todos nós. Por causa da velocidade. A coisa só tem duas velocidades, desligada e ligada. Não há acelerador. Não há marcha lenta. É assim porque foi projetado para ser lançado no espaço interplanetário. É lá que funcionaria melhor. Cobrimos 200 km em cerca de 3,2 segundos.
Então, nem sequer se via partir. Era como tentar ver uma bala sair do cano. O que aconteceu depois que fizemos o lançamento em White Sands, foi que um sujeito chamado Arthur Rudolph apareceu em White Sands, depois que chegamos lá. Ele assumiu o controle do projeto. Ele colocou o Coronel Arthur Williams em prisão domiciliar.
Então, ele me levou, e já tinha me feito pousar o Pitholem exatamente onde ele queria. Eles o colocaram em um lugar chamado Lago Groom, em Nevada. Então, olhei para um dos mapas geofísicos e disse: ”Não passa de um grande leito de lago seco. Vamos colocar em um DC-9.
Os pneus vão derrapar e a barriga vai bater, não vamos a lugar nenhum. Como vão pousar?” E me disseram: ”Cala a boca e suba no avião.” Então, fiz isso. E horas depois, lá estava, uma grande base da Força Aérea, ou algum tipo de base.
Eles tinham pistas todas traçadas e marcadas. Seria grande. Seriam grandes pistas duplas. Pousamos em um trecho que seria uma pista de taxiamento. Ainda não tinham concluído. Paramos no hangar central e saímos. E vi o Pitholem e seus paraquedas no deserto, pousado exatamente onde eles queriam.
Agora, eles tinham o Pitholem e eu no Lago Groom, e disseram: “Precisamos ver uma coisa. É por isso que você está aqui.” E fiquei sentado lá, pensando: “O que, afinal, eles querem me mostrar aqui?”

Área 51 ~ temos lá uma nave dos seres com 9 biliões de anos

Coronel Bailey Arthur Williams

O que eles te mostraram?

Bem, entramos no hangar. Lá dentro havia umas coisas parecidas com carrinhos de golfe, mas não acho que funcionavam com tanques de propano, eles funcionavam com… Não usavam combustão interna. Até hoje não sei com o que aquelas coisas funcionavam. Faziam um zumbido muito estranho. Ficamos sentados lá, esperando.
Eu pensava: “O que vai acontecer a seguir?” E umas correntinhas saíram do chão, fecharam todas as portas e as luzes se acenderam. E pensei: “Nossa, acho que são barreiras. Eles não querem que pessoas andando lá fora entrem.” Eu pude ver o motivo, porque seria muito desconfortável, considerando que todo o piso desceu.
Todo o piso daquele hangar era um elevador. E seguimos para baixo. E fiquei admirado com o tamanho do piso, do elevador, que não podiam ser correntes ou cabos que faziam o piso descer. E logo vi que eu estava certo. Lá embaixo, dava para vê-los girando. Eram parafusos do tamanho de sequoias.
E havia doze deles. Portanto, o que quer que entrasse e saísse daquele hangar, era pesado e grande, ou pelo menos, projetado para isso. E descemos sem parar. Fiquei sentado lá, esperando. E imaginei que estávamos a uns 90 metros de profundidade. E o piso foi descendo.
Quando olhei para frente, havia uma estrutura cavernosa monstruosa. Era um telhado em forma de arco-íris. As paredes eram inclinadas e depois perpendiculares.
Não sei o que acontecia naquele lugar. Mesmo sendo tão grande como uma caverna, quando se esticava os braços, não havia sombras em lugar algum. Então, pensei: “Onde estão as luzes?” Olhava para cima, para os lados, para o chão. Não havia luminárias em nenhum lugar.

Em nenhum lugar.

Como faziam isso? Eu tinha um único palpite. Sentado lá, eu pensava: “Acho que é a atmosfera.” “Estamos respirando as luzes.” Eu não sei. Ainda hoje não sei. Mas tudo isso começou a me dizer que todo aquele lugar tinha uma tecnologia que não deveria existir.
E começamos a dirigir lá embaixo. E perguntei aos dois caras na minha frente. Era uma pergunta inocente: “O que fizeram com toda a terra?” Achei que fosse uma pergunta pertinente.

É uma ótima pergunta.

Porque não consegui ver terra na superfície. Ao se tirar tanta terra assim, haveria uma montanha na superfície. Nada. E ficaram muito irritados com isso. Disseram: “Não precisa se preocupar com isso.” Eu disse: “Bem, agora fiquei preocupado com isso.”
E continuamos percorrendo o lugar. E enquanto passávamos, dava para ver nas oficinas… havia oficinas e salas em cada lado… pessoas trabalhavam lá, em estações de trabalho e hangares. Quando passávamos pelos hangares, eles tinham as típicas portas corrediças.
Alguns estavam abertos, outros não. Mas nos que estavam abertos, via-se coisas muitos estranhas. Vi um primeiro conjunto de naves que pareciam lágrimas enormes, com trens de pouso. Eu nunca tinha visto nada como aquilo.
E não eram modelos, porque havia energia elétrica ligada a elas, mangueiras de ar condicionado e pingadeiras. Pensei: ”Eles também têm problemas com gotejamento como eu.”
Descemos e passamos por outra porta de hangar. E lá dentro havia esses… Eu não sei. Imagine se colocasse trem de pouso na ponta de uma flecha. Pareciam isso, como uma grande nave em forma de ponta de flecha.
E não tínhamos coisas assim em 1971. E a última coisa que eu lembro de ter visto dentro dos hangares foi um grande bombardeiro em formato de asa-delta. Tinha formato triangular. Era gigantesco.
Pensei que era o XB-70. Mas eu sabia que um XB-70 havia caído no deserto, e o outro, em 1969, foi enviado ao museu da Base Aérea de Wright-Patterson. Isso foi em 1971, dois anos depois.
Portanto, há um terceiro desconhecido por todos. Ninguém sabia a respeito. E parecia diferente do tradicional XB-70. Os canards atrás das asas tinham um formato diferente. E os motores pareciam diferentes. Talvez fosse o Aurora.

S01E01 Há 22 programas genéticos a serem feitos nos humanos aqui da Terra

Talvez fosse o Aurora. Parece com ele.

Acho que era ele. Mas era enorme. Deus todo poderoso. E avançamos ainda mais. E estávamos a uns 400 metros adentro. E ainda assim, olhava e não se via o fundo, apenas continuava até o infinito.
Eu ainda queria perguntar a eles: “O que fizeram com toda a terra?” Mas o cara desceu do carrinho de golfe. Então, ele colocou as mãos sobre o que parecia uma mesa de vidro.
E ele olhou em um tubo ocular, houve um clarão, e então isso… não como as portas do hangar… tinha pelo menos 12 metros de diâmetro… era uma íris, como uma câmera.

Sim, faz…

Sim, ela gira. Ela se abriu, e eu pensei: “Nossa, essa é a porta mais extravagante que eu já vi.” E uma placa deslizou no chão e a deixou nivelada. Entramos, e luzes se acenderam dentro de uma sala enorme, do tamanho de um ginásio.
E pensei: “Talvez eu veja algumas luzes, luminárias.” Sem luminárias. A luz se acende naturalmente. E não há sombras. Pensei: “O que há com este lugar?”
E aquele guarda, quando ele saiu e colocou as mãos na coisa… na verdade, eu pensei que fosse… Hoje podem dizer que era um scanner de palma e retina. Mas não tínhamos nada disso.
Era 1971. Ainda nem tínhamos uma calculadora de mão. Isso apareceria mais tarde, da Texas Instruments. Então, pensei: “Eles não estão lidando conosco em etapas, dizendo o que têm e não têm.” “Eles me trouxeram aqui para ver o quê?”
No final da enorme sala, havia uma estrutura elevada. Parecia uma plataforma. Mas devia ser algo pesado, porque tinha enormes vigas de aço para suportes de engate. E havia uma cortina pendurada em torno dessa coisa.
Dava para ver que era de borracha. Pareciam tiras de borracha.
Mas aquelas coisas deviam pesar toneladas. São pesadas. Eu peguei uma das tiras de borracha. Pesava uns 45 kg cada. Havia cabos para erguer as tiras. Não era como uma cortina, que ergue e olha por baixo. Não queriam que você olhasse por baixo daquela coisa.
Eles se levantaram, e eu lembro de olhar para aquilo e dizer: “Pensei que estivesse à frente de todos, mas estou no mesmo lugar.” Eu tinha um mecanismo de contenção eletromagnética por fusão, lançado com sucesso, que pousou
no chão do deserto, acima de nós.
Eu me gabava muito daquilo. “Eu me saí muito bem para um adolescente, fiz tudo funcionar.” Mas aquela coisa tinha uns 9 metros de comprimento, uns 4,5 metros de altura, e quase 7 metros de largura.
Era um mecanismo de contenção eletromagnética por fusão. E dava para dizer, pela forma como foi modelado e projetado, que tinha o mesmo formato que o meu.
Se tivesse um motor de combustão interna de quatro cilindros a quatro tempos, e um bloco de Modelo A e um bloco de Lamborghini, eles teriam a mesma aparência, porque operam sob o mesmo princípio.
Mas o do Lamborghini é muito mais sofisticado. E era o mesmo com aquela coisa. Era muito mais sofisticada do que qualquer coisa que eu tinha.
E havia degraus na plataforma. E eu disse: “Posso subir e olhar?” O pessoal da Força Aérea disse que não. Rudolph disse: “Sim, vá em frente.” Bem, agora sabemos quem está no comando. Então, subi as escadas e fui até a coisa.
E a melhor maneira de descrevê-la é: pense em dois polvos, todos os tentáculos enrolados e torcidos juntos, criando duas esferas, que são os cíclotrons. E a maneira como contornavam os dutos de plasma era exatamente do jeito que eu fiz. Criei um componente em formato de oito.
Aquele também tinha um componente em formato de oito. Mas a parte das grandes esferas pareciam de um material diferente. Eu nunca tinha visto um material como aquele. Já viu uma baleia ou um golfinho?
Precisa jogar água nele, para não deixar secar. Parecia isso. Parecia carne, mas não era. Era metal. Tudo parecia muito estranho. Era como uma máquina orgânica.

Estava viva? Você sentiu sua consciência?

Bem, não a princípio. Mas eu cheguei mais perto dela. E quando me aproximei de uma distância, como essa entre nós, a primeira coisa que vi foi a minha sombra. E eu vinha dizendo que não havia sombras em lugar algum.
Virei-me à procura de luzes, para ver se estava lançando uma sombra. Não havia luzes em parte alguma. Movi meus braços com a sombra. E minha sombra tinha uma fração de segundo de atraso.
Tenho um palpite de que era uma liga de reconhecimento de calor. Captava minha energia infravermelha ou térmica, a registrava, e por isso acendia. Achei aquilo muito sofisticado.
Mas, depois, eu descobri que estava errado sobre isso. Errado sobre muitas coisas. Eu estendi a mão e toquei nela, e perguntei a Rudolph se eu poderia subir nela. Um exoesqueleto a cobria, o que me ajudou a subir. Era como subir uma treliça.
Bem, quando cheguei na área lisa, através do exoesqueleto, assim que minha mão encostou nela, todas as ondas radiantes foram para a lateral.
E foi como um movimento de cores azul e branco. Sabe aquelas coisas que colocam em espaços executivos, chamadas ondas de movimento, para manter as pessoas calmas?

Sim, para mantê-lo calmo. Foi como se essa onda tivesse ido para a lateral.

Sim, se moveu assim para a lateral. Moveu-se, parou, se dissipou e sumiu. Toquei outra vez, e reiniciou. Então eu me virei e perguntei sobre isso. E o pessoal da Força Aérea estava olhando assim.
As bocas de todos estavam abertas, incluindo a de Rudolph. Rudolph e eles estavam… Obviamente que não tinham visto essa reação antes. Colocava minhas mãos de volta, tirava, colocava, observando os rostos deles.
Eu me diverti muito, na verdade. Eu subi nela. Andei pelas vértebras daquela coisa. Tinha vértebras. E tinha como costelas na lateral. Mas, nas vértebras e ossos, havia fardos de tubos de fibra. E líquido percorria os tubos. Mas tinha um brilho quase iridescente.
Fluía pelos tubos de plástico quase em um ritmo de pulsação. Então, fui até o centro, onde os campos se cruzavam em formato do número oito, e naquele ponto estava o que eu chamo de olho do furacão, porque aquele era o ponto mais calmo, com o plasma agitado passando pelos dois lados.
Lembre-se que aquela coisa fluía de quatro direções diferentes ao mesmo tempo. Portanto, era uma visão e tanto quando estava girando. Para mim era. Então, olhei para o lado, e havia um buraco na lateral da coisa.
E era grande. Tinha cerca de 1,5 m de diâmetro. Era grande. E o que quer que tenha acontecido, parecia ter sido de fora para dentro.
É nesse ponto que começa a ficar estranho, se já não é estranho o suficiente. Sabe como o metal se dobra quando é arrancado ou explodido?
A melhor forma de descrever aquela coisa é imaginar pegar um arpão com uma granada na ponta. Se não sabe como funciona, ele penetra a baleia e detona. É o que mata a baleia. E toda a gordura é exposta. Esse material era assim.

A história do planeta Terra

Parecia carne em vez de metal. Mas, quando se tocava, era metal. Nada fazia sentido.

Era um tecido com liga metálica? Talvez uma hibridização?

Exatamente. Era tudo isso. Tudo junto. Mas era sólido. Não era macio ou carnudo. Tinha a aparência de carne dilacerada.

Atravessou a nave, ou apenas…

Sim, atravessou. Então, havia outro buraco no outro lado. Não, não atravessou tudo. Isso teria sido uma real preocupação para todos, porque, se tivesse feito isso, não haveria nada lá.
Porque teria penetrado o campo eletromagnético interno, e estaríamos diante de 100 milhões de graus centígrados. Isso é 10 mil vezes mais quente que o núcleo do sol.

O que acha que poderia ter criado esse buraco na nave?

Alguma explosão penetrou. E essa coisa é uma usina, certo? As pessoas chamam de motor. Não, é uma usina. Você a coloca em algum tipo de nave.
Você a coloca, calcula as dimensões da coisa e ajusta as proporções. Dá para descobrir. A nave devia ser maior que um campo de futebol. Era enorme. Mas era uma nave sólida.
Olhei no buraco e vi coisas lá dentro. Havia luzes lá dentro. Era azul. Perguntei a Rudolph: “Posso entrar e olhar lá dentro? E o pessoal da Força Aérea disse que absolutamente não. Rudolph disse:
“Sim, vá em frente.” Ótimo. Então, me contorci e entrei nela. E nem devo ter entrado uns dois metros. E adivinhe o que havia lá dentro? Era um tipo de estação de manutenção. E restava apenas uma cadeira. A explosão veio da parede externa, e destruiu a cadeira.
Foi como se tivesse penetrado tudo, atingido a parede interna do campo eletromagnético, e parado. Parou ali, o que tenha sido a explosão, um feixe de partículas, seja o que foi. E havia uma estação de controle diante da cadeira.

Colocamos algo lá dentro? Porque já vi isso muitas vezes antes, em que colocamos coisas nossas dentro, para realizar testes.

Não, não havia detectores terrestres lá dentro, nada. Até a luz saía das paredes. Então, não mexeram muito nessa área. E havia instrumentos na estação. E você se sentava. E era feito para um antropoide bípede, o que eu achei muito interessante.

Que interessante.

Eu me sentei e coloquei os pés no chão. Não havia muito espaço para se sentar. Havia explodido e desintegrado. Mas, pensei: “Bem, quem quer que se sente nessa coisa, esses devem ser os painéis de controle.” E havia fendas assim em cima das redomas.
Pensei: “Posso fazer isso. Olhem isso.” Enfiei as mãos nelas. E assim que eu fiz isso, lembrei da minha mãe me dizendo para não colocar as mãos onde não deveria.
Porque assim que coloquei minhas mãos nessa coisa, anéis entrelaçados apareceram e fizeram… desse jeito, nos meus dedos. E cobriu todos os meus dez dedos. E estavam se contraindo.
Estavam apertando. Pensei que cortariam os meus dedos fora. Então, comecei a gritar para Arthur Rudolph. Então, uma voz tão clara como o dia, com um sotaque de Lauren Bacall, vai entender.
Uma voz sensual disse: “David… shhh… quieto.” E sentado lá, eu disse: “Tudo bem. Pode afrouxar o aperto?” E afrouxou. Mas não me soltou.

Você pensou ou falou em voz alta?

Não, eu disse em voz alta. Mas a voz chegava em áudio. Ao menos eu acho que era áudio. Mas, aparentemente, não conseguiam ouvir lá fora. Fiquei lá sentado, falando com aquilo. Mas eu não dizia nada.
Então, disse: “Posso ter minhas mãos de volta?” “Não.” “Há algo que preciso fazer.” E ela disse: “Você pode achar isso desconfortável.” E quando um médico lhe diz isso, isso significa que vai doer muito.
De repente, parecia um formigamento, como eletricidade subindo em cada braço. Sentia subindo em você. E começava a me incomodar.
E quando chegou ao pescoço, bem aqui, nas artérias carótidas, apareceu algo na minha frente, como uma tela, visível através dela. Eu podia ver o resto dos painéis através dela.
E imagens começaram a aparecer. E elas mostravam tudo. Era como uma fita de vídeo passando. Eram imagens piscando, e começaram a ficar cada vez mais rápidas.

E isso está na sua frente, na tela.

Sim, na tela, pairando bem à frente.

O que as imagens mostravam? Conseguiu reconhecer algo?

Não no começo. Mas, nos anos posteriores, pude lembrar um pouco disso. Eram planetas, sistemas solares e galáxias. E havia algo em uma área… Não sei. Pareciam frotas e uma enorme batalha sendo travada.
Então, passou. Depois, mais planetas, estrelas. Então, vi uma imagem da usina operando. Parecia ter sido deixada… Enfim, essas coisas passavam lá, todas essas visões chegando.
Até que, finalmente, minha cabeça e meus braços começaram a arder. Começou a queimar. Eu pensei que ia pegar fogo. Então, eu só disse: “Para! Não aguento mais!” E se passaram mais alguns segundos, então, tudo ficou quieto.
E eu não sabia se já tinha terminado, ou apenas interrompeu, porque eu não conseguia mais pensar. E comecei a dizer: “Solta os meus dedos.” E soltou. E assim que soltou, os instrumentos pararam, entraram no painel e fechou.
E eu pensei: “Imagino se eles sabem sobre esses instrumentos, sobre essas redomas.” Sentado lá, pensei: “Vou sair agora.” E tudo que eu ouvi foi: “Sim, vamos embora.”
E eu disse: “Tudo bem.” Então, rastejei para fora daquela coisa e subi nela, e eu senti como se tivesse passado meia hora lá dentro.
Mas, quanto a isso, eles disseram: “Não vai ficar mais?” Devem ter passado apenas alguns minutos para eles. E achei tudo aquilo muito estranho.
E hoje, eu veria que tudo naquele lugar era estranho. Mas aconteceu tudo isso, e eu nem sequer… Eu disse que era algum tipo de portal de deslocamento de tempo.

Mas, na última mensagem, você disse que algo estava vindo com você.

Bem, isso foi…

Forças da Luz vs forças das trevas

O que era aquilo?

Fiquei pensando nisso enquanto engatinhava para fora. Fiquei pensando comigo mesmo: “O que quer dizer com vamos embora? Nós dois?”

Porque isso é um tipo de linguagem telepática consciente. É como dizer: “Estou ciente de você.” “Acabamos de fazer uma conexão.” “E agora eu vou com você.”

Havia outra frase. Mas não fazia sentido para mim. Disse: “Vamos embora.” “Estou trabalhando com artes negras.” E não tenho ideia do que isso significava.
Então, não sei. Talvez o pessoal… Não sei. Eu saí daquela coisa, subi, andei até o outro lado e, finalmente, tive que parar e começar a fazer perguntas.
Eu era um adolescente de 17 anos em 1971. Tudo vindo dos adultos é sempre condescendente. E olhei para baixo e disse: “As pessoas que trabalham nisso estão nas férias de verão, levaram as anotações com eles, foi o que vocês me disseram.
Mas olhem para essa coisa. Tem 18 metros de comprimento e não há um único fio, porca, parafuso, linha de solda, nada. Como vocês construíram isso?” E começaram a franzir a testa e resmungar lá embaixo.
E eu disse: “Essa coisa não é nossa e nem deles.” Os soviéticos. “Essa coisa nem é das proximidades. Onde conseguiram isso? Vocês a derrubaram, desenterraram ou o quê?

E começaram a ficar nervosos. E Rudolph me disse com aspereza: “Sai de cima dela.” Então, eu desci pela lateral. E fiquei muito chateado, porque muita coisa me passava pela minha cabeça, tinham mentido sobre tudo, do começo ao fim.
Antes disso, eu ouvia hinos nacionais, tinha uma bandeira americana como cobertor, então me dou conta de que tudo isso é besteira. Estão mentindo descaradamente, em posse dessa tecnologia, sem compartilhar com ninguém. Fiquei muito chateado.
E enquanto descia pelas vértebras, pelas costelas, bati minha mão no outro lado, onde era liso, e não eram mais pequenas ondas azuis.
Parecia um lança-chamas. Parecia fogo passando por ela. Eu tirei e coloquei de novo. Pensei: “O que essa coisa está fazendo?” E quando me acalmei, o fogo apagou, e as ondas azuis voltaram. E pensei: “Meu Deus, essa coisa é um anel do humor.”

Voltou a reverberar?

Sim.

E você viu esse fluxo?

Enquanto minha mente observava, fui me acalmando. Eu não estava mais tão chateado. Quando me acalmei, as chamas se apagaram, e as ondas azuis voltaram. Aquela coisa reagia aos seus pensamentos.

Claro. Que bom que você não ficou com muita raiva, porque a coisa toda teria incendiado.

Sim, poderia pegar fogo. Pensei: “É melhor eu sair dessa coisa.” Então, desci e fiquei no chão, onde eles estavam. Eles me jogaram atrás do carrinho de golfe, e partimos.
Eu estava no fundo, de frente. Eles estavam nos assentos. E nos movíamos. Esse é um detalhe importante, porque o vento soprava. Então, quando sussurravam um para o outro… Você ouvia tudo. Soprava bem no meu ouvido.

Você ouvia tudo.

Eu só precisava virar minha cabeça assim e ouvir. E conseguia ouvi-los. Disseram: “Temos que fazer esse garoto nos mostrar como aquela coisa funciona. Se não conseguirmos isso a tempo, não teremos a solução do primeiro ataque.”
E eu lá sentado, pensando: “Primeiro ataque? Estão jogando beisebol aqui embaixo?” Eu nunca tinha ouvido esse termo.

Era 1971.

1971. Nunca tinha ouvido falar de primeiro ataque. E disseram: “Tem a pressão com a União Soviética, Vietnã, todas essas coisas.” Pensei: “Vietnã e União Soviética?
Minha nossa.” O que estava acontecendo na época era que o general Westmoreland estava perdendo no Vietnã, que era suprido pela União Soviética através da rota de Ho Chi Minh. Estava acontecendo uma bagunça enorme.
E o que esses caras faziam era procurar algo que pudessem vencer com MAD, Destruição Mútua Assegurada. E eu sabia disso. Aprendemos sobre isso. E pensei: “A única maneira de se ganhar com MAD é com o primeiro ataque.” Um conceito completamente louco.

É um conceito assustador.

É. Porque, quando eu os confrontei mais tarde sobre isso, disseram… Perguntei a eles: “E os submarinos soviéticos? Podem chegar aos silos.
E os submarinos?” “Bem, imaginamos que podemos perder 30%, 35% da população. Achamos isso aceitável.” Nem se estiver nos 30% vão achar aceitável. Era uma completa loucura naquela época.

Você teve alguma comunicação com a nave consciente desde que foi embora?

A comunicação nunca parou. Tem sido contínua, dia e noite, para sempre, desde que fui embora. Eu não ouço vozes. Mas tenho sensações, impressões. Tudo é através de sensações.

Com certeza.

Sou apenas um humano insignificante. Estamos lidando com algo grande. Descobri mais tarde que, através de impressões e sensações, essa coisa tem uma forma de viver totalmente diferente do que podemos imaginar. É como baleias nascidas em oceanos profundos entre as galáxias. E não têm milhares de anos.
E ela tem um nome, Pitholem, de onde veio, e ela tem 8,2 bilhões de anos. Consegue imaginar o quanto essa raça é avançada? Ela apenas expôs isso. Ela não estava brincando quando disse “vamos embora”.

Você acredita que, talvez, parte da consciência da nave entrou na sua consciência?

Ou foi apenas uma ligação direta de consciência, já que estamos todos interligados de qualquer maneira?

Não. Quando coloquei as mãos sobre as redomas, foi pessoal. Isso é realmente pessoal. E quando eu saí… Lembra da luz azul?

Sim.

Apagou. Então, seja qual energia existia na usina, sua entidade…

Talvez você tenha sido o portador dessa luz.

Sinto que tenho uma consciência presa em mim. Essa é a melhor maneira que consigo explicar para vocês, que aquela coisa decidiu sair. Pense nisso.
Quem me enviou os sonhos? Sabendo que eu construiria o foguete; sabendo que pessoas como LeMay apareceriam. sabendo que, por fim, eles me levariam a um campo de provas para testá-lo, que trariam outro grupo de pessoas, Rudolph e sua companhia; sabendo que me levariam ao Lago Groom, onde eu veria essa coisa; sabendo que eu entraria e colocaria minhas mãos nos instrumentos; sabendo que seria hora de me usar como bote salva-vidas e sairíamos de lá.

Você é como um paramédico galáctico. Você tirou essa consciência de uma situação mortal, e ela está com você desde então.

Sim. Tem sido…

Isso mudou seus sistemas de crenças?

Minha nossa… claro! O que acha? Por que acha que as pessoas gostam tanto de mim? Sou um cientista de foguetes simpático? Isso faz sentido? Digo, toda a minha existência nem faz sentido.
Se fizesse a ciência que consigo fazer, a mecânica, a eletrônica, tudo isso, e poder se sentar com um grupo de Hell’s Angels, e se dar bem com eles como um bom menino, ou se sentar com um monte de cientistas no MIT, tudo no mesmo dia. Isso não é normal.

Não é normal.

E esse não sou eu. Eu não sou tão espetacular. Há algo mais acontecendo. Mas eu fui capaz de aprender, se adaptar e seguir com isso. Mas vou lhe dizer uma coisa. Há momentos em que faço coisas e digo: “Cara, esse não sou eu.”

Exatamente.

Não sou tão bom assim. As coisas que eu posso fazer são infinitas. E são fora do comum. Está em tudo. Está na psicologia, na história, na matemática, física, computadores. Tudo.

Você recebeu alguma mensagem ou sensação sobre o futuro da raça humana?

Bem, como foi transmitido a mim, nem todo mundo segue o calendário de Júlio César, ou mesmo opera em uma linha de tempo cronológica. De fato, provavelmente somos uma das poucas espécies que faz isso.
Na maior parte do universo lá fora, não existe uma criatura que segue uma linha de tempo consecutiva. Ele tem 30 anos, ele tem 31, ele tem 32… Nada vive assim. Bem, adivinhe?
Nós somos uma esquisitice. Eles seguem uma maneira completamente diferente de fazer as coisas. Então, eu não sei. Aquela coisa foi danificada em algum tipo de batalha, caiu no planeta, derrubou sua usina. A nave foi para casa.
ão sei o que aconteceu com a tripulação, não tenho ideia do que aconteceu com eles. Mas não foi o fim da usina, e não está sozinha. Tem família. E o que pode levar 45 anos para ela ficar parada lá…

Não é.

…são apenas uns 30 minutos. Portanto, sua família está a caminho. Está chegando. Eu tenho 65 anos. Espero que se apresse, porque o bote salva-vidas vai virar.

Bem, obrigado, Dave, por ter vindo ao programa. Agradeço a companhia. Sou Emery Smith, com “Revelação Cósmica”. Até a próxima.

David Adair / Emery Smith

REVELAÇÃO CÓSMICA – POR DENTRO DO PROGRAMA ESPACIAL SECRETO

revelação cósmica temporada 17 episódio 1

Próximo episódio:

S17E02 Construção e Destruição do Pitholem (Revelação Cósmica)

 

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6 Comments

  1. Caríssimo, começando nova temporada com mais um entrevistado ‘topo de gama’, o que me faz lembrar do título do livro de um deles, William Tomkins, ‘Selected by extraterrestrials’, pois todos (ou quase todos, pelo menos), parecem ter sido, conscientemente ou não, escolhidos para serem os ‘testas de ferro’ deles aqui neste tempos em que tudo está, literalmente, vindo à tona e sendo descoberto e desmascarado. Decerto que muito mais será exposto por ele nesta nova série mas e para além dos episódios em que participou, aproveito, já agora, para lhe deixar como complemento, esta entrevista com ele, que há pouco, o site ‘Thoth3126’, postou.
    Grato pelo especial contributo que está a ter na divulgação de todo estes assuntos pertinentes, dada a emergência que cada vez mais se sente pela maneira caótica como a situação se está a desenrolar e que prenuncia algo de importante a acontecer breve. Um BemHaja e até…
    https://thoth3126.com.br/entrevista-com-david-adair-inventor-de-motores-de-contencao-de-plasma-por-fusao-eletromagnetica/

    1. David Adair esteve presente na oitava temporada. Essa entrevista foi feita com base nos episódios divulgados na série que é divulgada. abraço

      1. Caríssimo, a entrevista desse artigo do Thoth3126 é de 2002 conforme pode verificar no link que lá consta. Mas isso não interessa pois ele irá decerto agora expandir e atualizar tudo isso nos episódios desta série. Saudações.

        1. esse artigo do thoth foi publicado agora a 28/01/2020 com base nos episódios que foram transmitidos na oitava temporada. Em todo o caso, David Adair participa nos primeiros 5 episódios sendo que vamos disponibilizar um episódio cada semana.

  2. Duas perguntas Pós O Evento:
    As pessoas que quiserem ascender vão poder ou só serão os escolhidos?
    Todo contrato ou qualquer coisa dos arcontes vai ser desfeito quando saírem daqui?

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