A Lei do Uno - livro 1

A LEI DO UNO – sessão 18 – Yahweh

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18.5 “Muito da tradição mística da busca na Terra tem a crença de que o Eu individual deve ser apagado ou obliterado e o material mundano ignorado para que uma entidade alcance o ‘‘nirvana’’, como é chamado, ou iluminação. Qual é o papel apropriado do Eu individual e as suas atividades mundanas para auxílio da entidade para um maior crescimento na Lei do Uno?” RA: O papel apropriado da entidade, nesta densidade, é experimentar todas as coisas desejadas, para então analisar, entender e aceitar estas experiências, destilando o amor/luz de dentro delas. Nada deve ser suprimido. Aquilo que não é necessário é dispensado. A orientação se desenvolve com a análise do desejo. Estes desejos se tornam mais e mais distorcidos na direção consciente da aplicação do amor/luz, na medida em que a entidade se equipa com a experiência destilada. Nós aprendemos ser inapropriado ao extremo encorajar a supressão de quaisquer desejos, exceto para sugerir a imaginação, em vez da execução no plano físico, como você o chama, daqueles desejos que não são consoantes com a Lei do Uno; assim preservando a distorção primordial do livre arbítrio.
A razão da supressão ser imprudente é que suprimir é uma ação desbalanceada cria dificuldades para o balanceamento no continuum tempo/espaço. A supressão, dessa maneira, cria o ambiente à frente para se prender naquilo que aparentemente fora suprimido.
Todas as coisas são aceitáveis no momento apropriado para cada entidade e, ao experimentar, ao entender, ao aceitar, ao compartilhar com outrem, a descrição apropriada deve ser se mover, a partir de distorções de um tipo, para distorções de outro, que possam ser mais consoantes com a Lei do Uno.
É, digamos, um atalho, simplesmente ignorar ou suprimir qualquer desejo. Ele deve, em vez disso, ser entendido e aceito. Isto exige paciência e experiência, que podem ser analisadas com cuidado, com compaixão pelo Eu e por outros Eus.
18.6 Basicamente, eu diria que infringir no livre arbítrio de outro Eu, ou outra entidade, seria a coisa básica a nunca se fazer, sob a Lei do Uno. Você poderia declarar qualquer outra quebra da Lei do Uno, além desta regra básica? RA: Na medida em que se procede a partir da distorção primária do livre arbítrio, se procede para o entendimento dos pontos focais da energia inteligente que criou as inteligências ou os caminhos de um complexo mente/corpo/espírito em particular, no seu ambiente, tanto o que você chamaria natural como o que você chamaria de feito pelo homem. Então, as distorções a serem evitadas são aquelas que não levam em consideração as distorções dos focos de energia de amor/luz, ou digamos, do Logos desta esfera ou densidade em particular. Isto inclui a falta de entendimento das necessidades do ambiente natural, das necessidades de outros complexos mente/corpo/espírito. Estes são muitos devido às várias distorções de complexos feitos pelo homem, nos quais a inteligência e a perceção das entidades em si, escolheram uma maneira de usar as energias disponíveis.
Assim, o que pareceria uma distorção inapropriada para uma entidade, é apropriada para outra. Nós podemos sugerir uma tentativa de se tornar ciente do outro-self como self e, assim, realizar aquela ação que é necessitada pelo outro-self, entendendo a partir da inteligência e consciência do outro-self. Em muitos casos, isto não envolve a quebra da distorção do livre arbítrio numa distorção ou fragmentação chamada infringimento. Entretanto, é uma matéria delicada se dispor ao serviço, e compaixão, sensibilidade, e uma habilidade de empatia são úteis para evitar as distorções de inteligência e percepção realizadas pelo homem.
A área ou arena chamada de complexo social é uma arena na qual não existem necessidades especiais de cuidado, pois é prerrogativa/honra/dever daqueles da esfera planetária em particular agir de acordo com o seu livre arbítrio para o auxílio pretendido ao complexo social.
Então, você tem duas simples diretivas: ciência da energia inteligente expressada na natureza, ciência da energia inteligente expressada no self a ser compartilhada, quando parecer apropriado, pela entidade com o complexo social, e você tem vários conjuntos de distorções infinitamente subtis, dos quais você deve estar ciente; ou seja, distorções com relação ao self e outros-selfs que não se referem ao livre arbítrio, mas se referem a relações harmoniosas e serviço a outrem como outros-selfs, seria de maior benefício.
18.7 Na medida em que uma entidade, nesta densidade, cresce, a partir da infância, ela se torna mais ciente de suas responsabilidades. Existe uma idade abaixo da qual uma entidade não é responsável pelos seus atos, ou ela é responsável a partir do momento do nascimento? RA: Uma entidade encarnando no plano Terreno se torna consciente de si num ponto variante no seu progresso tempo/espaço através do continuum. Isto pode ter uma média, digamos, de aproximadamente quinze dos seus meses. Algumas entidades se tornam conscientes de si num momento mais próximo à encarnação, algumas num momento mais distante deste evento. Em todos os casos, a responsabilidade então se torna retroativa daquele ponto para frente no continuum, para que, então, as distorções sejam entendidas pela entidade e dissolvidas na medida em que a entidade aprende.
18.8 Então uma entidade, digamos, de quatro anos seria totalmente responsável por quaisquer ações que sejam contra ou não harmonizadas com a Lei do Uno. Isto está correto? RA: Isto está correto. Deve ser notado que foi combinado pelas suas estruturas de complexos sociais que entidades mais novas na encarnação devem ser providas de guias de complexo mente/corpo/espírito físico, assim sendo capazes de aprender rapidamente o que é consoante com a Lei do Uno.
18.9 Quem são estes guias? RA: Estes guias são o que vocês chamam de pais, professores e amigos.
18.10 A entidade Aleister Crowley escreveu “Faça o que quiseres é toda a lei.” Ele estava obviamente com entendimento, até certo ponto, da Lei do Uno. Onde está esta entidade agora? RA: Esta entidade está dentro dos seus planos interiores. Esta entidade está em um processo de cura.
18.11 Esta entidade, então, mesmo apesar de entender intelectualmente a Lei do Uno, fez mau uso dela e portanto teve que se submeter a este processo de cura? RA: Esta entidade se tornou, podemos usar o complexo de som vibratório excessivamente estimulada, com a verdadeira natureza das coisas. Este estímulo excessivo resultou em comportamento que era além do controlo consciente da entidade. A entidade, então, em muitas tentativas de se submeter ao processo de balanceamento, como nós descrevemos, dos vários centros de energia, começando com o raio vermelho e se movendo acima, se tornou de certa forma demasiadamente impressionada ou tomada neste processo e se tornou alienada de outros-selfs. Esta entidade era positiva. Entretanto, a sua jornada era difícil devido à inabilidade de usar, sintetizar e harmonizar os entendimentos dos desejos do self para que então ela pudesse compartilhar, em plena compaixão, com outros selfs. Esta entidade assim se tornou doente, como você chama isso, com relação ao seu complexo espiritual e é necessário para aqueles com este tipo de distorção, em relação à dor interna, que sejam nutridos nos planos interiores até que tal entidade seja capaz de ver as experiências novamente com a ausência da distorção na direção da dor.
18.12 Você declarou que o perdão é o erradicador do carma. Eu presumo que o perdão balanceado para a plena eliminação do carma requeira o perdão não somente de outros selfs, mas o perdão do self. Estou correto? RA: Você está correto. Nós iremos brevemente expandir sobre este entendimento, a fim de esclarecer. Perdão do outro-self é perdão do self. Um entendimento disto insiste no pleno perdão, em nível consciente do self e do outro-self, pois eles são um. Um pleno perdão é, dessa maneira, impossível sem a inclusão do self.
18.13 Você mencionou que existe um número de Confederações. Todas elas servem ao Infinito Criador basicamente da mesma maneira, ou algumas se especializam em algumas formas particulares de serviço? RA: Todas servem ao Uno Criador. Não existe mais nada a servir, pois o Criador é tudo o que existe. É impossível não servir ao Criador. Existem simplesmente várias distorções do serviço.
Como na Confederação que trabalha com as suas pessoas, cada Confederação é um grupo de complexos de memórias sociais individuais especializados, cada um fazendo aquilo que expressa para trazer em manifestação.
18.14 Você poderia-me dizer como Yahweh se comunicou com as pessoas da Terra? RA: Esta é uma questão relativamente complexa. A primeira comunicação foi o que você chamaria de genética. A segunda comunicação foi o andar entre os seus povos para produzir mais mudanças genéticas na consciência. A terceira foi uma série de diálogos com canais escolhidos.
18.15 Você poderia-me dizer quais foram estas mudanças genéticas e como elas foram realizadas?
RA: Algumas destas mudanças genéticas foram de uma forma similar ao que você chamaria de processo de clonagem. Assim, entidades encarnaram na imagem de entidades Yahweh. A segunda foi um contacto da natureza que você conhece como sexual, mudando o complexo mente/corpo/espírito através dos meios naturais dos padrões de reprodução planeados pela energia inteligente do seu complexo físico.
18.18 Você poderia-me dizer o propósito de Yahweh ao realizar as mudanças sexuais genéticas? RA: O propósito 75.000 anos atrás, como vocês medem o tempo, as mudanças subsequentes àquele tempo tinham um propósito apenas: aquele de expressar, no complexo mente/corpo, as características que levariam ao desenvolvimento mais rápido e avançado do complexo espiritual.
18.19 Como estas características levaram ao desenvolvimento mais espiritual? RA: As características que foram encorajadas incluíam sensibilidade de todos os sentidos físicos para refinar as experiências e o fortalecimento do complexo mental, a fim de promover a habilidade de analisar estas experiências.
18.20 Quando Yahweh agiu para realizar as mudanças genéticas que Yahweh realizou? RA: O grupo de Yahweh trabalhou com aqueles do planeta que você chama de Marte, há 75.000 anos, no que você chamaria de processo de clonagem. Existem diferenças, mas elas estão no futuro do seu continuum tempo/espaço e nós não podemos quebrar o livre arbítrio Lei da Confusão. O tempo 3.600, aproximadamente, foi a segunda vez, o tempo das tentativas daqueles do grupo de Orion, durante este complexo cultural; isto foi uma série de encontros, nos quais os chamados Anak foram impregnados com o novo código genético pelos meios do seu complexo físico, de forma que os organismos seriam maiores e mais fortes.
18.21 Porque eles queriam organismos maiores e mais fortes? RA: Aqueles de Yahweh estavam tentando criar um entendimento da Lei do Uno através da criação de complexos mente/corpo capazes de compreender a Lei do Uno. O experimento foi um fracasso total, do ponto de vista das distorções desejadas, devido ao facto de que em vez de assimilarem a Lei do Uno, era uma grande tentação considerar o complexo social ou sub-complexo como elite ou diferente e melhor que outros-selfs, esta sendo uma das técnicas do serviço a si.
18.22 Você quer dizer que o grupo de Orion produziu este complexo de corpo maior para criar uma elite, para que, então, a Lei do Uno pudesse ser aplicada no que chamamos de sentido negativo? RA: Isto está incorreto. As entidades de Yahweh foram responsáveis por este procedimento em casos isolados, como experimentos para combater o grupo de Orion.
Entretanto, o grupo de Orion foi capaz de usar esta distorção de complexo mente/corpo/espírito para inculcar os pensamentos de elite em vez de concentrações sobre o aprendizado/ensino da unicidade.
18.23 Bem, Yahweh era da Confederação? RA: Yahweh era da Confederação, mas estava enganado nas suas tentativas de ajuda.
18.24 Então as comunicações de Yahweh não ajudaram ou não criaram o que Yahweh queria que elas criassem. Isto está correto? RA: Os resultados desta interação foram um tanto misturados. Onde as entidades tinham uma característica, da soma das vibrações, que abraçava a unicidade, as manipulações de Yahweh foram muito úteis. Onde as entidades, por livre-arbítrio, escolheram uma configuração menos positivamente orientada pela soma total do complexo vibratório, aqueles do grupo de Orion foram capazes de, pela primeira vez, realizar sérias inserções na consciência do complexo planetário.
18.25 Você poderia-me dizer especificamente o que permitiu que as inserções mais sérias fossem realizadas pelo grupo de Orion? RA: Especificamente, aqueles que são fortes, inteligentes, etc., têm a tentação de se sentirem diferentes daqueles que são menos inteligentes e menos fortes. Esta é uma distorção de perceção da unicidade com outros-selfs. Ela permitiu que o grupo de Orion formasse o conceito de guerra santa, como vocês a chamariam. Esta é uma perceção seriamente distorcida. Houve muitas destas guerras de natureza destrutiva.

4 de fevereiro de 1981
nota: a expressão Self refere-se ao Eu (pessoa), que nem sempre foi traduzido nos livros.

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sessão 19 – segunda para a terceira densidade
sessão 20 – estátuas da Ilha de Páscoa – segunda densidade
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sessão 23 – Egípcios
sessão 24 – Yahweh
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