revelação cósmica temporada 08

David Adair e a sua visita à Área 51 em 1971

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Neste episódio ficamos a conhecer a história de David Adair. No episódio seguinte David Adair, trará informações desconhecidas da área 51, mas o melhor será mesmo assitir a estes 2 belos episódios.

S08E02 O Fogueteiro Original (Revelação Cósmica ~ David Adair)
S08E02 The original Rocket Man (Cosmic Disclosure ~ David Adair)

Assista ao episódio clicando no link abaixo, usando o browser chrome:
https://drive.google.com/file/d/1hYBYv9q5A1FBtHhoTkV08Sxm5v0DFHyh/view?usp=sharing

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Episódio com legendas não formatadas em português do Brasil (para quem não deseja assistir ao vídeo):

revelação cósmica temporada 8 episódio 2

REVELAÇÃO CÓSMICA – POR DENTRO DO PROGRAMA ESPACIAL SECRETO COM COREY GOODE E DAVID WILCOCK

Muito bem, bem-vindos de volta ao ”Revelação Cósmica”.

Sou o apresentador, David Wilcock.

S08E01 Biografia de David Adair (Revelação Cósmica)

Estou aqui com David Adair.

David Adair

Por que não começamos do início? Você tem uma história muito importante para contar.

Sim.

Conte-nos a sua história.

David Adair: A história envolve uma sequência de eventos que ocorreram. Em 1966, a minha mãe era enfermeira e tomava conta da UTI cardiológica. A minha mãe pegava o terceiro turno, de 11h da noite às 7h da manhã. Ela tinha um paciente idoso, de 95 anos de idade, cujo nome era Irving.

Sua esposa, Arizona, também ficava lá. Eles tinham um filho chamado Curtis que vinha às 3h da manhã para vê-lo. O sobrenome deles era LeMay. Portanto, eram os pais do Curtis LeMay.

Certo.

David Adair: A minha mãe era especializada em cuidados intensivos. Como ela era responsável pelo terceiro turno, o Curtis LeMay tinha que passar por ela para ver seus pais. Assim, eles se tornaram amigos. Ele aparecia às 3h da manhã por causa dos paparazzi daquela época.

Ele era ex-líder do Estado-Maior Conjunto, criador do B-52, fundador do Comando Aéreo Estratégico. Ele tinha um certo poder.

Sim.

David Adair: Ele ficou amigo da minha mãe, eles conversavam bastante. Ele era bem amigável. Ele perguntou à minha mãe: “Como é a sua família?” Ela respondeu que tinha um marido e três filhos. Ela disse: “Esses dois filhos só têm um ano de diferença entre eles. Eles são normais. Porém, o mais novo é um pouco diferente.”

O Curtis perguntou: “Como assim?” “Ele fica pilotando foguetes no pasto. E eles são muito rápidos e grandes.” Ele perguntou: “De que tamanho?” Ela disse: “O dobro da minha altura.” Ele disse: “Nossa! São grandes mesmo.” “E ele fica escrevendo coisas.” Isso chamou a atenção do Curtis.

Ele perguntou: “Ele escreve essas coisas em um livro?” “Sim, ele tem um caderno grande de cerca de 93 páginas.” “Será que você poderia trazê-lo um dia?” Então, ela o levou um dia. Eu já estava dormindo porque tinha que ir à escola. Então, nem notei que ela o havia levado. Ela voltou às 7 da manhã e colocou-o de volta. Eu nunca soube que ela o havia levado.

Nossa!

David Adair: O Curtis deu uma olhada nele. Ele deu uma folheada. Ele também é um cara muito inteligente. Ele ficou surpreso. Ele se virou para a minha mãe e disse: “Você tem uma copiadora?” Ele copiou cerca de um terço. Ainda bem que ele não copiou tudo.

Porém, ele copiou cerca de um terço. Ele o levou ao Battelle Memorial, que ficava a cerca de uma hora e meia de casa. É um grande grupo de pesquisa.

O que havia no caderno que chamou a atenção dele? Você só anotava coisas dos 1.800 livros que havia lido na biblioteca?

David Adair: Não. Para fazer o que eu queria fazer, eu teria que fazer tudo do zero. Então, eu extrapolei as informações como ponto de partida, mas fiz os meus próprios cálculos. Entrei na área de confinamento de fusão eletromagnética.

Para viagens especiais?

David Adair: Sim, para confinar um sol, campos eletromagnéticos. Então, o Curtis levou essas páginas que copiou ao Battelle Memorial e perguntou-lhes se aquilo tudo era bobagem ou se era algo importante. A reação imediata deles foi: “Quem é esse cara? Onde está a pessoa que escreveu isso?”

Ele disse que era um menino que lançava foguetes no pasto. Eles ficaram chocados. Então, o LeMay perguntou: “Isso é real?” Eles disseram: “Sim. Gostaríamos de conhecê-lo.” E foi aí que tudo começou com o LeMay.

Então, o LeMay e seu grupo começaram a achar que você talvez tivesse desenvolvido uma forma de confinar a fusão eletromagnética. Isso não era feito àquela época? E qual seria a vantagem se desse certo?

David Adair: Algumas pessoas estavam mexendo com isso em Los Alamos. Porém, o LeMay viu que, de acordo com o Battelle, eu estava no caminho certo, com certeza estava chegando perto. Eles ficaram pasmados porque eu não pertencia a nenhuma instituição ou agência, trabalhando nessa área.

O cérebro do LeMay estava indo em outra direção. Ele estava pressentindo um golpe que ele poderia dar. Ele me financiaria em tudo que fosse necessário e acabaria conseguindo algo que ele queria muito: velocidade. Ele estava procurando velocidades altíssimas. Ele tinha um termo que eu nunca havia ouvido em 1971, “primeiro ataque”.

Certo.

David Adair: Então, eu pensei: “Sou só um menino. Tenho 15 anos, mas alguém está disposto a me dar tudo de que preciso? É claro que vou aceitar. Acho que não posso
recusar a oferta.”

Certo.

David Adair: Alguns críticos já me disseram que eu não conseguiria fazer nada disso sozinho em uma garagem. Com certeza. Eu precisava de todo mundo. Esse cara, com tanto poder e com as credenciais dele, embora ele fosse um civil, isso não importava.

Todo o triângulo de ferro estava trabalhando para ele, incluindo o setor de comércio e o complexo militar-industrial. Então, tínhamos pessoas trabalhando conosco. Nós terceirizávamos algumas peças e certamente algumas máquinas. Havia pessoas do laboratório nacional de Livermore, de Los Alamos, Oak Ridge, Tennessee, Battelle Memorial, e a lista continua.

O LeMay era muito astuto. Nós dividíamos as coisas em unidades menores e as terceirizávamos. Então, quando alguém desenvolvia um dispositivo para nós, não sabia ao certo o que era. Talvez fosse um sistema de propulsão ou um regulador de fluxo. Não era possível ver o quadro geral sem todas as peças.

Isso foi muito esperto da parte dele. Então, quando todas as peças voltaram ao nosso laboratório de montagem, eu montei tudo. Havia uma grande equipe, centenas de pessoas que trabalhavam lá. Isso nos levou 26 meses e meio. Eu ia à escola, descia do ônibus à tarde, e todas essas pessoas já estavam nesse grande laboratório que eu tinha.

Eu havia pedido ao LeMay que dispensasse os uniformes e deixasse que todos vestissem calças jeans e camisas quadriculadas, para que se misturassem melhor com a população local. Eu estava tentando viver uma vida normal. Ele disse: “Isso é perfeito. É como se fosse sigiloso.” Eu perguntei: “O que é sigiloso?”

Ele respondeu: “Deixe para lá. Continue trabalhando.” Eu tentava não falar muito na escola. Porém, meus colegas sabiam que algo estava acontecendo comigo.

Então, segundo o LeMay, qual era o objetivo do que você estava fazendo para ele?

David Adair: Ele só queria… Ele disse: “Eu quero a mesma coisa que você, David.” Eu disse: “Você quer uma usina de confinamento de fusão eletromagnética?” Ele disse: “Sim, é isso que eu quero. Vamos ver o que podemos fazer para conseguir isso.” Ele sabia que, para que eu testasse o meu campo, a melhor opção seria testá-lo dentro de um foguete, exatamente o que ele queria.

Então, o Coronel Arthur Bailey Williams era o superior do General LeMay. Ele vinha nos visitar todos os dias. Eu nunca via o LeMay, era só o Coronel Williams. Quando terminamos, estava tudo pronto. Concluímos o projeto após 26 meses.

Então, estávamos prontos para colocar tudo em um caminhão e ir até a Base Aérea Wright-Patterson. Então, chegamos lá. Eu me lembro que, quando chegamos, havia um C-141 Starlifter. Não sei se você já viu um desses, eles são imensos.

Enormes.

David Adair: Havia um círculo de soldados da Força Aérea em volta do avião. Eles me pediram para dirigir até lá. Eu estava com medo de chegar perto dele, pois eu achava que estava acontecendo algo e não queria atrapalhar. Então, percebi que aquilo tudo era para mim. Era para o meu…
Lembro-me de ficar parado lá no pátio, uma área grande de concreto, com esse C-141 parado lá e vários militares com armas, muitos guardas por toda parte.

Eu pensei: “Meu Deus! Isso tudo é para mim.” Estava prestes a enfartar. Então, colocamos tudo dentro do avião e fomos a White Sands, Novo México. Fomos lá para fazer o lançamento. Quando chegamos lá, preparamos tudo. Então, foi aí que começaram a aparecer mais personagens na história.

É uma longa história, mas eu havia ficado amigo do Wernher von Braun àquela época. As pessoas perguntam: “Como isso é possível?” Eu ganhei vários prêmios de ciência. Àquela época,eu tinha 16 anos; eu já tinha mais de 100 prêmios.

Nossa!

David Adair: E alguns dos troféus eram maiores que eu. Havia recebido medalhas das mãos de dignitários. Um desses dignitários era Wernher von Braun, o que faz sentido. Então, voltamos a White Sands com o foguete.

O foguete foi levado dentro do C-141?

David Adair: Sim.

Era por isso que havia tantos guardas?

David Adair: Com certeza. Foi uma escolha do LeMay. Eu disse: “Boa escolha!” Então, fomos a White Sands, onde havia… Foi aí que as coisas começaram. Um DC-9 preto pousou no dia seguinte. Fiz uma piada com o Coronel Williams, que estava observando o DC-9. Percebi que ele não riu. Eu disse: “Onde está a cabeça do coelho branco?

A que fica na lateral da cauda do avião.” Porque esse era o avião no qual o Huge Hefner viajava àquela época.

O coelhinho da Playboy?

David Adair: Exatamente. Eu olhei para ele. Ele geralmente era um cara muito amigável. Porém, ele não riu. Ele não parecia feliz. E tinha motivos para isso. Ele estava preocupado com algo e tinha razão. Assim que o avião pousou e veio ao hangar, ele parou. Desceram uns caras de terno preto, camisa branca e gravata fina e preta.

Chegando mais perto deles, relógios triangulares engraçados. Eu não sabia…

Relógio triangular?

David Adair: Sim, era um relógio de formato triangular.

Então, eram agentes.

David Adair: Na verdade, acho que eram homens de preto (MIB).

Homens de preto, sim.

David Adair: Foi a primeira vez… Eu não sabia quem eram. Eu só pensei: “Que pessoal idiota, vestindo essas roupas no meio do deserto do Novo México em pleno verão.”

Claro.

David Adair: Então, um cara saiu de trás deles depois que todos havia descido. Ele estava vestindo uma bermuda cáqui. Eu pensei: “Esse é esperto. Ele sabe se vestir.” Olhei para o Coronel Williams, mas ele ficou calado. Perguntei-lhe: “Qual é o problema, Coronal Williams?” Ele disse: “Estamos encrencados.”

Ele perguntou: “Quem é esse cara de bermuda?” Quando ele se aproximou, eu o reconheci de uma foto que o Von Braun havia me mostrado. Ele veio aos EUA por meio da Operação “Paperclip”. Seu nome era Rudolph. Arthur Rudolph. Ele era o arquiteto-chefe dos motores do foguete lunar F-1 Saturn V da Apollo.

Porém, ele também era nazista da Gestapo e havia matado… Ele foi o responsável por dezenas de milhares de mortes em Mittelwek, Peenemunde, onde construíram os foguetes V-2. O Von Braun disse-me que, se ele aparecesse em qualquer um dos meus projetos, eu estaria encrencado, porque esse cara sempre ficava no comando.

Então, pelo menos eu sabia quem era. Dava para ver que o Coronel Williams sabia quem ele era, mas o Coronel não ficou feliz. Ele veio andando até onde eu estava. Eu disse: “Olá! Meu nome é David. Qual é o seu nome?” Ele não respondeu. Ele disse: “Sou só um cara que está procurando equipamentos para o setor militar.

Fiquei sabendo que você tem aqui um tipo de foguete especial. Eu disse: “Sim, quer dar uma olhada?” Ele disse: “Claro.” Eu o levei até o foguete, e ele ficou do lado oposto. O foguete ficou entre nós. Ele disse: “Você poderia abri-lo e mostrar-me o que está dentro?” Eu disse: “Claro.” Então, peguei um grande bloco de metal e passei-o pelo casco.

O painel levantou-se e deslizou. Ele ficou olhando para a minha mão e para o bloco de metal. Perguntou: “O que é isso?” Eu disse: “Isto é chamado de trava de metal dissimilar. É uma tecnologia antiga, da Segunda Guerra Mundial. Você não tem um destes?” Ele ficou bravo com isso. Acho que talvez tenha ficado ofendido.

Porém, aparentemente, ele não sabia nada daquilo. Ele disse: “Isso é muito avançado.” Eu pensei: “É antigo, não tem nada de avançado.” Então, ele enfiou a cabeça na área do motor. Eu achei que aquele seria um bom momento para dizer-lhe algo.

Então, eu me curvei e fiquei falando no ouvido dele enquanto ele observava o motor. Eu disse: “Este motor tem cerca de um milhão de vezes a potência dos motores do foguete lunar F-1 Saturn V, Doutor Rudolph.” Ele ficou… Que ele havia feito.

Nossa!

David Adair: Ele se levantou… Eu nunca havia visto ninguém ficar vermelho daquele jeito. Ele ficou igual a um pimentão. Ele olhou para mim e disse: “Quem é você?” Eu disse: “Sou só um menino que lança foguetes no pasto aqui em Ohio.” Depois disso, as coisas só pioraram. Ele se apoderou de tudo.

Ficou no controle do lançamento. Fez com que eu reprogramasse o sistema de navegação integrado para uma área a cerca de 456 milhas, se não me engano, para o noroeste. Seja como for, ele mudou as coordenadas para o Lago Groom, em Nevada. Acho que vocês chamam esse lugar de Área 51 hoje em dia.

Exato.

David Adair: Eu nunca havia ouvido falar da Área 51 em 1971. Eu só conhecia o Lago Groom.

Então, o que aconteceu quando você foi ao Lago Groom?

David Adair: Quando ele saiu de White Sands e foi lançado, fiquei curioso em relação ao Lago Groom. Então, pesquisei mapas geofísicos. Eles diziam que era apenas um grande lago seco. Eu disse: “Este DC-9 tem pneus de borracha, vai estourar a barriga nesse lago seco.” Ele disse: “Cale a boca e entre no avião.”

Ele estava certo. Quando chegarmos lá, havia grandes pistas de pouso. Era uma Base Aérea. Isso não estava nos meus mapas. Primeiramente, nós circundamos a base. Nós vimos o Pitholem parado no solo do deserto.

Esse é o seu foguete.

David Adair: Exatamente onde eles queriam que ficasse. Esse foi o único elogio que recebi do Rudolph. Ele disse: “Você o aterrissou com muita precisão.” Eu pensei: “É, que bom!”

O foguete podia ser aterrissado?

David Adair: Nas laterais do foguete, eu construí recipientes deslizantes que continham paraquedas. Esses dois paraquedas saíam, e eram paraquedas de tanques de 70 toneladas. 70-ton tank?

Certo.

David Adair: Então, o foguete pousava como uma pena. Não havia danos, era um pouso perfeito. Estava parado no solo do deserto, com os paraquedas em volta. Seja como for, nós pousamos e fomos até ele. Lembro-me que havia três hangares. Muita coisa estava em construção. Isso foi em 20 de junho de 1971.

Havia construções na base inteira, nas pistas de pouso, em todo lugar. Fomos ao hangar central. Eu estava achando tudo muito estranho. Nada daquilo estava nos meus mapas. Estamos falando de mapas do governo. Eu pensei: “O que é isto?” De qualquer forma, nós descemos. Entramos em carrinhos grandes e de aparência engraçada.

Eram muito grandes, para cerca de 10 a 12 pessoas. Sendo um cientista voltado para o lado da engenharia, eu fiquei olhando para aqueles carrinhos, tentando entender que forma de propulsão usavam. Não eram tanques de propano. Não eram elétricos. A ingestão era grande. Uma espécie de luz embutida brilhava mais quando eles funcionavam.

Quando desaceleravam, a luz ficava mais fraca.

Eles tinham algum tipo de exaustão?

David Adair: Não. E eles só emitiam um leve murmúrio.

Sério?

David Adair: Como um efeito de carretel, como uma turbina. Não faço ideia do que… Até hoje, ainda não faço ideia do que movia aqueles carrinhos. Porém, eram rápidos. Os carrinhos de golfe geralmente andam a 15-25 km/h. Aqueles carrinhos andavam a 95-115 km/h. Ele me mandou entrar no carrinho. Eu entrei.

Fomos até o hangar central. Paramos e ficamos esperando. Umas luzes amarelas de alerta começaram a piscar em todas as portas. Do chão, começaram a sair uns tubos pequenos com correntes fixadas em cada parte. Surgiu um corrimão. Pensei: “Para que serve isso?

Eles não querem que ninguém fique andando neste prédio.” A resposta veio logo em seguida. O piso do hangar era maior que um ginásio. O piso todo começou a descer. Era um elevador. Eu pensei: “Com um elevador deste tamanho e com um piso de concreto como este, deve haver umas 100 toneladas de concreto aqui.

Não dá para mover algo tão pesado assim com correntes ou cabos.” De fato, não era isso. Quando chegamos no subsolo, dava para ver cerca de 12 coisas girando nas paredes. Eram roscas sem fim. É a engrenagem mais resistente que conhecemos. Cada uma delas era maior que uma sequoia.

Nossa!

David Adair: Eu fiquei pensando em como eles haviam moldado e fabricado aquelas coisas. Era incrível. Nós descemos. Eu fiquei tão…

Ou seja, elas suportavam um peso enorme.

David Adair: Com certeza. Dava para arrastar um porta-aviões até lá e descer com ele.

Certo.

David Adair: Eles devem transportar coisas muito pesadas. Enquanto descíamos, eu fiquei contando a distância. Acho que descemos uns 60 metros. Atingimos o nível do piso. Em seguida, vimos algo incrível. Olhando direto para frente… As outras três paredes eram sólidas. Então, só dava para ver uma direção.

Olhando para aquilo… Era como a Mammoth Cave, não sei se você já foi lá…

Sim, já fui. Fica no Kentucky. Sim, o sistema de cavernas?

David Adair: Sim, é imenso. Era parecido, mas este era umas 10 vezes maior.

Nossa!

David Adair: Ele descia… Acho que, do solo até o topo do arco, devia haver uns 30 metros. Isso é muito. Então, ele descia pelas laterais, ficando reto até o chão, virando paredes perpendiculares. Nessas paredes, há várias lojas, hangares e escritórios. Dá para ver as pessoas trabalhando no escritório.

E nós entramos naqueles carrinhos. Passávamos por portas de hangares de vez em quando. Algumas das portas estavam parcialmente abertas. Eu vi algumas coisas lá que não consigo explicar. Havia naves muito incomuns. Não sei dizer se eram aviões ou naves espaciais. Mais no fundo, havia outra coisa no hangar, e a porta estava mais aberta.

Era uma nave enorme. Parecia o XB-70, o Valkyrie. Porém, ela tinha canards e entradas de ar diferentes. Portanto, era outra nave. O primeiro Valkyrie foi destruído em uma queda. Ele engoliu um avião-câmera em sua cauda. O segundo está em um museu, o museu da Força Aérea em Wright-Patterson. Então, o que aquela nave estava fazendo ali?

Exato.

David Adair: Novamente, havia várias coisas amarradas nela, bem como bandejas coletoras. Ela estava em funcionamento. Não sei o que estava fazendo. Então, nós descemos. Descemos por cerca de 400 metros. Nessa passagem, no corredor principal, não dava para ver onde terminava. Ele acompanhava a curvatura da Terra.

Sério?

David Adair: Sim, era enorme. Durante a viagem, perguntei a um dos caras algo muito simples. “O que vocês fizeram com esse tanto de terra?” Eles ficaram muito bravos com isso. Não entendi o que havia de errado com uma pergunta sobre a terra. Fiz outro comentário infeliz.

Eu disse: “O que vocês usaram? Um ‘phaser’?” Eles ficaram muito bravos. Percebi que minhas perguntas eram inoportunas. Pensei: “O que está acontecendo neste lugar?”

Qual era a velocidade desse carrinho de golfe nesse momento?

David Adair: Uns 80 km/h.

Certo.

David Adair: Portanto, o trajeto era longo.

Sim.

David Adair: Ainda assim, não dava para ver o fim. Porém, é aqui que a coisa fica interessante. Quando eu já estava me acalmando… Eu não sabia que havia algo no subsolo. Eu me curvei para fora, só para ver as pessoas sentadas na minha frente.

Quando coloquei o braço para fora, percebi que não havia sombras.

Era como uma cabine de pintura. Não há sombras para não marcar a pintura. Não dá para ver. Porém, eis o problema: não achei nenhuma fonte de iluminação. Nenhuma. Não havia iluminação indireta nem direta. Não havia nenhuma fonte de iluminação.

A área era completamente iluminada, mas até hoje não sei dizer como eles fizeram aquilo. Achei que pudesse ser a atmosfera. Porém, como é possível iluminar uma atmosfera? Você respira a sua própria luz?

A luz ficava mais forte perto do teto? Ou a iluminação era igual em todos os lugares?

David Adair: A iluminação era igual, perfeita. Ela chegava até nos cantos, onde normalmente…

Muito estranho.

David Adair: Sim, essa é a palavra.

Então, você estava passando por esse corredor, indo sempre a 80 quilômetros por hora.

David Adair: Exato.

E você estava vendo vários escritórios?

David Adair: Sim.

E os hangares com naves dentro, coisas desse tipo?

David Adair: Sim. E algumas portas estavam…

Então, deve haver centenas ou milhares deles.

David Adair: Talvez. Não fomos até o fim. Só andamos uns 400 metros.

Nossa!

David Adair: A história fica ainda mais estranha. Como se já não bastassem a falta de sombras, a iluminação perfeita, a caverna gigantesca que eu nem sabia que existia, todos aqueles hangares, a maioria deles de portas fechadas, ou seja, só Deus sabe o que havia lá dentro.

Certo. Também é muito estranho que eles tenham ficado com raiva com as suas perguntas simples.

David Adair: Sim, e com muita raiva mesmo. Eu estava prestes a dizer: “Relaxem, foi só uma pergunta.” Então, chegamos… Como se já não bastasse, imagine isto. Encostamos no lado esquerdo. Havia uma íris, como uma câmera.

Certo.

David Adair: De cerca de 12 metros de diâmetro.

Nossa!

David Adair: Era enorme! Nós paramos. O motorista saiu, correu até um painel de vidro e colocou sua mão nele. Ele colocou os olhos em uma espécie de leitor, que emitiu um flash. A íris abriu-se. Quando a íris se abriu completamente, outro painel horizontal surgiu para preencher a lacuna, para que pudéssemos passar.

Então, ele passou por um leitor de retina?

David Adair: Eu fiquei sentado lá, pensando: “Isso é um leitor de retinas e um leitor de palmas?” Nada disso existia em 1971. Não havia computadores pessoais, faxes, modems, celulares, laptops… Não tínhamos nem calculadoras de mão da Texas Instruments. Isso só veio depois.

Certo.

David Adair: Mas aqueles caras tinham leitores de retina e de palma em uma parede que abre uma porta gigante em forma de íris? Eu nunca vi uma íris tão grande. Fiquei pensando: “O que está acontecendo aqui? Eles têm tecnologias que eu nunca vi.” Então, entramos em um cômodo do tamanho de um ginásio. Estava escuro. As luzes foram acesas.

Eu gostaria de perguntar uma coisa. Você acha que essa íris havia sido instalada em vez de uma porta normal para o caso de algo lá dentro explodir e eles terem que conter
uma força explosiva?

David Adair: Pode ser por isso ou por segurança.

Certo.

David Adair: Eles certamente não gostariam que você entrasse lá, abrisse uma porta e entrasse. Não dá para abrir uma íris assim.

Sim, é verdade.

David Adair: Seja como for, a primeira impressão que tive é que havia algo incrível atrás daquela porta. Eles não queriam que qualquer pessoa entrasse para ver.

Nossa!

David Adair: Quando chegamos, as luzes acenderam-se. Eu pensei: “Muito bem, agora eu acho a fonte de iluminação.” Procurei em todos os lugares, mas não havia nenhuma fonte. Ela era ligava como um reóstato. A luminosidade aumentava até se igualar à luminosidade da passagem.

Fiquei pensando: “Como eles fazem isso? Eu daria tudo para saber como fazem isso.” Quando paramos, no lado oposto do cômodo, havia uma plataforma gigante de aço, como um placo. Havia algo no palco, mas havia uma cortina gigante pendurada ao redor dele. Não era uma cortina de material tipo as cortinas de pano.

Eram como para-lamas de semirreboques, mas do tamanho desta cortina, pesando toneladas.

Você disse “gigante”, mas poderia dar detalhes um pouco mais específicos sobre a plataforma e a cortina?

David Adair: Sim, eu diria que só a cortina em si tinha mais de 30 metros de largura.

Nossa!

David Adair: E tinha uns 7,6 metros de altura.

Nossa!

David Adair: Era muito grande.

Então, havia algo grande por trás dela.

David Adair: Com certeza. E havia cabos que iam até o teto e desapareciam na escuridão. Só Deus sabe o que fica lá em cima. Sinceramente, eu prefiro não saber. Seja como for, eles levantaram a cortina. Saímos do carrinho e ficamos parados lá. Eles levantaram a cortina, mas eu fiquei decepcionado.

Achei que estivesse à frente de todo mundo, com um motor de confinamento de fusão eletromagnética pousando no solo do deserto… Quando a cortina subiu, imagine um trailer de 18 rodas. Deve ter uns 20 metros de largura.

Sim.

David Adair: Aliás, de comprimento. 20 metros de comprimento. 20 m x 7,6 m x 4,5 m. Um motor de confinamento de fusão eletromagnética desse tamanho.

Nossa!

David Adair: E eu fiquei lá, pensando… Fiquei muito confuso. Eu estava decepcionado, mas também estava empolgado. O meu só tinha 7,6 metros de comprimento, aquele outro era um monstro.

Deixe-me fazer uma pergunta. Você acha que, quando o LeMay viu o caderno original de 93 páginas que a sua mãe lhe mostrou, ele viu os projetos que você estava fazendo que eram similares a esse objeto muito valioso que ficava na Área 51?

David Adair: Acho que o Battelle viu.

Certo.

David Adair: Em 1971, o Battelle Memorial tinha 137 vencedores do Nobel em sua equipe.

Nossa!

David Adair: Era uma usina de força. Alguns deles perceberam isso quando viram os cálculos. Pelos cálculos, eles sabiam que direção ou formato eu estava projetando na forma física. Então, eu imagino que alguém desse grupo sabia desse outro motor ou contou ao LeMay sobre ele.

Porém, para ser modesto, eu me senti humilhado naquele momento. E tinha um Modelo A, enquanto eles tinham um Lamborghini.

Nossa!

David Adair: Embora o Modelo A e o Lamborghini sejam tão diferentes em termos de potência, ambos têm motores de combustão interna. Eles têm algumas semelhanças.

Era de alguma cor específica? De que cor você diria que ele era?

David Adair: Era uma cor meio “aqua”, um azul esverdeado como o mar. Era lindo. E tinha um certo brilho. Porém, diferentemente do meu, esse outro motor tinha uma estrutura de exoesqueleto. Eu pensei: “Isso é tão estranho!” Parecia muito algo feito por H. R. Giger.

Sério?

David Adair: Sim. E eu pensei: “O que é isso?” Eu tinha que perguntar. Olhei para o Rudolph. “Isso é uma máquina ou é orgânico?” Não dava… Porque a estrutura do exoesqueleto era como ossos.

Sério?

David Adair: Eu fiquei lá, pensando: “Tudo o que posso dizer é que isso parece algo alienígena.”

Certo. Como você disse que pareciam ossos e que era um exoesqueleto, seria algo com uma estrutura de matriz normal, como malha de arame? Ou havia certas áreas mais espessas e certas áreas mais finas? Havia dendritos?

David Adair: Os ossos começam mais espessos na espinha dorsal, como uma caixa torácica. É como uma caixa torácica ao redor de todo o perímetro. Era muito bem protegido. E havia degraus que subiam até a plataforma onde ele ficava.

No osso?

David Adair: Não, estamos falando da plataforma.

Certo.

David Adair: Perguntei ao Rudolph: “Posso subir os degraus e aproximar-me dessa coisa?” O pessoal da Força Aérea disse que não. O Rudolph disse que sim. Obviamente, ele estava no comando, pois todos ficaram quietos. Então, subi os degraus e aproximei-me daquela coisa. E foi aí que as coisas estranhas começaram a acontecer.

Se você já estiver achando estranho, vai ficar mais estranho ainda. A primeira coisa que notei foi a minha sombra no motor. Em todos os outros lugares, eu não havia visto nenhuma sombra.

Nenhuma sombra.

David Adair: Então, comecei a girar e procurar à minha volta, mas não vi nenhuma fonte de luz. Antes, tínhamos luminosidade sem fontes de luz e sem sombras. Agora, havia aquele motor com a minha sombra nele. Claro que aquilo era normal lá. Percebi outra coisa.

Apesar de seu tamanho, no meu motor, havia uns 8 km de fiação, parafusos, porcas, junções bem alinhadas e coisas desse tipo. Aquela coisa, apesar de gigantesca, não tinha nenhum parafusos, rebite, linha de solda, junção. Ele parecia crescer como uma berinjela.

Eu só… Eu queria muito me virar e dizer a ele: “Como foi que vocês construíram esta coisa?” Porém, percebi que já tinha sido muito ruim perguntar sobre a terra. Eles ficariam muito bravos com essa outra pergunta.

Como você disse que ele era azul-turquesa, ele tinha… Em termos de especularidade, ele era brilhoso? Era plano? Tinha uma aparência de alumínio? Havia partículas nele?

David Adair: Eram áreas diferentes. A estrutura do exoesqueleto de ossos era plana. As esferas grandes e redondas, chamadas de cíclotrons no meu motor, tinham essa cor azul-turquesa, mas eram lisas. Quando me aproximei dele, percebi a minha sombra. Então, fiz assim. A minha sombra tinha um atraso de frações de segundo. Eu fiquei…

Isso é estranho.

David Adair: Eu só fiquei… Eu fiquei observando, virei-me e olhei para o Rudolph. Ele estava feliz. Dava para ver. “Você está entendendo o que está acontecendo, não é?” Eu olhei para ele. Só nós dois estávamos mantendo contato visual. Os militares estavam em outro mundo. Então, eu perguntei: “Esta é uma liga que reconhece calor?

Ela está absorvendo o calor irradiado por mim e refletindo esse calor no casco.” Eu achei isso muito legal.

Eu sinto muito por interrompê-lo, mas temos que fazer episódios. Esgotou-se o tempo que tínhamos para este episódio. Isso é muito fascinante. Perdão pelo suspense. Porém, nós voltaremos com mais informações do David Adair, o nosso convidado especial aqui no ”Revelação Cósmica”. Sou David Wilcock. Obrigado por assistirem-nos.

REVELAÇÃO CÓSMICA – POR DENTRO DO PROGRAMA ESPACIAL SECRETO COM COREY GOODE E DAVID WILCOCK

O próximo episódio com David Adair será um dos melhores episódios desta série, no qual é sobre a área 51:

https://www.oevento.pt/2019/07/21/corey-goode-t08e03-o-passeio-na-area-51/

Disclaimer:
1. Os artigos são escritos em português do (Brasil ou de Portugal) ou numa mistura de ambos.
2. Os autores não usam facebook, portanto se tiver alguma pergunta, coloque aqui no site, na secção dos comentários (não do facebook)
3. Os artigos colocados neste site, são diferentes dos colocados nos meios de comunicação de massas. Não significa que os autores concordam ou discordam com os mesmos. Você deve usar a sua intuição com aquilo que ressoa ou não consigo. Ninguém é dono da verdade absoluta e este site não foge à regra.

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