A Lei do Uno, sessão 01à10

A LEI DO UNO – resumo da sessão 5 – Curandeiros

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5.1 Na última vez em que nós nos comunicamos, nós estávamos falando da aprendizagem da cura. É minha impressão que, a partir do que você nos deu na sessão anterior, é necessário primeiro, purificar o self através de certas disciplinas e exercícios. Então, a fim de se curar um paciente, é necessário, através de exemplo, e possivelmente certos exercícios, criar uma configuração mental no paciente que o permita curar a si mesmo. Estou correto? RA: Apesar de sua distorção de aprendizado/entendimento estar essencialmente correta, a sua escolha do complexo de som vibratório não está inteiramente tão precisa quanto esta linguagem permite. Não é através de exemplo que o curandeiro faz o trabalho. O trabalho existe em e de si próprio. O curandeiro é apenas a catálise, bem como este instrumento tem a catálise necessária para prover o canal para nossas palavras, sendo que, por exemplo ou exercício de qualquer tipo, ele não poderia ter nenhum pensamento para este trabalho.
O trabalho de cura é congruente, no sentido de que é uma forma de canalização de alguma distorção da infinidade inteligente.
5.2 Nós decidimos aceitar, se oferecido, a honra/dever de aprender/ensinar o processo de cura. Eu perguntaria com relação ao primeiro passo o que nós devemos realizar para nos tornarmos curandeiros efetivos. RA: Nós iniciaremos com o primeiro dos três ensinamentos / aprendizados. Nós iniciamos com os aprendizados / ensinamentos mentais necessários para contacto com infinidade inteligente. O pré-requisito do trabalho mental é a habilidade de reter silêncio do self num estado constante quando requerido pelo self. A mente deve estar aberta como uma porta. A chave é o silêncio. Dentro da porta, está uma construção hierárquica que você pode comparar à geografia e, de algumas maneiras, geometria, pois a hierarquia é bem regular, portando relacionamentos interiores. Para começar a dominar o conceito da disciplina mental é necessário examinar o self. A polaridade da sua dimensão deve ser internalizada. Onde você encontra paciência dentro da sua mente você deve conscientemente encontrar a correspondente impaciência e vice-versa. Cada pensamento que um ser tem, tem, por sua vez, uma antítese. As disciplinas da mente envolvem, antes de tudo, identificar ambas aquelas coisas as quais você aprova e aquelas coisas as quais você desaprova dentro de você mesmo, e então balancear cada uma das cargas positivas e negativas com suas equivalentes. A mente contém todas as coisas. Portanto, você deve descobrir esta completude dentro de si mesmo.
A segunda disciplina mental é a aceitação da completude dentro de sua consciência. Não é para um ser de polaridade, na consciência física, colher e escolher entre atributos, assim construindo os papéis que causam bloqueios e confusões no já distorcido complexo da mente. Cada aceitação suaviza parte das muitas distorções que a faculdade que vocês chamam julgamento, engendra. A terceira disciplina da mente é a repetição da primeira, mas com o olhar para fora, em direção às entidades companheiras que ela encontra. Em cada entidade existe completude. Assim, a habilidade de se entender cada equilíbrio é necessária. Quando você vê paciência, você é responsável por refletir no seu entendimento mental, paciência / impaciência. Quando você vê impaciência, é necessário que sua configuração mental de entendimento seja impaciência / paciência. Nós usamos isto como um simples exemplo. A maioria das configurações da mente tem muitas facetas, e o entendimento tanto das polaridades do self, ou do que você chamaria de polaridades do outro-self, podem, e devem, ser entendidas como trabalho subtil.
O próximo passo é a aceitação das polaridades do outro-self, que reflete o segundo passo.
Estes são os primeiros quatro passos para se aprender disciplina mental. O quinto passo envolve observar os relacionamentos geográficos e geométricos e as proporções da mente, da outra mente, da mente da massa, e da mente infinita.
A segunda área de ensino/aprendizado é o estudo / entendimento dos complexos do corpo. É necessário conhecer o seu corpo bem. Isto é uma questão de usar a mente para examinar como os sentimentos, as predisposições, o que você chamaria de emoções, afetam várias porções do complexo do corpo. Deve ser necessário tanto para se entender as polaridades corpóreas, quanto para aceitá-las, repetindo, numa manifestação química/física, o trabalho que você realizou sobre a mente, considerando a consciência.
O corpo é uma criatura de criação da mente. Ele tem as suas predisposições. A predisposição biológica deve ser primeiro completamente entendida e, então, deve-se permitir que a predisposição oposta encontre plena expressão em entendimento. Novamente, o processo de aceitação do corpo, como um indivíduo balanceado, tanto quanto polarizado, pode então ser realizado.
Há então a tarefa de se estender este entendimento aos corpos dos outros-selfs, que você encontrará. O exemplo mais simples disto é o entendimento de que cada masculino biológico é feminino; cada feminino biológico é masculino. Este é um simples exemplo. Entretanto, em quase todos os casos, onde você está tentando o entendimento do corpo do self ou outro-self, você irá novamente achar que um discernimento mais subtil é necessário, a fim de se entender plenamente os complexos de polaridade envolvidos.

23 de janeiro de 1981, fonte: http://www.llresearch.org

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4 Comments on “A LEI DO UNO – resumo da sessão 5 – Curandeiros

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