Corey Goode

Anshar, os humanos que vivem no interior da Terra há 18 milhões de anos

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Corey Goode descreve-nos neste episódio, as cavernas gigantes onde uma das civilizações do interior da Terra vive (“os Anshar”) com detalhes inacreditáveis, onde existe toda uma biosfera envolvente, uma quantidade enorme de discos voadores ou até uma imitação do Sol e até um céu azul. Veja o episódio legendado em português e em HD.

S03E05 O Grande Passeio ao Interior da Terra (Revelação Cósmica ~ Corey Goode)
S03E05 Inner Earth: The Grand Tour (Cosmic Disclosure)

Assista ao episódio clicando no link abaixo, usando o browser chrome (watch the episode by clicking on the link below, using the chrome browser):
https://drive.google.com/open?id=1o2stQf1MA4Hw3ILTFuBi1nM9iMwLR5yZ

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episódio legendado para português do Brasil (para quem não deseja assistir ao vídeo):

Sou seu anfitrião, David Wilcock. Estou aqui com Corey Goode. E é uma história realmente fascinante… algo que, quando ele escreveu, fez o maior sucesso na Internet. Estourou todos os recordes de audiência e interação com o público. O feedback que você tem recebido com isso tem sido fenomenal. Corey Goode: Sim.

David Wilcock: Então, havíamos conversado sobre essa aliança entre povos… e algumas coisas, falamos só por alto… porque queríamos o máximo de narrativa em meia hora. Algumas perguntas inevitáveis que surgirão… quando as pessoas assistirem ao episódio anterior… se não tiverem lido a publicação, e vamos pressupor que não leram… seriam, por exemplo… Você falou que a história desses grupos têm uns 20 milhões de anos. Todos têm 20 milhões de anos? Corey Goode: O grupo com o símbolo de Saturno alegou ter de 17 a 18 milhões de anos. E o grupo mais novo, eles disseram… Não especificaram uma data, mas disseram “algumas eras glaciais atrás”.

David Wilcock: O grupo mais novo. Qual era mesmo? Corey Goode: Imagino que seja o grupo que mais se parece conosco, os humanos. Para mim, isso parece fazer sentido.

David Wilcock: E estavam todos com aqueles roupões e sandálias? Corey Goode: Sim.

David Wilcock: Era um tipo de vestuário de cerimônia que tinham que vestir? Corey Goode: Não era o que vestiam normalmente. Era para vestir… O lugar onde estávamos era… Eu diria que era um local sagrado. Eu não saberia dizer se era só para aquele grupo… se era da cultura deles ou se era o que vestiam quando se encontravam.

David Wilcock: Percebeu algo específico nos hologramas dos amuletos? Tipo, era… O que você via? Parecia que saia uma imagem? Corey Goode: É, parecia… Mas, da minha perspectiva, eu não podia ver o que era. Eu só podia ver a luz e eles estavam olhando e mexendo nos pingentes. Eu não conseguia ver o que era. Acho que, para ver, era preciso estar bem em frente a ele. Do meu ângulo eu não podia dizer o que era, a não ser que era iluminado.

David Wilcock: Qual foi a coisa mais estranha que você viu da vida dessa mulher que mais o surpreendeu quando você teve essa visão? Algo muito inesperado? Corey Goode: Bem, ela ser virgem, ela ser sacerdotisa… Ela era de uma casta de sacerdotisas. Ela tinha mais de 130 anos… e era, bem, era virgem… nunca tinha estado com um homem… nem nunca havia participado de qualquer tipo… de atividade sexual na vida.

David Wilcock: Quando os japoneses foram contatados pelos seus deuses descreveram o que chamaram de Anemono Toribune ou “universo barco-pássaro”, ou melhor “barcos flutuantes do universo”. Essas pessoas desceram, deram a língua escrita para eles ensinou-lhes a cerimônia do chá e como fazer seda e quimonos. Você acha que é possível que um desses grupos do interior da Terra… Porque a suástica também está associada aos deuses xintoístas. Acha que existe relação entre o xintoísmo e os habitantes do interior da Terra?

Corey Goode: É bem provável. Eles afirmam terem feito isso ciclo após ciclo. Dizem ter levado tecnologia a civilizações em dificuldade ou em reabilitação… diversas vezes. Eles diminuíram isso bastante após as raças extraterrestres chegarem aqui.

David Wilcock: Então, você teve essa troca com a mulher. Gonzales devia estar se perguntando o que estava acontecendo no quarto. Você ficou um tempo lá. Não aconteceu tudo de repente. Corey Goode: É, foi a primeira coisa que ele perguntou. Disse: “O que estava acontecendo lá?”

David Wilcock: Agora, está com Gonzales, o que aconteceu? Corey Goode: Fomos convidados a conhecer o local. Ela estava muito mais relaxada, bem mais… Muito feliz com a experiência…

David Wilcock: Vocês fumaram um cigarro? Corey Goode: Isso. Ela estava encantada porque a experiência que ela teve comigo ela poderia ter com outros também. Então, ela estava se sentindo generosa, querendo nos mostrar tudo. Andamos pelo corredor e entramos em outro… Um cômodo em forma de cúpula e ela ficou no meio dele. Ela esfregou e bateu no marcador, saiu uma luz… E fomos para outro cômodo. Era uma sala muito grande. Lá, a pedra era um pouco mais escura. Era uma região diferente. Começamos a passar por caminhos e cômodos diferentes para chegar…

David Wilcock: A aparência geral era a mesma, só a pedra que era mais escura? Corey Goode: Isso. Estamos em movimento. Ela quer que vejamos os jardins. Saímos em um… De fora… Era tipo… Estávamos na parede de uma caverna indo para fora e tinha uma área gigantesca nessa caverna… com pilastras… do chão ao teto apesar de eu não ter a menor estimativa da altura deste. Estou falando de uma caverna do tamanho do estado do Texas. Enorme mesmo. E embutida nessas pilastras havia algumas estruturas. É, embutidas nas pilastras.

Quer dizer como moradias? Corey Goode: Moradias, locais de trabalho, ou coisas do tipo. E eram maiores que quaisquer arranha-céus que já vi na vida. E tinham ainda uns…

Sentiu algum tipo de tontura, como se não pudesse ficar de pé? Corey Goode: Bem, não, ao olhar para cima, dava um… Não era bem uma tontura, mas uma sensação de perspectiva forçada… Era inesperado chegar a uma área tão grande.

Lá havia o mesmo tipo de iluminação difusa, onde tudo é muito claro e… Corey Goode: Em cima não. Em cima era… Embaixo havia a luz… A luz estava para todo lado. Mas tinha gente andando por todo lado. Só vimos uma pequena parte de uma cidade enorme. E as pessoas andavam com uma roupa de peça única. Pessoas de diversas idades. Gente jovem, mais velha…

Peça única tipo macacões? Corey Goode: É, tipo macacões. Roupas inteiras.

-Quais eram as cores? Corey Goode: Eram vermelhas, verdes… Todas as cores mesmo. E eles estavam apenas caminhando, seguindo seus afazeres.

Eles representavam todos os tipos de povos da aliança do interior da Terra? Ou era apenas um dos grupos? Corey Goode: Era só… Aquele era apenas uma das cidades do grupo dela.

-Das pessoas com o amuleto de Saturno.
Corey Goode: Certo. Eles não estavam com amuletos. Os que estavam andando. E, à medida que andávamos, mantendo proximidade à parede da caverna… víamos uma parte bem pequena da cidade. Havia alguns prédios, construídos como cúpulas uma espécie de cúpula oval que… pareciam emanar luz própria, uma espécie de luz branca. Vários prédios construídos na pedra. Eles pareciam ter sido moldados nela. E estávamos vendo… Estávamos olhando ao redor e o Gonzales me cutucou de novo. Olhei para cima e havia aeronaves voando por toda a parte de dentro. Parecia um filme dos anos 50. Havia discos voadores clássicos voando… em formatos de charutos enormes e ovos… Formato quase perfeito de um ovo.

Então, aeronaves voavam dentro desse cômodo enorme. Corey Goode: Não só isso, mas voavam pela caverna… em velocidade máxima, sem diminuir para nada. Atravessavam a pedra e as paredes. Era como se… Como se fossem água ou ar, voavam através de tudo.

Claramente, podiam mudar de estado e atravessar pedras. Corey Goode: Muito rapidamente, pudemos ver… isso quando ela nos levou para… De volta à parede da caverna.

Quantas aeronaves voando você chegou a ver ao mesmo tempo?

Corey Goode: Mais de trinta. Não sei… Não posso… Tinham… Eram… Havia muitas. Ela nos levou ao que obviamente eram… algo como corredores de serviço. Não eram exatamente como os corredores anteriores. Eram mais estreitos. Eram mais como passagens… ou corredores de serviço. Ela levou-nos a uma área de onde podíamos sair… e paramos em um tipo de parapeito. E tinha… Ao sair da porta…havia uma espécie de plataforma, como a de um palco. Depois, andamos para a ponta dessa plataforma. Não havia corrimão, mas dava… Embaixo, havia um penhasco. De lá, via-se uma área gigantesca da caverna… com áreas de plantio segmentadas, vinhas… A perder de vista. Não dava para eu ver exatamente o que era o quê… mas percebia-se que eram plantações diferentes separadas… e, ao fundo, árvores e vinícolas. Havia também água entrando… para depois sair de um lado que dava para ouvir.

-Como em um sistema hidropônico. Corey Goode: Era um sistema hidropônico. Ela disse que a luz, aquela mais abrangente… era produzida da mesma forma que eu descrevi. E depois…

Tem ideia de quantas pessoas faziam parte do grupo dela? Eram umas 30 milhões ou… Corey Goode: Não sei quantas eram, mas… Havia comida ali para muita gente.

Dá para plantar quase todo o necessário para os Estados Unidos na Califórnia. E está dizendo que esse cômodo onde esteve era do tamanho de um estado.

Corey Goode: Esse… Isso, a área de plantação era… Eram hectares. Era enorme. Gigantesco mesmo. E ela retirou diversos tipos de pedras e cristais… que haviam sido esmagados… e disse: “É neste tipo de solo que as raízes crescem.” E mais: “A água é rica em minerais naturais… e temos… Reciclamos tudo.” E do outro lado da parede, por onde a água passa… ela atravessa compostos e outros elementos para receber nutrientes. Ela passa pelas pedras que por sua vez filtram a água… que retorna à origem purificada. Assim, os nutrientes chegam às plantas… sendo que os cristais e aquele tipo de luz… criam uma espécie de alimentação… rica e vibratória para eles. Quando ela disse “vibratória”, olhou para mim e sorriu… porque ela sabia que eu tinha… Acho que ela sabia que eu estava falando sobre alimentos vibratórios… após nossa experiência mental…

Certo, então, você passou por alguns lugares e qual foi o próximo lugar mais importante aonde foi? Corey Goode: Saímos em um parque. Havia um portal maior…por onde nós quatro passamos. E havia… Podíamos sentir o cheiro de vários tipos de pólens e… E todo… Muitos cheiros diferentes. De aguçar muito os sentidos. Realmente, de aguçar todos os sentidos. Entramos em um…

Era mais quente? Corey Goode: É, havia um… Ao entrar, havia uma… Era como uma mudança de pressão atmosférica. Havia um ecossistema artificial nessa caverna enorme…  que era tão grande, se não maior, que o jardim. E havia uma escadaria que ia quase ao topo por onde dava para subir. As árvores eram tão altas que era preciso subir os degraus para ver por cima das copas.

Anteriormente, disse que as cavernas naturais no interior da Terra… tinham apenas vegetação que ia à altura do joelho. Corey Goode: É, isso…

-Como levaram as árvores para lá? Corey Goode: Foi… Eles terraformaram. Eles criaram o ambiente. Eles criaram… Quero dizer, tinha até um céu azul.

-É mesmo? Corey Goode: E nuv… Não era cheio de nuvens… mas tinham umas clarinhas. E…

Essas árvores eram maiores que as sequoias do norte da Califórnia? Corey Goode: Imagino que sim. Não vejo uma sequoia desde a minha infância. São realmente enormes. Mas tínhamos que subir… muitos degraus. De lá, podíamos ver por cima de todas aquelas árvores. Dava para ver pássaros voando por lá… com suas caudas compridas. Alguns azuis, vermelhos e amarelos. Alguns pássaros lindos. Ela disse para eu não me alarmar. Pois alguns animais da nossa era foram preservados lá embaixo… e não eram perigosos em seu atual estágio de desenvolvimento. Ela não disse nada além disso.

Esses pássaros pareciam o que costumamos ver na Terra? Corey Goode: Não extremamente diferentes. Quero dizer, pode haver pássaros assim. Não tenho viajado muito na superfície da Terra. Pode ser que haja pássaros assim, mas nunca vi.

Poderiam ser tropicais, dadas as cores que descreveu? Corey Goode: É, acho que poderiam ser tropicais…mas nunca vi pássaros como aqueles. Mas não tinha nenhum pterodátilo…ou nenhum outro do tipo, então… Quando estávamos no alto, de onde podíamos ver por cima das copas… na direção do que imagino ser o meio de tudo… pois não dava para ver muito longe devido ao nevoeiro mas havia um obelisco enorme… feito de pedra e curtido pelo tempo. E, mais alto ainda, no topo da caverna… havia uma bola de plasma gigantesca… que suponho que fosse para representar o sol…ou uma imitação do sol. Acho que fazia parte do ecossistema artificial que criaram.

Vamos dar uma pausa aí, porque isso é bizarro demais. Você disse que teve essa experiência no começo de Setembro. Posso provar que mandei a imagem… Tive uma intuição… de como a capa do meu novo livro The Ascension Mysteries… deveria ser e pedi um obelisco… com uma estrela fornecendo iluminação ao alto. Quando mostrei para você hoje, você quase caiu para trás. Corey Goode: -É, e tinha Saturno ao fundo.

-Saturno no fundo, como o amuleto. Corey Goode: Não sei como explicar isso.

Parece que a mente dessa sacerdotisa… tentava entrar em contato comigo telepaticamente quando eu acordava hoje. Ela não parava de dizer: “Você me reconhece?” Corey Goode: Isso.

-Então, é uma história em evolução. Fico me perguntando se ela já vinha trabalhando conosco. É muito estranho. Quando você me disse… Quando li aquela parte da sua história… e olhei para a capa do livro, fiquei muito impressionado. Corey Goode: É. Vai ser difícil convencer as pessoas que não trabalhamos juntos para que isso acontecesse. Quero dizer, não poderíamos… É estranho, mas…

-Então, para que serve o obelisco? Corey Goode: Não sei.

É a maior coisa por lá? Corey Goode: Sim, era a coisa mais alta…e bem no meio. E ele…Parecia desgastado. Como que pelo tempo. Pelo que pude ver. Pois estávamos muito longe. E permanecemos…

Era como uma estrela, como o sol, como a fonte de luz do todo o lugar? Corey Goode: Era mais baixo que a fonte de luz. Descemos as escadas e começamos a caminhar na direção das árvores conversando, e, ao fundo, podíamos ouvir…Em algum momento, escutamos sons de elefantes. Ouvíamos sons diferentes, mas não víamos nada, então…

Estou doido para saber. Havia algo lá além de árvores? Havia outros caminhos? Construções menores? Parecia Stonehenge ou algo assim? Corey Goode: Não, era só…

Preservação da natureza. Corey Goode: Só natureza.

-Muito bem.

Corey Goode: Fui andando com minha anfitriã até uma clareira. Eu queria ver alguma coisa. Queria ver um desses animais. Paramos e estávamos conversando e o Gonzales estava falando com uma garota sobre…Gonzales estava dizendo… “Eu adoraria que as coisas na superfície fossem calmas assim com todos trabalhando pacificamente em conjunto.” Sabe, falando sobre um futuro
incrível para a humanidade. E a mulher com quem ele falava fez um comentário depreciativo do tipo… Ela não conseguia ver esta possibilidade na superfície, com a raça mista daqui… tínhamos…

-Com nossos genes Draco agressivos.

Corey Goode: Não apenas os genes Draco mas também os genes mistos de outros seres dos planetas do sistema solar.

-É, os sobreviventes.
Corey Goode: Isso, essa mistura toda. Mas ela disse que achava que levaria uma eternidade. Isso é algo que não aconteceria muito depressa. Eles ficaram conversando sobre isso. Comecei a falar com minha anfitriã. Eu disse… “Gonzales disse que a língua que vocês falam… é pré-acadiana ou sumeriana. Vocês têm algo a ver com os sumerianos?” E ela disse que sim. Que “muito, inclusive”. Ela disse que depois de um pequeno cataclismo… Ela começou a falar sobre diferentes cataclismos menores… sobre o que a Terra já passou… sobre eles terem trazido agricultura, dentre outros, para os sumerianos além da língua escrita e esse tipo de coisa. Foi aí que comecei a fazer uns questionamentos filosóficos… e mencionei que, na superfície, cada vez mais pessoas acreditam em alienígenas antigos e manipulação genética sendo que nós teríamos sido criados pelos annanaki, e… Assim, comecei a levar a conversa  para esse caminho. Aí, ela respondeu… “Talvez nossa próxima parada deva ser a biblioteca.” E…

Só um momento. Sobre esses cataclismos, eu queria mencionar algo…porque andei fazendo uma pesquisa… sem saber que você estava tendo essa experiência. Fui estudar a etimologia da palavra “cataclismo”. E ela vem do grego cataclismos, que significa “destruição pela água”. Há outra palavra, “deflagração” que quer dizer “destruição pelo fogo”. E, como descobri recentemente, há uma tradição altamente disseminada… Vai aparecer em um novo livro. Mas há uma tradição antiga dos povos gregos, romanos, estoicos, acadianos, babilônios, sumerianos em que todos afirmam que ao fim do grande ciclo há uma deflagração. Como uma explosão solar. Então, há uma diferenciação entre fogo e água. Acho que esse povo teve algo a ver com a chegada dessa mensagem. Queria saber se eles mencionaram a ideia de uma explosão solar como uma das sementes dessas mudanças catastróficas.

Corey Goode: Passamos muito tempo na biblioteca discutindo ideias profundas como estas.

Esta é a parte que ainda não ouvi. Ótimo.
Corey Goode: É. E muita coisa extremamente controversa para algumas pessoas, surgiu. Mas, sabe, estávamos… Mas quando ela sugeriu ouvimos o som muito alto de um grande felino…

-Meu Deus.
Corey Goode: …não muito longe de nós. Dava para sentir dentro do peito. Era muito alto e profundo.

Sabemos que tigres-dente-de-sabre estavam por toda parte até uns 50 mil anos atrás.

Corey Goode: É. Então, eu não… Não vimos nada.

Mas disseram que era seguro, não é? Que os animais não os atacariam.

Corey Goode: É, disseram que não eram perigosos naquela fase do desenvolvimento… O que quer que signifique isso.

Não sei se eu ficaria à vontade.

Corey Goode: É, não fiquei muito confortável. Mas já estávamos falando sobre a biblioteca…e começamos a caminhar para a grande entrada. Depois do som do felino, olhamos para trás e o Gonzales ainda estava no mesmo local conversando com a mulher. E tinham olhado na direção do felino. Ele olhou de volta e quando percebeu que estávamos a caminho do portal vieram em nossa direção.

Era como o rugido ameaçador típico de um leão?

Corey Goode: É, era…

E deu para sentir no seu peito? Perto assim?
Corey Goode: É. Foi muito forte e profundo. De estremecer as bases.

-Viu mais algum animal? Elefantes?
Corey Goode: Não vi nenhum outro… Nada além de pássaros e plantas. Estávamos de saída. Ela já parecia saber que Gonzales tinha, ao que parece, um combinado em que… Iriam trazê-lo de volta em uma das aeronaves para uma das bases. E ela disse que, se não me importasse, ela me levaria à biblioteca. Gonzales ficou visivelmente desapontado. Ele queria falar comigo antes de partir. Ele fez um sinal para mim e disse: “Isso não vai terminar bem.” E mais: “Queria que tivéssemos ido primeiro à biblioteca. Queria muito ter ido lá. Mas quando eu relatar para o conselho do Programa Espacial Secreto direi que você pôde ir à biblioteca. Então, faça o favor de lembrar-se do máximo possível e relate tudo para mim em 48 horas para que não se esqueça de tudo o que aprendeu.”

Achei que Gonzales, pelo que você descreveu… Não sei o quanto falamos sobre isso aqui… mas você disse que ele já havia… encontrado com esse povo muitas vezes antes.

Corey Goode: Ele nunca havia feito um tour.

Ele também estava vendo tudo pela primeira vez? Corey Goode: Sim, ele pulou…

Como ele ficou… Como era a cara dele ao ver tudo isso… os jardins, as naves sobrevoando…

Corey Goode: Bem, eu… Ele parecia impressionadíssimo em alguns momentos… como na hora das naves espaciais… mas eu não estava prestando muita atenção a isso. Eu estava olhando em volta. Mas imagino que ele estivesse observando tudo tanto quanto eu. E eu havia esquecido vários protocolos como… “Lembre-se de quantos passos para cada lado.” Sabe, quando entramos em um novo ambiente… devemos fazer uma espécie de mapeamento mental. Eu não estava fazendo nada disso mas imaginei que ele estivesse. Ele pensava muito mais de forma tática e estratégica.

Você vivenciou coisas que a maioria das pessoas daria tudo para ver. Você viu bases em outros planetas, entrou em espaçonaves… para viagens mais rápidas que a luz, viajou através de portais… Alguma coisa que você já fez… foi tão sensacional quanto o que você estava vendo?

Corey Goode: Não. Aquela foi uma experiência simplesmente incrível no melhor e mais positivo sentido da palavra.

Muito interessante mesmo. Então, qual o motivo para Gonzales estar tão interessado na biblioteca? Ele sabia de algo que estaria lá que era de verdadeiro valor?

Corey Goode: Inteligência. Biblioteca, informação, inteligência. E tudo o que ele viu foi um jardim e um parque. Então, ele queria a informação. Ele estava prestes a ser levado para uma aeronave… e enviado para uma base. Enquanto eu estava a caminho… de ver uma biblioteca e ter uma conversa lá.

David Wilcock: ok, fim do episódio. Continuaremos no próximo.

Para assistir a outras temporadas (to watch other seasons):

filme / documentário ABOVE MAGESTIC (ACIMA DE MAJESTOSO)
Quem é COREY GOODE?
1.ª TEMPORADA / 1st SEASON
2.ª TEMPORADA / 2nd SEASON
3.ª TEMPORADA / 3rd SEASON
4.ª TEMPORADA / 4th SEASON
5.ª TEMPORADA / 5th SEASON
6.ª TEMPORADA / 6th SEASON
7.ª TEMPORADA / 7th SEASON
8.ª TEMPORADA / 8th SEASON
9.ª TEMPORADA / 9th SEASON
10.ª TEMPORADA / 10th SEASON
11.ª TEMPORADA / 11th SEASON
12.ª TEMPORADA / 12th SEASON
13.ª TEMPORADA / 13th SEASON

No caso de ter dificuldades em abrir o episódio, deverá aceder no PC/Computador ou usar outro dispositivo ou então tentar mais tarde ou fazer o download. Há também limitações de visualização (100) e em alguns dispositivos não funciona sempre corretamente. Também se tiver o seu google drive aberto, poderá não permitir a visualização (terá de abrir noutro browser). Se ainda não conseguir, navegue de forma anónima: no google chrome (Windows) prima Ctrl + Shift + n. Alerta-se que os episódios têm sido retirados da internet, portanto se detetar que o episódio foi denunciado, faça um comentário para indicarmos outro link.

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