Corey Goode, temporada 12

REVELAÇÃO CÓSMICA T12E05 ~ Jason Rice – Um Novo Informante

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Revelação Cósmica ~ Corey Goode temporada 12 episódio 5

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T12E05 (Revelação Cósmica ~ Corey Goode temporada 12 episódio 5) Jason Rice – Um Novo Informante
REVELAÇÃO CÓSMICA – Por dentro do programa espacial secreto

S12E05 (season 12 episode 5) Jason Rice – A New Informer

episódio:

 

Jay Weidner: Temos um convidado especial hoje. O nome dele é Jason Rice. Ele participou no Programa Espacial Secreto.

Porque está vindo a público? Estou vindo a público agora porque existem milhares de pessoas no mundo que já passaram por isto, que participaram
no programa de 20 anos. Não são só americanos, são pessoas do mundo todo. E as histórias de algumas pessoas que nunca voltaram precisam ser contadas. Sejam soldados, cientistas ou civis, elas se sacrificaram pela humanidade. E suas histórias precisam ser contadas. Precisamos que tudo isso
seja revelado. As pessoas precisam saber de algumas coisas que a humanidade já fez. Chegou a hora de curar e crescer com isso.

Jay Weidner: Vamos começar do princípio. Você tinha um problema comportamental, pois sempre fugia de casa.

Sim, eu sempre era trazido de volta pela polícia ou por estranhos. Eu tinha a minha plaquinha. “Se achar, ligue para…” Em uma corrente. Da última vez que fui trazido de volta pelo mesmo policial, ele disse aos meus pais que, se não me mantivessem preso e sob controle, eu seria colocado sob a custódia do estado.

Jay Weidner: E isso fez com queos seus pais pirassem. Eles tinham medo da polícia, dos serviços de proteção da criança e de todos que vinham investigá-los.
É compreensível. Sim, eles morriam de medo. E descobriram um programa
comportamental em uma das universidades locais e me inscreveram nele.

Jay Weidner: O que acontecia lá?
Eles nos davam um comando. “Quero que fique nessa cadeira.
Não se levante.” Havia vários brinquedos na sala, várias distrações interessantes. Então, é claro, eu me levantava. Assim que me levantava,
eles me pegavam e colocavam em uma caixa, trancavam a caixa e esperavam. É claro que eu gritava, berrava e esperneava sem parar. Assim que eu parava,
eles me tiravam de lá, colocavam-me na mesma cadeira e davam-me um chocolate.

Jay Weidner: Estavam começando a formar a sua personalidade nesse ponto.

Correto.

Jay Weidner: E usavam doces e brinquedos para despertar em você o comportamento que eles queriam mudar, para controlá-lo.

E esse programa era um dos métodos de recrutamento do programa MILAB. Foi aí que fui identificado com tendo empatia intuitiva.

Jay Weidner: O que quer dizer com “empatia intuitiva”?

Alguém com empatia intuitiva consegue sentir ou saber algo sem nunca ter sido informado ou sem nunca ter experimentado esse algo. É uma habilidade de captar emoções. Não é leitura de mentes, é conseguir sentir o que outros sentem e conseguir intuir o porquê de estarem sentindo algo ou como algo deve funcionar ou ser montado. As pessoas chamam isso de mediunidade, mas não é a mesma coisa exatamente.

Jay Weidner: Você acabou frequentando a escola. – Correto.

Jay Weidner: Você começou a escola, na primeira série. Algo aconteceu quando você começou a estudar?

Assim que entrei na escola, o que acontecia é que alguém vinha de manhã ou mais para o meio do dia. Eles me pegavam e eu podia sair da escola. Então, eles me levavam a uma base subterrânea ou a um prédio normal para fazer o treinamento que eles exigiam.

Jay Weidner: Houve uma pausa entre o programa universitário e esse novo programa, que seria o MILAB, correto?

-Correto.
Jay Weidner: Explique o que é o MILAB.

É um programa de abduções militares. É uma das agências responsáveis
pelo recrutamento, treinamento, endoutrinamento e preparação de crianças para programas especiais dentro do Programa Espacial Secreto e outros projetos confidenciais. À época, eu achava que só estava fazendo
saídas de campo.

Jay Weidner: Havia outras crianças?

Havia de três a cinco outras crianças de cada vez. Lembro-me disso. E eles pediam que montássemos quebra-cabeças muito simples. Nós não tínhamos permissão para conversar, mas tínhamos que trabalhar em pares, às vezes em grupos de três, para montar o quebra-cabeça. Eles estavam treinando as nossas habilidades de empatia intuitiva e trabalho em equipe. Fomos progredindo para peças menores e em maior quantidade. Não podíamos conversar. Tínhamos que nos comunicar sem falar, confiando e trabalhando com as nossas habilidades de empatia intuitiva até chegarmos a um quebra-cabeça de uma cor só com milhares de peças que tínhamos que montar. Eles também nos vendavam, para desenvolvermos a nossa empatia intuitiva e trabalho em equipe.

Jay Weidner: Podemos dizer que estavam procurando essas qualidades nas crianças?

Com certeza. Procuram essa qualidade nas pessoas porque elas acabam virando melhores soldados e agentes. Você pode entrar em um ambiente e captar uma situação… Cinco ou seis pessoas ao mesmo tempo… E ser capaz de ler o cenário, o ambiente.

Jay Weidner: Você notou se havia um processo de refinamento com você e as crianças, ficando perceptível que algumas passariam, mas outras ficariam para trás?

Sim, havia pessoas que não captavam as coisas. Elas não progrediam. Geralmente, essas crianças não ficavam, não voltavam. Eles nos davam medicamentos para melhorar a nossa empatia intuitiva e para facilitar o esquecimento… A perda de memória de aonde havíamos ido e do que havíamos feito, implantando memórias falsas em nós.

Jay Weidner: Porque fariam isso?

Não queriam que o público soubesseo que estavam fazendo. Ele retiravam crianças da escola para fazerem o que eles queriam que elas fizessem. Se o mundo descobrisse que estavam retirando as crianças da escola para trabalharem em treinamentos e que estavam injetando nelas medicamentos experimentais ou indisponíveis no mercado, as pessoas protestariam.

Jay Weidner: Havia algum trauma associado a isso? -Sim.

Jay Weidner: Fale mais sobre isso.

Parte do treinamento envolvia descobrir quais eram os nossos medos individuais e inundar-nos com esses medos. Por exemplo, se alguém tivesse medo de afogar-se… Para isso, eles usavam realidade virtual, realidade aumentada. De novo, isso foi no fim dos anos 70, muito antes de isso tudo ser lançado no mercado. Para as crianças, aquilo era um brinquedo incrível. Era uma ótima aventura. Exceto pelo fato de que era um treinamento por trauma, era isso que faziam. Descobriram todos os meus medos, tudo que me amedrontava, fosse algo pequeno ou grande… E colocavam-me em uma realidade virtual onde eu não conseguia distinguir o que era real e o que era virtual. Então, eu tinha que passar por… Podia ser morrer queimado
ou levar um tiro, uma porretada ou morrer afogado, ou qualquer forma horrível de morrer. Eles o inundam com isso para dessensibilizá-lo. São crianças!

Jay Weidner: Quando chegava em casa depois dessas experiências, os seus pais percebiam que havia algo errado?

Eles apagavam a nossa memória e nos davam memórias falsas. Então, em vez de ser queimado umas cinco ou seis vezes o dia todo, eu me lembrava de estar em um aquário na minha mente consciente, mas os pesadelos continuavam. Eu tinha pesadelos. Eu tinha períodos em que perdia o apetite ou ficava de mau humor. Obviamente, meus pais não tinham como entender. Para eles, eu era só uma criança em crescimento. À noite, eles vinham nos buscar em casa. Eles nos levavam a shoppings fechados durante a noite. Então, fazíamos pequenos combates armados, simulações de ação imediata, captura de bandeiras com pequenas pistolas. Usávamos um traje que, se fosse tocado pelo raio infravermelho, ele congelava o membro se o tiro passasse raspando. Se fosse um tiro em uma área fatal, o traje todo congelava. E eles tinham que reiniciar o programa, pois isso era uma morte simulada. Eles nos colocavam
uns contra os outros. Descobrimos rapidamente quem tinha uma capacidade de tática mais forte. Depois, deixou de ser cada um por si. Nós nos juntávamos a outras pessoas e atacávamos o mesmo alvo.

Jay Weidner: Você criavam uma auto-organização. Vocês se organizavam de forma simbiótica em vez de hierárquica.

Correto.

Jay Weidner: É um treinamento muito sério.

Muito traumático. Era muito traumático.

Jay Weidner: Quando tempo durou esse período do seu treinamento?

Durou uns oito anos, até eu fazer 13 anos.

Jay Weidner: Certo. Você tem 13 anos agora. Passou por esse treinamento. Eles não fariam isso à toa. É muito caro. Investiram muito em você. O que aconteceu depois?

Foi o ano que terminei o treinamento e entrei no serviço ativo.

Jay Weidner: O que aconteceu? Como isso…? Eles lhe disseram que você entraria no Programa Espacial Secreto?

Especificamente nesse dia, eu os encontraria perto da escola. De acordo com o resto da escola, eu estava matando aula, mas estava na mesma rua. Encontrei-me com eles com já havia feito várias vezes. Entrei no carro. Não me disseram que eu desapareceria, que entraria no serviço ativo.

Jay Weidner: Eles não lhe contaram?
-Não, só me levaram.

Jay Weidner: Foi uma surpresa.

“Surpresa! Adivinhe só! Espero que tenha se despedido de todos
hoje de manhã.” Não recuperei todas as memórias do meu primeiro programa de 20 anos. Elas não voltaram ainda. O programa de 20 anos baseia-se
no uso de tecnologias avançadas, e você presta serviços por 20 anos. No fim desse serviço, você é regredido medicamente e quanticamente para o ponto no tempo em que você começou a servir. Então, eles o levam de volta no tempo
até o ponto em que você começou a servir. Porém, você continua tendo servido por 20 anos em algum dos programas. Há vários programas espaciais
secretos que utilizam essa tecnologia.

Jay Weidner: Eles cuidaram de você quando você voltou?

Quando voltei, parte do pacote de presentes de despedida que eles me deixaram foi que programaram a minha mente para querer entrar no serviço militar. De repente, da noite para o dia, passei a interessar-me pelas forças armadas. Eu queria fazer uma graduação, queria estudar. Eu era um indivíduo motivado àquela época.

Jay Weidner: Você fez ensino médio?

Fiz o ensino médio e mantive uma nota de 3,9 durante todo o ensino médio. E ganhei uma bolsa para estudar medicina no programa ROTC da Força Aérea. E ganhei uma bolsa de engenharia do exército dos EUA. Escolhi engenharia.

Jay Weidner: Terminou os seus quatro anos?
-Terminei os quatro anos.

Jay Weidner: Então, você virou militar.

O programa militar de 20 anos do qual participei foi logo no início da minha carreira no exército dos EUA. Tenho muito mais memórias do segundo programa de 20 anos. Fui comissionado no mesmo dia que me formei na faculdade, em dezembro de 1996. Dois meses depois, alteraram as minhas ordens. As ordens originais eram que eu deveria me apresentar em Fort Leonard Wood para fazer o curso básico de oficial. No dia antes de começar o curso, recebi novas ordens para apresentar-me à Agência de Pesquisa do Exército na Carolina do Norte. Não fazia ideia de qual era o motivo, nenhuma explicação.

Jay Weidner: Dois meses depois de começar o seu serviço ativo, eles o pegaram de novo.
-De novo.

Jay Weidner: Por que tanta gente está surgindo agora com essas memórias, indicando que demora uns 15-20 anos até que as memórias venham à tona?Por que isso ocorre?

Por algum motivo, as memórias sempre existiram. Para mim, uma delas é de quando eu tinha 33 anos, 20 anos depois do meu programa de 20 anos, por acaso. Precisei de uma cirurgia simples. Quando estava saindo, ainda sob os efeitos da anestesia, e eu não me lembro disto, mas os enfermeiros disseram-me que eu falava sobre o espaço e sobre ter participado de um programa, saindo e fazendo várias coisas. É claro que, quando me contaram isso, eu não me lembrava de nada. À época, era só um desses… Achava que era só um efeito da anestesia. Desde então, percebi que… Certo, esse foi outro sinal.

Jay Weidner: As pessoas que estão por trás desses programas devem preocupar-se com a primeira onda de memórias vindo à tona agora?

Acho que quem está por trás desses programas… Parte da tecnologia que eles usam para apagar memórias… Eles sabem que sempre haverá de 1% e 3% das memórias que não conseguirão apagar. E existem memórias que voltam
muito mais rapidamente que as minhas. Funcionou em mim. Qualquer um que tenha sido parte do Programa Espacial Secreto passou por isso, todos nós.

Jay Weidner: Quero que você saiba que fico muito feliz de você ter decidido
vir a público com a sua história. Vamos contar a sua história em mais detalhes nos próximos episódios. Porém, uma pergunta. Tem medo de alguém o impedir de contar a verdade?

Temo pela segurança das pessoas que amo e com as quais me preocupo, mas tendo passado e me lembrado das coisas pelas quais passei, a minha motivação para trazer isso à tona é maior que a minha preocupação
com a minha segurança. FIM

Jason Rice

Nesta temporada de Revelação Cósmica,

as pessoas compartilham seu envolvimento secreto com agências governamentais, os militares e programas espaciais secretos…

Algumas coisas surgiram na hipnose das quais eu ainda não havia me lembrado.

Conte-me sobre as instruções que receberam.

Iríamos ajudar outros planetas,outros povos.

Acredito que extraterrestres de dentro a Terra que estão aqui há mais tempo que outros podem ter outros planos.

Se um reptiliano ou um insectoide entrar nas partes humanas da base, eles serão sempre fortemente escoltados.

Para assistir a outras temporadas (to watch other seasons):

1ª TEMPORADA / 1st SEASON

2ª TEMPORADA / 2nd SEASON

3ª TEMPORADA / 3rd SEASON

4ª TEMPORADA / 4th SEASON

5ª TEMPORADA / 5th SEASON

6ª TEMPORADA / 6th SEASON

7ª TEMPORADA / 7th SEASON

8ª TEMPORADA / 8th SEASON

9ª TEMPORADA / 9th SEASON

10ª TEMPORADA / 10th SEASON

11ª TEMPORADA / 11th SEASON

12ª TEMPORADA / 12th SEASON

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Quem é COREY GOODE?

Revelação Cósmica temporada 12 episódio 5 (Corey Goode)

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