revelação cósmica temporada 10

S10E05 Nave Biológica (Emery Smith)

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Um breve resumo do episódio:

Emery Smith, é novamente o convidado de David Wilcock.

É mais um episódio específico, masque desta vez Emery fala de entrar numa nave não terrestre. Fala de uma autópsia a esse extraterrestre dessa nave, mas também de ter de cortar um pedaço da nave, visto que a nave era tecido…

As naves são feitas no espaço. São feitas por harmonia, frequência e som. Várias naves podem ser feitas com o seu próprio ADN (DNA), o que lhe permitiria interagir usando as sua consciência, falar com a nave telepaticamente e mover a nave sem ter que fazer nada. As células dessa nave são células vivas. Sem entrar muito na parte da física e da ciência que ainda não existem, e isto parecerá loucura, essas células contêm micro nano-partículas de tecnologia informática. Podem armazenar energia. Estamos falando do nível super-nano…

A estrutura é tipo um hexágono, um favo de mel. Isso permite que as células entrem nele, cresçam lá dentro e fiquem felizes. Porém, essa estrutura também é a parte da nave que permite que a nave se comunique com as células e com o usuário…

S10E05 Nave Biológica (Revelação Cósmica)
S10E05 Bioship (Cosmic Disclosure)

Assista ao episódio clicando no link abaixo, usando o browser chrome:
https://drive.google.com/file/d/1nQLZ73_AOfAcVgcMF6h-scuMgeKdt-3Q/view?usp=sharing

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Episódio com legendas em português do Brasil (para quem não deseja assistir ao vídeo):

revelação cósmica temporada 10 episódio 5

REVELAÇÃO CÓSMICA – POR DENTRO DO PROGRAMA ESPACIAL SECRETO COM COREY GOODE E DAVID WILCOCK

Bem-vindos ao
”Revelação Cósmica”.

Sou David Wilcock e estou
aqui com Emery Smith.

Neste episódio, vamos falar
sobre naves orgânicas.

Emery, bem-vindo.

Obrigado, David.

Para começar a nossa conversa,

vamos voltar à sua
época em Sandia,

pois só vimos a ponta do
iceberg por enquanto.

Certamente vamos falar
sobre as naves orgânicas,

mas, antes disso, você havia
falado sobre o fato de que,

no começo, você trabalhava
com partes de corpos.

Depois da fase dos
filés de salmão,

você entrou na fase
dos braços e pernas,

-partes de corpos.
-Correto.

Como era o primeiro corpo

que você já compartilhou conosco?

Era um híbrido de humano com tigre.

-Certo.
-Sim.

Ele era muito deformado
e desfigurado.

O próximo corpo que
veio depois desse

tinha uma pele de
leopardo mais lisa,

mas com cores iridescentes,
tipo penas de pavão.

E o rosto estava um pouco mutilado,

não dava para ver direito. Mas o
crânio tinha um tamanho normal,

como o nosso.

O corpo era muito magro e esguio.

Foram esses corpos que me
levaram a ver as naves.

Depois de um tempo, com algumas
das amostras que eu analisava,

pediram-me para coletar amostras

em uma parte totalmente
diferente da base,

desse lugar subterrâneo.

Eu teria que me deslocar até
lá e trazer essas amostras

de volta à minha base, o
que era incomum para mim,

transportar coisas, mas
era tudo no subsolo.

Se entendi corretamente,

você está dizendo
que, em certos casos,

você estava analisando
uma parte de um corpo,

mas eles achavam que podia haver

alguma semelhança biológica

entre o corpo e a nave onde
ele havia sido encontrado.

-Exatamente.

Exatamente.

Então, eles falavam pelo interfone:

“Tudo bem, já é o suficiente.”

Eu coletava amostras o tempo
todo e as entregava a eles.

Assim que coletava uma amostra,
eu a passava pela janela.

Do outro lado, eles
já começavam a testar

o material genético da amostra.

Lembro-me que eles diziam:

“Basta, Smith. Temos uma
corrida para você.”

Não sabia o que era,
nunca havia feito isso.

Você acha que as pessoas

do outro lado da janela

pela qual você passava essas amostras
eram mais especializadas que você?

Com certeza.

Eu sou só um técnico.

Essas pessoas deviam ser os
cientistas e geneticistas

que me ensinaram
essas coisas depois.

Devem ser essas pessoas
que pegam as amostras

e as colocam em algum tipo de
aparelho avançado de exame,

porque quase sempre
voltavam imediatamente,

em questão de minutos após
a entrega da amostra,

enquanto eu estava
coletando outra amostra,

e diziam: “Pare de fazer isso,
colete uma amostra da orelha”,

ou algo assim.

Devia haver outra equipe

por trás dessas janelas tentando
descobrir algo específico

daquela espécie.

Você chegou a conhecer
alguma delas?

Ou reconheceu alguma das
vozes como uma voz familiar?

Sim, posteriormente,
mas eu não podia

socializar nem falar com elas.

Porém, eu via essas
pessoas no vestiário,

via essas pessoas na cantina,
no lado de fora da base,

mas foi só muito depois

que eu consegui conhecer
essas pessoas de fato.

Você acha que, em alguns casos,

eles conseguiram reproduzir
o tecido artificialmente?

Sim, com certeza.

Era justamente isso
que estavam fazendo.

Estavam tentando
reproduzir essas células.

Certo.

Você disse que, em
certos momentos,

eles pediam que você
coletasse tecidos do ouvido

e parasse o que estava fazendo.

Será que eles tinham um banco de
dados das amostras de tecido,

que eles usavam para comparar
com outras partes do…?

Sim. Depende.

Eles não coletam tecidos
só para reproduzi-los.

Eles estudam o tecido.

Estudam o tímpano,

o nervo frênico,

os músculos cardíacos de cada ser,

estudam várias partes
diferentes do corpo

por algum motivo, talvez
por motivos próprios.

Não é só uma coisa.

Eles fazem várias
coisas com os corpos

por motivos próprios.

Talvez só precisem
daquele nervo óptico

porque querem entender
como o ser enxerga.

Talvez precisem daquele
tendão para ver

a composição das células,

que se reproduzem muito
rapidamente em laboratório…

É uma das células mais
difíceis de replicar.

Acho que eles estudam essas coisas
assim como nós as estudamos.

Acho que parte disso pode
ser usada para o mal,

mas outra parte é só pela
vontade de aprender e descobrir

o que são esses
seres, de onde vêm,

do que são feitos e
assim por diante.

Muito bem. Gostaria de
perguntar-lhe algo.

Já que você tocou no assunto, acho
que este é um tema fascinante.

Antes de conhecer o Corey Goode…

Já sabia quem ele era, mas
não discutimos essas coisas

até 2014, 2015.

Eu estava em contato com
um informante, o Jacob.

Ele me descreveu em detalhes que
os seres reptilianos, os dracos,

haviam percorrido a nossa galáxia

em busca de vários
materiais genéticos.

Eles haviam coletado o melhor
de cada espécie que encontraram

e haviam de alguma forma integrado
isso à sua própria genética,

transformando-se em
super-seres, por assim dizer.

Será possível que estamos seguindo

no mesmo rumo agora,

com toda essa pesquisa genética
que você está revelando?

Sim. Concordo totalmente com isso,

com base em todas as solicitações

e nas várias reuniões das quais
participei dentro do MILAB.

Como sempre lhe digo,

não estou dizendo que isso pertencia
a Sandia ou a Los Alamos,

estes são só nomes criados para
disfarçar certas corporações.

As pessoas precisam saber disso.

Eu só estava nessa área.

Voltando à sua pergunta, sim.

Acho que estavam
tentando pegar esse DNA

e de alguma forma misturá-lo
com o DNA humano,

criando ou injetando algum tipo
de substância em um ser humano

para ver se haveria alguma mutação

ou se esse ser desenvolveria
fatores ou habilidades diferentes.

Como as águias.

Parece que, do topo
do Empire State,

uma águia consegue ver
uma moeda na calçada.

Seria incrível se tivéssemos
uma visão dessas.

Sim, mas eu teria que dar uma
faxina muito melhor na minha casa,

pois não gosto de sujeira.

Certo.

Em determinado momento,
talvez mais de uma vez,

mas pelo menos uma vez, você foi
enviado a um local diferente

porque havia uma nave que eles
achavam que era orgânica.

Vamos falar sobre isso.

Foi quando me disseram:
“Pare de fazer isso”.

Nunca haviam me pedido para parar o
que estava fazendo e trocar de roupa.

Trocar de roupa significa
tirar os trajes espaciais.

Foi o que fiz.

Eles estavam comigo, dizendo:

“Queremos que desça
ali e pegue o trem.

Você será levado até ali.

Alguém estará esperando para
levá-lo até outra área.”

Foi a viagem mais demorada que
já fiz em um trem Maglev.

Era tipo um metrô?

Sim. Era uma cápsula de transporte.

Eu não podia perguntar nada.

Entende? Não era permitido.

Eles me disseram que o
ser vinha daquela nave.

Isso eles me disseram.

E que eu deveria coletar amostras

de uma parte da nave.

Eu estava com a minha
pasta e fui levado até…

Foi a primeira vez que
entrei nesse trem.

Então, cheguei lá.

Vieram dois caras, um
guarda e um cientista.

Não havia nenhum outro
tipo de segurança.

Não tive que passar
por nenhum sensor.

Acho que, uma vez lá dentro,

você pode ir aonde quiser.

Você poderia descrever
como era a sala

quando você saiu da
cápsula? -Claro.

Era tipo uma estação de metrô
de Nova York muito limpa.

-Certo.
-Sim.

Era outra área toda branca,
muito limpa e muito silenciosa,

daria para ouvir um
alfinete caindo.

Havia algum tipo de
recipiente para amostras?

Não, nada. Eu
estava com a pasta.

Mas o que você faria com a amostra?

Eles tinham tudo lá.

A sala de cirurgia onde eu estava…

A nave estava dentro de uma
sala de cirurgia enorme.

Nossa!

Então, você entrou na
sala onde estava a nave?

Primeiro, tive que trocar de roupa.

Eles me fizeram trocar de roupa

em uma espécie de vestiário,
mas não vi as cores

no chão do corredor
que mencionei antes,

os códigos de cores.

E sempre havia alguém comigo.

Eles não me deixariam
ficar sozinho.

Então, andei por pelo
menos 10 minutos

por um corredor muito
longo e branco,

com várias portas nas paredes,

a cada 30 metros. Quando
a porta se abriu,

eu estava em uma sala gigante…

Era algo que eu chamaria
de hangar esterilizado.

Um hangar esterilizado.

Havia uma nave e várias
pessoas na sala,

várias pessoas andando pela sala,

todas de avental cirúrgico
e jaleco branco.

Isso indicaria certas coisas.

Indicaria que era uma
base subterrânea,

provavelmente na Terra,
mas não sabemos ao certo,

pois pode ser que o tubo
leve a outro planeta.

De qualquer forma, acho que
eles não lhe contaram nada.

E que as outras portas
escondiam outras naves.

Com certeza.

E eles queriam garantir que
você só iria àquela porta,

para que não pudesse
tentar abrir outra porta.

Não tem como.

Havia leitores biométricos e vários
outros dispositivos de segurança

só para entrar naquela porta.

Eles faziam a mesma
coisa que faríamos

com o melhor reconhecimento facial e
de impressões digitais que temos.

Eles estão mudando
um pouco essa parte,

com leitores de DNA,

mas vamos falar disso depois.

O que você viu?

O que viu assim que entrou na sala?

É difícil de explicar, mas
era como se eu usasse

um pegador de sorvete

e fizesse várias bolas de sorvete.

Como aquele recipiente
de fazer gelatina,

que faz assim, assim
e depois assim.

-Sabe?
-Sim.

Está entendendo?

Não sei como se chama isso.

Árvore de gelatina.

Sim, árvore de gelatina.

E era assim.

Era linda…

Não gosto de vermelho,
mas era a cor mais linda

que já vi na vida.

-Cintilante?
-Sim.

Muito reflexiva.

Havia junções ou era lisa?

Nenhuma junção, era
totalmente lisa.

E não emitia nenhuma luz,

mas era meio transparente
e parecia gelatina.

Era meio transparente?

Sim, era um pouco transparente.

Nenhuma marcação identificável
na superfície? Nada escrito?

-Nenhuma janela?
-Não, nada.

Era só a nave.

Eles sabiam como o ser
havia saído da nave?

Sim, porque eu tive que entrar.

-Nossa!
-Sim.

Foi intenso.

Eu tinha um diagrama. Eu estava
com outros dois técnicos

que trabalhavam lá.

Eles estavam com os
recipientes para amostras.

Tudo tinha que estar
esterilizado,

os instrumentos especiais.
Já estava tudo lá.

O diagrama estava na sua pasta?

Sim, estava na pasta.

A nave toda estava na
pasta, de ponta a ponta,

interior, exterior, tudo.

Esses dois caras estavam comigo.

Fomos até a nave. Posso
compartilhar isto.

Eles sabem de tudo
que estou fazendo

e estão me apoiando,
o que é ótimo.

Então, fui até uma parte da nave

e basicamente cortei
um pedaço dela

com um dispositivo especial.

Era idêntico ao tecido do ser.

-Sério?
-Sim.

Mesma consistência.

Não cheguei a descrever esse ser

em particular,

mas a nave tinha a
mesma consistência.

Eles me levaram ao outro lado,
onde coletei outro pedaço.

Fui até a parte inferior,
no meio da nave,

porque ela estava suspensa.

Estava suspensa, e
havia algum tipo de…

Não sei se era metal,

mas algo estava
mantendo a nave no ar.

-Algum tipo de chassi?
-Sim.

Eles haviam construído
algo para manter essa nave

a uma altura de 2,7 a
3 metros, eu diria.

Ela estava se movendo
ou balançando?

Você disse que era
como gelatina,

quero saber até onde
essa analogia funciona.

Ela era sólida, mas
a consistência

e a transparência… Os
primeiros centímetros da nave

eram transparentes, como acrílico,
dava para ver através dela.

Então, ela ficava opaca,
pois ficava mais escura.

A cor ficava mais escura
quando olhávamos lá dentro.

O que você viu na parte inferior
da nave? Como entrou nela?

Na parte inferior, havia
várias semiesferas.

Era como se você cortasse uma
bola de beisebol ao meio

e colocasse essa semiesfera
na parte inferior da nave.

Havia milhares dessas
protuberâncias,

dessas semiesferas.

Também me pediram
para pegar uma esfera

perto do centro da nave,
que era meio oca.

Eu fiz isso.

Ela saiu com facilidade,

não era algo que
exigisse uma serra.

Era muito simples.

Era como cortar um tecido
humano ou um tecido animal.

Era tipo uma faca a laser

ou era tipo um bisturi?

Prefiro não revelar
como era o dispositivo,

mas posso dizer que
foi feito para cortar

qualquer tipo de tecido sem
destruir o tecido em si.

Ele provavelmente será
lançado ao público em breve.

Nós o pegamos e fomos até o centro.

No centro, havia uma pequena máquina
como as que vemos em armazéns,

que sobem e descem.
Subimos nela.

Ela nos ergueu até
entrarmos na nave,

mas era só uma parede
com todas essas bolhas.

Então, não sei se era o interior,

pois ela era oca.

Fui até o topo,

onde havia uma bolha muito grande

dentro da nave.

Uma esfera grande.

90 cm de diâmetro.

Eles jamais me deixariam
entrar lá se não fosse seguro.

É claro que não era
radioativa, mas ela brilhava,

como um computador da Apple,

aquela luz assustadora da Apple
que eu não gosto de ver à noite.

Era tipo isso.

Ela estava fazendo isso,
e eu me senti meio mal.

Achei que talvez
ainda estivesse viva

ou algo assim.

Então, coletei uma
amostra muito pequena,

que foi o que me pediram,
pois queriam fazer

uma biópsia rápida, como dizem.

Devia ter o mesmo tamanho
de uma borracha.

Só coletei isso e passei para
os caras. Eles a embalaram

e colocaram em uma caixa
especial para mim.

Em seguida, fui levado de volta.

Tudo levou menos de duas horas.

A caixa era transparente?

Não.

Era uma caixa prateada.
Dentro dela,

havia um recipiente
especial que regula

a temperatura dentro da caixa.

As caixas são feitas especificamente
para essas amostras,

são pré-cortadas.

São como os estojos da Pelican,

cujo interior é pré-cortado.

Eram tipo isso,

mas embaladas a vácuo e
lacradas. Eram muito leves.

Vamos falar sobre isso.

Essa nave é tão bizarra,
é tão diferente

do que nós esperaríamos.

-Vamos falar sobre o ser agora.
-Eu sei que parece loucura.

Não, tudo bem. Vamos falar
sobre o ser. Como ele era?

O ser era muito similar.

Ele tinha uma
consistência vermelha.

Você se lembra da
criatura gelatinosa,

aquela criatura transparente
que vamos abordar depois?

Porém, esta era sólida e tinha
o formato de um ser humano.

Tinha um rosto que
se unia em um ponto.

Ele vinha até aqui.

O formato lembrava um…

Parecia um pouco uma bolota. O
formato era igual ao de uma bolota.

O formato era meio côncavo,

não era totalmente redondo, era
tipo um formato de lágrima.

Era como se você
pegasse uma lágrima

e a espremesse um pouco,

não até que ela estourasse,

mas até que mudasse de forma.

Qual era o tamanho dos traços faciais
em relação ao tamanho da cabeça?

Se você pudesse medir…

Eram muito parecidos
com os humanos.

Os olhos, que nós chegamos a medir…

Nós medimos a distância
entre os olhos

e fazemos testes de simetria como
os cirurgiões plásticos fazem.

Queremos ver a simetria.
Sempre medimos essas coisas.

E também temos máquinas
que examinam o corpo todo

para replicá-lo em 3D
e fazer modelagens.

Todas as criaturas que eles
têm já têm uma réplica em 3D.

A propósito, existe
um museu inteiro

para todas essas naves
e todos os seres,

todas as réplicas em 3D
feitas de vários materiais.

Existe um museu secreto
com todas essas coisas

trancadas em algum lugar.

Não faço ideia de onde fique,

mas já vi vários modelos

de seres específicos
nesses projetos.

Você disse que os
olhos eram brancos.

Eles eram redondos,
em formato de amêndoa

ou como os olhos humanos?

Como eram os olhos?

Não, eram mais redondos

que o formato de amêndoa típico,
mas eram do mesmo tamanho.

Essa criatura devia ter
uns 1,65 m de altura.

Era todo branco ou tinha
tipo uma íris ou pupila?

Não. Havia um tom de
branco diferente no meio,

mas ainda assim era branco.

Porém, havia um círculo no meio

que era mais branco
que o resto do olho.

Dava para ver isso.

A minha tarefa com esse
ser não tinha nada a ver

com coletar amostras
do rosto ou dos olhos.

Eu estava mexendo na
parte inferior do corpo,

no sistema reprodutor,
removendo esses órgãos,

quando me pediram para
parar e fazer a corrida.

Esses seres tinham esqueleto?

Sim.

E a estrutura esquelética deles
era parecida com a nossa,

pelo que pôde observar?

Na região em que eu estava mexendo,
na pelve, era muito similar.

Não vi nada de diferente.

Não vi o raio X do esqueleto, nem
a tomografia ou ressonância,

ou o que chamamos de…

Temos uma máquina especial
que examina o corpo todo.

Dá para ver tudo ao mesmo
tempo antes de operar,

mas não vi o exame desse ser.

Só vi o exame da área reprodutora.

-Ele tinha mãos como nós?
-Sim.

E quantos dedos?

Mas eram menores.

Eram menores, mais finas

e mais longas.

Quantos dedos?

Cinco dedos.

Mas eram mais longos?

Sim, eram mais longos.

Muito mais longos que os nossos.

A minha mão é tamanho
9, que é muito grande.

Eu diria que essas criaturas

devem ter dedos cerca de 30%
maiores que os nossos dedos.

Sim, eram muito longos e finos.

E eles tinham impressões digitais.

Tinham impressões.

A pele era assim, mas vermelha.

Então, a textura da pele era
tipo a textura da pele humana?

Sim.

E que tom de vermelho era,

se você tivesse que descrever
a cor mais detalhadamente?

Era tipo um vermelho-terra
misturado com um vermelho rosado.

Era um tom lindo.

Era tipo um vermelho-terra fosco,

mas não tão escuro assim,
era um pouco mais claro.

Ele tinha algum pelo no corpo?

Não.

Nenhum.

Qual seria a proporção

entre o crânio e o corpo
em relação a nós?

O crânio era um pouco maior

que um crânio humano típico,

e o torso era menor que o nosso,

mas as pernas eram mais longas,

e os braços eram muito
mais longos que os nossos,

em termos de simetria.

Se alguém que não soubesse nada

visse um desses seres na rua,

com esses olhos brancos
e a pele vermelha,

você acha que ficaria com medo?

-Ou ele tinha uma aparência nobre?
-Acho que não.

É claro, com o medo que foi
instalado e programa em nós,

sim, talvez,

mas você precisa entender que,
geralmente, quando você se aproxima

de um extraterrestre,

você já sabe imediatamente.

Tipo o cara escondido no canto

ou andando em um beco, você
sente que algo está errado.

Você tem essa sensação.

Nunca use isto, sempre use
o seu coração para sentir.

Acho que, na maioria das vezes,

quando você vê algo
pela primeira vez,

você pode ter uma reação de medo

se nunca tiver participado desses projetos
ou se nunca tiver visto essas coisas,

ou se tiver 15 anos e estiver
no meio de uma floresta.

Nesse caso, sim, essa pessoa
provavelmente vai sair gritando.

Porém, se esse ser
estivesse andando

pelas ruas de Nova York,

acho que a maioria das
pessoas ficaria curiosa,

mas ninguém o apedrejaria.

Acho que elas se
aproximariam desse ser

que estaria de braços
abertos, sem nenhuma arma,

sem ferir ninguém, sem dizer nada,

emanando uma energia de
paz e tranquilidade,

ou uma energia negativa,
dependendo do ser.

As pessoas agiriam corretamente.

Tenho fé nas pessoas.

Acho que elas fariam o certo.

Qual foi a coisa mais anormal
ou diferente fisiologicamente

que você viu na ressonância
ou na autópsia desse ser?

Foi o útero.

O que havia de diferente?

O ser tinha quatro câmaras.

-Sério?
-Sim.

Eles tinham algum palpite do motivo

por trás disso? Havia vários…?

O ser podia ter vários
filhos ao mesmo tempo.

Quatro filhos ou seis, oito, doze…

Muito interessante.

Isso é comum ou é meio raro?

É muito raro.

Significa que essa espécie se
reproduz muito rapidamente.

Eles têm como medir os
compostos químicos do corpo

para determinar o tempo de
gestação, o que é muito legal.

Algo que eu não entendo

é que o útero tem
várias câmaras,

mas, com base na gestação
humana convencional,

parece que o bebê teria que crescer

até preencher o útero todo.

Como um ser pode ter tantas câmaras

e ainda assim conseguir dar
à luz filhos saudáveis?

Achamos que esse ser só tem
filhos uma vez na vida.

E, possivelmente, eles
morrem logo depois disso.

Sério?

Sim, mas não temos certeza.

Só fiquei sabendo até esse ponto.

Sabemos como esses
seres são chamados

ou de onde vêm?

Sim.

-Mas você não pode revelar?
-Não.

Acho isso muito bizarro.

Estou tentando entender
como uma nave orgânica

pode parecer com o corpo.

Se as pessoas não o
respeitassem tanto

com base nos episódios anteriores,

essa história pareceria
totalmente ridícula.

Por outro lado, pela forma
que você me responde…

Sempre uso técnicas forenses.

Eu dou vários saltos e peço
detalhes muito específicos,

mas você nunca falha.

Estamos falando sobre
algo muito estranho.

Sim.

As naves são feitas no espaço.

São feitas por harmonia,
frequência e som.

E elas também são… Por exemplo, podem
ser tipo um animal de estimação.

Isso significa que você tem uma
boa conexão de consciência

com essa nave.

Várias naves podem ser feitas
com o seu próprio DNA,

podem conter o seu DNA,

o que lhe permitiria interagir
usando a sua consciência,

falar com a nave telepaticamente

e mover a nave sem
ter que fazer nada.

As células dessa nave
são células vivas.

Sem entrar muito na parte
da física e da ciência

que ainda não existem, e
isto parecerá loucura,

essas células contêm
micro-nanopartículas

de tecnologia informática.

Podem armazenar energia.

Estamos falando do
nível super-nano.

Muito, muito pequeno.

As células em si, como
você já me perguntou…

“Como essas células sintéticas

funcionam como a mitocôndria?”

Eu hesitei um pouco,

mas existem microcapacitores
dentro dessas células

que se autorregulam, de
modo que o corpo todo

e todas as células da nave
realmente conversam entre si.

Acho que você
chegou a dizer que,

em alguns casos, é tipo
uma matriz hexagonal?

Tipo um favo de mel?

A estrutura é tipo um hexágono,

um favo de mel.

Isso permite que as células
entrem nele, cresçam lá dentro

e fiquem felizes.

Porém, essa estrutura
também é a parte da nave

que permite que a nave se comunique

com as células e com o usuário.

Então, você está dizendo que é
possível criar uma nave no espaço?

Sim.

E você acha que isso é
feito com frequência

pelas civilizações extraterrestres

que são avançadas o suficiente
para viajar até aqui?

Acho que é comum.

Eles aprenderam a gerar gravidade,
um campo gravitacional.

Um campo eletromagnético
que engloba

a nave e a pessoa,
de modo que tenham

sua própria atmosfera e
sua própria gravidade.

É por isso que podem viajar a
milhões de quilômetros por hora

e fazer curvas de 90 graus,

pois estão em seu próprio
campo gravitacional

que não tem nada a ver com um planeta
ou com o ambiente onde estão.

Acho que uma das coisas que…

Já que estamos só especulando aqui.

As pessoas podem perguntar-se se a
nave pode virar um ser senciente

e talvez se rebelar contra
seu dono a qualquer momento,

caso se sinta desrespeitada.

Pode ser perigoso ter um
ser com livre-arbítrio

sendo a sua nave?

É aí que a coisa fica interessante.

A nave é você.

Você é a nave.

Se você for um suicida,
a nave também será.

Se você estiver se divertindo,

a nave também estará feliz.

Dá para sentir isso na nave.

Você sente esse fluxo.

Ela não funciona tanto por conta
própria quanto as pessoas imaginam.

Ela é senciente, mas ela
só sente as suas emoções,

o que é muito legal.

Já estive em uma
nave onde me senti…

A melhor forma de descrever
seria dizer que me senti

como se a nave fosse o meu
cachorro de estimação,

porque ela era engraçada,
carinhosa e hilária.

Porém, ao mesmo tempo, era
obediente como um cachorro.

Ela nunca se voltaria
contra seu dono.

Alguns cachorros fazem
isso, mas você entendeu.

Eu quis dizer que…

…existe uma bela conexão
entre os seres e suas naves.

Faz sentido projetá-la
assim, pela segurança.

Exato.

Vou programá-la para
não me morder mais.

Certo. Muito bem.

Emery, obrigado pela sua presença.

E obrigado por assistirem.

Este é o ”Revelação Cósmica”.

Sou David Wilcock e estou com o nosso
convidado especial, Emery Smith

falando sobre naves orgânicas.

Obrigado por assistirem.

REVELAÇÃO CÓSMICA – POR DENTRO DO PROGRAMA ESPACIAL SECRETO COM DAVID WILCOCK

Corey Goode temporada 10 episódio 5
Disclaimer:
1. Os artigos são escritos em português do (Brasil ou de Portugal) ou numa mistura de ambos.
2. Os autores não usam facebook, portanto se tiver alguma pergunta, coloque aqui no site, na secção dos comentários (não do facebook)
3. Os artigos colocados neste site, são diferentes dos colocados nos meios de comunicação de massas. Não significa que os autores concordam ou discordam com os mesmos. Você deve usar a sua intuição com aquilo que ressoa ou não consigo. Ninguém é dono da verdade absoluta e este site não foge à regra.

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