revelação cósmica temporada 16

S16E03 Equipes Secretas de Recuperação de OVNIS (Revelação Cósmica)

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S16E03 Equipes Secretas de Recuperação (Revelação Cósmica ~ Clifford Stone)
S16E03 Secret Recpvery Teams (Cosmic Disclosure)

Assista ao episódio clicando no link abaixo, usando o browser chrome:
https://drive.google.com/open?id=1R8o6_3nGZPXzgwzZu9QR7EaJ0_cyIPXq

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Episódio com legendas não formatadas em português do Brasil (para quem não deseja assistir ao vídeo):

revelação cósmica temporada 16 episódio 3

REVELAÇÃO CÓSMICA – POR DENTRO DO PROGRAMA ESPACIAL SECRETO

Hoje, em “Revelação Cósmica”, recebemos o sargento Clifford Stone, que tem muitas experiências nas Forças Armadas em lidar com extraterrestres. Sargento Stone, bem-vindo ao programa.

Obrigado, senhor. É um prazer estar aqui.

O que é a Pesquisa Interplanetária do Exército dos Estados Unidos?

Era uma unidade de pesquisa interplanetária do Exército dos Estados Unidos, que não era bem uma unidade. Era um grupo de oficiais de campo. E tenho certeza de que havia muito mais, mas eles se encontravam em uma certa sala no Pentágono.

Todo o objetivo dela era tentar trabalhar com a exploração das tecnologias avançadas que chegavam a eles, para criar um programa com o qual poderiam fazer um foguete capaz de ir até a Lua e voltar à Terra com segurança. Mas eles tiveram que obter essas informações de destroços de OVNIs acidentados e coisas assim.

Quem fazia parte dessa unidade e por que foi criada?

Bem, na verdade, em 1942, Douglas MacArthur pediu ao general Doolittle para descobrir o que estava por trás dos relatos de foo fighters.

Eles os estavam vendo na Europa e no Pacífico.

O comando dos Aliados foi direto ao ponto e reconheceu que eles eram reais.

Eles existiam.

E eles concluíram que existiam novas tecnologias avançadas das Potências do Eixo.

Mas eles não mostravam sinais de hostilidade.

Doolittle voltou e disse a MacArthur que havia espectadores do evento mundial que chamávamos de Segunda Guerra Mundial, e que não tinham origem neste planeta.

E, claro, ele declarou “espaço sideral”.

Eles não sabiam nada sobre a possibilidade de serem multidimensionais ou interdimensionais na época.

Então, concluíram que eram visitantes interplanetários, provavelmente de Marte ou Vênus.

Eles sabiam naquela época que há muito visitavam a Terra?

Não.

Eles não sabiam disso naquela época, porque não havia organizações de inteligência dentro do governo dos EUA até pouco antes da Segunda Guerra Mundial.

Então, quando apareceram,

foi MacArthur que precisou tomar a frente.

E ele queria saber o que eram essas coisas.

Então, começaram a questionar.

Foi MacArthur.

Lembre-se que a Força Aérea não existia na época.

Certo, havia o Exército.

Era o Corpo Aéreo do Exército.

E a Força Aérea não viria a existir até a Lei de Segurança Nacional de 1947.

Portanto, sendo o Corpo Aéreo do Exército, o Exército ainda tinha controle sobre tudo nesse sentido.

Aviões inimigos eram abatidos.

Claro, sempre tivemos interesse em descobrir novas tecnologias usadas pelas aeronaves das Potências do Eixo.

Certo.

E nenhuma ordem especial era dada.

”Um zero japonês caiu.

Precisamos de uma equipe especial para ir lá e recuperar a aeronave.”

Quem estivesse lá pegaria e traria de volta.

E teríamos especialistas para examiná-las.

Isso mudou depois que MacArthur descobriu que não houve apenas eventos em que aeronaves caíram, mas que algumas das aeronaves tinham características únicas.

E o que eles descobriram?

Bem, eles descobriram que algumas aeronaves não eram oriundas deste planeta.

Tornou-se necessário a partir do momento que foram descobertas e entregues ao alto escalão, criar uma equipe especializada.

Portanto, não seria mais um soldado de infantaria que a levaria para uma área de armazenamento e depois a enviaria para uma área segura.

Eles precisavam de uma equipe especial.

Este é um documento de 1944 que mostra claramente que haveria um oficial e uma equipe.

E o oficial e a equipe iriam até as aeronaves acidentadas, assumiriam o controle delas e as levariam para uma área segura.

E quem estava encarregado dessas pessoas?

Bem, neste caso, teria sido MacArthur, porque era do Pacífico.

E o interessante é que se você tivesse um cartão de identificação, haveria uma foto sua nele.

Haveria sua assinatura nele.

Isso deixava claro e mostrava o fato de que tal oficial era o responsável.

Ele se encarregaria da aeronave acidentada.

Eles as transportariam até uma área segura na retaguarda, onde os especialistas poderiam analisá-la.

Antes disso, eles não tinham nada parecido.

Qual é a importância desse documento?

Bem, antes dessa época,

desde o início da guerra até…

Na verdade, isso surgiu em 1942.

Mas até 1942, não importava quem tivesse acesso à aeronave acidentada.

Não importava como chegasse a uma área segura, se chegasse a uma área segura.

Eles podiam vê-la no campo e fazer o que chamamos de “exploração de campo” da nave, depois seguir em frente.

Isso aqui mostra a implantação de pessoas especializadas e treinadas para transportar a nave de onde estava localizada até uma área segura na retaguarda, onde os especialistas poderiam examiná-la e explorar a tecnologia que fazia parte da nave, porque era uma tecnologia que não teve origem neste planeta.

Eles fizeram engenharia reversa de alguma dessa tecnologia?

Na verdade, desde o início, eles começaram a descobrir certas coisas.

Coisas como o quê?

Não sei de fato.

Não posso provar, mas se ouve histórias do Vietnã sobre eles terem soldados inimigos em terra, e, de repente, eles desapareciam quando um helicóptero passava por cima e atirava um raio de luz em alguns desses soldados inimigos.

Esses eram conhecidos como “lasers”.

E eles eram lasers de potência militar que podiam cortar metal e desintegrar totalmente uma pessoa.

Área 51 ~ temos lá uma nave dos seres com 9 biliões de anos

Mas se usamos isso no Vietnã ou foram apenas histórias porque as pessoas sabiam da existência dessas armas, eu não sei.

Eu sei que, durante o Vietnã, como em todas as outras guerras que tivemos, apareceram OVNIs.

E disseram ao nosso pessoal que as aeronaves não identificadas que eles viam eram helicópteros inimigos, não ”helicópteros não identificados”, mas “helicópteros inimigos”.

Nós os localizávamos e tentávamos interceptá-los.

E diziam para não atirar neles, porque poderiam ser aeronaves aliadas, helicópteros aliados em missões amigáveis.

Mas quando há um helicóptero que um F-105 Thunderchief não consegue acompanhar, esse é um helicóptero e tanto.

Isso é incrível.

Então, durante todo o curso da guerra, nós nunca conseguimos, oficialmente, tirar fotos dos helicópteros inimigos ou aeronaves não identificadas.

Nós as captávamos no radar.

Fazíamos tudo o possível para tirar fotos delas.

Porém, em 30 de junho de 1968, uma reunião foi realizada na sede do MACV.

O assunto era os objetos voadores não identificados, não helicópteros inimigos ou aeronaves não identificadas, mas OVNIs, Objetos Voadores Não Identificados, que estavam sendo observados no Vietnã e o que devíamos fazer sobre eles.

A decisão dessa reunião determinaria se, quando nos deparássemos com OVNIs, abriríamos fogo e tentaríamos derrubá-los.

Ficou determinado que, se os OVNIs não mostrassem qualquer ação hostil contra nós, não atiraríamos neles.

Nossa aeronave especial tentaria tirar fotos deles.

Até hoje, a reunião em si, as atas da reunião, as conclusões alcançadas e as recomendaçõe ainda são confidenciais.

Essa unidade ainda existe hoje?

Eu acho que existe.

O governo dos EUA diz que não.

Mas acho que existe.

E acho que foi expandida.

Não são mais apenas membros do Exército dos EUA.

Acho que há membros da Marinha e da Força Aérea dos EUA.

E ao contrário da crença popular, a Marinha dos Estados Unidos desempenha um papel muito maior nisso do que os outros ramos militares.

Porque é assim, eu não sei.

E que outros dispositivos e ferramentas de fabricação obtivemos da tecnologia extraterrestre?

Algumas coisas como fibras entrelaçadas, o Kevlar à prova de balas.

E também as fibras ópticas.

Tudo isso é muito terreno, mas as conseguimos explorando a tecnologia dessas naves.

E a situação não terminou aí.

Como resultado dessa unidade, com algumas das coisas que entraram em jogo, eles perceberam que precisariam agir para parecer que fazia parte da comunidade de inteligência fazendo seu trabalho e garantido que nunca mais, depois de Pearl Harbor, os Estados Unidos seriam vítimas de uma tecnologia surpresa em uma guerra.

Então, implantamos o Projeto Moon Dust.

Também tivemos a Operação Blue Fly.

O Projeto Moon Dust foi o programa geral para recuperar apenas dois itens, objetos de origem não americana que sobrevivessem à reentrada na atmosfera da Terra, porque poderíamos obter informações técnicas do objeto.

E se descobríssemos que tinham tecnologia avançada do nosso interesse, poderíamos explorar essa tecnologia avançada.

Os objetos que sobreviviam à reentrada na atmosfera dos EUA eram muito terrenos.

Muito raramente encontrávamos tecnologia avançada.

E, na época, assustávamos muito o Congresso, porque os militares sempre diziam: ”Os russos estão muito à nossa frente nisso.” ”Os russos estão muito à nossa frente naquilo.”

Posso te dizer, pelos documentos que obtive, que foi só para conseguir mais dinheiro do Congresso, ao assustá-los.

E funcionou.

O Projeto Blue Fly tinha equipes de recuperação que realmente saíam e recuperavam esses objetos.

Tudo foi um resultado direto disto aqui.

Então, a situação mudou, e estavam trazendo objetos de origem não americana, oriundos de outros planetas.

E estávamos explorando essa tecnologia.

E fizemos progresso.

Quero dizer, dê uma olhada.

De todos os avanços desde a Segunda Guerra Mundial até os dias atuais, progredimos tecnologicamente quase 200 anos à frente do que deveria ser a tecnologia atual.

Do cavalo e carroça para a Lua.

Com certeza.

E tudo começou com Kennedy dizendo:

“Até o final desta década, iremos à Lua, não porque é fácil, mas porque é difícil.”

Quando disse isso, Kennedy sabia.

Mas ele foi morto antes de falar.

E acho que ele deixaria claro que iriamos fazer isso.

A NASA, que não estava a par de todas essas informações, estava trabalhando com o Projeto Apollo para nos levar à Lua e trazer de volta com segurança.

O Exército dos Estados Unidos, no final dos anos 50, estava trabalhando em um programa para uma expedição à Lua
em 1960.

Eles também estavam planejando ter uma base lunar para 12 homens, uma base permanente da Lua, até junho de 1963.

Também sabíamos que nossas armas aqui na Terra não funcionariam na Lua tão bem quanto na Terra.

Então, o Exército dos EUA desenvolveu sistemas de armas que seriam muito eficazes contra qualquer inimigo que pudéssemos encontrar na Lua.

E os documentos que falam sobre isso deixaram bem claro que poderiam ser tropas soviéticas ou outra coisa.

Tudo isso parece maluquice ou de filmes de ficção científica.

O que eu estou falando para você agora, é que são documentos que a maioria dos americanos nem sequer sabe que existem.

E essa tecnologia não era um sonho.

Existia.

Antes que os russos colocassem em órbita o satélite Sputnik I, em 4 de outubro de 1957, antes de lançá-lo ao espaço, o Exército dos Estados Unidos lançou um míssil, um foguete, que subiu 8.000 km no espaço e voltou para a Terra.

E quem ficou chateado e com raiva quando descobriu que isso aconteceu, que deixamos os russos colocarem um satélite lá em cima antes de nós?

Ninguém menos que o então senador Lyndon Baines Johnson, porque ele sabia que tínhamos a tecnologia para colocar um satélite no espaço antes dos russos.

Na realidade, provavelmente tínhamos um satélite no espaço antes que os russos colocassem o Sputnik lá em cima.

E isso teria sido resultado do Escritório Nacional de Reconhecimento.

NRO.

Eles foram em frente.

Eles trabalhavam com satélites antes da existência da NASA.

Quando a NASA deu início ao Programa Apollo, eles tiveram que encontrar um lugar na Lua.

Então, eles decidiram enviar uma nave ao redor da Lua para tirar fotografias.

Só que eles não tinham uma câmera boa o suficiente pata tirar as fotografias de alta resolução que precisavam.

O NRO deu a eles uma câmera que fazia parte da antiga tecnologia deles, e disseram:

”Desenvolvemos isso. Tentem e vejam se funciona.”

Investiram menos de 200 mil dólares na câmera, e a câmera acabou ficando muito boa, tirava fotos de alta resolução.

Era tecnologia antiga do NRO.

O NRO tinha, na época, uma câmera de resolução muito melhor do que aquela câmera.

Mas se a tivessem dado à NASA, provavelmente abriria uma brecha no NRO e acabariam sabendo que ela já existia.

O NRO surgiu no final dos anos 50, tornou-se oficial em 1962, e não seria conhecido pela maioria membros do Congresso, ou qualquer outra pessoa, até 1992.

Poderia falar em detalhes sobre a Unidade de Pesquisa Interplanetária do Exército dos Estados Unidos?

Bem, a única coisa que posso destacar é que foi iniciada pelo general Douglas MacArthur, porque ele sabia.

E ele havia compartilhado essas informações e já havia outras pessoas que sabiam.

E eu diria…

Eu não sei de fato, mas diria que as pessoas eram escolhidas a dedo, na época, pelo diretor da Agência Central de Inteligência, simplesmente porque todos pensavam que a Força Aérea tinha controle de tudo.

E não chamava atenção que fosse o Escritório de Inteligência Científica da CIA que realmente tinha controle sobre toda a situação dos OVNIs.

Foi a partir desse escritório que a Força Aérea foi orientada a desprezar o fenômeno OVNI.

Mesmo quando eles criaram o Projeto Blue Book, estabelecido em 10 de dezembro de 1948, a Força Aérea divulgou um relatório que permaneceria confidencial até 1985.

Project Blue Book / Projeto Livro Azul (série) – temporada 1

E foi o Relatório 203 da Inteligência Aérea.

E o Escritório de Inteligência Naval também desempenhou um papel nisso.

A estimativa da situação já havia sido feita e enviada para o general Hoyt Vandenberg, que então chantageou a Inteligência Aérea.

Creio que houve envolvimento até do Escritório de Inteligência Naval.

Mas foi a Inteligência Aérea que orquestrou tudo.

Eles fizeram a estimativa da situação dos OVNIs e disseram que alguns OVNIs eram interplanetários.

Hoyt Vandenberg disse: ”Não, não, não, não, não. Vocês não têm a evidência física para provar isso. Portanto, não podem chegar a essa conclusão.”

Então, deram a ordem para…

E sabemos que não se faz dessa maneira.

A ordem foi: ”Destruam e não guardem nenhuma cópia.”

Garanto a você que, em algum lugar nos arquivos, existe uma cópia desse relatório.

A razão pela qual afirmo isso, foi que o Relatório 203 da Inteligência Aérea concluiu que alguns OVNIs eram reais, eles exibiam tecnologia altamente avançada, e precisávamos descobrir mais.

A razão pela qual precisávamos descobrir mais, era que a tecnologia poderia ter sido desenvolvida pelos antigos estados soviéticos.

E mais uma vez, o alto escalão da Força Aérea indagou sobre o relatório.

Foi quando solicitaram que se tornasse público.

Disseram: ”Não, não, não, não. Não o torne público. Esse relatório alude a coisas que a Força Aérea nunca tornou público e que poderiam acreditar.”

Eles ordenaram que todas as cópias desse relatório fossem destruídas.

Toda a situação se resumiu a uma pequena mensagem, em uma folha, que deixou claro:

”Todas as cópias deste relatório foram destruídas, com exceção de uma cópia, que está sendo mantida para a posteridade.”

E isso apareceu nos arquivos,

acho que em março de 1985.

E o que estão fazendo hoje com isso?

Bem, toda a situação diz respeito ao Moon Dust, que é o programa para recuperação geral de objetos de origem não americana que sobrevivem à reentrada na atmosfera da Terra e objetos de origem desconhecida, que existe até hoje.

Eles vão negar, mas existe até hoje.

Quando o nome foi comprometido em 1985, eles mudaram o nome.

Para qual?

Não sabemos.

Eu gostaria de saber, porque então eu procuraria os documentos com esse nome.

Blue Fly é a mesma coisa.

Mas eles sempre tentaram desconsiderar e colocar a culpa nos russos.

Culpe os russos.

O problema é que parte da documentação veio à tona e deixou isso claro.

Por exemplo, foi em 1963, acho, que, no Sudão, recuperamos um satélite que pesava cerca de 6 toneladas.

Nenhum satélite pesava tanto assim naquela época.

Com muita dificuldade, cortamos alguns pedaços desse satélite para enviar para laboratórios aqui nos Estados Unidos, para tentar determinar de que material era feito, enquanto todos diziam que parecia ser feito de alumínio.

Alumínio é difícil de cortar?

O que aconteceu com aquele satélite?

Não sabemos.

E era um satélite ou uma nave?

Acho que era uma nave.

Não acho que fosse um satélite.

Eu também acredito.

E eles poderiam ir a público e nos dizer de quem era aquele satélite de seis toneladas.

Quem o colocou lá em cima?

Quem o fez?

Para que finalidade?

E até hoje, isso não aconteceu.

Mas os programas ainda estão em andamento.

Quais agências governamentais estão envolvidas nisso?

E para onde estão indo as informações?

Todas as agências do governo dos Estados Unidos estão reunindo esses tipos de dados.

Dentro de cada agência, há um escritório especial que reporta diretamente ao Escritório de Inteligência Científica da Agência Central de Inteligência.

O Escritório de Inteligência Científica reporta diretamente ao diretor da Agência Central de Inteligência.

E o diretor da Agência Central de Inteligência responde apenas ao Presidente dos Estados Unidos.

Mas a parte assustadora é que, o diretor da Agência Central de Inteligência, enquanto ele tem que ficar quieto sobre tudo isso, não tem necessariamente que informar ao Presidente dos Estados Unidos, aquele residente temporário da Casa Branca, quanto ao que está por trás de tudo isso.

O presidente sabe o que está acontecendo?

E ele é a única pessoa que sabe, além dessas agências?

O diretor da Agência Central de Inteligência sabe o que está acontecendo.

Ele não é obrigado a informar o presidente sobre nada disso.

Muitos presidentes pediram, e a muitos presidentes foram negadas essas informações.

Você vê isso como uma ameaça ao povo americano e ao mundo?

Com certeza.

Eu vejo isso como uma grande ameaça.

Chamamos isso aqui de democracia.

Somos uma república.

Democracia é quando votamos sobre tudo o que acontece.

Somos muito preguiçosos para fazer isso.

Portanto, elegemos membros do Congresso, do Senado e da Câmara dos Deputados.

Você está dizendo que eles são escolhidos a dedo?

Esses indivíduos?

As pessoas que sabem?

Sim.

Eles são escolhidos a dedo, e nem são funcionários eleitos.

Quando há um OVNI para ser recuperado, um grupo de pessoas se reúne no que chamam de ”Sala de Crise”, na Casa Branca.

Normalmente, seria o Conselho de Segurança Nacional.

Mas são pessoas escolhidas a dedo e para toda a vida, que passam a ter conhecimento sobre o que está acontecendo com relação aos OVNIs.

Elas estão lá.

As pessoas estão no país onde o OVNI caiu.

Se é um país estrangeiro, eles estão na embaixada.

Eles têm um grupo de pessoas conhecido como “equipe do país”, que coordena o equivalente atual da equipe Blue Fly, e eles dizem ao país em que estão, se é uma potência estrangeira:

”Precisamos ajudá-los a identificar de qual potência estrangeira é, para que possamos devolver a eles como exigido pela lei internacional.”

Bem, nós ficamos com isso.

E muitas vezes, não há identidade estrangeira, então, nós ficamos.

Você conhece algum desses indivíduos?

Eu não quero que você seja morto.

Se eu dissesse o nome de quem eu suspeito que seja, e acertar, isso poderia custar vidas.

Estou tentando obter as informações para poder dizer:

”Aqui está o documento que diz quem são, e mostra que recuperamos naves de outros planetas.”

Certo.

Então, não tenho tanto medo, nem preocupação.

Illuminati – os seres negativos

Porque você tem como validar.

Com certeza.

Obtive legalmente através da Lei da Liberdade de Informação.

Minha maior preocupação é que essas pessoas nem sequer são funcionários eleitos ou mesmo membros do governo dos EUA, de forma alguma.

Eles são de grandes corporações.

E essas grandes corporações podem ter laços com governos estrangeiros que não têm os mesmos interesses que nós.

E algumas dessas entidades estrangeiras, que estão ligados a essas empresas, podem ser as que estão realmente no poder.

E nós nem sabemos disso.

Então, toda a situação se torna muito assustadora e perigosa.

Sargento Stone, você é membro de algum desses projetos?

Não, eles são da alçada da Força Aérea dos Estados Unidos.

Mas, dito isso, havia ativos entre os serviços que eram trazidos para fins específicos.

Como eu, que chamavam de “Interfacer”.

Eu nem sabia que o Moon Dust ou Blue Fly sequer existiam.

Eles teriam uma equipe constituída de três homens.

Mas eles poderiam aproveitar os recursos das outras instalações militares na área para cumprir a missão.

Além disso…
Corrija-me se eu estiver errado.

E quanto à sua autorização?

Porque você fazia parte de algo, mas nem sabia que tinha autorização para fazer parte disso.

Essa era a parte mais assustadora, porque toda a situação era, na maioria das vezes, você chegar e receber o que chamavam de “sumário”.

Quando ia embora, recebia o que chamavam de ”resumo”.

E quando ia embora e recebia o resumo, você assinava o chamado acordo de não divulgação.

E a única vez que deve receber isso, é quando a missão é confidencial e você tem autorização para saber as informações.

Pensava: ”Caramba, nem tenho credenciais de segurança.”

E não seria até que tentassem me levar à corte marcial, porque abri minha boca grande, não seguindo as ordens que me deram, que eu não deveria mais falar sobre OVNIs, eu não deveria falar com a mídia, eu não deveria escrever sobre OVNIs para organizações governamentais, nem eu deveria escrever para os membros do Congresso, ou mesmo para o Presidente dos Estados Unidos.

Considero isso uma ordem ilegal, e continuo fazendo o que estava fazendo.

Vamos explicar a todos.

Como os militares trabalham juntos nesses projetos? Ou eles brigam por essas naves e dispositivos?

Bem, nessa situação específica que lida com OVNIs, não há qualquer rivalidade entre os serviços.

As informações estão sendo coletadas para estudar a tecnologia envolvida, para explorar essa tecnologia avançada.

A Força Aérea está no comando das unidades envolvidas, então enviam para a unidade do Serviço de Inteligência Aérea, que fica em Fort Belvoir, de lá vai para… não precisa ir necessariamente para o Escritório de Inteligência Científica da Força Aérea, porque tem ligação direta com o Escritório de Inteligência Científica da CIA, e de lá, eles tomam a decisão para onde vai.

A partir daí, é um buraco negro.

Não faço ideia para onde eles enviam.

Eu sei que passa pela P&D.

Após a P&D militar, vai para um lugar que conseguimos descobrir, mas não pudemos mais avançar, o setor industrial civil.

Eles pedem ao setor industrial civil: “Poderiam fazer algo com isso?”

Universidades de renome.

E quem escolhe isso?

É apenas o diretor da CIA?

Porque, obviamente, o presidente não sabe que isso está acontecendo.

Há uma equipe que decide isso, e ela trabalha com o diretor da CIA.

Uma das principais desvantagens é que nem sempre são informados pela Inteligência Aérea… desculpe… pelo Comitê Consultivo de Inteligência, que, em 1952, decidiu que haveria uma posição mais forte contra os OVNIs, chegando ao ponto de que o Conselho de Segurança Nacional seria avisado sobre os OVNIs e emitiriam a chamada Diretiva de Inteligência do Conselho de Segurança Nacional, que envolveria toda a comunidade de inteligência.

A razão para isso, foi que o Comitê Consultivo de Inteligência sentiu que o tempo envolvido para identificar o fenômeno,

os objetos voadores não identificados, onde quer que eram vistos, poderia levar semanas.

Isso é muito tempo.

Até lá, poderia haver dispositivos atômicos caindo no país.

E como resultado dessa surpresa técnica chegando até você, você poderia perder a guerra antes mesmo de entrar nela.

Eles queriam uma identificação rápida do objeto.

Eles queriam ter a capacidade de neutralizar qualquer ameaça que pudesse ter relação com isso.

Essa era a única coisa que eles queriam.

A CIA queria desprezar isso.

A CIA fez com que a Força Aérea assumisse uma postura de que não havia nada nos OVNIs.

Foi a CIA que disse à Força Aérea: ”Quer saber?

No momento, o Blue Book tem 20% de incógnitas.

Vocês precisam reduzir esse número.

Com o tempo, eles reduziram para 7,7%.

O que ainda é muito.

Sim.

Mas também é uma mentira.

Sim.

Porque a forma como reduzimos isso, foi usar possíveis e prováveis explicações meteorológicas, erros de identificação, possível/provável civil e/ou militar.

Muitas falácias.

Após cerca de seis, sete meses, esse possível/provável desapareceu.

E foi isso que aconteceu, mesmo sabendo que não era.

E sobre a situação com o NRO, a Força Aérea foi em frente e, como a maioria de nós hoje, decidiu que tinha que ser os programas altamente confidenciais com os quais o NRO trabalhava.

E você contribuiu para esse programa direta ou indiretamente?

Relutantemente, eu me envolvi com ele.

De que maneira?

Na condição da interface, sendo eu o responsável por conversar com o visitante ou quem eles tivessem lá.

Também sentindo…

vou usar o termo “psiquicamente”… algumas das coisas que ocorriam na área específica, porque eles sintonizam com você.

Quando nossos visitantes decidem usá-lo para segui-lo ao longo da vida, você se torna uma ferramenta de aprendizado para nossos visitantes.

Você vive uma vida, e eles aprendem com ela.

Mas acontece que os militares sabem que você tem essa habilidade.

E eles querem usar essa habilidade.

Normalmente, eles tentavam te pegar.

No meu caso, a Força Aérea.

E tenho certeza que a maioria dessas pessoas queria que você fosse para lá.

Eu tinha problemas médicos.

Eu não deveria servir nas Forças Armadas.

Mas eles acharam que, de alguma forma, me colocariam na Força Aérea.

Ao preencherem meu formulário inicialmente, que seria para ajudá-los mais tarde contra a minha vontade, eles anotaram que eu me alistei na Força Aérea dos EUA, porque esse era o objetivo.

Mas, em virtude de tudo o que acontecia, tive que entrar no Exército dos Estados Unidos.

E eu não teria problemas até que decidiram me colocar no curral, por assim dizer.

E eles precisavam que eu ficasse no Exército, e só me restava pouco mais de um ano.

Disseram: ”Queremos que você se aliste de novo por mais três anos.

Se você não fizer isso, vamos levá-lo à corte marcial, porque você deveria estar na Força Aérea.”

Eu era um garoto de 19 anos.

Eu estava morrendo de medo.

Eles te forçaram.

Foi isso. Eu tive que ir.

Mas acontece que eles não conseguem ensinar isso.

Conseguimos ensinar visão remota.

E as pessoas que acham que encerramos esse programa, elas estão redondamente enganadas.

Ainda operamos o programa de visão remota.

Foi muito mais eficaz quando dissemos ao público, para tentar encobri-lo e mantê-lo longe do Congresso.

Quando eles descobriram sobre o MKUltra, a CIA destruiu milhares de documentos.

Fiona Barnett ~ Pedofilia; rituais com assassinato; projeto MKULTRA; adrenocromo

Por quê?

Para impedi-los de cair nas mãos dos membros do Congresso.

Porque então cortariam o orçamento.

Cortariam.

E algo que muitas pessoas não sabem, mesmo quando se trata de programas de OVNIs… e há mais que desconheço ou não compreendo… eles são financiados por orçamentos negros.

É dinheiro tomado.

O dinheiro é contabilizado, então dizem: ”Vamos colocar 100 mil dólares em um projeto de orçamento negro.”

Eles não dizem o nome.

Podem fazer dois ou três membros do Congresso irem aos outros membros e dizer: ”Não podemos contar nada sobre isso, mas é necessário e importante que o mantenhamos, que financiemos esse programa e nos certifiquemos que funcione.”

E isso acontece todo ano.

O NRO ainda recebe muitos projetos de orçamento negro.

Informações fascinantes.

Obrigado, sargento Stone, por sua participação.

O prazer é meu, senhor.

Obrigado por me receber.

Sou Emery Smith, e este é o “Revelação Cósmica”.

Próximo episódio:

S16E04 Incidentes com os Greys (Cinzas)

 

Disclaimer:
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2 Comments

    1. Comentário que me fez rir. Olha eu acho que temos de separar aquilo que é a novela dos chamados corredores de poder na Terra, com aquilo que é verdadeiramente cósmico.. Mas fogo foi mesmo meio século!

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