revelação cósmica temporada 13

S13E03 Sete Espécies Extraterrestres (Revelação Cósmica)

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Neste episódio, o novo whistleblower Jason Rice descreve algumas espécies extraterrestres com quem manteve contacto, quando participou no Programa Espacial Secreto.

S13E03 Sete Espécies Extraterrestres (Revelação Cósmica ~ Jason Rice)
S13E03 Seven E.T. Species (Cosmic Disclosure)

Assista ao episódio clicando no link abaixo, usando o browser chrome (watch the episode by clicking on the link below, using the chrome browser):
https://drive.google.com/open?id=1Su17kFymq5vGVugyskpm8xOpDYgfKSKj

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Comandante dos Dracos

Jason Rice começou a participar neste programa neste episódio (temporada 12, episódio 5):

REVELAÇÃO CÓSMICA T12E05 ~ Jason Rice – Um Novo Informante

Episódio legendado para português do Brasil (para quem não deseja assistir ao vídeo):

Olá a todos. Sou Jay Weidner. Vocês estão assistindo ”Revelação Cósmica” e estamos de volta com nosso convidado, Jason Rice. Em um episódio anterior, você falou muito sobre os procedimentos do Programa de 20 anos. E eu queria saber se há alguma coisa que queria acrescentar sobre isso para que as pessoas possam entender melhor.

Jason Rice: Certamente. O programa de Retorno de Carreira, do qual eu fazia parte, também é conhecido por muitos outros como o Programa de 20 anos.

Espere um pouco. Você não sabia que era o Programa de 20 anos? Jason Rice: Exato. Não nos referimos a isso como o Programa de 20 anos. Nós nos referimos a isso como Retorno de Carreira, que é indicativo de ter uma carreira e retornar. CR.

Parece um termo militar. Jason Rice: Claro. É mesmo. Todo o processo de um Retorno de Carreira era dar aos soldados uma oportunidade de ter e estruturar a última experiência e treinamento para que pudessem desenvolver mais treinamento e habilidades e passá-los para outros soldados que também fazem parte do programa de Retorno de Carreira.

Antes de você fazer o seu Retorno de Carreira, você passou 20 anos no Programa Espacial Secreto.

Durante esse tempo, quantos grupos extraterrestres diferentes você conheceu? E eu acho que devemos incluir também híbridos e coisas que foram criadas. Você acha que  conheceu quantos? Jason Rice: Durante todo o programa de Retorno de Carreira, havia dois tipos de ETs no Planeta Um. Havia mais dois no Planeta Dois. E havia mais três no Planeta Três. Havia também outros ETs com os quais trabalhávamos durante o treinamento no início do meu Retorno de Carreira e bem no final do meu Retorno de Carreira, quando eu atuava como treinador.

E você trabalhou com outros grupos extraterrestres como treinador? Jason Rice: Exato. O ET a quem nos referimos como Charlie durante o primeiro dia que cheguei na instalação da caverna subterrânea…

O primeiro ET que você realmente viu? Jason Rice: O primeiro que havia lembrado até então, porque eu tinha visto e trabalhado com outros durante o treinamento do programa de dessensibilização. O primeiro que relembrei até aquele momento, seu nome era Charlie. Demos esse nome a ele. E ele não tinha problema em ser chamado de Charlie. Ele era um EBE, um típico Grey. E sua presença e trabalho conosco no FIG, a instalação da caverna Fort Indiantown Gap, ele servia de recurso para nós. E às vezes perguntávamos: certo, o que você acha sobre o uso de tal e tal tática? E ele ajudaria ao dar sua opinião sobre essas táticas.

Como você se comunicava com ele? Jason Rice: Mentalmente.

O que é um EBE? Jason Rice: Entidade Biológica Extraterrestre.

Então ele era como um consultor de certa forma. Jason Rice: Um consultor terceirizado.

Você chegou a perguntar de que planeta ele era ou algo assim? Jason Rice: Quando perguntávamos a ele, ele apontava.

Para o céu? Jason Rice: Sim, ele não dava o nome. E acho que isso fazia parte da compartimentalização.

Ele era bondoso? Jason Rice: Ele certamente se comportava como se fosse, por conta de suas interações amigáveis. Depois de trabalhar por vários anos com Charlie, não dá para deixar de gostar do senso de humor. Ele tinha um jeito alienígena de pensar nas coisas, mas, ainda assim, com um aspecto carinhoso.

Conte-nos sobre seus primeiros encontros quando você chegou ao Planeta Um. Você conheceu essas pessoas, esses ETs de outro planeta. Como foi quando você os conheceu pela primeira vez?

Jason Rice: Nossa primeira missão no Planeta Um foi para obter informações, para reconhecimento, em que fomos enviados a uma certa cidade, que chamávamos de Área 26, como uma delegação de uma cidade distante, longe o suficiente para que eles não pudessem pedir que o vizinho corresse e fizesse perguntas sobre quem éramos. Ficava tão longe que tínhamos viajado com muitos suprimentos e bens que, supostamente, vieram dessa cidade distante, com os quais queríamos começar a estabelecer uma rota comercial.

Certo.

Jason Rice: E assim, as interações e as recepções que tínhamos recebido… porque era todo o meu pelotão e eu que estava lá. Mas não estávamos todos no mesmo prédio, ou na mesma vizinhança. Nós nos espalhamos estrategicamente por toda a cidade em grupos de três ou quatro, e estávamos todos dentro de cinco minutos de distância da outra equipe. As equipes mais distantes levariam muito mais tempo do que isso para chegar até nós, caso precisássemos de auxílio. Então, nem todos chegamos ao mesmo lugar ao mesmo tempo, já que achamos que teria sido muita coincidência e teria levantado algumas suspeitas. Então, algumas pessoas entraram depois, algumas pessoas entraram nos dias seguintes, então parecia ser aleatório. E as boas-vindas que recebemos foram muito calorosas e amigáveis. Os ETs humanoides do Planeta Um não sabiam o que era uma guerra em gerações. Então, seus conceitos de aceitação, amizade e o que consideraríamos ser prestativo era algo muito diferente para vários dos meus soldados. Porque ao crescer em uma cidade grande ou em uma grande área metropolitana, você não tem esse tipo de recepção aberta. Como eles são diferentes dos seres humanos da Terra com relação à realização das suas atividades… eles estavam genuinamente interessados na comunidade e incentivando isso. E eu acho que você teria que voltar no passado da história da Terra, quando havia pequenas colônias de pessoas vivendo bem longe de outras civilizações, sendo um enorme benefício para elas trabalharem juntas. No Planeta Dois, a estrutura social e como a unidade familiar foi estabelecida era diferente do que estávamos acostumados, em que entre três e quatro casais diferentes eram considerados uma família.

Certo.

Jason Rice: E consideravam todos como seus maridos ou suas esposas. Então, essa também era uma característica muito diferente entre os humanoides do Planeta Dois e também os humanos da Terra. E no Planeta Três, a existência prévia do crime organizado naquele planeta significava que já existiam sementes do lado sombrio do que poderíamos considerar o lado mais sombrio da humanidade. Bem, eles tinham a mesma coisa lá. E o Planeta Três, aliás, era o único, na minha experiência, que tinha um tipo de moeda fiduciária.

Houve algum momento em que você ou algum dos seus amigos quiseram abandonar a IDARF e ir viver… E virar nativo? Como no filme “Avatar”?

Jason Rice: Não. Por um lado, poderíamos ser rastreados, e não havia como escapar disso.

Isso é verdade. Jason Rice: E as consequências de fazer isso… O tempo é uma ilusão. E poder reconfigurar parte dos sistemas holográficos de entretenimento que usávamos para servir de punição era uma possibilidade bem real. Então poderia acabar passando cinco anos em sua mente, em uma prisão, isolado, ou qualquer outro tipo de punição, mas, na realidade, dura 5 minutos, 10 minutos, 1 hora.

Então, algo assim seria suficiente para… Jason Rice: O suficiente para fazer você nunca mais querer fazer isso de novo. E assim, virar nativo, ir para o campo e se juntar à população indígena, eu diria que um dos lugares que teria sido atraente para mim, teria sido o Planeta Um e talvez até algumas partes de Calidus Três, antes das guerras em ambos os planetas.

Existe alguma coisa que você viu que mostrava a genialidade deles, coisas que eles fizeram ou criaram que não era o mesmo que na Terra? Jason Rice: Claro.

Bem, poderia descrever isso? Jason Rice: Algumas das obras de arte no Planeta Um que ficavam nas ruas. Se puder imaginar o submarino industrializado de Jules Verne, com todos os mostradores e o latão, mecanismos únicos e muito interessantes. Algumas das obras de arte criadas por esses artistas eram… Verdadeiramente, era uma obra de arte inspiradora por ter incorporado um certo materialismo de máquina com formas naturais. E isso em si era uma visão inspiradora. E estava por toda parte. Estava em todo lugar. Toda a cidade era decorada com isso.

Em um nível de inteligência, como você os classificaria? Igual a nós? Jason Rice: Eu diria que eles tinham toda a inteligência que nós temos.

E quanto ao Planeta Dois? Mesma coisa? Jason Rice: Mesma coisa. O Planeta Dois era do mesmo jeito.

E quanto aos insectoides? Eles eram inteligentes?

Jason Rice: Muito inteligentes.

E os ciclopes? Jason Rice: Sim. Eles também eram.

Mais uma vez, comparável a nós hoje? Jason Rice: Sim.

E eles só têm um olho. Então eles não têm visão tridimensional? Jason Rice: Não.

Isso indicaria que os humanos e os insectoides teriam uma grande vantagem sobre eles. Jason Rice: Os ciclopes, por terem apenas um olho, eliminaram a percepção de profundidade. No lugar disso, suas habilidades empáticas e serem capaz de sentir… E quando perguntei sobre isso, a habilidade deles de sentirem a energia das coisas em seu ambiente, foi como eles explicaram, era assim que compensavam isso.

Certo. Jason Rice: Os insectoides tinham uma certa vantagem por causa de suas habilidades telepáticas desenvolvidas. O processo de se conversar entre duas pessoas requer pensar, comunicar internamente para as suas cordas vocais, sua boca, seus lábios e sua língua, e então formar as palavras. É um processo. Considerando que, se pudesse remover toda essa necessidade para que a comunicação aconteça, você teria uma comunicação muito mais rápida e mais clara.

Claro. Jason Rice: E assim, junto com a capacidade de se comunicar em uma língua, você também pode se comunicar com imagens, com sentimentos, com uma variedade de outras coisas que não fazem parte do ato de apenas falar.

Entendo o que quer dizer. Jason Rice: Entendo o que quer dizer, literalmente.

Literalmente. Então você acha que isso teria dado aos insectoides uma grande vantagem na guerra e que eles venceriam? Jason Rice: Com toda a certeza.

E por que eles não venceram? Jason Rice: Os números.

Eles os subjugaram. Jason Rice: Bem, os insectoides foram superados em número pelos ciclopes e humanoides. E como sabe, todos os três eram residentes do Planeta Três. E assim, enquanto eles haviam alcançado uma convivência tênue, ainda havia conflitos nas fronteiras, ou sobre certos territórios e direitos por recursos. Então foi um contra dois. E a razão pela qual eles não foram destruídos, eu acho que foi porque tinham habilidades telepáticas, o que significava que eles também podiam monitorar, ler e ouvir o que os humanoides e os ciclopes nunca diziam.

Certo. Jason Rice: Então, isso com certeza deu a eles uma enorme vantagem em inteligência e em diferentes áreas.

Insectoides

Criamos estratégias em nossas guerras de acordo com as nossas habilidades… o quão rápido podemos correr, o melhor que podemos atirar, e todas essas coisas. Os insectoides são uma espécie completamente diferente da nossa. Então, qual era a diferença no modo como eles elaboravam estratégias em comparação a como fazemos?Jason Rice: Algo muito importante a ter em mente é que aquilo considerado lógica e razão para um humanoide não é o caso quando se trata de uma espécie alienígena, mesmo que seja um humanoide alienígena, mas especialmente para um insectoide alienígena. A raça de insectoides alienígenas é uma entidade que pensa diferente. Eles têm habilidades psíquicas. Eles têm a capacidade de subir paredes e tetos. Todo o desenvolvimento deles através das eras seguiu uma rota diferente… diferentes religiões, diferentes crenças espirituais. Levando em conta que é uma maneira muito diferente de pensar, a abordagem e as táticas deles serão baseadas em tentar aproveitar seus pontos fortes e tentar tirar proveito dos pontos fracos do inimigo. E quais são seus pontos fortes? Alguns de seus pontos fortes seriam suas comunicações, aproveitar o escuro, aproveitar as emboscadas, quando posicionavam um batedor para outro grupo ou equipe que nunca precisava ver o local da emboscada, porque transmitiam isso através de um dos seus soldados ou outros indivíduos. Suas táticas seriam destinadas a… Já que eles enxergam em um espectro de luz diferente, eles podem ver em infravermelho na completa escuridão. Eles não precisam de luz das estrelas para fazer isso, assim podem ter vantagem no combate aberto ou subterrâneo. Eles agem com mais facilidade na escuridão. Então, eles se limitariam a esses tipos de situações e cenários, em que podem aproveitar ao máximo dessas forças táticas.

Os humanos e todos os hominídeos têm o que é chamado de sistema do nervo vago. É um sistema no cérebro que se conecta e nos torna empáticos. Uma das razões pelas quais os seres humanos sobreviveram e prosperaram é por causa do sistema do nervo vago. Cooperamos uns com os outros, e isso nos ajuda. Pássaros e insetos não têm o sistema do nervo vago, então eles não têm a capacidade de cooperar. Não é uma constituição do sistema deles. Mas você está dizendo que esses insectoides tinham empatia e podiam cooperar. E eu me pergunto: eles são talvez mais humanoides do que realmente pensamos? Ou eles são apenas insetos? Quero dizer, com o que eles se pareciam para você?

Jason Rice: É uma ótima pergunta. Eles surgiram com sua própria versão do padrão de estrela. É possível que o DNA antigo deles tenha sido adulterado? Com toda a certeza. E considerando que todos os três planetas mencionaram viajantes das estrelas em alguns de seus escritos antigos, parece-me que há uma boa chance de que foi exatamente o que aconteceu. Empatia pela própria espécie com certeza existia. Se eu tivesse duvidado disso, sendo um prisioneiro e compartilhando uma cela com uma mãe e sua filha, certamente me mostrou isso, que eram capazes de empatia e cuidar de sua própria espécie.

Esses insectoides andam eretos?

Jason Rice: Andam.

Eles têm antebraços como nós temos?

Jason Rice: Eles têm antebraços articulados de inseto. Eles têm pernas articuladas invertidas… ou joelhos, devo dizer. Suas articulações se assemelham mais com as articulações de um gafanhoto do que com as de um humanoide. Os olhos deles têm uma cor prateada muito reflexiva. O sangue deles, enquanto o sangue dos humanos contém ferro, que responde pela cor vermelha, o sangue deles tem cobalto, que responde pela cor azul escuro do sangue deles.

Eles têm a pele azul?

Jason Rice: Não.

Qual é a cor da pele deles?

Jason Rice: Pele verde amarelada brilhante. E eles são pequenos. Quero dizer, eles são…

Qual a altura?

Jason Rice: Alcançam no máximo 1,30 m.

Eles são rápidos?

Jason Rice: Sim, muito rápidos.

Eles podem voar?

Não.

Eles tinham tecnologia?

Jason Rice: Eles tinham tecnologia a par com as outras duas raças no Planeta Três, que não estava nos primórdios, mas progredindo industrialmente.

Eles ainda estão lutando no Planeta Três?

Jason Rice: Eu não tenho ideia. É uma boa pergunta. Quando saí de lá depois que meu transporte foi abatido, a invasão alienígena não tinha começado, e ainda tentavam fazer essas três forças opostas trabalharem juntas.

Estavam mesmo tentando fazer com que as três forças opostas
trabalhassem juntas?

Jason Rice: É uma boa pergunta.

Tentavam eliminar uma ou limitar?

Jason Rice: Quer dizer, nos dois planetas anteriores, a redução da população foi de bilhões. Então, se livrarem de uma raça inteira não seria algo impossível de se fazer ou que não estavam interessados.

Você disse que bilhões de pessoas morreram nessas guerras. A guerra com os lobisomens
foi no primeiro planeta? Jason Rice: Correto. A invasão dos lobisomens e o combate a essa invasão foi responsável pelas mortes dessas pessoas.

Como vocês acabaram derrotando os lobisomens, já que eles eram tão ferozes e cruéis? Jason Rice: A forma como conseguimos derrotá-los foi através do uso de um volume muito limitado de tecnologia avançada, porque a guerra estava no ponto onde era perdê-la ou usá-la. E aqueles no poder
decidiram que usariam, de uma forma muito limitada, por exemplo, explosivos mais avançados. Eles não nos permitiram
usar nossos trajes de combate ou nossas armas avançadas.

Por que não?

Jason Rice: Porque eles não achavam
que precisavam.

Eles tinham rituais funerários?

Jason Rice: Tinham. O aspecto infeliz das necessidades de táticas de combate significava que muitas vezes, essas cerimônias… não conseguíamos realizá-las porque não dá para tirar três horas da sua missão para fazer uma cerimônia funerária. Acaba sendo um sepultamento coletivo. E rastreávamos, anotávamos e mantínhamos registros de quantos haviam lá, se pudesse contá-los. E parte do processo de limpeza em Calidus Três envolvia percorrer os locais das batalhas e recolher os híbridos, e isso incluía algumas das corporações da Terra chegando e recolhendo as peças e os pedaços.

Então está dizendo que pegariam os lobisomens e depois faziam engenharia reversa neles?

Jason Rice: Pegavam as peças, tudo, desde reguladores de fluidos para as articulações a conexões das órbitas oculares, o córtex visual deles, e como foram feitos, tudo, da ponta das orelhas até a base das garras. Se obtivesse algo tão avançado… e claramente era uma criação avançada… E acho importante salientar que a diferença entre entidades biológicas extraterrestres e esses híbridos criados, que encontrei no Planeta Um e no Planeta Dois, no sentido técnico, não são ETs, são criações híbridas. Então, poder recolher aquelas peças e pedaços é de extremo valor para certas organizações ou corporações que podem agora incorporar as ideias por trás dessas articulações mecânicas na substituição cirúrgica de joelhos, aprimorar ou ajudar a aumentar a força de um braço humano ou robótico. Há infinitas aplicações.

Então você está implicando que os dracos são responsáveis por tudo, especialmente pelos lobisomens e pelo ataque ao Planeta Um. Você conheceu ou viu um draco? Jason Rice: Felizmente, não. Eu não tive que trabalhar com eles ou interagir com eles.

Por que você diz felizmente? Jason Rice: Porque eu prefiro não ter que lidar com esse tipo de energia negativa.

Já ouviu falar de pessoas que interagiram com eles? Jason Rice: Sim. Meu amigo alemão de Marte que compartilhou comigo as informações sobre os dracos e o envolvimento deles, parte do processo de comunicação que aprendemos durante o nosso treinamento na IDARF foi semelhante ao que eu havia mencionado antes com os insectoides, capaz de compartilhar imagens psiquicamente. Isso também fazia parte dos protocolos em que fomos treinados e poder compartilhar não apenas comunicações, mas o envio e recebimento de imagens.

Certo. Jason Rice: E as imagens dos dracos que ele compartilhou comigo… das suas negociações, ao pegarem vários prisioneiros dos alemães da Antártida durante a troca, como eram, a sensação que veio com a experiência… não é algo que eu queira ou deseje a alguém, e muito menos eu gostaria de experimentar.

Certo. Jason Rice: Então, com relação a interagir com eles, com essa entidade negativa, os alemães de Marte, alguns poucos, fizeram isso. E a troca de informações comigo de Johann trouxe todos os sentimentos associados a isso.

Johann teve alguma interação com os dracos? Jason Rice: Ele os viu a distância. Ele teve. Mas ele não teve que interagir diretamente com eles. A família dele em Marte, em Newarsburg. A família dele tinha muitos contatos, o que explica sua colocação na IDARF, porque era isso o que ele queria fazer, então ele conseguiu essa colocação. Ele tinha familiares que trabalhavam diretamente com os dracos. E o jeito que ele me explicou foi que os dracos não estavam interessados em falar com todos. Eles só falariam com pouquíssimos humanos, porque eles os veem bem abaixo de sua posição e não dignos de interação. Então, a maioria das interações com seres humanos era apenas quando precisavam. E quando precisavam, era com aqueles que estavam no comando.

Isso mudou depois que vocês derrotaram os lobisomens? Jason Rice: Os dracos?

Sim. Jason Rice: Não. Parte do plano deles era ter a população planetária reduzida, mesmo que isso significasse que seus lobisomens fossem destruídos. Era tudo parte do plano deles.

Por que queriam a população reduzida? Jason Rice: Porque isso gerava um fator motivador para a população restante que ficou viva para concordar e consentir com o que quer que pedissem a eles.

Qual foi a experiência mais marcante ao lidar com esses ETs? Qual grupo extraterrestre o influenciou mais ao longo da sua vida depois?

Jason Rice: O grupo extraterrestre que mais me afetou foi sem dúvida a civilização de Calidus Três, porque pude vivenciar a luta e a reconstrução. E como parte do processo de crescimento pessoal ao tentar aumentar minhas próprias vibrações e abordagem de interações com pessoas, manter uma atitude positiva, permanecer esperançoso e não focar nos aspectos negativos que poderiam ser qualquer coisa, desde chutar um pneu furado, não carregar essas coisas comigo. O povo que sobreviveu àquela guerra tinha uma escolha a fazer. Eles poderiam carregar toda essa dor em seus ombros, ou poderiam enfrentá-la e trabalhar na limpeza, e continuar suas vidas com um aspecto de esperança, amor e felicidade. Então, para mim, esse foi provavelmente um dos maiores fatores que eu encontrei. E isso me mudou drasticamente depois de ver que, quando eu saí daquele posto de serviço e continuei no 333º regimento de treinamento, no qual virei um dos treinadores, afetou a forma como eu abordava meu treinamento dos futuros soldados, que entrariam na ativa dentro de um ou dois anos. E tanto quanto eu pude, fiz tudo ao meu alcance para tentar transmitir a eles a necessidade de enfrentar desafios, identificar o que esses desafios significam para cada um individualmente, sendo capaz de discernir isso, para que, através da integridade, honestidade e compaixão, poderem avançar sem passar pelas experiências inevitáveis que iriam desgastá-los, deprimi-los e desanimá-los.

Você voltaria se pudesse? Jason Rice: Eu voltaria ao Planeta Um, Dois, ou Três? Com certeza. Eu voltaria para fazer parte de uma operação de ataque falso? Nem em um milhão de anos.

Bem, Jason, obrigado por participar do programa. Jason Rice: Fico muito grato. Obrigado, Jay, por me receber. Agradeço muito pela oportunidade de estar aqui.

E você assistiu ”Revelação Cósmica”. Sou Jay Weidner. Obrigado pela audiência.

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3 Comments

  1. Grato por mais um episódio. Quanto à questão da transcrição em texto, está mais do que justificada a sua utilidade, o que é expectável dada a diversidade de utilizadores deste espaço bem como da diversidade das plataformas digitais disponíveis para visualização. Eu, como não vejo nem leio nada on-line, guardo tudo o que me desperta atenção e só depois selecciono o que vale a pena guardar para consulta futura. A verdade é que, material digno de atenção, original e fidedigno, cada vez mais vai escasseando dada a redundância e repetição, que infelizmente abunda por toda esta internet. Por aqui a situação vai-se mantendo equilibrada e só é de esperar que toda a informação relevante e atualizada continue a prevalecer, pois já deu provas de que o seu objectivo e propósito foi esse mesmo. Valeu, portanto. Saudações e até…

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