Corey Goode, temporada 12

t12e09 A Batalha Pelo Domínio Planetário ~ Revelação Cósmica

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Revelação Cósmica Corey Goode temporada 12 episódio 9

pode assistir (vídeo) ao episódio clicando aqui (click here to watch the show)

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T12E09 (Revelação Cósmica ~ Corey Goode temporada 12 episódio 9) A Batalha Pelo Domínio Planetário
REVELAÇÃO CÓSMICA – Por dentro do programa espacial secreto

S12E09 (season 12 episode 9) The Battle for Planetary Dominance

Antes de irmos ao episódio legendado:

O documentário “Above Magestic” lançado esta terça-feira, dia 30 de outubro de 2018 nos EUA, de Corey Goode e David Wilcock, entrou diretamente para n.º 1, no primeiro dia, do iTunes e amazon na categoria de documentários. Recorde-se para os que apenas seguem este site há pouco tempo, em 2015 Corey Goode começou a denunciar na série “revelação cósmica” tudo aquilo que 99,9% da população não sabe. Este documentário obviamente irá fazer com que muitas pessoas que fazem parte destes 99,9% adormecidos, fiquem chocados com as revelações do documentário. Recorde-se que no menu Corey Goode, oevento.pt/category/corey-goode/ continuam disponíveis todos os episódios legendados em português. Hoje deixamos o 9.º episódio da 12ª temporada onde Jason Rice nos leva a um planeta onde mais uma vez os Dracos demonstraram o que costumam fazer e por isso precisam ser banidos do planeta Terra.

episódio legendado em português do Brasil (para quem não pode assistir em vídeo):

Jay Weidner apresenta este episódio e Jason Rice é pela 5.ª vez o convidado.

Jay Weidner: Vamos voltar a Marte. Você concluiu o seu treinamento de quatro meses. Provavelmente está ansioso para fazer algo, pois dois anos de treinamento é muita coisa. O que aconteceu depois?

Jason Rice: A missão da IDARF era fornecer tropas, recursos, capacidades de defesa a outros planetas que estavam sob ameaça direta ou iminente de uma invasão por espécies alienígenas. Estávamos muito empolgados para tentar ajudar essas pessoas. A base da minha primeira missão era conhecida como Área 26. Eu era líder de pelotão, e a minha primeira missão foi levar o meu pelotão para dentro de uma cidade e coletar informações que usaríamos depois para ajudá-los a elaborarem um plano de defesa, estabelecer metas de recursos que eles precisariam economizar e estocar, bem como áreas em cuja defesa poderíamos ajudá-los. Porém, a nossa primeira missão era fazer o reconhecimento da cidade, descobrir que tipos de contrato social eles tinham, como a cidade havia sido planejada e disposta, que tipos de tecnologia eles usavam. Havia muitas informações que não tínhamos. Essas foram as etapas iniciais antes de os governos planetários admitirem ao público que estavam sendo ajudados, que estavam prestes a ser invadidos, mas que seriam ajudados.

E era tudo como você havia ouvido quando foi enviado lá? Ou você foi enganado?

Jason Rice: Fui enganado. Com certeza. Em primeiro lugar, eles nos enganaram porque o grupo que comandava a frota da IDARF eram os mesmos grupos que faziam as invasões alienígenas, e essa era a forma deles de conseguir abrir uma brecha, pois precisavam que a população planetária declarasse um governo único. Precisavam que esse governo os convidasse. Precisavam que esse governo permitisse que eles estabelecessem um sistema financeiro, uma forma de controle e manipulação.

Então, você está dizendo que quem comandava a IDARF, também financiava a invasão alienígena.

Jason Rice: Correto, os dracos.

A cabala também deve ter criado seus próprios exército só para garantir que teriam uma quantidade igual ao dos alemães, certo?

Jason Rice: Eles tinham o botão de emergência que poderiam usar como último recurso, se fosse necessário. Porém, é isso mesmo. Isso não explica os outros 24 mil soldados que os próprios alemães forneceram.

Você mencionou um botão de emergência.

Jason Rice: Sim, é um dispositivo de segurança que a cabala inseriu nos 24 mil soldados fornecidos aos alemães de Marte. É um código especial dentro de um aditivo de nanites específico que causa o suicídio do soldado, bastando, para isso, pressionar um botão. Incluído nisso estavam as munições que eles escondiam a bordo das naves. Elas funcionam a uma distância de 500 anos-luz. As naves podem estar a mil anos-luz de distância, mas, quando entram nessa região dentro de 500 anos-luz da Terra, elas seriam transmitidas pelos transmissores da nave ou os retransmissores inclusos nas unidades.

Isso desarmaria as armas a bordo da nave?

Jason Rice: Isso faria com que cada soldado com o aditivo de nanites morresse, bem como a explosão de munições antimatéria que eles escondiam.

Vamos falar sobre os trajes e as tecnologias em detalhes em outro episódio.

Jason Rice: Eles são incríveis. As habilidades que os soldados têm com esses trajes… São resistentes a balas. Têm controles servo e controles eletromotores que lhes dão mais força para saltar, correr, seja o que for. Também são autos-sustentáveis. Você pode estar no pior ambiente, letal ou tóxico, e ainda assim sobreviver, inclusive no espaço, com toda a radiação, calor, frio, seja o que for. São trajes realmente incríveis.

Jay Weidner: Certo. Jason, você foi a outro planeta. Gostaria de saber mais sobre esse planeta. Havia humanoides vivendo lá?

Jason Rice: Os habitantes desse planeta eram humanos. Eram um pouco menores que os humanos típicos da Terra, com uma altura média de 1,5m, um dos motivos pelos quais consegui me camuflar. Não sou muito mais alto que isso, mas o tamanho deles era equivalente ao de um humano saudável. Eles só eram mais baixos. A flora e a fauna… Havia várias árvores parecidas com pinheiros, agulhas de pinheiro. Nós os chamávamos de quase pinheiros. Havia florestas cheias de carvalho, rios, córregos. Havia uma prevalência maior de água doce, diferente da Terra, que tem mais água salgada.

Havia raças diferentes?

Jason Rice: Esse planeta tinha raças diferentes. Havia os de pele clara e os de pele escura. A raça predominante era a dos de pele clara, uma pele dourada tipo a dos gregos ou mediterrâneos.

Jay Weidner: E os olhos? Eram iguais ou diferentes?

Jason Rice: Os olhos e cabelos variavam.

Jay Weidner: E o que eles comem?

Jason Rice: Eles comiam frutas e legumes. Não comiam carne.

Jay Weidner: Não comiam?

Jason Rice: Era uma dieta rica em frutos do mar, por assim dizer. A primeira cidade onde fiquei ficava perto de um grande lago de água doce. Era tão grande, que não dava para ver o outro lado. Eram muitos quilômetros, talvez do tamanho do Golfo do México.

Jay Weidner: Eles tinham uma indústria, ou só fazendas e agricultura?

Jason Rice: Não, havia uma indústria mista. Não tinham uma economia de base monetária e financeira, como temos aqui. A economia deles era baseada no escambo de serviços e bens. Era um sistema mais baseado em clãs ou associações que eles usavam. Então, a nossa primeira missão era descobrir tudo que conseguíssemos sobre as pessoas que queríamos ajudar.

Jay Weidner: Eles eram bélicos ou pacíficos?

Jason Rice: Não eram bélicos. Aliás, não tinham passado por guerras ou batalhas havia séculos quando chegamos lá.

Jay Weidner: Essa invasão alienígena deve ter sido chocante para eles.

Jason Rice: Sim, foi muito chocante para eles. Não estavam preparados para defender-se.

Jay Weidner: Tinham armas? Jason Rice: Não. Não tinham armas.

Estavam em péssima forma, por um lado. Jason Rice: Estavam fora de forma. Primeiro, fomos enviados para averiguar que tipo de civilização eles tinham. Não sabíamos se eles tinham associações. Não sabíamos se tinham dinheiro. Tínhamos que descobrir isso primeiro. Dissemos que éramos de longe, mas havíamos levado bens que eram equivalentes aos que eles usavam no escambo. E queríamos… Dissemos-lhes que a nossa meta era estabelecer um tipo de comércio para trocar bens entre as cidades.

Jay Weidner: Você aprendeu a língua deles? Jason Rice: Devo ter aprendido antes de pousarmos, como parte da programação que recebi.

Jay Weidner: Então, eram pessoas pacíficas que viviam nesse planeta. Os alienígenas invadiram antes de vocês chegarem? Jason Rice: Não. Nós chegamos com muita antecedência, achávamos que teríamos tempo para preparar-nos.

Sabiam que os alienígenas estavam a caminho. Jason Rice: Alguém achava que sabia quando os alienígenas chegariam, quando a invasão ocorreria, mais ou menos. Geralmente, eles nos davam uma meta de um ou dois meses.

Jay Weidner: Porém, você também disse que o mesmo grupo estava por trás dos alienígenas e das suas forças. Jason Rice: Correto.

Jay Weidner: Mas você ainda não sabia disso? Jason Rice: Não nesse momento.

Jay Weidner: Foi uma surpresa? Jason Rice: Haveria revoltas em breve.

Você chegou nesse planeta e a primeira coisa que fez foi coletar informações para descobrir como era o local. Jason Rice: Misturar. Virar um membro da cidade por um período de três a seis meses.

Sem o exército ou… Jason Rice: Sem o exército. À paisana.

E os alienígenas estavam chegando. Jason Rice: Estavam chegando. O plano era chegar lá com um ano de antecedência, para termos tempo de misturar-nos, descobrir, explorar, obter informações e a confiança deles.

Jay Weidner: E qual seria a finalidade dessa coleta de informações? Jason Rice: Planejar os sistemas e métodos de defesa com base no que eles tinham, na forma em que eles faziam as coisas, para que nos misturássemos de forma imperceptível.

Jay Weidner: Vocês gostavam deles? Jason Rice: Sim.

Jay Weidner: Gostavam? Jason Rice: Sim. Todos gostavam deles. Eram muito amáveis. A sociedade deles era muito aberta. Não havia fronteiras. Não ficavam perguntando muito de onde éramos. Eles confiavam muito em nós, era uma sociedade muito amigável e aberta. As pessoas eram prestativas.

Jay Weidner: Havia uma cultura…? Música, arte? Jason Rice: Sim. Arte, cultura, música. Eles decoravam a cidade com suas próprias obras de arte, mesmo que… Não tinham veículos motorizados. As cidades eram muito pequenas, com cerca de 800 mil habitantes na primeira cidade que visitamos. No ponto onde a cidade terminava, havia uma floresta. Eles só se expandiam conforme a necessidade de crescimento, era interessante. Dava para pisar na linha que dividia a floresta da área urbana. Não havia subúrbios. Eles só construíam o que precisavam construir.

Jay Weidner: Como eram os alienígenas que atacaram depois? Jason Rice: Os alienígenas que atacaram depois eram alienígenas do tipo lobisomem. Era assim que os chamávamos. Eram um cruzamento entre um hominídeo de 2,4m de altura e um quadrúpede de dois braços e duas pernas, mas com cabelo, pelos e orelhas maiores. Eles tinham um focinho menor, mas muitos dentes. Se conseguir imaginar algo muito assustador, é disso que estamos falando.

Jay Weidner: Será possível que alguém da Terra tenha obtido o DNA e esteja tentando fazer essas criaturas? Jason Rice: Jason Rice: Sabendo que essas criaturas eram dividias em duas classes… Havia a classe dos soldados e a dos comandantes, mas não havia nenhuma diferença física. Era só o nível de inteligência entre as duas. Os soldados eram como drones, recebiam ordens e seguiam adiante sem parar ou pensar em sua própria segurança. Eram os comandantes que davam as ordens. É possível, já que essa raça foi criada com a finalidade de invadir esse planeta, que esse mesmo DNA ou esse padrão tenha sido trazido e reproduzido aqui.

Jay Weidner: Você especificou que esses lobisomens haviam sido criados. Jason Rice: Sim.

Jay Weidner: Como assim? Jason Rice: À época, nós achávamos, e sabemos agora, que eles eram uma espécie de criação artificial, pois não tinham o mesmo tipo de composição biológica, quando conseguimos examiná-los e a área de inteligência enviou-nos um relatório, pois estávamos interessados em descobrir as áreas essenciais nas quais deveríamos nos focar. Quando descobrimos que havia partes e componentes que eram mais como um mecanismo que as partes de tecido ou órgãos.

Era uma combinação de máquina e… Jason Rice: Matéria biológica, sim.

Jay Weidner: Por que essas criaturas queriam invadir um mundo tão pacífico? Jason Rice: Não faço a menor ideia. Não sabíamos qual era a meta deles, só que eles queriam dominar o planeta e matar os habitantes. Foi o que ouvimos. E foi isso mesmo que percebemos com base nas ações deles.

Jay Weidner: O que aconteceu primeiro nessa guerra que você sabia que seria…? Jason Rice: É de verdade. É agora.

Jay Weidner: Deve ter havido uma primeira invasão. Jason Rice: Sim. Percebemos pela primeira vez que não se tratava de um treinamento quando eu estava nessa primeira cidade que visitamos, eu já estava lá havia alguns meses. Eu e o resto do meu pelotão. Estávamos espalhados pela cidade em casas diferentes, arranjando empregos locais para misturarmo-nos, trabalhando em restaurantes locais, lojas ou carroças, ou fazendo mudanças. Começamos a integrar-nos à cidade, tentando estabelecer relações com os nativos. Um dia, que era meu dia de folga… A cidade era cortada por canais que tinham de alguns metros a centenas de metros de largura. Os métodos que eles usavam para transportar bens pela cidade eram pelos canais. Conseguiam levar muito mais em uma barcaça e movê-la manualmente que com algum tipo de carroça. O local onde eu estava jantando ficava próximo a um canal. A praia ficava a alguns quarteirões de onde eu estava. Notei primeiro que havia algo de errado. Havia pessoas indo na direção da praia e da ponte que atravessava o maior canal entre o quebra-mar e a terra firme. Era algo fora do comum. Não era normal aquele grupo de pessoas. Perguntei a alguém que estava passando o que estava acontecendo. Disseram-me que algo estava caindo do céu. “O quê?” Fiquei muito curioso. Eu me levantei e comecei a caminhar na direção da praia, atravessando a ponte, e foi aí que a primeira explosão sônica ocorreu. Várias pessoas que já estavam na ponte ficaram chocadas e paralisadas. Elas estavam se abaixando e tentando reagir. Eu corri até um mirante que ficava na estrutura do quebra-mar e corri na direção de uma certa área, pois não tinha uma visão clara por causa das árvores e prédios. Quando cheguei à clareira, eu vi.

Jay Weidner: Viu o quê? Jason Rice: Havia uma espécie de meteoro caindo do céu. Consegui ativar a minha visão melhorada para ver um pouco melhor o que era. Foi aí que vi o que realmente estava caindo na direção do lago.

Jay Weidner: O que era? Jason Rice: Era um meteoro modificado que tinha um escudo de calor muito rudimentar para evitar que se desintegrasse, e estava a caminho de pousar em algum ponto do lago.

Jay Weidner: Uma nave disfarçada de meteorito? Jason Rice: Não, era uma arma de energia cinética. E eles fazem isso pegando uma rocha grande o suficiente que eles encontram no espaço, colocam um escudo de calor muito rudimentar, para que ela não se desintegre, e lançam-na na direção da superfície e das áreas que querem atingir.

Jay Weidner: Certo, usando um impulso para empurrá-la. Jason Rice: Exato. Um impulsionador de massa, algo com muita massa que acumula energia cinética suficiente e, quando atinge, não gera um efeito descontrolado de radiação, mas certamente gera fusão e explosão suficientes, além de concussão e calor, para causar muitos danos.

Jay Weidner: E você sabia que era artificial, pois viu o escudo de calor. Jason Rice: Correto.

Jay Weidner: Você já sabia dessa possibilidade? Jason Rice: Já haviam me dito que esse era um dos modos de operação deles para abrir o caminho. Eles dariam uma amaciada na superfície por meio de armas de energia cinética.

Jay Weidner: E o que aconteceu quando houve o impacto? Jason Rice: Antes do impacto, eu estava em choque momentâneo, mas aí o treinamento entrou em ação. Eu me comuniquei com o resto do meu pelotão. Já tínhamos estabelecido protocolos para sinais rápidos. Com poucos caracteres, conseguíamos transmitir uma mensagem inteira. Consegui comunicar ao resto do meu pelotão que havia um meteoro a caminho e para que seguissem o nosso plano de como agir nesse caso, que era ir a um lugar alto, guardar e proteger o equipamento, e ficar de olho aberto.

Jay Weidner: Ficar de olho aberto? Jason Rice: Sim.

Jay Weidner: Como assim? Jason Rice: Ficar atento. Depois de enviar o sinal, havia várias pessoas no mirante. Eu queria tirá-las de lá, pois sabia que, se caísse na água, e tudo indicava isso, seríamos inundados por uma onda muito grande. Eu queria tirar o maior número possível de pessoas de lá. Comecei a falar com a multidão, tentando fazer com que voltassem à terra firme sem gerar um grande pânico. Conseguir fazer com que várias pessoas saíssem de lá, e aí outras pessoas começaram a sair também. Já estávamos quase do outro lado da ponte de pedestres, quando ocorreu o impacto, gerando um clarão no céu atrás de mim. Eu pude ver a luz de tão forte que era, e eu sabia que a onda viria em breve. O impacto foi suficiente para que o resto da multidão começasse a correr. No caminho de volta, uma criança local começou a falar comigo, e eu pedi que ele voltasse à terra firme e encontrasse um lugar alto rapidamente. Sabia que não demoraria muito até sermos atingidos pela onda. Então, comecei a correr com o resto da multidão. Do contrário, eu teria sido atropelado. Cheguei a um quarteirão de onde ficava o canal. Virei-me o olhei para o quebra-mar a tempo de ver a maioria das estruturas sumirem com a onda. Era como ver prédios desaparecendo.

Jay Weidner: Então, a concussão foi grande a ponto de destruir prédios? Jason Rice: Ela destruiu os prédios que ficavam no quebra-mar. E estava vindo na nossa direção. Sabia que precisava achar um lugar baixo, uma vala, uma alcova, algo que… Do contrário, eu teria morrido. Achei um beco e comecei a correr passando pela parte de trás de um dos prédios, e agachei-me em um canto o mais rápido que consegui, na mesma hora que um trem de carga atingiu e começou a derrubar o prédio que estava acima de mim.

Jay Weidner: A onda da concussão. Jason Rice: A onda da concussão. Dava para ver tudo de lá até o litoral. E dava para ver partes do prédio no canal, além de pessoas sujas de poeira e sangue movendo-se ou saindo dos destroços. Alguns momentos antes, as ruas estavam cheias de centenas de pessoas, mas todas haviam desaparecido. Eu precisava verificar a acomodação que compartilhava com alguns outros membros do meu pelotão, para ver se eu podia pegar o kit de emergência ou qualquer coisa que eles não tivessem levado, e para verificar se ainda havia alguém da minha unidade lá. Eu corri e entrei no prédio onde estávamos hospedados, que ficava a algumas casas do cruzamento, encontrei um kit de primeiros socorros e comecei a correr rumo à colina, a um quarteirão de distância, quando as ondas atingiram. Nesse momento, eu já estava longe o bastante do litoral, de modo que a energia já havia se dissipado um pouco, mas ainda batia no meu peito antes que eu conseguisse chegar a um local seguro.

Jay Weidner: Você achou esse lugar? Jason Rice: Sim.

Jay Weidner: E eles atiraram mais com essas armas nesse momento? Jason Rice: Não. Descobri depois que o alvo deles era a cidade, mas o problema das armas de energia cinética não guiadas é que mesmo um erro de meio grau pode gerar um erro de centenas de quilômetros.

Jay Weidner: Certo. Jason Rice: E o erro deles foi de 80 a 120 km. Ainda bem, ou teríamos sido incinerados.

Jay Weidner: Todos teriam morrido. Jason Rice: Todos.

Jay Weidner: O que a população desse planeta fez? Jason Rice: Tínhamos que acelerar o nosso plano de organização, administração e coordenação nesse momento. Parte da operação envolvia limpeza. Depois, acabei perdendo alguns membros do meu pelotão nesse dia. E parte da queixa do comandante da companhia, um alemão de Marte, era que ele achava que eu poderia ter feito mais para salvar os meus soldados, e ele também comentou que, já que eu me importava tanto com os civis, eu não precisava de reforços para ajudar na limpeza posteriormente. Eu deveria ter me preocupado mais com o meu pelotão, mas não havia nada que eu pudesse fazer. O sargento do meu pelotão reforçou isso para mim e disse que, se eu tivesse feito o que o comandante sugeriu, eu provavelmente não teria sobrevivido por mais de um mês.

Jay Weidner: Então, você ficou preso nesse planeta por um tempo. Jason Rice: Sim, fiquei preso fazendo a limpeza sem reforços como punição por ajudar os civis locais.

Jay Weidner: Algum meteoro atingiu outra parte do planeta, ou foi só esse que atingiu…? Jason Rice: Houve uma série de meteoros que atingiram diversas partes do planeta. Eles estavam tentando atacar.

Jay Weidner: O planeta foi atingido em vários pontos? Jason Rice: Sim.

Você devia saber mais que os civis do planeta. Jason Rice: Sim, sabíamos melhor o que estava acontecendo. De novo, o público em geral ainda não sabia que o planeta estava prestes a ser invadido.

Jay Weidner: Muito bem. O que aconteceu depois? Jason Rice: Já sabíamos que parte do modo de operação deles envolvia bombardear os polos com armas de energia cinética deliberadamente para derreter o gelo polar, o que elevaria o nível do mar, destruindo e inundando todos os imóveis litorâneos. Por sorte, a cidade onde estávamos não ficava no litoral. Então, não fomos tão afetados por isso quanto outras áreas foram. Algumas áreas litorâneas ficaram uns 6-9 metros debaixo de água. Lembro-me de ver partes da cidade que estavam… Estava tudo debaixo de água. Havia um silêncio mortal. Ninguém. Não havia nenhum sobrevivente em cima dos prédios. Infelizmente, o nível da água ainda não havia atingido o ponto de recuar. Depois do ataque, havia grandes áreas da cidade que ficaram inabitadas, pois a população havia sumido. Outra preocupação nossa era onde encontrar comida. E tínhamos que ajudar a cidade e organizar-se e obter alimentos.

Jay Weidner: Quanto tempo durou essa guerra? Jason Rice: Ficamos no planeta por 47 meses.

Jay Weidner: Quase quatro anos. Jason Rice: Quase quatro anos.

Jay Weidner: Vamos falar sobre essa guerra, mas queria retomar algo que você disse antes que acho importante. Você disse que, posteriormente, descobriu que uma facção estava financiando ambos os lados dessa guerra, o seu e o dos lobisomens. Quem era? Jason Rice: Os dracos.

raça dos Dracos

Jay Weidner: Os dracos. Por quê? Jason Rice: Eles queriam ter o controle do planeta.

Jay Weidner: Recursos? Jason Rice: Recursos, escravos.

Jay Weidner: Então, eles criaram uma guerra para quê? Uma distração? Porém, qual era o propósito da guerra? Por que os lobisomens simplesmente não invadiram e dominaram?

Jason Rice: Eles queriam ter um planeta majoritariamente intacto. Queriam que houvesse uma população incapaz de defender-se. Queriam ser convidados, e essa era a nossa parte. Eles permitiram que oferecêssemos o nosso auxílio. Como condição para isso, exigimos que eles montassem um governo único, um governo mundial, para facilitar a coordenação, a organização e a administração. Como parte do…

Jay Weidner: Os dracos queriam isso? Jason Rice: Sim, os dracos.

Jay Weidner: A mesma coisa com a situação financeira? Queriam acabar com o escambo, as associações e…?

Jason Rice: Sim, estabelecer esse método de controle.

Jay Weidner: O sistema monetário babilônico? Jason Rice: Sim.

Jay Weidner: Interessante. Então, estavam fazendo isso para facilitar o controle da população? Jason Rice: Correto. É mais fácil controlar quem está desesperado. Depois de uma guerra que quase destruiu um planeta, as pessoas ficam desesperadas. Desesperadas para sobreviver, seguir em frente e continuar vivendo. Quando você tem alguém nessa posição, eles conseguem qualquer coisa que quiserem, que era tomar o controle do planeta nesse caso e fazer o que precisasse ser feito para ajudá-los a combaterem a força invasora.

Então, o planeta era muito pacífico. Porque eles queriam atacar essas pessoas? Jason Rice: Outro modo de operação deles que eu percebi é que nunca íamos a planetas que tinham tecnologias mais avançadas. Eles sempre nos enviavam a planetas na era industrial ou inferior em termos de tecnologia. Isso porque, se eles tivessem uma chance de conseguir impedir a invasão por conta própria, nós não seríamos necessários.

Então, eles eram fracos porque não haviam avançado ainda. Jason Rice: Correto.

Jay Weidner: Então, você achava que a sua presença era benevolente? Jason Rice: Sim, achávamos que estávamos lá para ajudar essas pessoas a defenderem seu planeta. Não achávamos que estávamos lá para escravizar o planeta para que outros seres o controlassem. Fomos informados inúmeras vezes que o nosso propósito e a nossa missão eram ajudar as populações locais a defenderem seu planeta de uma invasão alienígena.

Foi um grande prazer conversar com você hoje, Jason. Obrigado por vir a público. Jason Rice: Obrigado pelo convite.

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Para assistir a outras temporadas (to watch other seasons):

1ª TEMPORADA / 1st SEASON

2ª TEMPORADA / 2nd SEASON

3ª TEMPORADA / 3rd SEASON

4ª TEMPORADA / 4th SEASON

5ª TEMPORADA / 5th SEASON

6ª TEMPORADA / 6th SEASON

7ª TEMPORADA / 7th SEASON

8ª TEMPORADA / 8th SEASON

9ª TEMPORADA / 9th SEASON

10ª TEMPORADA / 10th SEASON

11ª TEMPORADA / 11th SEASON

12ª TEMPORADA / 12th SEASON

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Quem é COREY GOODE?

Revelação Cósmica temporada 12 episódio 9 (Corey Goode)

 

 

 

 

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10 Comments on “t12e09 A Batalha Pelo Domínio Planetário ~ Revelação Cósmica

  1. Boa noite gostaria de ver: T12E09 (Revelação Cósmica ~ Corey Goode temporada 12 episódio 9) A Batalha Pelo Domínio Planetário
    Poderiam me indicar outro link?

    Muito obrigado!

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