revelação cósmica temporada 10

S10E04 Tecnologias Alienígenas no Vaticano (Emery Smith)

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Um breve resumo do episódio:

Emery Smith, é novamente o convidado (já tinha estado presente em 7 episódios da temporada 9)

Emery indica que todos os dias caiem ou são capturados OVNIs (naves ou artefactos, etc), a maioria das vezes no espaço, sendo que bastante vezes, essas naves não são tripuladas e servem para os humanos fazerem engenharia reversa.

No futuro, conseguiremos fazer casas em 3D, cidades numa semana, quando a tecnologia for divulgada.

A partir dos 17 minutos e 20 segundos fala do Vaticano, onde entra num elevador que o leva ao subterrâneo onde encontra um cenário bem diferente do que habitualmente se vê na biblioteca. Passa por um audtório com vidro, mas que não é vidro mas sim um tipo de metal. Atrás desse “vidro” estão armas; pergaminhos estendidos sobre placas grandes, tipo de acrílico, várias pilhas deles; várias coisas diferentes

Fala dos dorjes existentes lá, mas que nada têm a haver com os antigos dorjes de “latão”. Na imagem abaixo um deles que é sólido e luminoso sem estar ligado à corrente elétrica!

S10E04 Tecnologias Alienígenas no Vaticano (Revelação Cósmica ~ Emery Smith)
S10E04 Alien Tech at the Vatican (Cosmic Disclosure)

Assista ao episódio clicando no link abaixo, usando o browser chrome:
https://drive.google.com/file/d/11zG7A7p5KJ9b3vsTBwBOyGdJdi17zCxK/view?usp=sharing

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Episódio com legendas em português do Brasil (para quem não deseja assistir ao vídeo):

revelação cósmica temporada 10 episódio 4

REVELAÇÃO CÓSMICA – POR DENTRO DO PROGRAMA ESPACIAL SECRETO COM COREY GOODE E DAVID WILCOCK

Tecnologias Alienígenas no Vaticano

Bem-vindos ao
”Revelação Cósmica”.

Sou David Wilcock.

Estou aqui novamente
com Emery Smith,

meu amigo há 10 anos.

Depois de uma década insistindo,
você finalmente está aqui.

Obrigado, Emery.

E obrigado em nome
de todas as pessoas

que querem liberdade
e revelação total.

Obrigado, Dave.

Dentro do carro,

estávamos falando sobre as
autópsias que você havia feito,

mas você me disse algo no carro

que explica um pouco
mais sua experiência.

Gostaria de falar sobre isso,

embora tenha acontecido mais
para o fim da sua carreira.

Isto ajudará a estabelecer
uma verdade fundamental.

Geralmente, os informantes que
realmente sabem o que está acontecendo

já fizeram várias coisa diferentes.

Conte-nos sobre o Vaticano.

Sim, o Vaticano.

Uma organização particular procurou o
Dpto. de Defesa e o laboratório militar

onde eu trabalhava.

Eles precisavam de
técnicos e cientistas

para irem ao Vaticano dar
uma olhada nos arquivos,

pois eles sabiam que havia
informações sobre uma nave

capturada no Novo México.

Então, havia um OVNI…

Que foi derrubado.

E era recente.

Sim, muito recente.
Eles pegaram essa nave…

Por que a derrubaram? Era
hostil? Fez algo de errado?

Não, nada disso.

Ela só se aproximou demais
das armas que ficam lá,

pelo que fiquei sabendo.

Não sei onde caiu.

Só sei onde estava.

Sabemos como era essa nave

ou que tipo de ocupante foi
encontrado dentro dela?

Não mencionaram nenhum ocupante,

mas a nave parecia um tetraedro.

A melhor forma de descrevê-la seria
um tetraedro feito de canos de PVC.

-Sério?
-Sim.

E cerca de 2,4 m de diâmetro.

E havia uma luz no meio da nave.

-Sério?
-Sim.

Era tipo um drone robótico?

Ela ficava sempre centralizada.

Talvez fosse.

Na verdade, a maioria dessas
naves tem consciência.

De vez em quando, ela piscava.

E então, preenchia os espaços,

deixando de ser transparente.

O que preenchia os espaços?

Como acabei de dizer,
era um tetraedro vazio

-feito de canos de PVC.
-Certo.

Era transparente,

dava para ver a luz no meio.

Sim.

De que cor era a bola de luz?

Azul, mas era muito pequena,
devia ter uns 7 cm de diâmetro.

Sim.

E o tetraedro era branco?

A parte externa era
como se fosse feita

de tubos de PVC
brancos, sem brechas.

Se você se aproximasse demais,

ela preencheria um espaço de…

Ficava opaca.

Não sei se entendi.

Temos um tetraedro
vazio e transparente.

-Estou falando das linhas externas.
-Certo.

Era transparente,
dava para ver a bola.

Se você se aproximasse
demais, ela ficava sólida.

O tetraedro ficava sólido?

-Sim.
-Sério?

-Sim.
-E como ficava?

Ficava todo branco.

Todo branco.

Então, parece que era
algum tipo de drone.

Não havia ocupantes.

Não havia ocupantes, mas
isso não significa…

Talvez a luz branca fosse
algum tipo de consciência.

-Sim, ou um ser.
-Ou um ser.

Sempre que houver uma luz,

temos que considerar
primeiro que é um ser.

Então, se não me engano,

você está dizendo que o
Departamento de Defesa

tinha uma nave, ou o que fosse,

que foi derrubada no Novo México.

Eles só tinham palpites
sobre o que era

ou de onde vinha.

Sim, não sei onde foi derrubada.

Só sei que foi armazenada
no Novo México,

onde eu estava,

mas era a primeira desse tipo.

Eles tinham…

Eles conhecem bem o que
geralmente é derrubado, certo?

-Sim.
-Eles têm um longo catálogo?

-Eu diria que têm uma grande coleção.
-Certo.

-Mas essa era diferente.
-Sim.

Sim, ela emitia
frequências diferentes

ou algo assim que os
deixou impressionados.

Ela não demonstrou nenhuma
agressão quando foi abatida.

E era óbvio que ainda
estava funcionando.

E você disse que essa nave
entrava naquela categoria

em que o próprio material
era uma forma de vida?

Não sei dizer. Não
me informaram isso.

Só sei dizer que a
bola tinha energia.

Energia e luz sempre
são indícios de vida.

Certo.

O que eles decidiram
fazer com a nave?

Se não sabem o que
é nem de onde vem,

que recursos eles podem
usar nesse caso?

Eles montam uma equipe.

Eles fazem uma pesquisa
no mundo todo,

pois há outros catálogos em
outros países e outras religiões.

É claro que o Vaticano tem
um banco de dados enorme.

Eles têm um arquivo imenso de vários
objetos e artefatos espaciais

que eles encontraram

e vem colecionando há vários anos.

Existe uma base subterrânea
sob o Vaticano.

Eu e mais dois cientistas
fomos levados a essa área,

a um local secreto
dentro do Vaticano.

Descemos de elevador uns
sete ou oito andares.

Foi assim que tudo começou.

Obtivemos permissão do Vaticano.

Eles arrumaram tudo.

Havíamos sido contratados

só para achar informações
sobre qualquer coisa

similar a essa nave.

É comum haver uma cooperação
entre as agências?

Sim.

Geralmente, em troca de favores.

Você é veterano da
Força Aérea, certo?

Sim.

Vários informantes
já nos disseram

que existe uma ala da Força
Aérea e uma ala da Marinha

dentro do complexo
militar-industrial.

Elas se dividiram depois
da Segunda Guerra…

e viraram complexos industriais
totalmente separados.

É verdade.

Você diria que grande
parte da sua experiência

foi no lado da Força Aérea,
pois foi onde você começou…?

Sim, nessa área em particular,
eu diria que sim,

mas elas ainda cooperam
quando têm dúvidas.

Elas não são inimigas,

mas gostam de manter
seus segredos juntas,

pois quanto mais podem
mostrar ao governo,

mais verbas recebem
no fim do ano.

Se eu tiver algo muito legal

que obtive este ano
para uma empresa,

um laboratório militar ou da
aeronáutica, receberei mais verbas.

Portanto, nem sempre revelam
o que estão fazendo,

mas sempre colaboram
para descobrir coisas

que não entendem.

Eles sempre trabalham…
Sempre cumprem isso.

Acho que o orçamento militar,

mesmo o orçamento militar oficial,

recentemente estava em
cerca de US$ 864 bilhões,

com privadas de US$ 700
e coisas desse tipo,

e arruelas que custam US$ 65.

A ideia é que o orçamento militar

deixa muito espaço para
gastos não oficiais.

Correto.

Você pode registrar uma
privada de US$ 700,

ir até o Home Depot e
comprar uma de US$ 2,00.

E eles compram tipo
2.000 privadas.

Aonde vai o resto do dinheiro?

Parece que vocês estão brigando
por isso, como você disse.

É uma competição saudável.

É uma competição,

mas, na minha experiência,

e eu não sou um dos diretores executivos
ou conselheiros financeiros deles,

mas ouvi de algumas pessoas
de alta patente lá dentro

que eles geralmente
recebem a mesma quantia.

Não recebem bilhões
de dólares a mais.

E não são bilhões.

São trilhões.

Certo, quando você conta as
outras formas de gerar dinheiro.

Certo.

Se temos uma nave que caiu,

e eles não sabem o que
é, de forma muito geral,

se você puder especular…

Entendo que talvez
não saiba ao certo,

mas gostaria de ouvir
seus palpites.

Serão melhores que os meus.

Com que frequência você
acha que isso ocorre?

Diariamente.

-Sério?
-Sim.

Diariamente?

OVNIs caem diariamente?

Eles talvez…

Não esperava isso.

Eles são identificados,

pois quando dizemos “OVNI”,
estamos falando de…

-Veículos.
-Veículos,

mas muitos veículos são
capturados no espaço

ou abatidos no espaço
e trazidos de volta.

É claro que eles nem
sempre são tripulados.

Vários deles também são
como cavalos de Troia.

Eles querem que os capturemos,

para aprendermos
sobre a tecnologia

e engenharia reversa.

-Um cavalo de Troia positivo.
-Sim, muito positivo.

-Não uma infestação de IA.
-Não.

Tomando conta do planeta.

Não, nada disso.

É muito legal que os
cientistas entendam isso.

Várias empresas
também entendam isso.

A parte triste é que,
depois de entenderem,

demora muito até nos atingir,

para melhorar as nossas vidas.

Ainda estou meio chocado aqui,

e acho que eles também.

Todos os dias?

Todos os dias?

Sim, todos os dias.

As pessoas não filmariam
isso com seus celulares?

Não haveria relatos
de ocorrências e…

Existem muitas coisas anormais

que as pessoas postam no
YouTube e coisas assim.

Provavelmente, 90% delas
são informações falsas,

ou veículos de reprodução
alienígena falsos

que eles mostram em público só para
assustar as pessoas ou algo assim.

Isso acontece.

Você tem que entender que
isso geralmente não acontece

em grandes cidades.

Essas coisas geralmente…

Elas estão sendo derrubadas
em áreas fora da atmosfera

e trazidas de volta
muito cuidadosamente

até a superfície.

Nem sempre é como abater um caça,

que vai deixando um rastro
ao cair e explode no fim.

Isso é muito raro.

De certa forma,

se compararmos isso com uma guerra,

eles tomariam muito cuidado

para não deixar nenhum
veículo no campo de batalha.

Você nunca verá nenhum
veículo no campo de batalha.

Então, eles trazem a nave…

-É intencional.
-…e dão uma olhada.

Certo.

Então, acho que isso indicaria

que há algum tipo de
relação diplomática

com vários grupos de ETs.

Quando alguém vem e tenta violar

esse acordo ou esse
contrato, por assim dizer,

é aí que surgem os problemas?
Você diria que sim?

Sim, como ocorreu
com o Eisenhower.

Algumas coisas boas
vieram daquelas reuniões.

Houve várias reuniões
presidenciais

com certas civilizações de ETs.

O fato de o presidente
firmar um acordo

com um extraterrestre
nem sempre significa

que o complexo militar-industrial
desse presidente

também faz parte do acordo.

Esse é o problema.

Foi o que nós…

O nosso contrato foi
anulado por esse motivo.

Se você puder especular,

-e eu entendo que seja
só um palpite… -Claro.

Ou talvez você saiba, sei lá.

Se você está dizendo
que, em média,

uma nave é recuperada por
dia, seriam 365 por ano.

Quantas dessas naves você diria

que são extraordinárias

ou que exigem um grau maior de
pesquisa para que sejam compreendidas?

Vou esclarecer uma coisa.

Quando disse “uma por dia”,

pode ser só um equipamento.

Certo?

-Pode ser uma descoberta arqueológica.
-Sério?

Ou pode ser algo
coletado do espaço.

Pode ser algo que derrubamos.

Essas são as…

São dados que obtemos
sobre esses dispositivos

todos os dias.

É por isso que está
crescendo tanto

e estão investindo tanto
dinheiro nesses projetos,

porque é uma quantidade ilimitada
de… Não dá para acompanhar tudo

que está acontecendo.

Estão começando a
armazenar essas coisas.

Então, certas coisas…

Certas empresas estão comprando
quantidades enormes de satélites

para rastrear essas coisas com
detectores de luz de neutrino,

encontrando suas próprias formas
de obter essa tecnologia também,

em vez de só o complexo
militar-industrial.

Gostaria de perguntar-lhe algo.

É algo que me deixa chateado.

É uma pergunta que estou
fazendo com uma certa raiva.

Fiquei muito chateado
quando estava falando

com o meu informante, o Jacob,
e ele estava descrevendo

a redundância das tecnologias,
que, em alguns casos,

eles acharam vários exemplares
do mesmo tipo de tecnologia,

como, por exemplo,
ruínas no planeta Marte…

Caso cheguemos lá um dia,

eles já demoliram e enterraram
sítios arqueológicos,

pois eles acham que
sabem o que está lá

e não querem que seja
achado facilmente.

Já ouviu falar de algo assim?

Já ouvi falar disso
acontecendo aqui na Terra.

Sério?

E eu não duvido nem um pouco

que isso esteja acontecendo
em Marte também.

Então, você acha que a
tecnologia que eles têm

nesses programas secretos
é tão vasta assim,

permitindo que eles tragam
essas coisas muitas vezes

sem que isso avance muito
nosso grau de conhecimento?

Geralmente, 90% das vezes,

elas avançam o nosso
conhecimento.

Se eles trouxerem qualquer
tipo de equipamento,

corpo ou nave, ou seja o que
for, aprenderemos algo.

Somos como pessoas da Idade Média aqui,
tentando fazer um martelo e uma roda.

Todas essas peças ainda
se encaixam às vezes.

Talvez obtenhamos uma peça hoje
e outra daqui a dois anos.

Então, teremos as duas. Ótimo!

É por isso que é muito
importante agora…

Vários complexos
militares-industriais,

os militares e as empresas privadas

estão se juntando agora para
descobrir certas coisas,

pois eles costumavam trabalhar
em projetos de cinco ou dez anos

sem pedir ajuda.

É como um casal dirigindo.

O marido nunca vai parar
para pedir informações

porque somos muito teimosos.

É o que está acontecendo,
mais ou menos.

Estão compartilhando
informações e dados,

mas de forma muito
limitada e cautelosa.

É como se o capital
intelectual, por assim dizer,

o valor financeiro e informacional

de ter funcionários mais
qualificados trabalhando nessa área…

Eu diria que, quando a
revelação acontecer

e pudermos empregar muito
mais pessoas nessa área,

dezenas ou centenas de
milhões de pessoas,

daremos um salto quântico para muito
além de onde eles estão agora.

É o que penso.

Sim.

Ainda existem regras, leis e
regulamentos no âmbito geral.

Porém, em relação à tecnologia,

nós transformaremos o mundo da noite
para o dia dentro de uma semana.

Poderemos imprimir casas
em 3D em qualquer lugar,

15 metros acima da Amazônia,

para não destruir as árvores.

Montaremos cidades
no mundo todo.

Até mesmo o nosso governo me pediu
que organizasse e planejasse

uma cidade especial aqui
que seja autossustentável,

fora da rede, com sua
própria comunicação,

eletricidade e coisas do tipo,

pois eles estão se preparando para
seguir esse modelo no mundo todo.

O nosso governo está
apoiando isso totalmente,

principalmente o presidente.

Isso me faz pensar

que não temos nenhum
problema de superpopulação.

Se as pessoas puderem se tornar
trabalhadores qualificados,

queremos mais pessoas.

Temos que colonizar, sair daqui,
explorar o interior de luas,

o interior e a superfície
de outros planetas.

Não precisamos nos livrar das
pessoas. Precisamos de mais.

Sim, precisaremos
de mais pessoas.

Quando todas essas
informações forem reveladas,

todos ficarão muito
inteligentes rapidamente.

As pessoas serão
treinadas imediatamente.

E a ciência secreta por trás
de tudo isso será revelada.

Quando tudo for revelado,
você está certo.

Será como pegar um voo de
Los Angeles para Nova York,

só que para a Lua ou Marte
para ajudar a colonizar.

Será muito seguro e fácil.

Eu quero falar sobre o Vaticano.

-Você desceu no elevador.
-Sim.

Você estava em uma missão

para tentar descobrir o
que era esse tetraedro.

-Certo.
-O que você viu?

Conte-me como era o elevador.

Havia algo de diferente?

Não. Era muito grande,
maior que o normal.

Cabia um carro lá dentro.

Elevador normal, muito limpo.

Certo. Redondo? Quadrado?

Quadrado, retangular.

As portas abriram-se.

O que você viu?

Nós entramos.

O piso era branco. As
paredes eram brancas.

Havia um trilho preto.

Onde?

Havia um trilho preto em
volta do interior do…

Era tipo um corrimão.

Certo. Nas paredes?

Nas paredes, a uns
90 cm de altura.

Não havia nenhuma janela,
vidro, nada do tipo.

Era um elevador normal,
muito silencioso.

Nem notei quando
começou a se mover.

Era o elevador mais
silencioso que já vi.

Geralmente, você sente o impulso.

Não senti nada.

Era como se estivéssemos
sentados, conversando…

Quando as portas fecharam,

perguntei se alguém
apertaria algum botão.

Fiquei ansioso.

De repente, um tempo depois,
as portas abriram-se.

Fiquei sem entender.

O elevador do Vaticano quebrou?

Você estava de farda
ou estava à paisana?

Estava à paisana.

À paisana, nada de especial.

Você entrou quando as
portas se abriram.

O que viu?

A primeira coisa que vi

foi uma área tipo um
auditório gigante.

Parecia… Não gosto de usar
filmes como referência,

mas em Hogwarts,
em Harry Potter,

era tipo o sistema de câmaras

com todos os carrinhos.

Olhando para cima, havia
várias câmaras quadradas,

mas era muito rústico.

Estava limpíssimo.

Havia vidros lindos por
toda parte. Era como…

Meu Deus!

…vários cubículos de vidro.

Alguns eram de tamanhos diferentes.

Muito limpo.

Através dos cubículos de vidro,

havia várias faixas
e linhas de metal.

Também havia plataformas

de cerca de 1,8 m de diâmetro

que podiam ir a qualquer uma delas.

Não senti nenhum movimento brusco.

Elas se moviam e viravam,

mas só em linhas retas.

Não faziam círculos
nem nada do tipo.

Havia várias pessoas fazendo
algo nessas câmaras,

vasculhando-as e fazendo algo,

mas eu não pude entrar.

Fiquei só no primeiro andar.

Então, isso é muito diferente.

É por isso que eu queria

que você dissesse isso agora.

É normal esperar que a
biblioteca do Vaticano

contenha pilhas de
livros e prateleiras.

Isso é muito diferente.

Vamos chegar aí,

pois tivemos que atravessar
essa área para chegar à…

Aquilo que vemos nos filmes, com livros
por toda parte e coisas do tipo.

Porém, você está descrevendo algo que
parece um filme de ficção científica.

Deve ter sido incrível.

Foi uma das coisas mais
incríveis que já vi porque…

É tudo… O vidro também…

Eles guardam vários equipamentos
legais atrás dos vidros.

Achei ridículo.

Vidro pode quebrar
com terremotos,

explosões ou seja o que for.

Ele disse: “Isso não é vidro.

É metal. Um tipo de metal.”

Talvez alumínio
transparente ou algo assim.

Ele disse que era…

Só disse que era um
metal, não vidro.

Foi o que ele disse,
sem mais detalhes.

Não fui lá aprender sobre
vidro, só estava curioso.

O que estava por trás do vidro?

Várias coisas.

Havia equipamentos lá que
eu nunca havia visto.

Alguns pareciam armas.

Havia coisas semelhantes a pergaminhos,
mas estendidos sobre placas grandes,

tipo de acrílico,
várias pilhas deles.

Cada um tinha algo diferente.

Não havia nenhuma
marcação nas portas.

Nada.

Nenhum número ou símbolo.

Eram seis andares gigantescos
só desses cubículos.

Era incrível.

Como já disse, alguns cubículos
mediam só uns 30 cm.

Outros mediam seis metros.

Era tipo um hexágono
ou um quadrado?

Era tudo quadrado.

-Certo.
-Sim, era tudo quadrado.

Quando estávamos andando,

notei alguns equipamentos
semelhantes a grandes…

Aqueles “dorjes” de latão que
eles usavam antigamente.

-No Tibet.
-Sim, no Tibet.

Notei que eles
tinham esse formato,

mas eram sólidos e luminosos.

Não havia nenhum fio
elétrico ligado neles.

Sempre achei que o “dorje” duplo

fosse algum tipo de tecnologia
que eles só copiaram

com as estátuas que eles têm.

Certo, mas essa era uma versão
muito legal, artística e moderna,

ultramoderna.

Era muito bonito, com
bordas muito legais.

E brilhava.

E não havia nenhum fio
elétrico ou tomada.

Só o objeto.

Você tem que entender que eu
não estava lá para ver isso.

Então, eu não podia parar.

Não estava no Louvre, é claro.

Era uma missão.

Não podíamos falar nada,

só ir ao nosso destino,

que eram os arquivos
onde pesquisaríamos

sobre esse dispositivo ou
nave que continha essa luz.

O que aconteceu

depois que você atravessou esse
auditório majestoso e cheio de vidro?

Depois disso,

havia outra porta
dupla lá embaixo.

Elas se abriram.

Portas de vidro?

Sim, portas de vidro.

Elas simplesmente se abriram.

-Algum ruído?
-Nenhum ruído.

Estava muito silencioso lá
dentro, não havia nem eco,

o que achei estranho,

pois achei que até a minha
voz ecoaria naquela sala.

Quando você viu as pessoas

nessas plataformas móveis,
como estavam vestidas?

Estavam todas de branco,
como aventais cirúrgicos

feitos daquele tecido.

Eles também estavam com as tocas
brancas de sempre na cabeça.

-Eram trajes esterilizados.
-Sala esterilizada.

Sim, mas não era como
um centro cirúrgico.

Seja lá o que estivessem fazendo,
todos estavam segurando algo

e observando algo,

olhando através do vidro.

Não sei o que estavam fazendo.

Não faço ideia.

Você acha que havia algo

além dessa primeira
camada, com os cubículos?

Havia outras camadas além dessa?

Ou ficava tudo na superfície?

O primeiro andar,
onde eu estava,

terminava ali.

Alguns tinham 3 m de profundidade.

Alguns tinham 9 m de profundidade.

Como já disse, alguns eram
pequenos, mediam uns 30 cm.

Alguns eram enormes.

Passamos por um que tinha
pelo menos 6 m de altura.

Sim.

-Incrível.
-Sim, era incrível.

O que aconteceu quando as portas
se abriram? Onde você estava?

Entramos na biblioteca
principal, acho.

Havia tubos cilíndricos
gigantescos controlados por gás

que tinham de um a dois
metros de diâmetro.

Havia centenas deles
que iam muito alto.

Você disse um a dois
metros de diâmetro?

Sim, um a dois metros
de diâmetro, de vidro.

Metal ou vidro, seja o que for.

Havia janelas neles
que se abriam.

Eles subiam e desciam.

Eles seguram um dispositivo na mão.

Quando eles mexem nele,

vários livros descem.

Todos os livros ficam
em prateleiras,

e todos os blocos.

Eles sobem e descem.

Sim, sobem e descem

dentro dessas colunas cilíndricas,

que funcionam a vácuo e são controladas
por gás para que eles não envelheçam.

Em seguida, eles nos levaram
a uma dessas colunas.

Ele reuniu tudo para nós,
todos os diversos livros

sobre aquela nave em particular.

Pudemos obter várias informações.

Como eram os livros?

Eram antigos?

Parece que aqueles livros
haviam sido traduzidos

de outros livros que
alguém escreveu,

porque eles disseram que
tudo havia sido traduzido.

Estava tudo escrito e digitado
perfeitamente, como se fossem novos.

Como os livros de hoje, nada
de especial, sinceramente.

Estavam em fichários e pastas.

Não era nada sofisticado
nem futurista.

Só um grande banco de dados.

Porém, em várias colunas,
eu vi coisas muito antigas,

como livros de couro.

Percebi que um deles
continha blocos.

Achei que fossem só blocos,

mas eles continham informações.

Algum dos livros de couro
tinha capa colorida,

como uma cor vibrante?

Sim, eu vi um que tinha…

Uma das colunas
continha várias cores

e vários tamanhos.

Vi uma prateleira que
tinha livros de 1,8 m.

Sim, pareciam livros.

Estava longe, a uns
10 metros de mim.

Quando o Peterson descreveu
sua viagem ao Vaticano,

ele disse que vários dos
livros tinham capa de couro,

fivelas e cores vibrantes,

como um vermelho ou verde vibrante…

Sim.

Sim, eu vi esses livros,
eram muito grossos.

O couro era muito grosso,
e havia metal neles.

Vi vários deles só na caminhada
até onde tínhamos que ir.

Vocês puderam pegar o livro

e levá-lo até uma área de leitura,
tipo uma mesa ou algo assim?

Sim, ele retirou o livro.

Havia mesas em vários
lugares que ficavam

em pedestais sobre o chão.

Ele colocou o livro nesse
pedestal de 1,8 m de vidro,

ou o que quer que
fosse, vidro ou não.

Vou chamar de vidro metálico.

Ele o abriu.

Foi ele quem nos mostrou.

Não podíamos encostar no livro.

Ele mostrou tudo.

Também havia um tradutor lá,

pois o inglês dele
não era muito bom.

Também havia dois técnicos
deles que fazem a manutenção,

tipo um guarda-livros
da biblioteca.

Foi muito interessante.
Bibliotecários.

Em seguida, eles o abriram.

Ele começou a passar as páginas.

Nós só olhamos.

Eu fiquei olhando com
os dois cientistas.

Era o que queríamos.

Era exatamente o que…

Então, perguntamos se ele
tinha algo similar àquilo.

Ele tinha.

Então, ele nos levou a outra área

e nos mostrou outro livro.

Havia esboços do mesmo objeto

que eram muito antigos.

Sério?

Não sei quão antigos eram,

mas eram muito velhos

porque não estavam escritos em
papel, era um pergaminho imenso

que alguém, algum
monge, havia desenhado.

Havia muita coisa de física.

Estava em outra língua.

Conseguimos baixar uma foto

e pegamos uma cópia do livro.

Nós a trouxemos de volta.

Você conseguiu entender,

com base no que foi dito ou
traduzido, o que era essa nave

ou de onde vinha, algum detalhe?

Não. Quando voltei,

fui removido do projeto.

Só posso dizer que acho

que era um dispositivo colocado
aqui intencionalmente para ajudar.

Foi só isso.

Nunca mais participei
desse projeto.

A parte que era em outra língua,

você disse que não era
um livro. O que era?

Como era?

Parecia papel vegetal.

Sim, parecia que era
papel vegetal preto.

O que quer que fosse aquele
material, ele descascava

à medida que se escrevia nele.

Portanto, dava para escrever nele.

Parecia algo assim.

Porém, não pude encostar nele,

mas era o mesmo dispositivo,

a mesma nave,

embora muito maior.

Devia ser umas 10 vezes
maior do ponto de vista…

A que aparecia do esboço era 10
vezes maior que a que tínhamos.

Então, o que você acha dessa
ideia que mencionamos antes,

de pessoas serem treinadas
após a revelação?

Como você acha que
isso ocorrerá?

A primeira coisa que ocorrerá

é que todas essas pessoas
vão querer saber aonde ir.

Eu quero ser uma delas.

Quero ajudar.

Quero saber como plantar algo
da noite para o dia, um tomate.

Quero saber sobre antigravidade,

como fazer o meu carro flutuar.

As pessoas vão querer
saber imediatamente.

Caberá ao governo decidir
que tipo de informação

será revelada às
universidades e ao público,

porque eles devem fazer
isso da forma certa.

Eles provavelmente revelarão
às universidades primeiro.

Espero que muitos dos
outros cientistas do mundo

acompanhem o que será feito.

Então, eles terão que
transmitir isso ao vivo

e organizar uma forma de
levar isso ao público,

para que outras pessoas
comecem a pensar a respeito,

pois será necessário
distribuir tudo gratuitamente

para estimular o mundo
todo a querer fazer algo,

em vez de manter tudo
nas universidades

e dizer: “Vocês têm que
aprender isto primeiro”

e blá, blá, blá.

Porém, acho que a parte da educação

também ficará muito mais fácil.

Com todas essas novas tecnologias
que serão liberadas,

também virão tecnologias para
facilitar o aprendizado,

para cuidar melhor de si mesmo.

Várias dessas coisas são cotidianas
e ficarão muito mais simples.

Muito legal.

Muito obrigado pela sua presença,
Emery. E obrigado por assistirem.

Este é o ”Revelação Cósmica”.

Sou David Wilcock, com nosso
convidado especial, Emery Smith.

REVELAÇÃO CÓSMICA

POR DENTRO DO PROGRAMA ESPACIAL SECRETO
COM DAVID WILCOCK

Corey Goode temporada 10 episódio 4
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