revelação cósmica temporada 16

S16E02 ETs na Terra (Revelação Cósmica)

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S16E02 ETs na Terra (Revelação Cósmica)
S16E02 E.T.s on Earth (Cosmic Disclosure)

Assista ao episódio clicando no link abaixo, usando o browser chrome:
https://drive.google.com/open?id=1q8hf8vB_LnVybjdoL3IowmgM6afdv1PL

Se der erro, use o browser chrome em modo anónimo (teclando Ctrl + Shift + n) no PC e se necessário, antes tem de fazer logout do seu gmail. Se ainda não conseguir, aceda a partir de outro PC. Alerta-se que os episódios têm sido retirados da internet, portanto se detetar que o episódio foi denunciado, faça um comentário (não no facebook), para indicarmos outro link.

Episódio com legendas não formatadas em português do Brasil (para quem não deseja assistir ao vídeo):

revelação cósmica temporada 16 episódio 2

REVELAÇÃO CÓSMICA – POR DENTRO DO PROGRAMA ESPACIAL SECRETO

ETs na Terra

Hoje, em “Revelação Cósmica”, recebemos o sargento Clifford Stone, que teve experiências pessoais incríveis com extraterrestres nas Forças Armadas.

Sargento Stone, bem-vindo ao programa.

Obrigado.

Estou feliz por estar aqui.

Sargento, muitas pessoas por aí afirmam que os ETs estão entre nós.

Eles estão?

Eu sei que isso é verdade através de experiências pessoais.

Korona, eu lembro do nome dele, porque ele me acompanhará por toda a minha vida.

E, às vezes, ele me causa problemas.

Bem, qual o seu envolvimento nisso?

Ele está aprendendo comigo.

E há milhares de pessoas por aí que têm um companheiro, vou colocar dessa forma, que as seguirá por toda a vida.

Sim, eles estão entre nós.

Ele não irá a um evento social comigo.

Conheço pelo menos duas outras pessoas que o viram.

Em uma ocasião, salvou a vida de uma pessoa.

Mas eles não são…

Esse não é o propósito.

Eles aprendem com suas experiências.

Eu posso olhar este documento, página por página, e mesmo que eu não esteja lendo, ele pode saber tudo o que está nele.

E ele vai se lembrar completamente.

E, ao mesmo tempo, tudo o que eu vejo, como quando examino meus documentos, eles veem.

Em uma ocasião, tive contato com algumas pessoas que se parecem muito com você e eu, bem normais.

Nós conversamos.

E elas conversaram sobre coisas.

E eu fiquei pensando: “Caramba, de onde elas obtêm todo o conhecimento de certas coisas sobre o espaço, sobre o nosso sistema solar, a manipulação do espaço-tempo?”

E elas finalmente me disseram: ”Não somos do seu planeta.

Mas estamos tentando aprender ao interagir com pessoas como você e até outros.

Mas você sabe algo estranho sobre nós.”

Bem, sim, eu sabia que, quando apagávamos as luzes, elas poderiam tocar em algo e dizer a cor do objeto, e elas entrariam em detalhes, explicando que o reflexo da luz determina a cor de algo, mas que a vibração do objeto, ou o que fosse, também refletirá a cor quando não houver luz para refletir a cor.

E estou apresentando isso em termos leigos, tendo dificuldade em explicar isso.

Elas disseram em termos muito científicos.

Então eu tive contato com essas pessoas por quase duas semanas.

Sargento, onde foi essa situação?

O lugar ficava perto de Anniston, Alabama.

E fui enviado para lá para outro TDY, para treinamento adicional.

Por favor, explique ao público o que é um TDY.

TDY é um serviço temporário.

Foi em Fort McClellan, Alabama.

Nós fomos apresentados.

Então, toda a situação não foi por acaso.

Como foi a experiência?

Foi estranha.

Pensei que estavam brincando comigo, que não podia ser real.

Mas acabamos descobrindo, e eles disseram:

”Temos certos talentos.

E algum dia sua espécie terá esses mesmos talentos, é a evolução, depois de certo tempo, coisas acontecem.

Como agora, você pode fazer certas coisas com sua capacidade psíquica.

O motivo de não a usar agora é que você está tão acostumado a dizer a si mesmo que não pode, que essas habilidades psíquicas não existem.

Você não consegue ver as coisas no futuro.

Você não consegue sentir certas coisas.

Mas, é claro, pode ser algo que seria incômodo, também.

Porque quando você chega ao ponto em que pode entender o que a outra pessoa está pensando, ela pode estar pensando coisas muito ruins sobre você, e isso pode incomodá-lo e levar a uma discussão sem se entender completamente como realmente ocorreu.”

Elas destacavam todas essas coisas.

Como era se comunicar com esses seres?

Bem, você pode se deparar com eles por acaso, e eles podem ler sua mente. Mas eles não chamam a atenção das outras pessoas, eles falam como você e eu. A única diferença é que o idioma que você estiver falando, eles ficam muito à vontade com ele. Se quiser falar em mandarim, eles podem fazer isso.

Mas, em nosso caso, temos que aprender o idioma, e vai levar certo tempo.

E, às vezes, nem chegamos ao ponto de realmente aprender o idioma e falar com precisão.

E muitas pessoas dizem que falam inglês.

Mas abusamos muito dele, não falamos o inglês da maneira que deveríamos.

Não chamamos mais de inglês do rei ou da rainha, chamamos de inglês coloquial.

Bem, eles podem falar as duas formas.

Em certa situação, se eles estivessem sentados e você olhasse para eles, e eles olhassem para você, se eles estivessem falando, eles poderiam fazer isso através de transferência de pensamento.

Eles poderiam usar telepatia?

Sim.

E psiônica?

Exato.

É a isso que eles se referem como transferência de pensamento.

E quando fazem isso, as pessoas dizem:

”Por que aquelas pessoas só estão lá olhando uma para a outra e, de vez em quando, fazem assim…

mas não estão falando?

O que está acontecendo?”

Dessa maneira, não atrai suspeitas.

E elas têm que se ajustar ao ambiente em que estiverem.

O único momento em que elas não se ajustam é quando apagam as luzes e elas conseguem dizer as cores de certas coisas.

E quando apaga as luzes, e a sala fica bem escura, você não consegue ver sua mão na sua frente.

Você vai esbarrar nas coisas.

Elas não vão fazer isso.

Sargento, o que você aprendeu com elas?

Que eu não tinha o conhecimento científico que essas pessoas tinham.

E elas tentavam me explicar as coisas como se tentaria explicar para uma criança, porque se falassem com termos técnicos complexos, eu não conseguiria entender.

Era assim que elas se relacionavam comigo.

Mas, caso contrário, falaríamos sobre ”de onde você é?”, ”como está sua família?”, coisas triviais que as pessoas costumam falar.

E em que momento você percebeu que elas eram extraterrestres?

Desde o primeiro dia que elas chegaram lá.

E a razão pela qual eu sabia disso foi que elas me perguntaram sobre o que passou pela minha cabeça quando ajudei aquele a escapar.

Eu pensei:
”Como elas sabem disso?”

O que quer dizer com escapar?

Bem, em Fort Belvoir, Virginia, havia um ET que resgatamos de uma nave ou outro lugar.

Estava sozinho.

Eles o guardavam.

Eles tentaram falar com ele.

Eles não conseguiam falar com ele.

Que tipo de extraterrestre?

Era um dos Cinzas.

Mas era o que chamamos de Cinza do tipo 3, porque era mais alto, com cerca de 1,2 m de altura.

Quais são os tipos 1, 2?

O tipo 1 tem entre 90 cm e 1 m de altura, um Cinza bem escuro.

O tipo 2 tem quase o mesmo tamanho, é muito parecido com o tipo 1, só que é um Cinza mais claro.

Não sei que nível de conhecimento tecnológico eles têm.

Existe uma diferença?

Sim, existe.

comando Ashtar

Eles são seres sencientes?

Eles são conscientes?

Ou é uma forma de vida programada?

Existe um circuito cibernético com tecido orgânico, ou é como um ser humano?

Não, essas entidades são totalmente biológicas. Vou dizer que eles nasceram de mãe e pai. Eles foram criados em uma família. Eles são como nós. Dito isso, também preciso salientar neste momento que existe o que chamaríamos de inteligência artificial. Só que a inteligência artificial a que estamos nos referindo às vezes pode parecer uma vida inteligente.

Mas ela é.

Não sei bem que termo usar.

Mas a inteligência que existe…

E isso é tecnologia antiga para eles, porque, inicialmente, essa inteligência mecânica-biológica foi enviada aqui antes que o homem existisse para procurar outras vidas nos universos, e mesmo em outras dimensões.

Elas têm uma consciência.

Elas têm uma percepção de sua existência.

Elas têm a percepção de que, em algum momento, essa existência vai acabar.

É uma inteligência artificial muito realista, que tem todas as emoções de um ser senciente.

Fale-me sobre a fuga. O que aconteceu exatamente?

Bem, quando me levaram lá, eles não conseguiam se comunicar.

Mas foi decisão da entidade.

E eu vou tentar passar por isso bem rápido, porque fico emocionado ao lembrar disso.

Quando fui lá, me disseram: ”Muito bem…”

E esse era o que eu sempre chamava de coronel.

Ele disse:
”Temos um dos seres aqui, e ninguém consegue fazê-lo falar ou entender o que está acontecendo.

E é por isso que precisamos de você aqui.”

Fort Belvoir, Virginia, tem uma unidade da Força Aérea que é diretamente responsável por todas as atividades de OVNIs, eventos reais com naves interplanetárias.

E eles respondem diretamente ao Escritório de Inteligência Científica da Força Aérea, que responde diretamente ao Escritório de Inteligência Científica da CIA.

Eles mantêm esses extraterrestres contra a vontade deles?

Quando eu fui lá, eles me disseram que a entidade era uma convidada do governo dos Estados Unidos.

No entanto, essa entidade estava sob forte guarda.

E a situação foi que, quando entrei e vi a entidade…

Lembre-se que quando elas começam a falar com você, você sente o que elas sentem.

Exato.

É uma linguagem emocional.

Há um vínculo emocional, sim.

É exatamente isso.

Então, quando eu entrei, ele se aproximou.

Ele olhava para baixo, assim.

Então ele levantou a cabeça e olhou para mim assim.

E logo de cara, eu pude senti-lo dizer ”estou com medo”.

Por ele ter dito isso, senti medo imediatamente, comecei a ter visões da família dele, ele temendo não ver sua família novamente, também a destruição que iria acontecer quando seu povo, que já estava a caminho, fosse lá para pegá-lo, e eles teriam que usar uma tecnologia que destruiria totalmente o prédio, e provavelmente mataria alguns de nós que estavam no prédio.

E ele não queria que isso acontecesse.

Ele preferiria morrer a nos ver sendo mortos por algo que nem sabíamos o que estávamos fazendo.

Altruísta.

Nossa…

Eu compreendi isso e avisei a ele:

”Vamos tirar você daqui.”

E ele deixou claro que ele deveria estar longe da cerca do perímetro.

E foi assim que ele disse, cerca do perímetro.

A Escada de Cristal ~ Comando Ashtar (1.ª parte do livro)

Então eu pedi para ir lá fora para fumar um charuto.

E enquanto eu estava lá fora, disse a um dos meus amigos se ele se importaria em pegar um alicate e colocar perto da cerca dos fundos.

Havia um portão que dava para onde ficava o prédio.

E o acesso era só por aquele portão.

Não havia outros portões.

O prédio tinha uma entrada na frente e nos fundos.

Então me dirigi à pessoa que eu sempre chamava de coronel:

”Ele tem algo que quer me mostrar.

E ele não quer mais ninguém aqui.

Apenas eu posso ver.

Mas, depois, eu posso explicar para você, talvez até ter alguma evidência sobre o que estávamos falando.”

E o coronel concordou, com relutância, em tirar todos do prédio.

E quando todos saíram,

fui até a entidade e disse: ”Está bem, vamos lá.”

E corremos como loucos para a porta dos fundos e saímos.

E comecei a cortar desesperadamente o arame.

Cortei até o ponto de conseguir colocar o corpo e abrir assim, para que ele pudesse passar por baixo.

E eu me cortei.

E você sabe como é o arame galvanizado que cerca as bases.

Eu me cortei porque não aguentei segurar

sem que me acertasse.

Mas eu podia ouvir os guardas gritando: ”Pare ou vamos atirar! Pare! Vamos atirar!”

E eu podia ouvi-los preparando as armas.

Quando ele saiu, olhou para cima e a nave chegou.

Tudo isso aconteceu num piscar de olhos.

E houve um brilho.

Foi uma luz difícil de explicar.

Foi como um raio de sol muito brilhante iluminando um buraco escuro no chão.

Você está lá, no escuro, mas consegue ver aquele raio de sol.

Era uma luz dourada?

Uma luz dourada.

Isso mesmo, dourada.

Nunca me fizeram essa pergunta, mas você acertou em cheio.

Era uma luz dourada.

Ele desapareceu e a luz se apagou.

E isso tudo aconteceu em um piscar de olhos.

Então os guardas vieram e me agarraram.

Não estavam tentando pegar leve comigo.

Eles me puxaram.

E quem eu sempre chamava de coronel começou a dizer o quanto eu estava errado, como eu poderia ser levado à corte marcial e tudo isso, e como eu poderia ter morrido naquela noite, porque eles poderiam ter atirado em mim.

O uso de força letal estava autorizado.

E eu disse: ”Sim, mas quer saber?

Cheguei aqui e você me disse que ele era um convidado do governo dos EUA.

Desde quando guardas armados vigiam nossos convidados?”

E ele tentou me dar um sermão, que era para a proteção deles, para a proteção da entidade.

Eu disse: ”Se essa entidade tentasse fugir por conta própria, vai me dizer que você não teria atirado nela?”

Então ele pensou sobre isso por um tempo, deu uma risadinha e disse:

”Bem, da próxima vez me diga.

Posso concordar ou não, mas estaremos a par da mesma situação.

Diga-me da próxima vez.

Você vai ter que confiar em mim.”

E eu disse: ”Sim, senhor.

Mas quer saber?

Saiba que eu me importo com toda a humanidade e todos os seres vivos, e você vai ter que confiar em mim, porque eu não vou fazer parte de uma situação e pensar que essa entidade é um personagem de desenho animado.

Então, se você for matar um deles, terá que me matar primeiro.”

Isso é muito honroso.

Essa é uma história difícil para eu contar.

Porque o que as pessoas não entendem é que, quando conta alguma dessas histórias, você vê tudo na mente, a revive por completo.

Você também a revive emocionalmente.

Por que a nave não chegou e teletransportou o ser da cela da prisão?

Bem, era um prédio.

Ele estava em uma sala sem janelas, com uma porta de acesso.

Se decidissem fazer isso, o raio que eles usariam causaria uma colisão de anti-matéria com matéria.

E haveria uma interação com o prédio, naquela sala, o que acabaria provocando uma enorme explosão, com o feixe sendo focado na entidade. E apenas ela sobreviveria à tentativa de resgate. Então, ele estava visando nossa proteção mais que tudo, e até disposto a dar sua vida.

Bem, eu vi um prédio atingido por eles.

E a situação o faz questionar: ”O que havia aqui?” ”Havia algo aqui.”

Quando explodimos algo, sempre restam destroços.

Nesse caso, tudo o que resta é um pó fino, e se isso.

O coronel estava ciente do quanto era perigoso manter um extraterrestre preso?

Eles sabem ou querem que isso aconteça?

Eles querem que a nave volte e pegue o ser de volta?

Eles não querem que isso aconteça. Existe um protocolo para sempre devolvermos as entidades vivas e sempre devolvermos os corpos. Existe um protocolo para isso. Mas antes que esse protocolo seja cumprido, eles sempre tentarão obter o máximo de informações possível de uma entidade viva.

Arcontes ou Nobreza Negra

Sempre nos disseram que uma entidade viva vale muito mais dinheiro do que uma entidade morta.

E isso é verdade.

Sim, eu concordo.

E esse extraterrestre que escapou, obviamente voltou para sua família.

Correto.

Sabe se existem outras famílias, de outras civilizações, nos visitando aqui?

Sim.

Quando fui para a Alemanha, passei oito anos lá, e eu tinha um SFC, Sargento de Primeira Classe, E-7, que era o NCOIC do SPOO.

SPOO significa Escritório de Planos e Operações de Segurança.

E ele sentiu que era necessário dizer:

”Bem, você teve uma experiência no Fort McClellan com uma família que não era deste planeta.

Não é incomum que isso aconteça.

Caso isso aconteça novamente, você precisa saber que essa não é a única família aqui.”

Houve uma situação…

E preciso lhe dizer isso, pois assim fui orientado.

Havia uma família, acho que em Brownsville, Texas, porque ficava perto do Golfo, pois foi atingido por um furacão.

E foi um furacão devastador.

Contaram-me isso em 1978.

E destruiu muitas propriedades por lá.

E um dos adolescentes da família sentiu pena de uma garota, porque a família dela tinha perdido tudo.

E ele disse: ”Sabe, temos maneiras de lidar com esses tipos de tempestades em nosso planeta para que não causem nenhum dano.”

Ela disse: ”No seu planeta?”

Ele respondeu: ”Sim.”

Ela perguntou: ”E como você chegou aqui?”

Ele disse: ”Bem, vocês chamam de discos voadores.

Se isso te deixa um pouco mais feliz, se isso deixa sua vida um pouco mais fácil, por você ter passado por tudo isso, gostaria de ver o disco voador da minha família?”

Minha nossa…

Ela perguntou:
”Você tem ele aqui?”

Ele disse: ”Sim.

Amanhã eu vou te levar na minha casa.

O disco voador em que viemos fica no celeiro.”

Então, ela disse: ”Sim, eu gostaria de vê-lo.”

Mas durante toda a noite, outras pessoas viram vans azuis militares da Força Aérea, reboques azuis da Força Aérea, carros indo e vindo.

Bem, no dia seguinte, ele não foi buscar a garota.

Ela contou à família.

A família contou a algumas das outras pessoas por lá.

O xerife finalmente soube a respeito.

Durante toda a noite, a família e tudo o que tinham foi levado.

No celeiro, havia evidências de que algo muito pesado esteve no chão, mas não estava mais lá.

E a principal pergunta foi: como eles tiraram de lá?

Porque ninguém viu uma carreta coberta com lona.

Eram apenas caminhões que normalmente usam para levar móveis e coisas assim.

Mas tudo foi levado, as coisas que estavam no celeiro e em alguns dos outros edifícios, onde a família tinha coisas.

Nada mais estava lá.

Vou ousar e dizer que se alguém deixou uma moeda cair no chão, mesmo isso foi recolhido.

E o lugar foi deixado como se tivessem saído e limpado o chão e tudo mais.

Vou usar a palavra estéril, como se estivesse pronto para outra pessoa se mudar.

E ninguém sabia para onde a família tinha ido.

Mas ele me disse para onde tinham ido.

Foram para a Califórnia.

O Véu e a Quarentena

Foram para a Califórnia?

Foram para lá, mas não me deram o destino exato.

Ele disse que levaram toda a família para a Califórnia.

E, claro, disseram ao jovem:

”As pessoas deste planeta não vão entender.

E se uma pessoa descobrir que não somos deste mundo, isso vai assustá-la tanto que ela pode falar para outras pessoas.

E isso acabará por trazer outras pessoas aqui, e talvez até matar toda a nossa família, porque os humanos temem o desconhecido.”

E com esse medo, a única maneira que sabemos como lidar com isso é tentar destruir o que não entendemos.

A minha opinião sobre a família que conheci no Alabama, é que eles são tão humanos quanto nós, que eles têm emoções, que se preocupam com suas famílias.

Eles se preocupam conosco.

Eles querem aprender mais sobre nós.

Eu acho que eles querem extrair o bem que está dentro da raça humana.

E eles esperam que, ao fazer isso, eles darão um exemplo para nós, a raça humana, extrair o bem que há na raça deles, sem entender que viemos de lugares diferentes.

Qual você acha que é o objetivo deles?

Porque há muitas conversas negativas de que eles vêm aqui para nos matar.

Qual sua opinião sobre isso?

Eu costumava ficar de boca fechada.

Mas não posso mais fazer isso.

Muitas vezes nos disseram que nem todos os contatos seriam de natureza amigável, que não é uma questão de ser uma natureza amigável.

Faremos coisas que não entenderemos e que podem ser uma ameaça para nós mesmos.

Mas, quanto aos nossos visitantes, eles não querem nos fazer mal.

Somos mais ameaça para eles do que eles são para nós.

E a situação é que as pessoas precisam olhar a história humana para entender que, se tivesse uma intenção hostil contra nós, se quisessem nos dominar, a humanidade deixaria de existir em menos de um dia.

Estamos falando de uma tecnologia…

Veja os alemães.

Eles conquistaram a Polônia em menos de um mês por causa de sua tecnologia.

E a tecnologia que nossos visitantes têm…

Vamos usar, por comparação, as metas da NASA de criar novos sistemas avançados de propulsão.

Eles finalmente disseram, por volta de 2000, que não fariam mais isso, mas ainda continuamos.

Reencarnação; cancelar Contrato

A tecnologia deles está 1.400 anos-luz à frente, antes que possamos sonhar em usar parte dessa tecnologia.

Bem, nossos visitantes estão de um a dois bilhões de anos à nossa frente tecnologicamente.

Em suma, se eles quiserem destruir toda a humanidade, como eu disse, toda a humanidade morreria em menos de um dia.

Eles poderiam ser bem seletivos.

Todos os outros seres ainda estariam vivos.

Somos bactérias neste planeta, pois tudo de ruim que acontece neste planeta vem de nós.

Eles poderiam acabar conosco.

Com toda a sua experiência com extraterrestres, você fez alguma descoberta, ou seus chefes fizeram, que ligaria nossa linhagem à deles?

Precisamos entender que não há nada de novo sob o sol.

E eles sempre dizem que, um dia, vamos nos juntar à Irmandade Galáctica.

Sim.

Eu chamo de Parlamento Galáctico.

Algumas pessoas chamam de Federação Galáctica.

A questão é que estamos todos interconectados.

Existe essa relação entre nós e as entidades que estão dentro do nosso universo e em outros universos. Existe uma relação entre nós e, ouço dizer, o multiverso, as outras dimensões que existem e que podem ser indefinidas. Então, não só não estamos sozinhos no universo, estamos relacionados às entidades que compõem esse universo e as outras dimensões.

Então diria que eles realmente têm compaixão por nós?

Eles têm muita compaixão.

Eles sabem que podemos nos destruir um dia, que se não entendermos completamente a radiação, energia nuclear e as coisas que fazemos, e aplicar isso para a melhoria da humanidade poderemos prejudicar a humanidade.

E é como uma criança em uma sala

cheia de vapor de gasolina.

Ela tem uma caixa de fósforos.

Essa criança precisa entender… não acenda o fósforo, porque se acender, você e qualquer outra pessoa na sala deixará de existir, porque vai detonar o vapor no ar e matar a todos.

Bem, estou feliz que estejam por perto nos vigiando, porque precisamos de ajuda.

Obrigado, sargento Clifford Stone. Mais uma vez, o prazer é meu.

Meu nome é Emery Smith, e este é o ”Revelação Cósmica”.

Até a próxima.

https://www.oevento.pt/2019/11/12/s16e01-missoes-de-resgate-de-ets-revelacao-cosmica/

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5 Comments on “S16E02 ETs na Terra (Revelação Cósmica)

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