revelação cósmica temporada 13

S13E12 Plano dos Dracos é a ligação e fusão do humano com tecnologia – Transumanismo

Partilhar no Facebook

Resumo deste episódio, Jason Rice revela novos detalhes da reconstrução do planeta Callidus 3. Jason Rice diz para termos em mente que o plano dos dracos é a ligação e fusão do ser vivo com tecnologia, o que a Terra chama de transumanismo.
Uma vez que conseguem substituir uma grande parte dos processos biológicos com tecnologia, esse é o objetivo final deles, porque então eles podem controlar individualmente cada um dos seres do planeta.

S13E12 Reconstruindo Callidus 3 (Revelação Cósmica ~ Jason Rice)
S13E12 Rebuilding Callidus 3 (Cosmic Disclosure)

Assista ao episódio clicando no link abaixo, usando o browser chrome (watch the episode by clicking on the link below, using the chrome browser):
https://drive.google.com/open?id=15dWgiqfyeEIMYM-4kpY3DQsb_bfWkRD_

Se der erro, use o browser chrome em modo anónimo (teclando Ctrl + Shift + n) no PC e se necessário, antes tem de fazer logout do seu gmail. Se ainda não conseguir, aceda a partir de outro PC. Alerta-se que os episódios têm sido retirados da internet, portanto se detetar que o episódio foi denunciado, faça um comentário (não no facebook), para indicarmos outro link.

Episódio com legendas em português do Brasil (para quem não deseja assistir ao vídeo):

revelação cósmica temporada 13 episódio 12

REVELAÇÃO CÓSMICA – POR DENTRO DO PROGRAMA ESPACIAL SECRETO

Reconstruindo Callidus 3

Olá a todos. Meu nome é Jay Weidner. Vocês estão assistindo “Revelação Cósmica”. E estamos de volta com Jason Rice. Oi, Jason. Como está?

Jason Rice: Estou ótimo, Jay. Obrigado novamente por me receber.

Desde suas últimas aparições aqui, você já lembrou de outras que aconteceram com você enquanto estava no Programa Espacial Secreto?

Jason Rice: Várias lembranças retornaram. Algo que eu recordei foi a explosão de um transportador na plataforma de lançamento. Foi em Callidus 3.

E durante os esforços de reconstrução, parte dos problemas que começaram a voltar foi que havia certa parcela da população de humanoides lá que não estava feliz com a forma como as coisas estavam indo. Não estavam contentes com a centralização de toda a civilização deles em cidades, abandonando os velhos estilos de vida e o modo como viviam.

E uma rebelião começou entre os cidadãos.

E eles conseguiram se infiltrar no espaçoporto e criar uma explosão nas células de energia em um dos transportadores. E o resultado foi uma série de intensas explosões de antimatéria. A primeira destruiu o transportador e tudo ao redor, incluindo alguns transportadores que estavam ao lado dele na plataforma.

Os sistemas de contenção que mantinham essas células de energia, a contenção de antimatéria, começaram a degradar e também falharam, o que resultou em mais explosões. E todo o processo durou cerca de 30 minutos, da primeira explosão até a última. Naquela época, eu trabalhava para o governo local.

Éramos responsáveis por ajudar os habitantes a consolidar o controle e repassar informações para as pessoas, aos cidadãos, para que os cidadãos pudessem participar no governo, para que eles soubessem aonde ir e o que precisavam fazer, porque tínhamos um programa de trabalho centralizado para as pessoas, de modo que todos se envolvessem no processo de reconstrução.

E parte disso tinha relação com se livrar das fraudes que começavam a aparecer, em que as pessoas faziam comércio ilegal de certos itens, ou certas tecnologias.

Eram transportadores da IDARF?

Jason Rice: Não, eram transportadores que pertenciam a Callidus 3, e eram responsáveis por mover pessoas e bens do planeta para a nova estação orbital. Os rebeldes queriam ter suas vozes ouvidas e acabar com a mudança para uma sociedade espacial.

E acho que eles perceberam que aquilo que poderiam fazer seria destruir a plataforma dos transportadores. E ao fazerem isso, dariam fim ao processo. Bem, claro, não foi assim que funcionou.

Como a rebelião terminou?

Jason Rice: Bem, nesse dia em particular, eu apareci para trabalhar, e estávamos nos arredores da cidade. E eu e meu parceiro… Um sargento tinha uma sala ao lado da minha. Ouvimos e sentimos a primeira explosão. E imediatamente, eu me levantei da cadeira e percorri o corredor.

E mal sabia eu que o sargento, na sala ao lado, tinha feito exatamente a mesma coisa. Então, para um observador de fora, teria parecido que tínhamos coreografado isso, porque ambos chegamos no salão e viramos à direita, em direção à saída ao mesmo tempo.

Fomos até o veículo designado para nós, que era um carro eletrogravítico, e era um transportador de tropas que usávamos para carregar o que precisássemos. Ele subiu na traseira, porque o espaçoporto ficava… se percebêssemos que estávamos sob ataque, devíamos reportar e voltar ao quartel-general, que ficava no espaçoporto.

Então ele subiu na torreta que ficava na parte de trás, e fez isso enquanto eu dirigia o veículo por 15 ou 20 minutos até o aeroporto. E ocorreu outra explosão no caminho.

Então vocês estavam indo na direção das explosões?

Estávamos indo na direção das explosões, porque, bem, era onde a base ficava, e era o nosso ponto de encontro. E ao longo do caminho, chegamos a um ponto onde estávamos perto dos limites do espaçoporto, e outro transportador havia pousado na via que usávamos como estrada.

Era uma abertura larga o bastante para veículos se moverem em qualquer direção. Era coberta de grama. E tinha pousado lá porque não era seguro estar no ar por causa das ondas de choque das explosões.

Certo.

Jason Rice: E eu ouvi pelo rádio que eu deveria ir até o transportador, pegar uma pessoa importante e trazê-la comigo ao QG. Então eu parei ao lado do transportador, saí e entrei no transportador por uma eclusa de ar. Quando cheguei na sala de controle, houve outra explosão.

E estávamos perto o suficiente para que o transportador, se não tivesse sido travado no chão, obviamente teria se deslocado, mas os escudos o protegeram. O problema era que, onde eu tinha parado, o veículo ficou com sua maior parte dentro do raio da explosão, do transportador.

A parte que não estava no raio da explosão era a torreta, onde o sargento estava sentado. E enquanto eu assistia, presenciei a extremidade traseira do TPB ser destruída e vi meu parceiro morrer no processo.

O que é TPB?

Jason Rice: Transportador de Pessoal Blindado. E, claro, eu vi isso acontecer e senti uma montanha-russa de emoções, e me perguntei: Deveria ter feito mais? Poderia ter feito mais? E fiquei com muita raiva por ter ficado lá vendo, indefeso, completamente indefeso, com o que estava acontecendo.

E quantas pessoas morreram?

Jason Rice: Houve várias mortes no espaçoporto, entre 50 e 100.

Isso teve algum efeito na rebelião?

Jason Rice: Trouxe uma força maior para arrancá-los e destruir a rebelião.

E quem fez isso?

Jason Rice: Àquela altura, as autoridades civis tinham estabelecido seu próprio departamento de polícia e forças de segurança. E foram eles que os rastrearam, os encontraram, os julgaram e os condenaram.

Então a rebelião acabou?

Jason Rice: A rebelião acabou, eventualmente. Não foi da noite para o dia. Levou mais ou menos um ano antes que estivesse completamente terminada. Mas alguns da população não estavam contentes com o rumo que a civilização havia tomado, e o caminho que seguiam.

Quando você chegou no Planeta 2, era uma civilização de baixa tecnologia. Mas agora você descreve carros antigravíticos e diferentes tipos de armas.

Jason Rice: Sim, um espaçoporto. Espaçoporto. Ônibus espaciais, sim.

Então o que está acontecendo?

Jason Rice: No início da guerra, não tínhamos autorização para compartilhar tecnologias avançadas. No final da guerra, quando fomos embora, essa política ainda estava em vigor.

No meio tempo em que fui realocado ao Planeta 3, fiquei lá por 15 meses, acabei ferido, e então fui transferido de volta para uma instalação médica para passar por cura, reparação e reabilitação. Depois de sair dessa instalação médica, voltei para Callidus 3.

E quando voltei lá para ajudar nos esforços de reconstrução, a política de compartilhamento de tecnologias tinha desaparecido completamente.

E estavam agora interessados em avançar a civilização o mais rápido possível para uma raça tecnológica espacial o mais rápido possível, incluindo levar instalações ao espaço, dando-lhes uma plataforma espacial onde poderiam operar, compartilhando com eles tecnologias avançadas.

O TPB que conduzíamos era um veículo orgânico da IDARF. Esse veículo não pertencia à civilização. Era um dos nossos. Mas isso não quer dizer que eles não tinham veículos avançados e transportes que estavam usando, também.

Por que os dracos querem esse planeta vá para o espaço?

Jason Rice: Queriam que eles se tornassem o mais avançado tecnologicamente possível, o mais rapidamente possível, porque o objetivo final de fundir ser vivo com tecnologia era o caminho que buscavam.

Eles ainda estão indo nessa direção?

Jason Rice: Ainda vão nessa direção.

Então continuamos voltando para esse mesmo… problema psicológico e cultural. Sabemos que quando sociedades avançadas invadem uma sociedade de baixa tecnologia, isso tem um efeito dramático na psicologia e cultura da sociedade de baixa tecnologia. Digo, os dracos não se importam se é devastador para eles. Mas você testemunhou os efeitos dessa mudança repentina na cultura dessas pessoas pobres?

Jason Rice: Atrevo-me a dizer que alguns dos efeitos que testemunhamos foram expressos sob a forma da rebelião, aqueles que combatiam o progresso e os avanços tecnológicos, o abandono do antigo sistema social deles, o abandono do antigo modo de vida em que não tinham um sistema monetário.

Eles não tinham um governo centralizado dizendo a eles o que e onde poderiam morar, o que tinham que fazer todos os dias. Sim, então eu testemunhei uma parte dessa rebelião, algumas das…

As tentativas de suicídio e taxas de homicídio aumentam? Que tipo de expressão de tensão havia na sociedade enquanto isso acontecia?

Eu posso dizer a você que, quando voltei, eles tinham cadeias, tinham mais álcool, havia mais brigas. Eles precisavam de polícia e forças de segurança. Eles precisavam de sistemas de segurança e guardas, porque os assassinatos aumentaram. Houve aumentos nas atividades violentas entre eles.

Era uma sociedade que estava tendo que se ajustar e se recuperar de uma guerra global, em que uma parcela significativa da população havia perecido. E agora eram trazidos de todos os cantos remotos do planeta para cidades maiores, e lhes dizendo onde morar, esta será a sua casa, e é isso que você vai fazer.

E, a princípio, passou de uma população em estado de choque para uma apenas feliz porque a guerra acabou.

E assim que se acostumaram a uma certa existência pacífica, especialmente em comparação com o que estava ocorrendo, isso permitiu que as
pessoas se acalmassem e avaliassem o que estava acontecendo. Não era o mesmo mundo que costumávamos ter.

E uma parcela significativa da população estava aceitando o suficiente porque haviam sobrevivido à guerra, e dispostos a renunciar muitas de suas liberdades pessoais em troca dessa segurança. Mas havia porções da população que não estavam. Eles não aceitaram isso.

Isso se parece muito com um projeto da ONU chamado Agenda 21, que tentavam implementar antes do final do século 21. Basicamente, o plano era que queriam tirar as pessoas do campo e levarem todas para grandes centros urbanos. Acha que faz parte desse plano maior?

Jason Rice: Bem, tendo visto em ação pessoalmente em Callidus 3, eu diria por a Terra ter passado por uma fase de preparação diferente para tentar implantar
esses objetivos finais, os objetivos da Agenda 21 também devem reduzir a população do planeta por uma parcela significativa de pessoas. O que acontece com essas pessoas? Onde eles vão?

Bem, melhor ainda, eles vão usar uma guerra? É assim que fazem isso?

Jason Rice: Certo. É esse movimento gradual em direção a um objetivo, com a teoria por trás de colocar um sapo em água fervente, ou colocar um sapo na água e depois fervê-la. Ele vai pular para fora da água fervente. Mas se ele estiver lá enquanto está começando fria, ele não vai notar a diferença.

E a aplicação desse conceito para a população seria: Vamos fazer isso tão mal que vocês aceitarão qualquer outra coisa diferente. Isso fazia parte do processo psicológico que usaram em Callidus 3.

Alguma outra lembrança?

Jason Rice: Outra lembrança que eu tive foi de trabalhar na plataforma orbital de Callidus 3. E parte do meu trabalho e minha responsabilidade era ajudar com a distribuição de serviços básicos dentro dos espaços condicionados da estação espacial. E parte do problema era que eles não tinham contabilizado…

Por causa da velocidade e necessidade de construção, houve um erro no projeto. Haviam negligenciado a necessidade de condicionamento adicional… água, ar, os serviços para certas partes da estação. E assim, parte do problema era tentarmos descobrir uma maneira de incluir isso em uma estrutura já finalizada.

A estação ainda não havia sido concluída, mas tivemos que descobrir uma maneira de adicionar o ar condicionado, por assim dizer, em certas partes da estação. E a estação foi construída com uma série de esferas alongadas que estavam conectadas nas extremidades.

E a proporção era muito longa, então isso fez com que parecesse um cilindro no comprimento. E ao longo de toda a extensão da estação havia plataformas de pouso
para os transportadores.

E o que acabamos fazendo foi, em vez de ter equipamentos no interior, onde deveria ficar, acabamos utilizando algumas das plataformas de pouso para colocar os equipamentos e depois criar áreas para eles, para que pudéssemos distribuir e instalar o ar condicionado, o ar, os gases, todos os diferentes serviços que eles precisavam.

Você tinha estado fora um ano e meio quando você voltou?

Jason Rice: Mais ou menos.

Como eles desenvolveram todos os engenheiros e tecnocratas sem nunca terem isso? Como se faria isso? Parece ser quase impossível.

Jason Rice: Claro. Certo. Bem, a experiência da estação espacial foi no final, e precisou de mais alguns anos depois que voltei. Mas você está absolutamente certo. Precisariam desenvolver uma infraestrutura para treinar as pessoas para começar. Teriam pessoas que aprendessem através da experiência.

Bem, o que fizeram foi utilizar alguns dos sistemas de treinamento de tecnologia avançada nos quais aprendemos, para treinar a população civil a ser capaz de fazer qualquer um dos trabalhos avançados ou categorias necessárias para o trabalho no espaço. Para a construção no planeta, foi um pouco diferente.

Ainda requeria alguns dos treinamentos avançados, porque eles passaram de uma sociedade amplamente agrícola para agora uma sociedade tecnologicamente avançada.

Então construíram motores de antimatéria para os transportadores. Eles usaram recursos encontrados no planeta para fazer isso?

Jason Rice: Sim.

Então agora estavam minerando. Então eles criaram todo um sistema de mineração? Então precisariam de um sistema de transporte para levar o material onde era preciso.

Jason Rice: Sim.

Então estamos falando de muito trabalho.

Jason Rice: Muito trabalho. E muito dele era automatizado. Não era necessário ter uma operação de mineração operada por pessoas, um carrinho de mineração
ou uma broca operada por pessoas. A tecnologia que foi compartilhada com eles era muito avançada, porque enquanto eu estive fora, eles lhes forneceram o básico
e as necessidades para começar, para dar-lhes uma vantagem e os programas de treinamento que ocorreram.

Tiveram que passar por vários estágios.

Eles tiveram que construir as instalações de fabricação, e algumas vieram como instalações prontas.

Então a IDARF forneceu a eles uma instalação de fabricação pronta, que foi montada pelas forças da IDARF, e então as pessoas do local foram treinadas sobre como operá-la.

Então, a partir daí, eles poderiam criar e expandir suas próprias habilidades de fabricação.

Então eles mudaram para uma produção de alimentos centralizado ao mesmo tempo?

Jason Rice: Mudaram.

Então agora havia fazendas coletivas em todo o lugar?

Jason Rice: Havia fazendas coletivas.

Eles também utilizavam tecnologias de replicação para seus alimentos.

Eles tiveram uma eliminação gradual da agricultura, porque a terra acabaria sendo empregada para outros usos. Então não precisaram dedicar uma área muito grande para fins agrícolas.

Mas ainda precisavam minerar o material para a replicação de alimentos?

Jason Rice: Correto.

Então ainda seria muito trabalho.

Jason Rice: Claro. Ainda é muito trabalho. É preciso ter em mente, também, que toda a população planetária que restou, que era cerca de 2 bilhões, estava toda dedicada a isso. Não havia outras profissões. Cada pessoa que tivesse capacidade dedicava-se aos esforços de reconstrução e modernização.

E não era uma questão de ter 10% da população fazendo isso. Era todo mundo. Todo mundo estava envolvido, o que é outra razão pela qual havia muitas pessoas insatisfeitas em serem forçadas a fazer um trabalho de fabricação quando toda a sua vida foi passada em uma fazenda.

E você dizia que as 13 maiores famílias estavam dando as ordens para os 2 bilhões?

Correto.

E elas estavam recebendo suas ordens dos dracos?

Jason Rice: Correto. Elas já estavam brigando quando o fim da guerra se aproximava, e havia a necessidade de passar para a próxima fase, que eram os esforços de reconstrução. E então uma população inteira que já participou, que já conhecia tecnologia avançada…

Uma organização superior.

Jason Rice: Estruturas organizacionais mais altas. Eles já tinham visto o fato de que era um exército invasor do espaço exterior, não daquele planeta.

Em muitos níveis e maneiras isso as ajudou a mudar de ideia e mentalidade de uma sociedade em grande parte agrária para uma sociedade que é dependente de tecnologia, ou auxiliada pela tecnologia.

E assim, para fazer a transição, a maioria dos aspectos psicológicos já havia sido abordado na guerra, porque eles já tinham visto
tecnologias avançadas destruindo o planeta deles. Eles já haviam encontrado isso ajudando a defender seu planeta.

Eles já tinham visto exemplos nos anos anteriores, antes da transição para a reconstrução.

E sabemos, da psicologia, que medo é um motivador incrível.

Jason Rice: É um motivador inacreditável.

Sim. Então criaram uma aura de medocom essas bestas chegando. Então vocês vieram e derrotaram as bestas, e lentamente converteram a população através do processo em uma nova psicologia.

Jason Rice: E havia também o medo subjacente de que: e se houver outra força invasora lá fora? Não queremos que isso aconteça novamente. Então, como nos protegemos melhor?

Bem, nós abraçamos a tecnologia e avançamos o mais rápido possível, para que não tenhamos mais que confrontar o mesmo tipo de guerra que destruiu nosso planeta antes. Essas são algumas das mudanças que eles teriam empregado repetidamente, por causa de seu sucesso, e funcionou.

A psicologia envolvida com o uso do medo para motivar uma população inteira a abraçar novas tecnologias e avançar tecnologicamente, teria funcionado. Então, eles teriam usado isso repetidamente, em um planeta após o outro, porque obtiveram êxito.

E o medo é um motivador incrível para fazer as pessoas avançarem, a abraçarem a tecnologia, fazerem as coisas de maneira diferente, e aceitar coisas que talvez
não aceitavam antes. Porque agora, pela perspectiva deles, eles se veem melhor protegidos, melhor preparados contra um futuro exército invasor.

Eles agora têm as habilidades tecnológicas para se defenderem, porque eles têm avanços.

Os dracos controlavam secretamente o planeta, e deixaram o planeta se defender contra os invasores. Agora, o planeta não estaria pronto para se defender contra os dracos? Há uma certa ironia nisso, não é?

Jason Rice: Sim. Tenha em mente que o plano dos dracos é a ligação e fusão do ser vivo com tecnologia, o que a Terra chama de transumanismo.

E uma vez que conseguem substituir uma grande parte dos processos biológicos com tecnologia, esse é o objetivo final deles, porque então eles podem controlar individualmente cada um dos seres do planeta. Então não importa se eles pensam que têm a capacidade de se defender e enfrentar os dracos.

Se eles permanecem nesse caminho de se tornar parte máquina, parte ser vivo, então estão entregando seu livre arbítrio e o renunciando para serem controlados.

E não importa se eles têm ou não todos os tanques, canhões de íons ou estruturas defensivas, porque, dentro de cada pessoa, há um mecanismo de controle que não os deixam ter livre arbítrio.

Se houver 13 famílias comandando uma sociedade, haverá uma sociedade estratificada, um sistema de classes, certo? Eles não tinham um sistema de classes antes da guerra.

Jason Rice: Correto.

Mas agora terão um. Como a população reagiu à ideia de que agora haveria um sistema de classes e algumas pessoas serão mais elitistas que outras, terão mais riquezas, terão mais liberdade que outras?

Jason Rice: Deve ter havido algum ressentimento. O ressentimento foi expresso através da rebelião de curta duração. O resto da população estava muito chocada para perceber isso, ou tinha consentido, porque não estavam mais com medo de serem mortos por um exército invasor.

E assim, renunciando a esses direitos em troca de segurança, eles aceitaram isso.

Eles aceitaram que seriam governados por essas 13 famílias que nem conheciam antes.

Jason Rice: Correto.

Bem, é um truque e tanto.

Jason Rice: Mantenha-os atarefados, mantenha-os distraídos e mantenha-os ocupados em outro lugar. E então, antes que perceba, há um sistema inteiro estabelecido que está controlando-os que já existia há décadas.

Eles tinham mídia nesse planeta?

Jason Rice: Não, não tinham.

Sem mídia. Sem jornais, sem rádios, sem televisão, sem revistas, sem livros?

Jason Rice: Não. Apenas material educacional necessário para o treinamento. Porque pense que durante esse período de transição, as pessoas trabalhavam por longos períodos de tempo, contribuindo. E houve muita contribuição co-criativa para reconstruir o planeta, e todos estavam interessados em ajudar.

E assim, devido à concentração em reconstruir o planeta, as pessoas não focavam em quais seriam as políticas em curso nos bastidores às quais renunciariam o controle, então surgir uma sociedade dividida, tendo duas classes. As pessoas não estavam pensando nisso. Estavam ocupadas com os esforços de reconstrução.

Geralmente, depois de uma grande guerra, quando muitas pessoas morreram, há um aumento no número de nascimentos, como foi depois da Segunda Guerra Mundial. Houve uma explosão populacional depois disso?

Jason Rice: É uma ótima pergunta, Jay. E não foi uma exceção nesse caso. E, na verdade, isso foi incentivado, porque a população tinha sido muito dizimada, e havia em cada uma das pequenas comunidades…

Por não haver mídia de massa, ou canais de notícias, a maneira que conseguiram divulgar informações foi com grupos da vizinhança, havia famílias que eram vizinhas, e esse grupo da vizinhança tinha as informações e espalhava entre seus vizinhos.

Isso foi depois da guerra?

Jason Rice: Depois da guerra.

Então nem sequer havia mídia depois da guerra?

Jason Rice: Não.

Bem, como transmitir ordens em massa e fazer pessoas dizerem a outras pessoas o que fazer?

Jason Rice: É onde entram os grupos da vizinhança.

Isso levaria uma eternidade.

Jason Rice: Bem, precisa entender que eles também tinham os benefícios da tecnologia de comunicação. Então eles conseguiam se comunicar em tempo real, e assim podiam transmitir as informações, como… certo, aqui está a produção que teremos… E era algo escrito, que podiam levar com elas e compartilhar com seus grupos de vizinhança.

Seria preciso plantas. Seria preciso diferentes tipos de…

Jason Rice: Tudo digitalizado.

Então tinham tablets digitais, ou algo assim?

Jason Rice: Eles tinham pequenos sistemas de computadores portáteis que podiam compartilhar, e todas as famílias tinham um.

Bem, isso é um tipo de mídia.

Jason Rice: Sim, verdade.

Verdade.

Jason Rice: Mas eu acho que estava
pensando nos moldes de…

Televisão.

Jason Rice: …televisão, jornais ou revistas, mídia impressa.

Eles tinham internet?

Jason Rice: Eles tinham uma forma de internet, e era especifica e estritamente regulada apenas para fins de reconstrução. Então, se precisasse de informações sobre um determinado elemento, porque ao misturar dois metais seria preciso saber as combinações certas, essa informação estava lá.

E quanta ajuda vocês da IDARF deram a essas pessoas no final da guerra?

Jason Rice: Eu não estava lá nos estágios iniciais, quando tinham definido tudo isso. Eu descobri como eles montaram depois do ocorrido, e tinha visto alguns dos problemas do legado que ainda eram usados. Então eu descobri isso depois do ocorrido. Eu não estava lá.

Corporações aqui na Terra exploraram os países pobres e carentes por seus recursos. Isso aconteceu nesse planeta? Corporações americanas, ou corporações baseadas na Terra, mudaram para esse planeta e começaram a operar?

Jason Rice: Sim, fizeram isso.

Fizeram?

Jason Rice: Fizeram. E havia várias operações de mineração que eram operadas por corporações da Terra, quatro corporações da Terra. E permitiram isso porque eles doavam parte dos materiais de mineração e as matérias-primas que produziam para o crescimento planetário, para o reagrupamento.

Essas corporações vendiam as coisas que produziam para as pessoas do planeta?

Jason Rice: Não. Eles as vendiam em outro lugar. Doavam uma parte da mineração ou produção de recursos, ou o que fosse que faziam… porque não era apenas mineração de minerais… eles doavam uma parte disso como pagamento.

E imagino que uma grande porcentagem disso ia para as 13 famílias. E então o resto era retirado do planeta para ser vendido em outro lugar.

Seria justo dizer que toda a ideia da cultura corporativa poderia ser um resultado da interferência dos dracos?

Jason Rice: Bem, baseado nas informações que eu tinha, e a infiltração completa pelos alemães de Marte em cada grande corporação no planeta, em todos os setores… aeroespacial, agricultura, petroquímica, gás, petróleo… elas já estavam infiltradas pelos alemães de Marte.

Mas os alemães de Marte, como discutimos, são, de certa forma, representantes dos dracos.

Então, os dracos controlam esses representantes para promover seus esforços. Quem pode dizer que a mineração e os recursos que foram extraídos não
foram usados pelos dracos para ajudar a criar alguns dos outros híbridos que foram usados em outro lugar? Quem pode dizer que eles não estavam usando esses materiais para produzir ou construir novas naves ou novas instalações?

Ou aranhas.

Jason Rice: Ou aranhas, exatamente.

E não saberíamos de fato, porque a corporação é uma entidade em si, mas estão realmente fazendo.

Jason Rice: Isso mesmo. Especialmente se eles estão fora do planeta e não sujeitos a quaisquer leis, regras e regulamentos.

E como as 13 famílias estão controlando o lugar, isso vai ser normal.

Jason Rice: Será o normal para eles.

Sim. Bem, Jason, obrigado por vir no programa. Agradeço muito.

Jason Rice: Obrigado por me receber, Jay. Tudo isso é pela divulgação completa.

E este é o ”Revelação Cósmica”. Sou Jay Weidner. Obrigado por assistir.

REVELAÇÃO CÓSMICA – POR DENTRO DO PROGRAMA ESPACIAL SECRETO

https://www.oevento.pt/2018/10/10/revelacao-cosmica-t12e05-corey-goode-jason-rice-um-novo-informante/

Disclaimer:
1. Os artigos são escritos em português do (Brasil ou de Portugal) ou numa mistura de ambos.
2. Os autores não usam facebook, portanto se tiver alguma pergunta, coloque aqui no site, na secção dos comentários (não do facebook)
3. Os artigos colocados neste site, são diferentes dos colocados nos meios de comunicação de massas. Não significa que os autores concordam ou discordam com os mesmos. Você deve usar a sua intuição com aquilo que ressoa ou não consigo. Ninguém é dono da verdade absoluta e este site não foge à regra.

Partilhar no Facebook

2 Comments

  1. Então ainda não entendi muito bem o papel de Jason Rice no meio disto tudo. Ele agora é tipo mais ou menos um denunciante do sistema, mas pelo que pude perceber pela entrevista ele trabalhava lado a lado e para os opressores draco? E fez isso conscientemente ou foi de alguma forma forçado pelas forças do mal?
    É que nesta altura do campeonato importa muito saber quem é quem, saber sem qualquer sombra de dúvida os que estão do lado da Luz ou não!
    Gratidão muita Paz e Luz para todos.

    1. Jason Rice é um denunciante que estava ao serviço do MILAB. Tal como outros, começou a recordar as memórias (obviamente como qualquer super-soldado, fez coisas que não se orgulha) (todos que trabalham no SSP, são-lhe apagadas as memórias).
      Creio que não viu a série desde o início.
      Logo no primeiro episódio é explicado parte disso:
      https://www.oevento.pt/2015/07/31/corey-goode-t01-a-mensagem-para-a-humanidade/
      MILAB tem também a haver com os progrma de controlo mental:
      https://www.oevento.pt/2018/09/29/pedofilia-criancas-rituais-satanicos-projeto-mkultra/

Deixe uma resposta

O seu endereço de email não será publicado. Campos obrigatórios marcados com *

Este site utiliza o Akismet para reduzir spam. Fica a saber como são processados os dados dos comentários.