Randy Cramer, revelação cósmica t15

S15E04 Relacionamentos entre Humanos e ETs (Revelação Cósmica)

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Randy Cramer é novamente o convidado do 4.º episódio da 15.ª temporada de “Revelação Cósmica”. Alguns tópicos deste episódio:

  • Há uma presunção de que outras espécies são muito mais avançadas porque elas têm viagens espaciais. E gostaria de enfatizar que isso não é necessariamente verdade.
  • A espécie mais alta que eu já encontrei nessa sala tinha mais de 15 m de altura.
  • Existe um tipo de tradutor universal computadorizado, como uma caixa que fica sobre a mesa.
  • A mistura de espécies na galáxia é uma loucura (humanos podem se relacionar com outras espécies).
  • A espécie Canis Major são pessoas parecidas com cães e são seres adoráveis.
  • Nós podemos dizer uma coisa e estar pensando e sentindo algo completamente diferente, mas não podemos fazer isso com os extraterrestres (não os podemos enganar).
  • A linguagem do universo é telepatia.
S15E04 Relacionamentos entre Humanos e ETs (Revelação Cósmica ~ Randy Cramer) S15E04 Human – E.T. Relations (Cosmic Disclosure)

Assista ao episódio clicando no link abaixo, usando o browser chrome: https://drive.google.com/file/d/18ycem5RzNC5-kqcvcg3awR5mvXVwj8zX/view?usp=sharing

revelação cósmica temporada 15 episódio 4

REVELAÇÃO CÓSMICA – POR DENTRO DO PROGRAMA ESPACIAL SECRETO

Episódio com legendas em português do Brasil (para quem não deseja assistir ao vídeo):

Relacionamentos entre Humanos e ETs

Emery Smith: Hoje em “Revelação Cósmica”, recebemos Randy Cramer, que interagiu com diferentes raças extraterrestres humanoides durante o tempo que serviu fora do planeta.

Com quantos ETs humanoides diferentes você realmente interagiu?

Randy Cramer: Bem, essa é uma pergunta muito específica. Provavelmente, uma das coisas mais legais e incríveis que tive a oportunidade de fazer foi quando eu era piloto a bordo do Nautilus. Às vezes, grupos de embaixadores embarcavam na nave, para que os escoltássemos até a Estação Espacial Intergaláctica que orbita Júpiter.

Por eu ser o único oficial que teve treinamento de infantaria, eu tinha que ir junto nessas missões e estar pronto para alguma eventualidade. Mas quero enfatizar que essas missões eram para um local onde havia… não era como um bar alienígena onde uma briga poderia começar. Era um ambiente comunitário muito regulamentado, onde várias espécies se juntavam para poderem conversar. E alguma ”eventualidade” nunca aconteceu.

Mas eu ainda precisava ir junto. E a sala principal dentro da estação espacial tem provavelmente 1,5 km de circunferência, com janelas do chão ao teto, com cerca de 20 metros de altura, em uma visão de 360 graus. Porque para acomodar a variedade de espécies que pode chegar lá para conversarem, a instalação utiliza geradores holográficos de luz dura.

Portanto, a diferença entre um holograma de luz suave e um holograma de luz dura é que você pode se sentar em um holograma de luz dura. Você não pode se sentar no holograma de luz suave. Então eles criariam ambientes de conversação, como um ambiente de conversação básico, com uma mesa e cadeiras de cada lado, se apenas isso fosse necessário.

Dependendo da interação entre as espécies, diferenças de altura, ou diferenças entre ambientes líquidos e gasosos, se estivessem usando um traje ambiental ou não, todos esses ambientes de conversação poderiam ser criados de forma improvisada e, em seguida, excluídos tão rápido quanto foram ativados. Porque é apenas código de computador criando esses hologramas de luz dura. E diria que a sala estava sempre com metade, 2/3 ou totalmente em uso.

Então era um lugar muito ocupado. E a menor espécie que já encontrei nessa sala tinha cerca de 45 cm de altura. A espécie mais alta que eu já encontrei nessa sala tinha mais de 15 m de altura, bem como uma grande variedade de humanoides, não humanoides, cefalópodes, anfíbios, espécies derivadas de quase todos os tipos de formas de vida que possa imaginar em um estado evoluído.

Então, nesse ambiente, eu diria que já me sentei à mesa com algumas dezenas de espécies diferentes. Diria que fiquei a uns 15 metros, durante esse período, do que creio ter sido centenas de espécies. É uma pergunta com muitas respostas. Mas acho que a pergunta que você fez foi sobre espécies humanoides. Então, espécies humanoides, eu diria que talvez foram mais ou menos meia dúzia, menos de uma dúzia.

S09E01 Detalhes sobre 60 tipos de seres extraterrestres

ES: Eles eram mais conscientes e inteligentes do que nós?

Randy Cramer: Eu diria que havia uma variedade de caminhos de desenvolvimento um pouco acima do nosso. Mas, para ser sincero, eu diria que, comparados com algumas delas, somos mais desenvolvidos. Acho que há uma presunção de que outras espécies são muito mais avançadas porque elas têm viagens espaciais. E gostaria de enfatizar que isso não é necessariamente verdade.

Tecnologia espacial e espaçonaves não garantem que você seja a espécie mais inteligente.

Porque nem todas têm tecnologia de espaçonaves por elas mesmas a terem inventado. Elas a obtêm de outro lugar. Nós adquirimos nossa tecnologia de outro lugar. Portanto, é uma variação bem ampla, para ser sincero com você.

ES: Que bom que você trouxe isso à tona. Porque existe esse grande equívoco por aí de que… ”Eles são ETs.” ”Eles são como os super-heróis da galáxia.” Não é desse jeito.

Randy Cramer: De maneira alguma.

ES: São basicamente nós, no futuro. Mas ainda somos nós de certa forma. Entende o que digo? Randy Cramer: Com certeza.

ES: Você entende o que estou tentando dizer. Randy Cramer: Sim.

ES: Fiquei surpreso muitas vezes. Porque eles pronunciavam uma palavra errado. Ou talvez não se comunicavam telepaticamente de forma correta. Mas todos cometem erros, especialmente quando se entra nesta dimensão. Você está sob as leis desta dimensão. Você disse que existem milhares de espécies e diferentes tipos de formas.

Randy Cramer: Sim.

Você conseguiu se comunicar com as outras espécies lá?

Randy Cramer: Sim, com certeza. Como eu disse, eles criavam ambientes de conversação. E assim, dependendo da barreira do idioma ou não, você poderia ter uma variedade de traduções. Então, em alguns casos, haveria um ser biológico real atuando como tradutor verbal. Poderia haver um ser biológico atuando como tradutor psiônico.

Existe um tipo de tradutor universal computadorizado, como uma caixa que fica sobre a mesa.

Basta falar e a caixa traduz para o idioma específico. Eles falam e a caixa traduz para o inglês. Havia também uma pequena auréola que poderia usar e era como um comunicador psiônico. Se a outra espécie em questão tivesse psiônica desenvolvida, poderia levar toda a conversa. E você seria capaz de se envolver em uma conversa psiônica sem qualquer aparelho adicional.

ES: E qual era a natureza dessa interação de vocês ao irem nessa estação espacial? Quais eram os objetivos?

Randy Cramer: Era destinado ao que chamaríamos de conversa inicial com outra espécie, que talvez tivéssemos acabado de conhecer e era hora dos embaixadores deles e dos nossos embaixadores se sentarem e dizerem: ”De onde você é?” ”Somos daqui.” ”É assim que o nosso planeta é.” ”Como é o seu planeta?”

É como uma conversa que você teria com alguém que conheceu de outro país e quer saber a respeito dela. ”O que gostam de comer?” ”O que gostam de ouvir?” ”Como é sua arte?” ”Como é a sua história?” ”Como é a sua política?” ”Como é a sua economia?” Quais são os itens que vocês negociam, itens comerciais em excesso que gostariam de nos dar ou negociar conosco?”

”O que precisam que não têm e que talvez tenhamos?” Então essas são as conversas iniciais. Mas, certamente, poderíamos desenvolver um tratado inicial e negociações de contrato. Então poderia ser um tratado, ou poderia ser um contrato legítimo, ao falarmos que temos muitos elementos de terras raras, equipamento militar, cerveja, vestuário ou roupas. Eles podem ter uma quantidade x de minerais ou elementos, tecnologia, comida ou bebida. Para ser sincero, fabricamos cerveja melhor do que qualquer um na galáxia. Estava para te perguntar isso.

ES: Por que a cerveja? Você disse roupas. Você disse cerveja.

Randy Cramer: Bem, a primeira coisa importante a saber é que não inventamos a cerveja, certo? Como nossa história nos diz, os ”antigos deuses” trouxeram fermentação e fabricação de cerveja para nós. E como sabemos, quando dizemos ”antigos deuses”, estamos dizendo na verdade astronautas extraterrestres de outro lugar. Então os extraterrestres nos trouxeram fermentação, nos trouxeram cerveja, vinho e tecnologia espiritual.

Acho que muita gente não se dá conta disso. Quando elas presumem que todas essas outras espécies são muito mais avançadas e fazem coisas melhores que nós, mas elas simplesmente não entendem o componente de criatividade humana. Existem espécies que fazem alguma coisa, então, se não estiver quebrado, não consertam. São espécies que voam por aí em espaçonaves que são exatamente o mesmo modelo com que voam por milhares de anos.

Para a nossa espécie, isso é bastante raro. Nós fazemos algo. E dentro de cinco minutos, estamos pensando: ”Certo, no próximo eu vou aprimorar isso.” ”Eu vou melhorar isso.” ”Eu vou melhorar aquilo.” Assim, ao longo dos séculos ou milênios, pegamos o processo de fermentação da cerveja e sempre querendo melhorar, sempre querendo melhorar, sempre querendo melhorar.

Então, refinamos esse processo de uma maneira que está muito além da sofisticação de muitas outras espécies. Porque elas dizem: ”Já está bom o bastante.” ”É hidromel.” ”Já está bom para nós.” Então, acabamos produzindo cerveja melhor. E é mais comum do que não, como eu descobri, para várias biologias que, em alguns casos, podem ser muito diferentes da nossa.

Mas eles ainda reagem ao álcool da mesma maneira, ou, em alguns casos, alguns outros compostos que possamos pensar em ingerir, fumar ou qualquer outra coisa. Podemos pensar que essas coisas, na maioria das vezes, foram obtidas de outra espécie em primeiro lugar. Então há outras espécies por aí que gostam de beber, fumar e fazer outras coisas. Acontece que fazemos uma cerveja muito boa em comparação ao que existe lá fora. E eles adoram.

ES: Então se restringe apenas ao entretenimento?

Randy Cramer: Eles gostam de relaxar e tomar uma bebida também.

Existe algum tipo de Parlamento Galáctico ou Federação Galáctica que você conhece lá fora?

Randy Cramer: Há várias entidades e organizações que se fundem por diferentes razões. Entendo que existe um Conselho Intergaláctico e um Senado Intergaláctico, que é um processo voluntário. A participação dos mundos é voluntária. Não há participação forçada. E muitas das decisões políticas deles também não são decisões forçadas. Eles tomam decisões políticas.

Eles dizem: ”Conversamos sobre isso entre nós ao longo da última década. Criamos uma ideia de política.” E quem estiver cooperando com esse grupo pode decidir se deseja implementar essa política ou não.” Então, se você acha que a política aqui na Terra é complicada e um pouco confusa, a política intergaláctica é ainda mais confusa em alguns casos. Mas a democracia é confusa.

Então, se houver forças ditatoriais, pequenos grupos de pessoas dominando o que todos fazem, isso pode simplificar as coisas, mas geralmente não melhora as coisas. O que encontramos muitas vezes até na comunidade intergaláctica é que quando todos se reúnem para tomar decisões democráticas, as coisas sempre são melhores. Mas a democracia às vezes não é organizada.

É bagunçada. As pessoas precisam debater.As pessoas têm que discutir. ”Eu quero isso.” ”Mas não quero aquilo.” ”E eu não quero que você tenha isso.” ”Mas eu preciso disso.” Esse vai e volta pode continuar por um bom tempo antes que as pessoas cheguem a um acordo de algum tipo com o qual todos possam conviver.

ES: Você já teve um relacionamento pessoal com um ET?

Randy Cramer: Defina relacionamento pessoal.

ES: Bem, digamos, você já namorou um ou esteve envolvido de uma maneira carinhosa e amorosa? Randy Cramer: Sim.

ES: E como foi isso?

Randy Cramer: Sim, ela era uma espécie humanoide do sistema de Cassiopeia. Eles se parecem muito conosco. Os olhos são a principal diferença. Temos um círculo dentro de um círculo. Eles têm uma espiral dentro de um círculo. O idioma deles é um pouco diferente. Eles meio que vibram as cavidades sinusais quando falam. Quero dizer, estamos falando sobre a vibração de diferentes bolsas de ar. E eles faziam algo assim. O nome dela era Neha.

E o pai dela era um alvo de alto valor que tivemos que tirá-lo de um dos seus mundos colônia que estavam sendo atacados e conseguimos trazê-lo de volta. E eu recebi permissão do meu comandante da base para quando pousássemos, eu o escoltaria até em casa. E sua família ficou muito emocionada ao vê-lo e queria que eu jantasse e ficasse lá, e acabei ficando muito amigo da família dele. E a filha dele e eu tivemos um envolvimento romântico. E foi fabuloso. Sinto falta dela.

ES: Como isso funciona?

Randy Cramer: Bem, temos uma compatibilidade biológica muito grande. Então é assim que funciona. Uma compatibilidade biológica muito grande.

CoBra ~ O que é o Evento?

ES: Eu falo muito sobre isso, e talvez você também saiba muito a respeito, que a mistura de espécies na galáxia é uma loucura.

Randy Cramer: Sim. Essa foi uma das coisas que eu não tinha pensado e não passou pela minha cabeça. Mas quanto mais tempo passei com essa equipe embaixadora e quanto mais espécies conhecemos, mais surgiram conversas sobre compatibilidade. E há dois tipos diferentes de compatibilidade.

Existe compatibilidade biológica e de parto, a capacidade de interagir sexualmente e ter um filho. Há também a compatibilidade de ambas as partes, que se torna algo bom. E acontece que esse relacionamento e essa conexão… Muitas espécies conseguem interconectar suas partes. E não sei mais o que dizer. Essa é a melhor maneira de dizer.

Você e Neha, ou algum outro extraterrestre, já tiveram um filho?

Randy Cramer: Sim, temos um filho.

E ele se parece com vocês dois?

Randy Cramer: Infelizmente, tive que partir quando ele ainda era um bebê. Então, sinceramente, não sei como ele é agora. Não sei o quanto ele se parece comigo ou o quanto ele se parece com ela.

ES: E como ele se encaixaria na sociedade de lá se ele é meio humano?

Randy Cramer: Eu acho que eles têm uma postura bastante aberta quando se trata de questões sociais e de interação. Então a família dela me ama muito. E a família inteira gostava muito de mim e me tratou como um deles, me convidou para a família deles como se eu fosse um deles. Foi maravilhoso, para ser sincero com você. Portanto, não era um relacionamento proibido para nenhum dos lados.

Eu não fui o único soldado terráqueo naquele planeta que acabou com uma namorada ou um namorado, e acabou fazendo um bebê híbrido. Então, alguns foram deixados para trás. Houve algumas perguntas. Houve perguntas antes de eu partir. E não era como se você tivesse feito algo errado. Era mais como se precisássemos de mais dados e informações.

Então sim, eu imagino que ele vai crescer sendo aceito, não apenas aceito, mas, para ser sincero, acho que ele vai ser visto como tendo qualidades e características únicas, porque ele vai ter meu DNA.

E aquela é uma cultura que gosta de extrair o melhor de uma pessoa e encontrar o melhor lugar para eles estarem em sua sociedade. Então eles farão o mesmo por ele. Quaisquer que sejam seus talentos e desejos sobre o que ele quer fazer em sua vida, eles farão o possível para encontrar um lugar para ele se sentir feliz. Porque é isso que eles fazem.

ES: Você já foi encorajado ou desencorajado por seus comandantes a não se associar com…

Randy Cramer: Não, de jeito nenhum. Na verdade, eles estavam bem com isso. Os critérios deles eram simplesmente para respeitarmos os seus padrões culturais, respeitarmos suas normas culturais, e não nos envolvermos com um membro da espécie de uma maneira que seria considerada disfuncional, prejudicial, doentia, violenta, esse tipo de coisa.

Fomos informados sobre o que era aceitável e o que não era aceitável. E não necessariamente encorajados ou desencorajados, mas não desencorajados e informados do que não era permitido. Eles não disseram: ”Certo, vai em frente.” Foi mais como: ”Vamos ficar aqui por um tempo. Vamos socializar. Se vocês se envolverem em um relacionamento, aqui estão algumas coisas a considerar”, etc.

ES: Eles sentem o amor da mesma forma que nós?

Randy Cramer: Depende da espécie. Eu convivi com espécies que têm pelo menos um nível de desenvolvimento para entender que temos isso, se não mais. Eu diria que a espécie insectoide é um bom exemplo de uma espécie que tem um emocional baixo… Como posso dizer? Eles têm uma baixa…

ES: Baixa vibração, frequência?

Randy Cramer: Sim, eles não são muito emocionais. Eles têm emoções. Eles simplesmente não são muito emocionais. Portanto, o conceito de amor deles é mais intelectual do que é baseado no sentimento. Mas, no entanto, acho que eles ainda têm uma compreensão de um conceito como esse.

Mas espécies que podem ter um senso emocional mais forte de si mesmos, de suas famílias ou de suas culturas, podem ter um profundo senso de amor pela família, amor pelo parceiro, amor pelo planeta, amor pela espécie, amor pela civilização. Sim, em alguns casos, eu diria que são tão desenvolvidos ou até mais do que nós.

ES: Você viu uma espécie que era hipersensível, que foi informado a respeito, para que tivesse cuidado com essa espécie porque…

Randy Cramer: Sim. Houve uma interação na Estação Espacial Intergaláctica, e devido à sensibilidade dessa espécie, não nos encontramos na sala principal, tivemos que nos encontrar em uma sala no térreo que era bem isolada. Tivemos um interrogatório. Somente membros da equipe que conseguiram demonstrar um certo nível de disciplina emocional foram autorizados a ir.

E nos deram um medicamento farmacêutico que reprimiu a raiva e as emoções intensas para que silenciasse o que estávamos fazendo. E nos incentivaram a ser o mais inexpressivos possível, pois toda a emoção que sentíamos poderia ser muito intensa para eles, o que poderia levá-los a terem emoções intensas, o que nos levaria a ter emoções muito intensas. Então foi um processo muito interessante, com certeza. E foi uma conversa muito interessante.

Na verdade, eu diria que a conversa parecia ser mais direcionada pela forma como eles se sentiam sobre as coisas em vez de intelectual ou matematicamente satisfatório. Então, superficialmente, eu diria que eles… Quero dizer, algumas espécies têm os lados direito e esquerdo do cérebro. Mas algumas espécies também têm mais quadrantes, sabe?

ES: Muitos lóbulos, sim.

Randy Cramer: Sim, muitos lóbulos, que tornam muito interessante e complicado, pois não há apenas os lados esquerdo e direito, há muitos lados diferentes, por assim dizer. Então foi uma experiência fascinante, uma experiência fascinante. E quando terminamos a reunião, todos se levantaram, e cada membro da outra espécie veio até nós e nos deu um abraço, um abraço demorado e quase constrangedor, como uma maneira de encerrar…

ES: Você vai me deixar ir, Randy?

Randy Cramer: Foi como… quanto tempo vou ter que fazer isso? Certo, apenas espere até que eles terminem. Eles separam primeiro. Porque se você se separar, eles podem ficar ofendidos. Mas foi um pouco estranho. Foi uma sensação um pouco estranha.

A história do planeta Terra

ES: E quais eram os protocolos padrão para comunicação antes de você ir a essas missões?

Randy Cramer: Somos informados. E, como eu disse, depende para onde estamos indo, qual a espécie, o nível de civilização, o idioma, etc. Então, somos informados e recebemos uma espécie de lista do que fazer e não fazer com base na cultura deles. Você não quer entrar em uma cultura e fazer algo que é considerado ofensivo, que não consideraríamos ofensivo, mas eles poderiam considerar. Havia apenas uma espécie de lista do que fazer e não fazer, para que não causássemos algum incidente intergaláctico.

Você tem um ET favorito?

Randy Cramer: Eu não sei. Quando você diz isso, imediatamente me vem à mente uma lista dos 10 melhores. Bem, encontramos a espécie Canis Major, pessoas parecidas com cães. Eles tinham cerca de 1,6 m de altura, usavam uma túnica cinza-carvão com uma borda vermelha. Bem banhados, bem cuidados, muito limpos. Se você já ouviu um husky, eles não latem, eles fazem…

Canis Major – seres com altura de 1,6m

Era assim que eles falavam. Eles falavam como pessoas parecidas com cães. E origem racial e miscigenação do próprio mundo deles significava que eles tinham alguns grupos raciais distintos que consideraríamos como raças. Então, se eu dissesse que havia um membro da equipe embaixadora que parecia um pastor alemão, tipo um cão pastor, quero enfatizar que não é exatamente assim, mas é a coisa mais semelhante que eu poderia descrever.

Foi muito interessante se sentar à mesa com pessoas parecidas com cães. Mas uma das coisas que achei mais fascinante sobre eles era que eles tinham muito fascínio por nós, porque temos cães como animais de estimação. E eles achavam que era um relacionamento dinâmico muito interessante que tínhamos com eles. Mas, curiosamente, eles têm primatas de estimação.

ES: Eu estava para dizer: eles têm animais de estimação humanos?

Randy Cramer: Bem, eles são primatas. Como um macaco ou uma espécie de sagui. E conversamos sobre essa relação metafísica inversa entre nossas espécies. E eles se sentiam muito amigáveis conosco por esse motivo. E tínhamos o mesmo sentimento em relação a eles. Então era uma interação muito positiva. E com certeza, de todas as minhas experiências, essa é a que se destaca mais. Era muito agradável ficar com eles, e são muito inteligentes e divertidos.

ES: Você já viu uma espécie egípcia?

Randy Cramer: Curiosamente, houve algumas vezes que estávamos a bordo da Estação Espacial Intergaláctica, e, do outro lado da sala, havia uma espécie que tinha provavelmente entre 15 e 18 metros de altura, bastante grande. Eles tinham um penteado distinto e a barba enrolada. E eles costumavam preferir roupas como as túnicas. O tecido era incrível, como padrões incríveis. Foi imediatamente o que vi quando olhei pela sala. ”Parece muito egípcio, faraônico.”

ES: Qual era a cor da pele?

Randy Cramer: Uma variação de… Quero dizer, havia uma espécie de cor rosada, um tom alaranjado, avermelhado e marrom. Então, dos tons que observei, provavelmente havia quatro ou cinco tons diferentes.

ES: Você notou algum traço de personalidade? Ou você só os viu de longe? Notou algo que se destacou?

Randy Cramer: Digo, além da altura deles?

ES: Bem, sendo o maior ser na sala, todos os olhos estarão nele.

Randy Cramer: Sim. Com toda a certeza. Sim, era chocante. Não há nada que te faça se sentir muito pequeno do que estar em uma sala com algo muito alto. Era uma diferença de altura gigantesca. Tudo parecia muito pequeno em qualquer lugar da sala com eles. Foi um pouco intimidador. Foi um pouco intimidador, um pouco aterrorizante.

ES: Esses caras são as criaturas mais intimidadoras que já conheci.

Randy Cramer: Mas eu não os encontrei pessoalmente. Mas o embaixador com quem estávamos tinha falado com eles antes. E eu conversei com ele sobre eles. E ele disse que eles eram incrivelmente parecidos conosco, seres humanos, pois não apenas tinham nossa aparência física, mas eram muito mais altos, mas tinham um dinâmica masculino-feminino social e cultural muito parecida. De fato, ele disse que a principal diferença entre nós era a altura.

ES: Bem, eu me pergunto por que é assim. Por que você acha que somos tão parecidos com eles?

Randy Cramer: Bem, curiosamente… Essa é uma pergunta fascinante. Falando com os membros do grupo de embaixadores sobre isso, eles falaram sobre como existem muitas espécies diferentes por todo o lugar. Mas parece haver um padrão muito interessante de repetição. Então, enquanto existem muitas espécies, não é incomum ver coisas que parecem se repetir na natureza. Nós estamos aqui.

Alguém está no outro lado da galáxia. Mas veja como somos incrivelmente semelhantes. Aqui está uma espécie que conhecemos que é daqui. E há outra espécie aqui. E veja como elas são incrivelmente semelhantes. Achamos que algumas delas, com base em nossa compreensão da história, têm alguma ancestralidade em comum, alguma mistura genética em comum.

Mas há outra teoria, de que o universo replica a matemática que funciona. Então, essas são equações na matemática do universo que funcionam. Então, em algum momento, o universo vai dizer: vamos repetir essa matemática aqui, porque ela funcionou ali. Exceto, talvez, por ter um planeta que é muito maior, em um sistema de estrela vermelha.

Eles têm 16 metros de altura. Mas é uma atmosfera de oxigênio, nitrogênio e dióxido de carbono. Então algo orgânico, talvez a vida humanoide prosperasse lá. Portanto, é uma provável combinação de espécies criada com o que pensamos ser algo inato no universo, no cosmo, que repete equações matemáticas que são bem-sucedidas.

ES: Ao visitar essas estações galácticas e nessas missões, você notou algum animal de estimação que outros extraterrestres tinham com eles?

Randy Cramer: Sim, Neha tinha um primata que parecia um sagui, desse tamanho, olhos desse tamanho, um ser bastante inteligente e muito amigável. E a primeira vez que estive na casa deles, ele estava totalmente aterrorizado comigo. Mas isso foi porque ele me cheirou. E eu tinha o cheiro de algo que ele nunca sentiu em sua vida antes.

Então, as primeiras vezes que estive lá, ele corria para o outro quarto e meio que olhava pelo canto. Mas então eu comecei a levar lanches para ele. E quando ele percebeu que eu tinha lanches, então ele se aproximava, começava a engatinhar e a procurar cenouras nos meus bolsos, ou o que eu tivesse levado para ele.

S15E03 Os seres que vivem em Marte (Revelação Cósmica)

ES: Ele conseguia se comunicar?

Randy Cramer: Não verbalmente. Mas eu diria da mesma maneira que um cachorro ou gato se comunica conosco. Ele era muito inteligente. E você poderia dizer o que ele estava pensando ou se sentindo com base em certos gestos, linguagem corporal, da mesma maneira que você pode dizer o que um cão ou um gato está pensando ou sentindo com base na linguagem corporal, etc.

ES: E como era se comunicar com Neha? Era verbal? Era telepática?

Randy Cramer: Curiosamente, eu diria que o desenvolvimento psiônico deles é um pouco maior que o nosso. Então eles têm um… É mais normal para eles, como espécie, serem treinados e experimentar o desenvolvimento psiônico à medida que envelhecem. Portanto, a linguagem deles é definitivamente verbal. Mas há um componente psiônico. Portanto, há uma comunicação verbal-psiônica simultânea.

E quando eu estava aprendendo o idioma, tentando compreender as palavras, ela dizia: ”Não, não, não são apenas as palavras.” Ela dizia: ”Você quer sentir o que está pensando, e quer pensar do seu cérebro para o meu cérebro.” E foi preciso um pouco de prática para se envolver em uma conversa verbal que era um foco mental do que eu estava fazendo com minha boca e minha língua com relação às palavras, mas também com foco sobre o que minha mente, meus pensamentos e minhas emoções faziam, o que não necessariamente tem a ver com seres humanos.

Na verdade, acho que às vezes fazemos o oposto, em que podemos dizer uma coisa e estar pensando e sentindo algo completamente diferente.
E você não pode fazer isso com eles (extraterrestres)

Você precisa sincronizar o que está dizendo e o que você está pensando, sentindo e ser… Exige muito mais concentração. Mas eu teria que dizer que a capacidade de comunicação deles, o nível de comunicação deles era muito mais profundo que o nosso. E somos uma espécie muito comunicativa, sabe? Somos muito expressivos em nossa fala e comunicação.

Mas eles eram muito mais. Então as conversas poderiam ficar muito complexas, profundamente emocionais e psicológicas. Era um outro nível de… Pense em se sentar com seu melhor amigo, a melhor parceira que você já teve e pense no nível de conversa pessoal e íntima que você pode ter com essa pessoa. Essa é uma conversa comum com essas pessoas.

ES: É uma forma de telepatia, você diria?

Randy Cramer: Sim, com certeza.

ES: Porque a linguagem do universo é telepatia.

Randy Cramer: Sim.

ES: Eu gosto do que você disse, porque eu também experimentei isso. É algo emotivo. Eu precisava me acalmar antes de entrar em uma sala com um ET. Porque se eu estou chateado e digo oi, na minha mente, é como gritar oi. Então eu entendo quando você diz que está falando verbalmente e você está transmitindo a intenção da emoção, e acho que as pessoas deveriam entender que é assim.

Eles o leem por completo, não apenas a parte verbal. E acho ótimo que Neha disse, colocar com a voz, colocar a energia, a emoção nela. E essa é uma ótima maneira de as pessoas praticarem. Eu acho que você provavelmente ensina isso.

Randy Cramer: Sim, bem, se você pensar em como nos comunicamos como seres humanos, temos um componente verbal. Temos um componente de expressão facial. Temos um componente de linguagem corporal. Então, basta pensar em adicionar mais componentes nessa comunicação.

ES: Como você aprendeu o idioma dela?

Randy Cramer: Eles me ensinaram. E, como eu disse, por ser essa coisa verbal-psiônica, quando eles estavam se comunicando comigo, eles estavam tentando baixar as informações no meu cérebro. Então eu pude aprender o idioma muito mais rapidamente do que eu teria se eu estivesse usando o método Rosetta Stone ou algo assim.

ES:  Você diria que também é um tipo de programação? Talvez eles estejam baixando?

Randy Cramer: Parecia assim às vezes. Houve muita luta. Então, certo dia, eu compreendia tudo. E eu comecei a falar com bastante fluentemente. Mas lembro-me de ouvir que não estava falando como um adulto. Percebia-se que eu pronunciava as palavras mais como uma criança, então eu ainda estava… eu ainda precisava dominar a precisão. Houve muita luta. Então, certo dia, eu compreendia tudo.

ES: Mas quem te ensinou?

Randy Cramer: Eu aprendi com a família dela. Quanto mais tempo passei com eles, mais eles me incentivavam a aprender as palavras. Nos sentávamos à mesa do jantar. E eles me entregavam pratos e diziam no idioma deles, e me incentivavam a pedir coisas no idioma deles. Parecia um pouco como ser criança de novo, entende?

Com os pais tentando encorajá-lo a falar como um adulto. Às vezes, pareciam um pouco condescendentes. Mas eu sei que não significava isso. Não fomos ensinados ou compelidos a aprender o idioma na base. Na verdade, eles aprendem muito rápido. A maioria deles aprendeu a falar inglês muito mais rápido do que aprendemos o idioma dele.

Então nos envolvíamos com vários deles, principalmente com eles falando inglês. Mas havia, é claro, muitas pessoas na comunidade que não falavam nem um pouco de inglês. E se você se deparasse com eles e falasse com eles em inglês, e eles estivesse falando com você no idioma nativo deles, seria como ir à Itália sem saber falar italiano. Você ficaria confuso. Você não saberia exatamente o que o outro estava dizendo.

Pessoas que tinham um motivo para fins comerciais ou por causa do trabalho delas, interagiam muito mais conosco. Elas tendiam a falar melhor inglês. E elas eram muito bons nisso. Não se exigia ou necessariamente nos incentivavam, em circunstâncias profissionais, a falar o idioma deles. Mas em uma interação privada, parecia mais… deixava todos mais confortáveis se eu falasse o idioma deles do que forçá-los a não falar o idioma deles e falar o meu idioma.

ES: Coisas fascinantes, Randy. Obrigado por participar do programa novamente. Sou Emery Smith. Este é o ”Revelação Cósmica”. Até a próxima.

Próximo episódio:

https://oevento.pt/2019/10/22/s15e05-comercio-intergalactico/

Disclaimer: Os artigos são escritos em português do (Brasil ou de Portugal) ou numa mistura de ambos. Este site publica artigos próprios e de outros informantes em que se limita a publicá-los: quer dizer que pode não concordar com os mesmos. Você deve usar a sua intuição com aquilo que ressoa ou não consigo.

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