revelação cósmica temporada 14

S14E06 Os pilotos sabem que não podem reportar OVNIs; isso leva ao despedimento

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Alguns tópicos do 6.º episódio da temporada 14 de “Revelação Cósmica” com a presença de John Lear:

  • Os pilotos sabem que não podem reportar o avistamento de OVNIs. Isso leva ao despedimento.
  • Pelo menos 5 diferentes civilizações extraterrestres trabalham no Lago Groom.
  • No interior da Terra, há pelo menos 800 civilizações distintas que vivem lá dentro.
  • A história de um extraterrestre do tipo louva-a-deus andando pelo corredor.
  • As Luzes de Phoenix
  • Há um equívoco por aí sobre os Cinzas (Greys)
  • Monstro do lago Ness é real
  • Pediram a 33 de nós para colocar no papel o que queríamos que o presidente Trump soubesse
  • A base secreta dos Brancos Altos
S14E06 Colaboração de Extraterrestres no Lago Groom (Revelação Cósmica ~ John Lear)
S14E06 E.T. Collaborations at Groom Lake (Cosmic Disclosure)

Assista ao episódio clicando no link abaixo, usando o browser chrome (watch the episode by clicking on the link below, using the chrome browser):
https://drive.google.com/open?id=1hGQhGF3vq-XALvlghj3-4ruibsTZGucF

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Episódio com legendas em português do Brasil (para quem não deseja assistir ao vídeo):

revelação cósmica temporada 14 episódio 6

REVELAÇÃO CÓSMICA – POR DENTRO DO PROGRAMA ESPACIAL SECRETO

Emery Smith: Estamos aqui hoje com John Lear. Vamos falar sobre encontros extraterrestres. John, obrigado por se juntar a mim hoje. Bem, na primeira vez que isso aconteceu comigo, eu estava na fazenda da minha família no sul da Flórida, quando eu tinha uns 7 anos de idade. E uma nave sobrevoou o lago, tinha talvez 10 m de diâmetro. Estava brilhando com uma luz branca azulada. E eu pude ver três seres em uma pequena vigia, como uma janela oval. E houve uma comunicação telepática muito rápida. E ela se dobrou em si mesma e desapareceu. Eu entrei e contei para os meus pais. E eles disseram: ”Tudo bem. Só não fale sobre isso na escola.” Quando foi a primeira vez em sua vida que se deu conta de que não estamos sozinhos?

John Lear: A primeira vez que eu soube que as coisas não eram como deveriam ser foi quando eu voltava da Escola de Dança Brown & Brown, onde eu fazia sapateado, balé e tumbling. Havia um ônibus (autocarro) que eu pegava para ir até minha casa, no 222 da rua 14, que ficava a uns 30 minutos de carro. Eu entrei no ônibus, me sentei, ele percorreu toda a Rua 14 até Georgina, onde eu desci. E assim que desci do ônibus, eu estava subindo no ônibus. Eu me virei e disse ao motorista: ”Eu acabei de pegar esse ônibus?” E ele me olhou impassível.

ES: Certo.

John Lear: E lá vou eu fazer toda a viagem de novo, que era um saco, longos 30 minutos. E só entrei e…

ES: Onde você estava, John?

John Lear: Foi a primeira vez que percebi que algo não estava… ES: Que algo não estava certo.

John Lear: E depois, a primeira vez que vi uma nave foi em um Learjet indo para Los Angeles. O que parecia um M2-F2 foi da esquerda para a direita na mesma altitude que a minha.

ES: A banheira?

John Lear: Exato, a banheira voadora. E apenas anos depois, após eu contar essa história várias vezes, eu cheguei à conclusão: por que diabos um M2-F2 estaria voando pelo corredor de tráfego de Los Angeles? Digo, isso simplesmente não poderia acontecer.

ES: E então você soube que isso não poderia acontecer.

John Lear: Então era outra coisa.

ES: Bem, pilotando diferentes aviões, ido a 50 países, você já viu algum outro fenômeno aéreo não identificado, seja nave, luzes ou outra coisa?

John Lear: Sim, eu voava de Detroit para Los Angeles à noite, bem tarde da noite. Tínhamos acabado de passar por Chicago. E eu só estava sentado lá, sem nada para fazer à noite, e olhei pela janela. É difícil ver pela janela, porque em uma cabine geralmente as luzes são brilhantes e você não pode ver lá fora a menos que você levante a cabeça. Mas minha cabeça estava perto da janela. E vi algo em movimento. E não poderia ter sido uma estrela, poderia ter sido um avião. Mas se movia muito rápido. Então chegou a uma certa posição e subiu direto. Foi direto para cima.

E eu pensei: ”Nossa, isso foi bem interessante.” E então, cerca de um ou dois minutos depois, vi outro. E começou a vir assim. Então, nesse ponto, fez… Foi direto para cima, desse jeito. E eu disse: ”Adoraria contar para esses caras na cabine que não acreditam em nada. Mas não vai acontecer de novo. E eu vou parecer um idiota.” Mas depois, fez isso outra vez. E eu disse: ”Venham aqui, pessoal. Eu quero mostrar algo.” E eles vieram, o copiloto e o engenheiro de voo, e viram aquilo chegar e subir, desse jeito. E eles viram duas vezes. Então tiveram que admitir: ”Sim, foi algo um pouco estranho.”

E a única outra vez que vi uma nave foi quando Bob Lazar nos levou para a Área 51.

ES: E você diria que não era uma nave nossa? Era uma nave deles? Não tínhamos esse tipo de tecnologia.

John Lear: A primeira que passou por mim, não poderia ter sido uma nave nossa. Estava indo muito rápido. Pelo menos eu achei que não. A segunda sobre Chicago, sim, essa poderia ter sido nossa. Porque não há razão para que um ET, ou eu não acho que poderia haver uma razão, para que ele seguisse uma trajetória de voo e, em um certo ponto, disparar para cima. Isso não fazia sentido. Foi algum tipo de teste, ou algo que fazíamos, particularmente cinco seguidas.

ES: Percebo que a FAA realmente se preocupa com pilotos que vejam esses fenômenos aéreos. Por que isso? Quem os controla? E por que ficam tão agressivos?

John Lear: Um governo secreto.

E mesmo se você mencionar algo assim, você perderá imediatamente seu atestado médico.

E você não encontrará um piloto em toda a FAA que sequer mencionaria algo assim. Eles sabem que é melhor não.

ES: Bem, muitas pessoas viram as Luzes de Phoenix. O que foi aquilo?

John Lear: Tenho certeza de que éramos nós. Eu tive um amigo que voava para a Southwest Airways. Ele estava no chão. Ele disse: ”John, eles estavam voando com a formação de buscas. Não eram sinalizadores.” Estou familiarizado com…

ES: Eram várias naves, não uma grande.

John Lear: Exato. E foi uma formação de buscas. Foi para alguém que havia sido morto ou algo assim. Ele não disse que era definitivamente nosso. Mas ele disse que com certeza era uma formação de buscas. E foi real. Não foram sinalizadores. E o governo tentou dizer que foram sinalizadores.

ES: Sim, aquilo saiu do controle.

John Lear: E foi de grande notoriedade para as pessoas em Phoenix.

ES: Sim.

John Lear: E havia muitas filmagens disso. E os militares tentaram dizer que foram sinalizadores. Não foi nada disso.

ES: Você sabe de alguma civilização extraterrestre trabalhando no planeta Terra, ajudando instituições governamentais, organizações, ou projetos lado a lado?

John Lear: Sim, pelo menos cinco delas, diferentes civilizações extraterrestres trabalham no Lago Groom.

ES: Exato.

John Lear: E no interior da Terra, há pelo menos 800 civilizações distintas que vivem lá dentro.

ES: Com certeza.

John Lear: Como pode haver tanto espaço? Você não tem ideia de quanto espaço há lá. E eles dizem: ”Bem, a Terra é oca?” Não, não é oca. Mas há espaços enormes lá embaixo.

ES: As pessoas não sabem o quanto a Terra é volumosa.

John Lear: Com certeza.

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ES: E quanta água a cobre, também. E o melhor lugar para esconder coisas é no oceano.

John Lear: Com certeza.

ES: E sob essas outras cavernas da que você fala.

John Lear: E as criaturas incríveis no oceano.

ES: Sim.

John Lear: Criaturas fantásticas.

ES: Sim.

John Lear: E eu vi um vídeo outro dia, de um mergulhador de águas profundas fabricando plataformas de petróleo. E ele fez uma apresentação que foi muito assustadora. Ele viu algo que o deixou apavorado. E foi desconfortável vê-lo contar essa história, porque era muito crível. A coisa agarrou o cara e tentou levá-lo. E ele fugiu dela.

ES: Nossa! Sim, também existem muitos seres que vivem na água, nas profundezas, que investigamos até hoje. E é muito interessante, porque eu costumava fazer filmagens subaquáticas para a National Geographic e o Discovery Channel. E todos os dias eles descobrem uma nova espécie de alga, bactérias, um peixe. Assim como na Amazônia, eles descobrem uma nova espécie todos os dias de algo que não sabemos, seja um inseto ou o que for. E acho que há muito mais descobertas que serão divulgadas relacionadas com ETs, devido à genética, e coisas derivadas de projetos que as pessoas podem ter em sua pele, e elas nem sabem disso. E muitos fatores de mutação estão acontecendo ao redor do planeta, que estamos percebendo através de testes de DNA.

John Lear: Eles passaram 50 anos tentando provar o Monstro do Lago Ness isso ou aquilo.

Claro que ele está lá. Mas tentar provar é outra coisa.

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ES: Exato. Fale-me sobre essas cinco civilizações extraterrestres que trabalham conosco no Lago Groom.

John Lear: A única história que conheço é a do segurança. Eles costumavam contratar seguranças para se sentar em diferentes partes das passarelas que eles construíram. Elas foram construídas em aço inoxidável. E eles teriam um posto de guarda lá. E eu não sei o que ele deveria fazer. Enfim. Esse guarda estava sentado lá. Ele tinha acabado de ser contratado. E veio um louva-a-deus andando pelo corredor. E vem andando pelo corredor, e o segurança olha para ele, tem um ataque cardíaco e morre ali mesmo.

E então, depois disso, quando eles contratavam seguranças, eles passavam um período de doutrinação de três semanas, mostrando fotos a eles, mas com muito cuidado, e nem tudo ao mesmo tempo. Eles viam imagens breves. E então, da próxima vez, talvez alguns segundos, para acostumá-los a ver essas coisas estranhas. Porque tirar alguém da rua, colocá-lo como segurança, e um louva-a-deus passa pelo corredor, se arrastando… sabe… isso é… algumas pessoas iriam…

ES: É bastante chocante.

John Lear: Muito chocante. Essa é a única história que conheço.

ES: Mas quais eram algumas das outras espécies? Você disse que conhece cinco, mas ouviu apenas uma história.

John Lear: Estou tentando pensar. Havia uma chamada Orange, outra chamada Iban. Algumas delas parecem bem exóticas. Algumas delas até gostam de nós. Mas não me lembro exatamente de todos elas.

ES: Tudo bem. Sabe, há um equívoco por aí sobre os Cinzas (Greys). O que poderia me dizer sobre isso?

John Lear: Eles são feitos em Zeta Reticuli.

ES: Certo.

John Lear: E eles são organismos cibernéticos. Eles são essencialmente robôs glorificados. E qualquer um pode usá-los, ETs bons e ruins, qualquer um. Eles existem para fazer o trabalho, seja lá o que for solicitado.

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A história sobre Serpo não é verdadeira.

Serpo é a história que está circulando sobre o contingente da Força Aérea e da Marinha que foi para Zeta Reticuli e aprendeu a jogar futebol com eles e todo tipo de bobagem.

ES: Bobagem, sim.

John Lear: Quando ouvi pela primeira vez, não pude acreditar. E as pessoas realmente acreditaram.

ES: As pessoas acreditam que temos bolas de golfe na Lua.

John Lear: Mas a história que ouvi há uns 30 anos foi que três pessoas foram a Zeta Reticuli e ficaram lá algumas semanas. E quando eles voltaram, um morreu, um ficou louco, e um estava perfeitamente normal.

E foi a primeira vez que ouvi algo semelhante a Serpo.

ES: Isso faz sentido para mim, se aconteceu. Porque pequenos grupos de pessoas ao longo do tempo… A Rússia fez um estudo sobre isso, na verdade, com cinco cosmonautas. Eles foram trancados por apenas 150 dias. E três deles enlouqueceram. E apenas dois realmente mantiveram a sanidade. E isso foi apenas depois de 150 dias. Portanto, é preciso uma mente muito forte para fazer algo assim. Mas é interessante você dizer que eles estavam um pouco malucos quando voltaram.

John Lear: Mas jogar futebol em Serpo é completamente ridículo. Mas entendo o ponto de vista do governo querendo apresentá-los como não sendo uma ameaça.

ES: Exato. Bem, voltemos às formas de vida programadas, esses Cinzas (Greys) que podem ser operados (controlados)  por praticamente qualquer raça extraterrestre. Ouvi dizer que duplicamos isso. E eu vi organismos cibernéticos humanoides nos projetos, e eu não conseguia dizer se eram humanos ou não. Eu soube de um enorme grupo de cientistas, na Universidade do México, onde colocaram 300 pessoas no auditório. E foi protegido pelos militares para ninguém entrar. E os cientistas subiram no palco e fizeram uma apresentação de PowerPoint sobre os rumos da robótica, o caminho que tomaremos com osseointegração, a formação de tecido em titânio.

A forma que cultivaremos um organismo, mas, também, adicionaremos circuitos a ele. Era algo inimaginável em 1993. Então ele disse: ”Bem, pessoal, apenas para que vocês saibam, isso já foi feito. E três de vocês na plateia são esses robôs.” E todo mundo surtou. E eles pediram que se levantassem. Acho que foi algo muito chocante para muitos daqueles cientistas terem visto isso, que fazia parte do projeto, que já tínhamos criado. Porque eles já estavam trabalhando nisso para ver quem iria aparecer como aquilo. Mas já tinham feito isso cinco anos antes.

John Lear: Certo.

ES: E eu acho que eles conseguiram isso pela engenharia reversa da tecnologia de algumas naves que caíram. Claro, eles enviam PLFs quando elas caem, para ajudar a compartilhar. Eles intencionalmente derrubam naves aqui para nos dar algumas novidades para que possamos avançar.

John Lear: Com certeza. Roswell foi isso. Eles realmente caíram. Mas quando foram recolher, disseram a eles: ”Não, deixem lá.” ”Vamos ver o que eles podem fazer com isso.”

ES: Você acredita que eles estão judando a humanidade a chegar onde precisa estar? Eu sei que eles não têm permissão para fazer muito. Porque todos sempre perguntam: ”Bem, por que penas não pousam no gramado da Casa Branca e nos dão toda a tecnologia deles?” E nós dois sabemos que não funciona dessa maneira. Temos que trabalhar duro aqui para nos corrigirmos primeiro.

John Lear: Exato.

ES: Para que possamos limpar este planeta e nos limpar.

John Lear: Sim, este planeta nunca será limpo. Sempre estará aqui. Sempre será um planeta prisional. É para aqueles que precisam de ajuda para aprender a viver com integridade, sem inveja, ódio, ou ganância e expressar seu amor à família todos os dias. É isso que estamos tentando aprender agora. A ajuda que estamos recebendo é estritamente para o governo, como suborno para não nos informar o que eles sabem sobre os ETs, e que fomos feitos por ETs. Eles querem ter certeza de que possuem a cumplicidade e a concordância do governo para trabalhar para esse fim, e não divulgar nada. Não que divulgariam de qualquer maneira, mas esse é o acordo.

ES: Você acabou de mencionar a Terra como uma prisão, eu direi.

E isso me faz pensar na nova prisão que criaram para agentes e pessoas que quebraram as regras nos projetos. Você conhece essa prisão?

John Lear: Sim, eles pegavam as pessoas que violaram seu juramento, ou fizeram algo que não deveriam, como segurança ou funcionário do Lago Groom. E se elas fossem para a prisão, eles as enviavam para Lovelock, que era uma prisão federal. Mas depois de alguns anos, eles perceberam que o o problema ao fazer isso, era que os prisioneiros da Área de Testes diriam aos outros prisioneiros sobre os alienígenas, as instalações subterrâneas e tudo isso. E eles não queriam isso. Então eles acabaram construindo uma prisão dentro da Área de Testes de Nevada. E era uma Supermax. E a Supermax, claro, é a nova prisão que construímos pelos Estados Unidos para manter os prisioneiros mais difíceis. E por isso chama-se Supermax.

ES: Você já ouviu falar de um programa de super soldado, onde eles estavam misturando DNA extraterrestre com humanos e fazendo experimentos com isso? Ou algum programa desse tipo?

John Lear: Com certeza. Esses super soldados estão aparecendo no Reino Unido. E suponho que eles os criem na Arábia Saudita. Mas eu realmente não sei.

Sim, eu também acho.

ES: E quanto a Pine Gap? O que eles estão fazendo lá?

John Lear: Pine Gap existe há muito tempo. E tem relação com extraterrestres. Eu sei que havia uma história em que alguém viu em um prédio um pequeno ET falando, um que tinha 90 cm de altura e conversava com nosso cientista. Mas fora isso, é muito difícil obter qualquer informação.

ES: As tribos de lá parecem saber muito sobre isso. Na verdade, recentemente fui contactado por um dos líderes tribais que querem ajudar, de alguma forma, a financiar uma comunidade autossustentável com a ajuda de extraterrestres.

John Lear: Certo. Sabe, Pine Gap existe há muito tempo.

Mas o que as pessoas geralmente não sabem é que os EUA têm 13 grandes bases na Austrália.

E cerca de 10 anos atrás, houve um alvoroço sobre isso. E então isso meio que desapareceu. Mas há muita coisa acontecendo lá que não sabemos. E como eu te disse, o programa de anti-gravidade, que costumava ficar na S-4, foi todo transferido para Woomera. Woomera fica no sul da Austrália Central. Era onde bombas nucleares eram testadas na Austrália nos anos 50. E há muitas instalações subterrâneas naquela área. Não há nada lá agora, exceto… E é por isso que nos mudamos para lá, porque temos nossa pesquisa de anti-gravidade lá.

ES: Você acredita que os países trabalhando com extraterrestres estão fazendo isso de forma independente? Eles estão compartilhando as informações?

John Lear: Acho que não compartilhamos. E baseio isso no fato de que, quando Bob trabalhou na S-4, os russos foram convidados a ver parte da nossa pesquisa. E por alguma razão, foram imediatamente expulsos e não foram permitidos saber o que descobrimos. Então, se estávamos compartilhando, não está mais acontecendo.

ES: Por que você acha que é assim, John, não estarmos compartilhando?

John Lear: Eu acho que compartilhar nos levaria perto demais do Comando Espacial secreto da Marinha dos EUA.

ES: É mesmo.

John Lear: E se começássemos a compartilhar, informações sobre o Comando Espacial apareceriam como parte disso. E eu não acho que eles querem que isso vaze.

ES: O que você acha desse novo programa espacial? Digo, já sabemos que ele existe há bastante tempo. Mas, agora, está sendo divulgado porque eles precisam de dinheiro, e eles têm que mostrar para onde o dinheiro está indo. Qual sua opinião sobre esse programa espacial?

John Lear: Sabe, seis meses atrás, pediram a 33 de nós para colocar no papel o que queríamos que o presidente Trump soubesse.

E fizemos isso. E foi publicado na internet. E então, alguns meses depois disso, nos deram seis minutos de vídeo para dizer ao presidente Trump o que estava acontecendo. Minha parte, e a razão pela qual eles me pediram, foi o que eu sabia do 11 de setembro e das aeronaves que fizeram parte do 11 de setembro. O que aconteceu com isso, eu não sei. Mas quando o presidente Trump anunciou o Comando Espacial, eu indaguei: ”Qual a razão disso? Eles vão tentar integrá-lo ao Comando Espacial que existe?”

ES: Pois é.

John Lear: Nunca se soube da Marinha compartilhando nada. Então, eu não sei se o presidente Trump sabe o que realmente está acontecendo. E como eu te disse, ele não tem autorização alta o bastante para saber disso. E ele está cercado pelos portadores de passaporte duplo, portadores de passaporte israelense-americano, tentando limitar as informações que chegam até ele.

ES: Sim, ou a informação que ele está recebendo é pura desinformação.

Muitas pessoas vieram até mim falando sobre os Brancos Altos da Base Aérea de Nellis, que Charles Hall relata. O que é tudo isso?

John Lear: Os três livros de Charles Hall foram os livros mais interessantes que li há muito tempo, porque ele tinha tudo preciso sobre a localização da base e os Brancos Altos, exceto que ele fez parecer que a base estava ao sul. E o nome verdadeiro era Indian Springs. E agora se chama Base Aérea de Creech. Era onde ele estava baseado. E todas as histórias que ele contou combinavam com todos os lagos secos e a área que ele tinha que patrulhar. Havia apenas ele lá.

E ele disse que os Brancos Altos, a base deles, que ajudamos a construir, ficava 20 km a noroeste do Lago Dog Bone.

E isso combina com os mapas que eu tenho. Isso seria quase a meio caminho entre o Lago Groom e o Lago Dog Bone. Eu tenho um amigo, Bill Worsline, que conheço há 35, 40 anos. E fazemos todos os tipos de investigações juntos. Eu o conheço muito bem. E um dia, cerca de 20 anos atrás, ele me disse: ”Liga para mim. Eu vou até a caixa de correio preta para tentar ver algo.” Todos sabemos que a caixa de correio preta fica no Rancho Medellin.

E é para lá que as pessoas vão para olhar o Lago Groom. Eu disse: ”Bem, me ligue se houver algo estranho.” Então ele me ligou. Ele dirigiu até lá na segunda de manhã. E segunda à noite ele estacionou sua caminhonete na caixa de correio preta, no sentido sudeste. Ele e a esposa estavam sentados lá. Estava escuro. Eram 8, 9 da noite. E ele vê dois faróis vindo em sua direção, de muito longe, a sudeste. E eles se aproximavam cada vez mais rápido. E logo eles chegaram.

Quando se aproximaram da caminhonete, ele abriu a porta e sai, para ficar lá e ver essa coisa passar. E ele disse: ”Eu não a vi passando, mas eu virei para a direita e vi um caminhão de 18 rodas passando pela estrada em direção a Rachel. E eu pude ver as luzes vermelhas traseiras piscando.” Então ele disse: ”Algo não está certo aqui.” E eu disse: ”Bem, quando você chegar, quer fazer uma regressão?” Ele disse: ”Está bem.” Eu ainda não era licenciado em hipnose regressiva. Não fiz o exame final, porque não tive tempo. Mas eu sei como fazer isso, como não ter problemas. Então ele veio aqui em casa com sua esposa. Eu costumava ter um sofá grande e comprido ali, em frente à lareira. Ele se deitou. Não montei um gravador, porque não confiava que algo seria revelado. Parecia pura besteira.

ES: Certo.

John Lear: Embora eu conheça o Bill muito bem, eu sei que ele não estava inventado nada. Então eu comecei a análise regressiva, e imediatamente a história veio à tona. E a história foi que aqueles faróis se aproximando da caminhonete eram, na verdade, um disco voador. E havia parado uns 15 metros acima de sua caminhonete. E ele se sentiu sendo levantado, levitado e atravessado a porta.

ES: Minha nossa…

John Lear: E era um disco de uns 10, 12 metros de diâmetro dentro. E havia um bom sofá. E o Branco Alto fez sinal para ele se deitar no sofá. Então o Branco Alto disse:
”O que você precisa, Bill?” E Bill ficou totalmente sem palavras. ”O que eu preciso?” ”O que você quer dizer?” ”O que estou fazendo aqui?” Ele diz: ”Bem, foi você que nos chamou.” ”Você estava procurando nossa área.” ”E você queria nos ver.” E Bill ficou totalmente sem palavras. ”Claro, era isso que eu estava fazendo.” E o Branco Alto se apresentou como Quaylor, Q-U-A-Y-L-O-R.

E eles começaram uma conversa normal. ”O que está fazendo aqui?” Várias perguntas. “Quantos há lá?” Sabe, diferentes tipos de perguntas. Depois de 30 minutos, Quaylor diz: ”Certo, Bill, é hora de ir.” ”Temos que voltar.” Então, Bill se levanta do sofá e caminha para a porta. E ele olha e vê a caminhonete 15 metros lá embaixo. E ele olha para Quaylor. E Quaylor diz: ”Não há problema. Apenas saia. Você ficará bem.” Então ele sai e flutua gentilmente até a caminhonete dele e acaba exatamente na mesma posição, que ele se lembra pela última vez, ao observar as luzes vindo em sua direção.

ES: Saindo pela porta da caminhonete.

John Lear: Sim, essa foi a história. E nós dois ficamos surpresos que a história veio à tona. Porque Bill e eu estamos acostumados a ouvir as histórias de outras pessoas, regredindo outras pessoas, não entre nós.

ES; Agora estava acontecendo com vocês.

John Lear: Então foi realmente incrível. E Bill Worsline esteve à frente de encontrar a caixa depois que Cherry Hinkle disse… depois que os oito meses
se passaram…

ES: Certo.

John Lear: …quando houve dois encontros. E o segurança de Dulce disse: ”Se eu perder dois encontros, significa que eu fui pego. Então você pode procurar a caixa, pegar a caixa, e mostrar a todos o que há lá.” Então, depois de dois meses, Cherry ligou para Bill Worsline. E Bill Worsline liderou a busca pela caixa. E eu acho que eles fizeram três buscas completas, durando dois ou três dias cada uma, e nunca encontraram vestígios dela.

ES: Ele deu alguma descrição dos seres? Eles eram gordos, ectomorfos, mesomorfos? Quais eram os somatótipos corporais? Eles eram magros?

John Lear: Não entramos nessa parte, Emery. Apenas o que chamamos de Branco Alto.

ES: Sim, Branco Alto.

John Lear: E foi exatamente sobre esse que Charles Hall escreveu. E tudo combinou.

ES: Combinou com isso. Não estou muito familiarizado com Charles Hall. Então me conte a história dele.

John Lear: Ele estava baseado em Indian Springs. Ele monitorava o clima. E só havia uma ou duas pessoas baseadas lá. É uma área extremamente desolada, onde apenas se faz as leituras. E, é claro, Indian Springs, naqueles dias, também não havia nada lá. Ele costumava dirigir uns 16 km a leste de Indian Springs, e depois para o norte. E ao norte, você encontra o Lago Dog Bone e alguns outros. Mas ele descreveu com exatidão. E tudo combinou. Mas ele estava lá certo dia. E não me lembro da cena exata. Mas ele viu algumas figuras esguias ao longe.

E ele não conseguiu entender exatamente o que acontecia. Então ele viu outra figura esguia e menor, presa entre arbustos, incapaz de se mover. E ele foi até lá e a ajudou. Acabou sendo um Branco pequeno. E a mãe, aparentemente, ficou tão agradecida que eles se tornaram amigos, e ela disse a Hall que eles estavam construindo uma base ao norte. Eles se tornaram amigos, e ele os via às vezes por lá. E ele descreveu que a base ficava 20 km a noroeste do Lago Dog Bone, que estaria exatamente a meio caminho entre o Lago Groom e o Lago Dog Bone. E esse era o lugar exato onde Bill Worsline estava, na caixa de correio preta, onde eles vieram até ele.

ES: Eles estavam falando inglês ou por telepatia? John Lear: Telepatia.
ES: Então, quem está no controle deste planeta? Obviamente não somos nós. Há outras pessoas de fora olhando. E o que você poderia nos dizer sobre isso?

John Lear: Tudo bem. Mas será minha opinião, porque não há como eu realmente saber.

ES: Entendo.

John Lear: As pessoas que nos fizeram, quando nascemos, recebemos uma alma. A alma é uma das coisas mais fantásticas já criadas. É enorme. Tem capacidade para muita informação.

E tem que ser educada e amadurecida desde o dia em que nascemos.

Então todos nós aqui, você, eu, todos nós tivemos pelo menos 200 ou 300 vidas antes de chegarmos aqui.

A razão pela qual estamos aqui é porque, após a nossa última vez, ficou evidente que não éramos candidatos a seguir em frente, a menos que aprendêssemos mais sobre como levar nossas vidas com integridade, sem inveja, sem ódio, sem cobiça e expressar nosso amor a nossas famílias todos os dias.

É o que estamos fazendo aqui na Terra. E a Terra não é o único planeta. Existem bilhões de Terras exatamente como esta, que têm as mesmas pessoas tentando aprender as mesmas coisas, aprendendo como viver com integridade.

ES: É possível que exista outro John Lear, uma energia, ou alma, em outro planeta agora?

John Lear: Provavelmente um bilhão.

ES: Ou outra dimensão, possivelmente?

John Lear: Com toda a certeza.

ES: Exato, porque estamos em todos os lugares o tempo todo. E estamos trabalhando em vários locais. É nisso que acredito, múltiplos sistemas planetários. Bem, obrigado, John. Isso foi interessante. Como sempre, é um prazer conversar com alguém da mesma opinião. Obrigado por participar do programa.

John Lear: O prazer é meu, Emery.

Próximo Episódio:

S14E07 Civilizações Secretas do Nosso Sistema Solar (Revelação Cósmica)

 

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