revelação cósmica temporada 12

T12E26 Tecnologias do Programa Espacial Secreto (Revelação Cósmica ~ Jason Rice)

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Jason Rice ajuda a dar-nos uma melhor compreensão das tecnologias e armas que utilizou durante os seus destacamentos de combate. Do mais simples ao mais estranho, não podemos começar a imaginar quão avançada é a tecnologia dentro dos programas espaciais secretos. Ele explica os diferentes tipos de vaivéns e drones utilizados, uma vez que cada missão exigia uma embarcação idealmente adequada aos parâmetros da missão. Mesmo os fatos que usavam em combate e os computadores que os guiavam, deram aos soldados capacidades super-humanas.

Revelação Cósmica Corey Goode temporada 12 episódio 26

pode ver o episódio clicando no link abaixo (click below to watch the episode):
https://drive.google.com/open?id=1uK-ejrBAHyO0rin84HWXfi3-TmKS_qDM

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T12E26 Tecnologias do Programa Espacial Secreto (Revelação Cósmica ~ Jason Rice)
S12E26 Technologies of the SSP (Cosmic Disclosure)

resumo do episódio:

REVELAÇÕES CÓSMICAS

POR DENTRO DO
PROGRAMA ESPACIAL SECRETO

Tecnologias do
Programa Espacial Secreto

Olá a todos.
Sou Jay Weidner.

Estamos conversando
com Jason Rice

sobre suas várias
aventuras incríveis

no Programa Espacial Secreto.

-Oi, Jason.
-Oi, Jay.

-Obrigado pelo convite.
-É um prazer.

Hoje, quero continuar
o que começamos antes,

falando mais sobre o que acontecia
com as naves.

-Claro.
-Como eram as naves que você visitou?

Vamos falar sobre a variedade
de naves.

Quantos tipos de nave
você visitou?

Usávamos vários tipos diferentes
de nave.

Em geral, os tipos de nave

que usávamos
dependiam da missão.

Se estivéssemos mudando
de uma nave interplanetária para outra,

era um tipo de nave.

Se fizéssemos um pouso de combate
na superfície de um planeta

ou de uma lua,
era um tipo diferente de nave.

Se precisássemos de um veículo de suporte
mais próximo,

seria outro tipo de nave.

Participei de várias missões

cujo objetivo era recuperar tropas

que estavam sendo atacadas
ou precisavam evacuar…

era outro tipo de nave.

Eles usavam algumas
aeronaves convencionais

em algumas missões.

De novo,
devido ao bloqueio de tecnologias,

algumas dessas plataformas aéreas

eram mais adequadas para o que
nos deixavam fazer,

embora a maior parte
do suporte aéreo que recebíamos

fosse de origem naval.

São aviões convencionais,
como jatos e caças B-52?

Algo parecido com o helicóptero de ataque
H-64 Apache.

Seria uma boa analogia.

Porém, geralmente usávamos
as nossas naves de combate,

que eram antigravidade.

-Camuflagem?
-Às vezes.

Se necessário, sim.

Eles tinham os sistemas
e os recursos

para fazer isso.

Porém, os inimigos que combatemos

não se enganavam com boa parte
das tecnologias de camuflagem

que usávamos.

Acho que é porque a maioria
daquela tecnologia

era dada ao outro lado
e programada

nos algoritmos deles.

Já viu algum inimigo usando
tecnologia de camuflagem?

-Não.
-Não?

Não, com certeza.

Eles os viram usando-a?

Eles nos viam usando-a.

De novo, em números acima de…
Dois parecia ser o número mágico.

Quando passávamos disso,
eles captavam.

-Era como um ímã.
-Já ia dizer…

esses lobisomens,

eles enxergavam melhor, talvez?

Acho que havia comprimentos de onda
diferentes

que eles conseguiam captar.

De novo, nós ficamos lá,

pedindo mais informações
sobre as capacidades deles.

Nós empacotamos tudo e criamos

milhares de toneladas
de materiais biológicos,

mas não obtivemos muito
em retorno

em termos de informações
sobre as capacidades deles.

Primeiro, achávamos que os chefes
não se importavam.

Com o passar do tempo,
o segundo planeta,

ainda mais perdas depois,
mais experiência de combate,

começamos a perceber
que eles também estavam pedindo,

-mas sem sucesso.
-Claro.

Não estavam retendo nada de nós,

eles próprios não tinham
as informações

para que pudéssemos usar.

Eram mais como os nossos
ônibus espaciais?

As que eu vi eram,

acho que já mencionei antes,

a nave combinada e o caça B2.

Esse era um tipo.

Outro tipo era uma nave retangular
em formato de caixa.

Como ela não precisava ser
aerodinâmica,

eles não se importavam
com o formato dela.

Basicamente, em muitos casos,
eles estavam pilotando tanques.

Eles tinham tantas defesas
e tanto poder de fogo…

Não eram projéteis,
em sua maioria.

Eles usavam lasers,
armas de energia cinética,

gravitônicos ou qualquer outro tipo
de plataforma de arma.

Eram naves menores, mas armadas?

Sim.

Naves menores.

-Muito rápidas e…
-Muito rápidas.

Havia outras menores ainda,

do tamanho de uma caminhonete normal,

que eram usadas para transportar
cargas ou outras coisas

de que precisávamos de um lado da base
para o outro

ou buscar suprimentos.

Naves diferentes
para fins diferentes.

Vários tipos diferentes.
Vários.

Havia as maiores,
em formato de cunha,

que eram interestelares e tinham
pelo menos 800 m de comprimento.

Eram enormes.

Dava para entrar por baixo delas.

E as imagens colocadas
nos nossos assentos…

Dava para assistir à aproximação.

As naves em que estávamos
não tinham janelas,

mas, por meio do vídeo e das câmeras

na parte externa,
dava para ver como eram.

A maioria das que me lembro de ver
no espaço

era cinza-escura ou preta.

Elas geralmente tinham
laterais muito lisas,

indicando a necessidade
de entrar na atmosfera,

mas nunca vi uma dessas naves grandes

entrar em uma atmosfera.

Não que seja impossível.

A aparência delas é similar

aos TR-38, a arma militar gigante
em formato de cunha,

estou certo?

Elas têm formato de seta,

não são triangulares
como os TR-38.

E elas viajam a outros
sistemas solares?

Correto.

E você viajou de nave
quando foi a outros planetas?

Sim.

E as naves usadas

pela minha unidade
em missões de combate

eram as naves em formato de charuto,
pois eram maiores

e tinham espaço suficiente para milhares
de soldados de combate,

com todo o seu equipamento de solo
e tudo que precisávamos levar conosco.

Suponho que havia outras naves menores
que viajavam com a nave-mãe?

Dezenas ou centenas, sim.

Como parte da frota,
cada porta-naves…

As naves maiores que usávamos
para viajar

eram consideradas as principais
combatentes.

Porém, havia dezenas ou centenas

de outras naves menores
que faziam parte da unidade da frota

e eram do tamanho de um destruidor
ou cruzador.

A Marinha precisava de um amplo leque
de naves para várias missões

para cumprir o principal objetivo
de sua missão,

que era colocar soldados na superfície
de exoplanetas

e proteger os céus e o espaço
em volta desses planetas.

Precisavam de um amplo leque
de naves

para realizar essa missão.

As naves em formato de charuto
tinham janelas?

Não me lembro de ver nenhuma.

E o espaço sideral está cheio
de raios cósmicos muito perigosos.

Sabe como mitigaram esse perigo?

Lembro-me de que,
embora não houvesse janelas,

havia aberturas com campos
ao redor delas.

Nesses casos, dava para ver
o lado de fora.

Alguns dos mesmos campos de força
que usávamos no solo

eram usados nas naves
para ajudar a manter a atmosfera

e bloquear coisas que vinham de fora.

Voltando à sua pergunta
sobre os raios X danosos,

ou raios espaciais danosos,
várias coisas letais

que vêm do espaço,
os orifícios nessas naves

em que eu viajei eram réguas.

Não eram finos como papel,

como nas naves espaciais
convencionais.

As naves espaciais comerciais terão
uma camada de isolamento

em formato de colmeia,
comprimida e muito leve.

E elas têm alumínio
ou algum tipo de metal.

E sua superfície é pressurizada.

Em termos gerais, seria possível
colocar uma luz em volta

da nave toda de uma vez só.

As naves que usávamos

tinham uma camada de água incorporada,
bem como várias camadas

de aço e materiais avançados
para ajudar a proteger os ocupantes.

Qual foi a tecnologia mais estranha
que você viu?

A mais estranha e simples foram
as cápsulas de inserção individuais.

O que são?

Às vezes, tínhamos que usar naves

para ir da nave
à superfície do planeta.

Em algumas circunstâncias,
conseguíamos fazer isso.

Se necessário, poderíamos fazer
inserções orbitais.

Trata-se de uma cápsula individual

com um escudo externo
para proteger durante a reentrada.

Eles nos lançam
em uma trajetória

e nos colocam onde querem
que pousemos.

Você está com roupa de combate.

O interior é refrigerado.

Mesmo assim, fica quente,

mas você passa pela reentrada
como um indivíduo…

Espere. Está dizendo que você entra
na atmosfera de um planeta

individualmente?

Individualmente, na…

E você tem um traje
que o protege na reentrada?

Você está de roupa de combate.

E você está em uma cápsula…

Uma cápsula de reentrada.

E ela tem um escudo.

E é refrigerada,
porque esquenta do mesmo jeito.

Você atravessa.

Ela tem um gerador antigravidade

que a desacelera,
reduz a quantidade de inércia.

Então, na hora da aterrissagem,
você bate.

Bate forte, mas não é o bastante
para matá-lo.

Você sobrevive.

O traje absorve boa parte
do impacto.

É difícil, mesmo com tudo isso.

E o primeiro é sempre
o mais difícil.

Depois disso, é uma questão de…

É um carro rápido
em uma estrada esburacada.

-Deve ser emocionante.
-Era.

Várias pessoas desligavam
os sensores de vídeo.

Faz sentido.

Havia um período de apagão
em que não funcionavam,

mas muita gente os deligava
até a aterrissagem.

E faziam isso porque estavam tentando
fazer algo rápido?

Geralmente, era uma questão
de velocidade.

Queriam que chegássemos a tempo.

Se outras naves fossem necessárias,

como uma distração até o pouso,

as naves eram usadas em outros lugares
por motivos táticos.

Então, eles eram inseridos…

Nós éramos lançados e inseridos.

Devia ser emocionante
por um minuto e meio.

Sim, era emocionante.

Não fizemos isso muitas vezes.

A maioria das minhas operações…

Aliás, a única vez que fiz
inserções orbitais

foi em eventos de treinamento,
reciclagem,

mantendo-se atualizado.

Só nesse caso.

Nunca fez isso em combate?

Não em zonas de combate,
por sorte.

Que outras tecnologias estranhas
você viu?

Havia o sistema de espelho
magnético catalítico,

que é um tipo de escudo
que usávamos.

É uma das tecnologias

das quais encontrei provas
em outros lugares.

É um escudo que reflete
qualquer tiro

dirigido ou direcionado a ele.

Ele o devolve na mesma trajetória

e à mesma velocidade
em que atingiu

o sistema de espelho magnético.

Ele só o gira e o reflete de volta.

Se eu atirar com uma arma
de grande calibre,

a bala vai voltar e me acertar?

Sim.

Ele a giraria de volta
e a devolveria

na trajetória original do tiro.

Se você se mexer,
você se esquiva.

Porém, se não se mover,
ele o atinge onde estiver.

-Isso era…
-Que arma!

Que sistema de arma!

Uma forma defensiva
e muito eficaz…

De novo, outro sistema
que não podíamos usar.

Não queriam que usássemos
alguns dos brinquedos mais interessantes

porque tinham medo de saltos
ou vazamentos de tecnologia.

Vocês tinham que descobrir
como isso funcionava?

Não queriam que vocês
descobrissem?

Não, só não queriam que usássemos
os escudos de grande área

que tínhamos como instalar.

Tínhamos como instalar escudos
que defendiam bases inteiras.

-Nós podíamos usá-los?
-Não.

-Seria a melhor defesa, com certeza.
-Sim, seria.

E tínhamos outros…
Outros sistemas de escudo defensivo

que usávamos.

De novo, a maioria começava na Marinha,
com base nas necessidades deles.

E eles, com o passar do tempo
e por meio do darwinismo de combate,

foram adaptados
para combate terrestre.

Alguma outra nave
de que você se lembre?

Usávamos outro sistema
de traje de combate.

Era um traje de combate pesado.

Eram basicamente tanques ambulantes.

Outra referência seria o “mecha”.

Você já deve ter ouvido falar ou visto.

É um tanque mecanizado muito grande,
por assim dizer,

que uma pessoa veste,
mas é um sistema muito grande

com capacidades de suporte
para fogo pesado.

Como os que vemos em “Avatar”?

Sim, mais ou menos,
mas é uma artilharia ambulante,

é isso.

Era usado como morteiro
ou para fins de artilharia,

para combate pesado.

Podia ser atingido?

Podia ser atingido

e carregar toda a munição,
que é o principal motivo

de ser tão grande e pesado.

Ele aumenta a força de um homem

para que possa carregar
objetos e armas mais pesados

e correr rápido?

Podiam mover-se tão rápido
quanto as tropas de combate.

A velocidade delas era reduzida
pelo tamanho dessas unidades.

Essa era uma das limitações.

Não podiam correr 160 km por hora,
como outros trajes de combate.

Porém, podiam atingir
110-120 km por hora.

Está dizendo que há trajes de combate
que permitem atingir 160 km por hora?

Ou saltar 100 metros.

Essa nave em formato de charuto

estacionava em órbita,
e então vocês pegavam naves menores

-até a superfície?
-Correto.

Correto. A nave ficava em órbita
estacionária em volta de um planeta.

Dessa nave, despachávamos
em outras naves,

naves interplanetárias menores,

ou outras naves que pegávamos
desta nave até aquela nave,

ou daquela até esta
e vice-versa.

A nave em formato de charuto…

Sabe como ela se movia pelo espaço,
que tipo de sistema de propulsão tinha?

Não tínhamos acesso
às áreas de engenharia

nas grandes naves da Marinha.

Não tínhamos acesso
a essa informação.

Porém, suspeito que seja um tipo
de sistema métrico e gravítico

que não depende da gravidade
para funcionar.

Também há outros tipos
de sistema de propulsão

que dependem da mecânica quântica,

os altos e baixos do tecido
espaço-tempo subjacente,

por baixo, grudando,
movendo-se, deslizando por cima dele.

Não sei exatamente que tipos
de sistema de propulsão

foram usados nessas naves maiores.

Posso dizer que sinto
e tenho uma suspeita

de que fossem dispositivos
que geravam gravidade

ou que geravam antigravidade.

O tempo que levava para viajar

de Marte ao Planeta 1, por exemplo…
Quanto tempo levava?

Ótima pergunta, Jay.

Digo que é uma ótima pergunta

porque eles lançam desinformações
de propósito

quanto aos tempos de viagem
entre planetas.

Descobri isso depois de alguns saltos.

Quando percebi que havia levado
menos tempo em uma viagem específica

que outras vezes na mesma nave,

percebi que os tempos eram mais curtos
do que eles haviam nos dito.

Estávamos a bordo da nave.

E eles nos diziam:

“Levará duas semanas.

Preparem-se para ficar trancados aqui
por duas semanas.”

E pode ter levado alguns dias
para fazer a viagem,

mas não queriam que soubéssemos
a distância viajada,

quanto tempo havia levado,
o método de viagem deles

ou transporte de um lugar a outro,

seja por portal ou propulsão.

Então, eles lançam desinformações
especificamente

para nos confundir e esconder
quanto tempo leva

para ir de um planeta a outro.

Pode ter sido minutos e,
neste caso,

eles passaram por um portal,

ou pode levar dias,

sendo necessário atravessar
certas áreas do espaço

antes de atingirem um portal,

ou pode levar semanas,

usando algum tipo de transporte FTL…
Mais rápido que a luz…

As naves menores

que usavam às vezes…
Naves de transporte…

Quantas pessoas cabiam nelas?

Havia várias naves de transporte
que usávamos.

A que usamos na minha viagem
para a conferência

era uma nave de carga
que havia sido convertida

em transporte de pessoas.

A terceira seção da frente
foi convertida

e tinha assentos e corredores,

como nas aeronaves comerciais
e convencionais de hoje.

Os outros 2/3 da popa
era um espaço aberto para cargas…

Um espaço amplo e aberto.

As imagens que vemos
de um C5 Galaxy grande,

com seu interior cavernoso e vasto…

Parecia isso.

Essas são as menores?

Uma das maiores, na verdade.

E como são as menores?

O interior das menores

é reforçado com costelas
e colunas de reforço,

as vigas de aço, por assim dizer,
que marcam

as costelas da aeronave.

Podem ser do tamanho de um ônibus
ou caminhão

até um jato jumbo…

O tamanho varia muito.

A capacidade de tripulação
dependia do tamanho.

Lembro-me de uma nave específica

em uma missão para recuperar
uma célula de energia

de uma cidade que havia sido
quase totalmente destruída após a guerra.

Éramos 12 nessa nave específica.

Lembro-me de que o nosso equipamento
ficava espalhado.

Não havia assentos formais.

Nós nos sentávamos na cabine
para ir de um lugar a outro.

E era do tamanho de um ônibus escolar.

Estávamos confortáveis lá dentro.

Porém, outras vezes,
viajei em uma nave

que talvez fosse do tamanho de uma van,
na qual transportávamos cargas.

Outra vez, uma das naves de combate
em que eu estava

era do tamanho de um avião
comercial pequeno.

Ela tinha uma cabine traseira
com uma porta que se abria.

Havia uma arma bem no meio
da cabine,

além de armamentos
no lado de fora.

A nave conseguia manobrar
em lugares estreitos?

Com certeza.

Todas tinham antigravidade,
pelo menos todas aquelas em que estive.

Elas podiam aterrissar em uma moeda,
se necessário.

Também voavam para os lados,
para cima,

para baixo, esquerda, direita,
rápido, para frente, para trás…

tudo isso.

Geralmente,
os pilotos pegam leve conosco,

os soldados de solo,
a velocidades que não causam enjoo,

alterando a direção.

Embora a inércia seja cancelada

dentro da nave, visualmente,

muita gente acha ruim,

pois não estão acostumados
a fazer curvas de 90 graus,

ângulos e mudanças de orientação.

-Você fica em uma bolha?
-Correto.

E isso para a inércia,

permitindo curvas fechadas
a 480 km por hora,

sem que nada aconteça?

-Sim, mais rápido.
-Certo.

E essa bolha… Ela viaja com a nave
e a protege?

Sim, faz parte do sistema
de interrupção de inércia

do sistema de propulsão,
como um tipo de efeito colateral.

-Um efeito muito bom.
-Sim, é fantástico.

Acha que existe um plano?

E acho que os OVNIs que vemos aqui

na Terra devem ter essa mesma bolha
em volta de si

devido às curvas fechadas
à direita e à esquerda,

e a aceleração repentina
que vemos.

Sim, nenhum ser vivo

que conhecemos sobreviveria
a uma curva de 90 graus em 300 G.

-Não, seu DNA seria destroçado.
-Exato.

Seria possível ver a bolha da nave?

Não, ela é invisível.

É um campo de energia invisível
que se projeta

até a distância que fica logo depois
da borda mais distante

da nave física, para que tudo…
E essa geometria

é baseada em onde eles colocam
as cápsulas antigravidade

ou os motores antigravidade,
por assim dizer.

Essa geometria pode ser organizada
e alterada de acordo

com as necessidades deles.

Se eles precisarem,
em alguma circunstância,

colocar cápsulas de armas
na lateral externa dessas naves,

eles localizam esses motores
ou essas usinas de energia

em um lugar onde a bolha
esteja incluída

fora das bordas dessas cápsulas de armas.

Sim. Você teria que desligar a bolha
para atirar com as armas?

Não. As armas que usávamos eram
armas de energia cinética.

Não eram projéteis.

Como essas naves eram controladas?

Era o elo mental que você tinha
com os trajes ou eles usavam…?

As naves menores

que usávamos para transportar
equipamentos e materiais

de um lado do aeroporto ou base
a outro,

esses eram controles manuais.

Eram empilhadeiras,
por assim dizer.

Porém, as naves maiores…
os pilotos da Marinha que as pilotavam

também usavam interfaces neurais nelas.

Eu cheguei a conseguir ficar
como atirador em uma operação com nave.

E o meu capacete estava conectado
ao sistema de comunicação do piloto.

Eu podia me comunicar
com o piloto

e ouvir o que estavam fazendo
e como.

Durante meu serviço militar,

nunca tive essa experiência
de ouvir sem querer

os pilotos conversando com a nave.

-Eles não tinham que falar.
-Não tinham.

Pois havia uma área do cérebro deles
que se comunicava com a nave.

Correto, tinham uma interface neural
direta.

Só ouvi o que me deixaram ouvir,
nada mais.

Seria muito arriscado ter
uma comunicação telepática

-que não pode ser monitorada.
-Correto.

E eles podem receber ordens
desagradáveis

e dar ordens desagradáveis
a algumas pessoas,

e mantê-las fora de uma rede aberta.

Havia um painel de controle
que permitia a interface psíquica?

A interface neural que tinham
com suas respectivas naves…

A interface bidirecional
que eles usariam

seriam atualizações, status,
danos, contagens de munição,

contagens de combustível,
essas coisas,

para relatar ao piloto:

“Nosso combustível está neste nível.

Nosso status de munição é o seguinte.”

Esses tipos de relatórios técnicos.

Eles entrariam no cérebro

ou seria em um monitor?

Os pilotos podem ajustar isso.

Eles têm seus próprios procedimentos,

mas podem ajustar isso
se quiserem.

Se quisessem que a nave avisasse
sempre que usassem uma bala ou bomba,

ou se tivessem usado
1 grama de combustível,

eles poderiam ajustar isso
para informar a eles e dizer a eles.

Como era o painel de controle?

Os painéis de controle que vi
eram muito futurísticos.

A maioria deles era…

Pelo que se pode ver
sem estar ligado

à interface neural
é que há vários hologramas

que os pilotos veem,
mas você não vê.

Há pontos de colocação
que marcam e identificam

diferentes leituras
ou diferentes indicações.

Porém, vendo isso sem a interface,

parece alumínio
ou um pequeno nó,

um de cada lado…

Parece uma série inteira deles.

Há vidro em alguns lugares.

Há painéis de vidro que eles usam

para tocar e para os controles.

Porém, com a interface neural,
tudo isso ganha vida.

Assim, tudo se torna 3D.

E tudo se torna gráfico
e uma interface completa.

E eles têm todos os seus visores
no painel, suas altitudes,

a energia e as RPM,
ou qualquer coisa

que seja necessária
para pilotar a nave.

Vocês chegaram a perguntar

se essa tecnologia seria lançada na Terra

ou nunca pensaram nisso?

Durante nosso treinamento original,
eles nos contaram

de uma invasão que ocorreu na África,
em 1995,

por um inimigo alienígena
que foi derrotado,

de acordo com o que nos disseram,
por uma unidade avançada

que tinha tecnologias avançadas.

Esse foi o único motivo
para conseguirem derrotá-lo.

Nós nos juntamos a vários ETs da Terra.

Conseguimos desenvolver
mais tecnologias

que nos permitiram
sair do planeta.

Como parte dessa troca
de tecnologias,

concordamos em ir ajudar
e defender esses outros planetas.

Já tínhamos defesas na Terra.

E ajudaríamos outros planetas

a defenderem o deles
do mesmo inimigo invasor.

Portanto,
o que eles nos disseram

era muito diferente da realidade,

mas eles nos disseram que,
um dia,

a tecnologia estaria disponível
para o público geral.

Porém, estavam preocupados
com um pânico geral da sociedade

se as informações sobre a invasão de 1995
fossem divulgadas.

Já viu algum vazamento
sobre essa suposta invasão na África?

-Não.
-Não.

Devia haver redundância no sistema.

Se um piloto tivesse um infarto
ou algo assim,

-alguém assumiria seu lugar?
-Correto.

Cada nave tinha pelo menos
dois pilotos.

Algumas delas tinham
um comandante separado.

Uma das maiores naves que já vi

tinha uma tripulação de 30 pessoas.

Todos capazes de fazer isso?

Nem todos eram capazes
de pilotar a nave.

Porém, o sistema de IA do computador
que eles usavam era inteligente o bastante

para fazer isso caso três ou quatro…

Algumas das naves maiores
tinham meia dúzia de pessoas

capazes de pilotar…

Se, por algum motivo,
nenhuma das seis pessoas fosse capaz,

os sistemas automatizados fariam
o que fosse necessário.

Você pode falar com ele,
dar ordens e direções.

-Diferentes níveis de comunicação?
-Sim, claro.

Vocês usavam drones nas batalhas

e em situações no espaço?

Ótima pergunta, Jay.

Aliás, para respondê-la,
sim, nós usávamos

uma quantidade imensa de drones
em combates.

Era uma das coisas

que podíamos usar
em termos de tecnologia.

A maioria dos drones que usávamos
eram furtivos.

Eles podiam se camuflar.

Uma das minhas primeiras experiências
de combate em Calidus 3

envolvia um drone alienígena.

Foi em um local que eles haviam infiltrado
e colocado

um batedor pré-invasão
que estava lá e se parecia muito

com vários dos outros humanoides
que viviam lá.

Estávamos ajudando
um bairro específico,

preparando com a remoção de árvores
e ajudando

a construir bermas,
armadilhas e pontos de coleta,

escolher o local de armazenamento,

basicamente,
ajudando na organização.

Eu estava conversando com esse bairro.

Um dos habitantes do bairro

era um dos batedores alienígenas.

Ele se abriu como uma ostra.

De dentro dele, surgiram quatro drones,
que se dividiram

e foram nas quatro direções cardeais.

Foi o primeiro drone inimigo que vi.

Um deles ficou alinhado
ao que achei

ser uma arma apontada para mim.

Por sorte, um dos meus soldados,
que estava perto dos rifles de plasma

que tínhamos…

Não os carregávamos.

E não contávamos com a presença
do inimigo ainda,

mas estávamos armados.

Para procedimentos padrão,
posicionávamos os rifles.

Uma pessoa sempre ficava lá
para vigiá-lo.

Ele escolheu um e atirou nele.

Essa foi minha primeira experiência
com um drone inimigo.

Respondendo à sua pergunta,
usávamos drones sempre.

Jason, foi muito divertido
conversar sobre tudo que você vivenciou.

-Obrigado pela presença.
-Obrigado pelo convite, Jay.

Tudo pela revelação.

Nesta temporada de
”Revelações Cósmicas”,

as pessoas compartilham
seu envolvimento secreto

com agências governamentais,
militares e programas espaciais secretos…

Estão brigando para ver
quem vai vencer.

Serão coisas que nos ajudarão
a sobreviver no próximo milênio.

O grande propósito de misturar
seres com tecnologias,

eles estão indo nessa direção.

REVELAÇÕES CÓSMICAS

POR DENTRO DO
PROGRAMA ESPACIAL SECRETO

PRONTO PARA CONTAR A VERDADE?

Os e-mails são criptografados
e não podem ser compartilhados.

Nave Interestelar com 800 metros

 

Disclaimer:
1. Os artigos são escritos em português do (Brasil ou de Portugal) ou numa mistura de ambos.
2. Os artigos colocados neste site, são diferentes dos colocados nos corruptos meios de comunicação de massas. Não significa que os autores concordam ou discordam com os mesmos. Você deve usar a sua intuição com aquilo que ressoa ou não consigo. Ninguém é dono da verdade absoluta e este site não foge à regra.

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