A Lei do Uno - livro 1

A LEI DO UNO ~ sessão 19 ~ segunda para a terceira densidade

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A LEI DO UNO ~ sessão 19

19.1 Eu gostaria de investigar plenamente, através do questionamento do mecanismo de evolução, para permitir que aqueles indivíduos interessados participem nas suas próprias evoluções. Parece-me que um bom lugar para começar seria a transição da segunda para a terceira densidade, e então investigar, em detalhes, a evolução das entidades de terceira densidade na Terra, dando atenção especial aos mecanismos que ajudam ou atrapalham esta evolução. Esta é minha intenção para a direção desta sessão de trabalho. Eu espero que seja uma direção correta. O que eu gostaria de saber primeiramente é se todas as entidades fazem esta transição da segunda para a terceira densidade, ou existem algumas entidades que nunca passarão por essa transição? RA: A sua pergunta presume os entendimentos do continuum espaço/tempo da energia inteligente que anima a sua ilusão. Dentro do contexto desta ilusão, nós devemos dizer que existem algumas que não se transferem de uma densidade específica para outra, pois o continuum é finito.
No entendimento que temos do universo, ou criação, como um ser infinito, o seu coração batendo como vivo na sua própria energia inteligente, é meramente uma batida do coração desta inteligência de criação a criação. Neste contexto, toda entidade de consciência já/está/irá experimentou/ experimentando/ experimentar cada uma das densidades.

19.2 Tomemos o ponto no qual uma entidade individualizada de segunda densidade está pronta para transição à terceira. Este ser de segunda densidade seria o que nós chamamos de animal? RA: Existem três tipos de entidades de segunda densidade que serão, digamos espiritualizadas. O primeiro é o animal. Este é o mais predominante. O segundo é o vegetal, mais especificamente aquilo que você chama de complexo de som vibratório “árvore”. Estas entidades são capazes de dar e receber amor suficiente para se tornarem individualizadas. A terceira categoria é mineral. Ocasionalmente, certa localidade, lugar como você poderia chamá-lo, se torna energizado à individualidade através do amor que recebe e dá em relação a uma entidade de terceira densidade que tem um relacionamento com ele. Esta é a transição menos comum.

19.3 Quando esta transição da segunda para a terceira densidade acontece, como a entidade, seja ela um animal, árvore, ou mineral, se torna espiritualizada? RA: Entidades não se tornam espiritualizadas. Elas se tornam cientes da energia inteligente em cada porção, célula, ou átomo, como você chamaria, do seu estado do ser. Esta perceção é aquela perceção do que já foi dado. A partir do infinito, vêm todas as densidades. A autoperceção vem de dentro, dada a catálise de certo entendimento de experiências, como podemos chamar esta energia em particular, a espiral direcionada para cima da célula ou átomo ou consciência. Você pode, então, ver que existe um fluxo inevitável na direção, do que você poderia chamar de eventual realização do self.

19.4 Então, após a transição para a terceira densidade, estou correto em supor que estas entidades estariam então em – nós tomaremos a Terra como exemplo. As entidades se pareceriam com a gente? Elas teriam a forma humana? Isto está correto? RA: Isto está correto, tomando a sua esfera planetária como exemplo.

19.5 Quando as primeiras entidades de segunda densidade se tornaram de terceira, neste planeta, isto ocorreu com a ajuda da transferência dos seres de Marte ou existiram entidades de segunda densidade que evoluíram para terceira densidade sem influência externa? RA: Existiram algumas entidades de segunda densidade que se graduaram para a terceira densidade sem nenhum estímulo externo, mas apenas o uso eficiente da experiência. Outros da sua segunda densidade planetária se juntaram ao ciclo de terceira densidade devido aos esforços de colheita com a mesma forma de envio de auxílio vibratório, como aqueles da Confederação enviam a vocês agora. Esta comunicação era, entretanto, telepática em vez de telepática/vocal ou telepática/escrita, devido à natureza dos seres de segunda densidade.

19.6 Quem enviou auxílio aos seres de segunda densidade? RA: Nós nos chamamos de Confederação dos Planetas ao Serviço do Infinito Criador. Esta é uma simplificação, a fim de facilitar a dificuldade de entendimento das suas pessoas. Nós hesitamos usar o termo, vibração sonora, “entendimento”, mas é o mais próximo do nosso significado.

19.7 Então a Confederação também ajudou na transição da segunda para a terceira densidade. Isto está correto? RA: Nós devemos qualificar a corretude desta questão. Uma porção da Confederação, que não está mais trabalhando com a terceira densidade, mas encontra o seu auxílio melhor alocado em outras colheitas – estas sendo colheitas de segunda densidade – é responsável pelo auxílio nestas colheitas. A Confederação, como nós declaramos anteriormente nestas sessões, é composta de muitos daqueles de outras densidades, de sua própria densidade, de dentro da sua esfera planetária e de dentro dos reinos interiores ou angelicais. Cada uma daquelas entidades, desenvolvendo um complexo mente/corpo/espírito e, então, desenvolvendo um complexo de memória social e, então, dedicando este complexo de memória social ao serviço singular ao Uno Criador, pode-se juntar à Confederação.

19.8 Bem, esta transição da segunda para a terceira densidade ocorreu há 75.000 anos? Aproximadamente? RA: Isto está correto.

19.9 Onde as entidades de segunda densidade tomam veículos físicos de terceira densidade para encarnarem?  RA: Existiram, entre aqueles deste plano de segunda densidade, aquelas formas que, quando expostas às vibrações de terceira densidade, se tornaram entidades de terceira densidade, como vocês chamariam de vibração sonora “humanas”.

19.10 Aproximadamente quanto tempo levou esta transfiguração? Deve ter sido bem curta. RA: A suposição está correta, em nossos termos pelo menos – dentro de uma geração e meia, como vocês conhecem estas coisas. Aqueles, que foram colhidos deste planeta, foram capazes de usar o complexo físico de elementos químicos recém-criado, apto às lições da terceira densidade.

19.11 Você poderia-me dizer como este complexo de corpo novo estava apto a lições de terceira densidade e quais eram estas lições? RA: Existe uma necessidade para a terceira densidade. Essa necessidade é autoperceção ou autoconsciência. A fim de ser capaz de tal, este complexo químico de corpo deve ser capaz do pensamento abstrato. Então, a necessidade fundamental é a combinação do pensamento racional e intuitivo. Isto foi transitório nas formas de segunda densidade que operavam amplamente com a intuição, o que mostrou, através da prática, gerar resultados. A mente de terceira densidade era capaz de processar informação de tal forma que pensava abstratamente no que poderia ser denominado de maneiras “inúteis”, do ponto de vista da sobrevivência. Este era o requisito primário. Existem outros ingredientes importantes: a necessidade de um veículo físico mais fraco para encorajar o uso da mente, o desenvolvimento da já presente perceção do complexo social. Estes também sendo necessários: o refinamento da destreza física com relação às mãos, como vocês chamam esta porção dos seus complexos de corpos.

19.12 Este parece ser um estágio de desenvolvimento cuidadosamente planeado ou projetado. Você poderia-me dizer alguma coisa sobre a origem deste plano para o desenvolvimento? RA: Nós retornamos a informações anteriores. Considere e lembre-se da discussão do Logos. Com a distorção primária do livre arbítrio, cada galáxia desenvolveu seu próprio Logos. Este Logos tem completo livre-arbítrio para determinar os caminhos da energia inteligente, que promovem as lições de cada uma das densidades, dadas as condições das esferas planetárias e dos corpos solares.

19.13 Eu farei uma declaração com relação ao meu entendimento e, então, perguntarei se estou correto. Existe uma, o que eu chamaria de catálise física, operando a todo momento sobre as entidades da terceira densidade. Eu suponho que ela opere aproximadamente da mesma maneira em segunda densidade. É uma catálise que age através do que chamamos de dor e emoção. A razão primária para o enfraquecimento do corpo físico e a eliminação dos pelos corporais, etc. é para que esta catálise aja mais fortemente sobre a mente e, como consequência, crie o processo evolucionário? RA: Isto não está inteiramente correto, apesar de intimamente associado com as distorções do nosso entendimento. Considere, se você desejar, a árvore, por exemplo. Ela é auto-suficiente. Considere, se você desejar, a entidade de terceira densidade. Ela é auto-suficiente apenas através da dificuldade e privação. É difícil aprender sozinho, pois existe uma deficiência integrada, que é tanto a maior virtude como a maior deficiência da terceira densidade. A mente racional/intuitiva.
Assim, o enfraquecimento do veículo físico, como você o chama, foi projetado para distorcer as entidades na direção de uma predisposição para lidarem umas com as outras. Dessa maneira, as lições, que se aproximam de um conhecimento do amor, podem iniciar.
Esta catálise é, então, compartilhada entre as pessoas como uma parte importante do desenvolvimento de cada self, bem como as experiências do self em solidão e a síntese de todas as experiências através da meditação. A forma mais rápida de se aprender é lidando com outros-selfs. Esta é uma catálise muito mais forte que lidar com o self. Lidar com o self, sem outros-selfs, é similar a viver sem o que vocês chamam de espelho. Assim, o self não pode ver os frutos de sua existência. Dessa maneira, cada um pode ajudar ao outro pela reflexão. Esta também é uma razão primária para o enfraquecimento do veículo físico, como você chama o complexo físico.

19.14 Então nós temos seres de segunda densidade que possuem motivação primariamente na direção do serviço a si e, possivelmente, um pouco de serviço a outrem, com relação aos seus familiares diretos, indo para a terceira densidade e trazendo esta predisposição com eles, mas estando numa posição agora onde esta predisposição irá lentamente ser modificada para uma que é direcionada a um complexo social e, então, finalmente, na direção da união com o todo. Estou correto? RA: Você está correto.

19.15 Então os seres de terceira densidade mais novos, que acabaram de fazer a transição da segunda, ainda são fortemente predispostos na direção do serviço a si. Devem existir muitos outros mecanismos para se criar uma perceção da possibilidade do serviço a outrem. Eu estou pensando, primeiro – duas coisas. Estou pensando sobre o mecanismo e estou pensando quando a divisão ocorre, onde a entidade é capaz de continuar na estrada em direção ao serviço a si que irá eventualmente levá-la à quarta ou quinta densidade. Eu presumiria que uma entidade pode continuar – pode começar, digo, na segunda densidade com serviço totalmente a si e continuar seguindo adiante e simplesmente ficar no que poderíamos chamar de caminho do serviço a si e nunca ser parada. Isto está correto? RA: Isto está incorreto. O conceito de segunda densidade de serviço a si inclui o serviço àqueles associados com a tribo ou bando. Isto não é visto em segunda densidade como separação entre o self e outrem. Tudo é visto como self, já que em algumas formas de entidades de segunda densidade, se a tribo ou bando se tornar enfraquecida, também se tornará a entidade dentro da tribo ou bando.
A entidade nova, ou iniciante em terceira densidade, tem esta predisposição ou distorção, digamos, inocente na direção de ver aqueles da família, da sociedade, como você chamaria, talvez, país, como self. Então, apesar de ser uma distorção não-útil para o progresso na terceira densidade, ela não tem polaridade. A quebra se torna aparente quando a entidade percebe outros-selfs como outros-selfs e determina conscientemente manipular outros-selfs para o benefício do self. Este é o início da estrada da qual você fala.

19.16 Então, através do livre-arbítrio, depois de algum tempo na experiência de terceira densidade, o caminho se divide e uma entidade conscientemente – provavelmente não conscientemente, escolhe. Uma entidade escolhe conscientemente o seu caminho no ponto de divisão inicial? RA: Nós falamos em generalizações, o que é perigoso, pois é sempre impreciso. Entretanto, nós percebemos que você busca uma visão geral; então, nós eliminaremos as anomalias e falaremos das maiorias. A maioria dos seres de terceira densidade está bem adiante no caminho escolhido antes da perceção desse caminho ser consciente.

19.17 Você poderia-me dizer qual tendência cria o momentum na direção do caminho escolhido de serviço a si? RA: Nós podemos falar apenas em metáfora. Alguns amam a luz. Alguns amam a escuridão. É uma questão dos únicos e infinitamente variados Criador escolhendo e brincando com as suas experiências, como uma criança num piquenique. Alguns aproveitam o piquenique e acham o sol bonito, a comida deliciosa, os jogos revigorantes e brilham com o prazer da criação. Alguns acham a noite deliciosa, sendo o seu piquenique a dor, dificuldade, sofrimentos de outrem e o exame das perversidades da natureza. Estes aproveitam um piquenique diferente. Todas estas experiências estão disponíveis. É do livre-arbítrio de cada entidade escolher a forma do jogo, a forma de prazer.

19.18 Eu presumo que uma entidade, em qualquer caminho, pode decidir escolher o caminho a qualquer momento e, possivelmente, retraçar passos, a mudança de caminho sendo mais difícil na medida em que o caminho é percorrido. Isto está correto? RA: Isto está incorreto. Quanto mais uma entidade foi, o que você chamaria, polarizada, mais facilmente esta entidade pode mudar a sua polaridade, pois mais poder e perceção a entidade terá. Aqueles verdadeiramente desamparados são aqueles que não escolheram um caminho conscientemente, mas que repetem padrões sem conhecimento da repetição ou do significado dos padrões.

19.19 Eu acredito que temos um ponto muito, muito importante aqui. Parece que há um potencial extremo nesta polarização, o mesmo que existe no – para fazer uma analogia, uso de eletricidade: Nós temos um pólo negativo e um positivo. Quanto mais se carregar qualquer um desses pólos, maior a diferença de potencial e maior a habilidade de realizar trabalho, como chamamos, no físico. Esta parece-me ser uma analogia exata do que temos na consciência aqui. Isto está correto? RA: Isto está precisamente correto.

19.20 Bem, parece então que existe uma relação entre o que nós percebemos como fenómenos físicos, digamos o fenómeno elétrico, e os fenómenos da consciência, e que eles, tendo raízes no Uno Criador, são praticamente idênticos. RA: Novamente nós simplificamos demais para responder à sua questão.
O complexo físico sozinho é feito de muitos, muitos campos energéticos ou eletromagnéticos interagindo devido à energia inteligente; as configurações mentais, ou distorções de cada complexo, adicionam mais campos de energia eletromagnética e distorcem ainda mais os padrões de energia dos complexos físicos; o aspeto espiritual, atuando como amplificador da complexidade dos campos, é por si só perfeito, mas pode ser percebido de muitas maneiras distorcidas e não integradas pelos complexos de campos de energia da mente e do corpo.
Assim, em vez de um, digamos, magneto com uma polaridade, você tem, no complexo corpo/mente/espírito, uma polaridade básica expressada no que você poderia chamar de energia de raio violeta, a soma dos campos de energia, mas que é afetada pelos pensamentos de todos os tipos, gerados pelo complexo mental, pelas distorções do complexo do corpo e pelas inúmeras relações entre o microcosmo, que é a entidade, e o macrocosmo em muitas formas, que você poderia representar pela visão das estrelas, como vocês as chamam, cada uma contribuindo com um raio de energia, que entra na rede eletromagnética da entidade conforme as suas distorções individuais.

19.21 Esta é, então, a raiz do que chamamos de astrologia? RA: A raiz da astrologia, como você se refere, é um caminho para perceção das distorções primárias, que podem ser previstas ao longo das linhas de probabilidade/possibilidade, dadas as, digamos, orientações e configurações cósmicas no momento da entrada no complexo físico/mental do espírito e no momento do complexo físico/mental/espiritual na ilusão. Isto, então, tem a possibilidade de sugerir áreas básicas de distorção. Não há nada além disto. O papel que a astrologia interpreta é similar ao de uma raiz entre muitas.

8 de fevereiro de 1981
nota: a expressão Self refere-se ao Eu (pessoa), que nem sempre foi traduzido nos livros.

Outros Artigos:

sessão 20 – estátuas da Ilha de Páscoa – segunda densidade
sessão 21 – terceira densidade
sessão 22 – colheita – Atlântida
sessão 23 – Egípcios
sessão 24 – Yahweh
sessão 25 – Quinta Densidade, densidade da luz ou sabedoria

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